Negócios inovadores: conheça mais sobre o mercado das ‘techs’

negócios inovadores conheçam as techs

O crescimento da tecnologia tem contribuído cada vez mais para o desenvolvimento de negócios inovadores em diversos segmentos da sociedade. Essas aplicações têm facilitado a nossa vida, em especial nestes tempos de pandemia da Covid 19. Todas essas mudanças têm impulsionado a criação de startups inovadoras que utilizam a tecnologia, as chamadas techs. Essas empresas atuam em nichos específicos, como finanças, saúde, educação, energia, alimentação, agronegócio, sustentabilidade, dentre outros. 

O crescimento dessas startups tecnológicas se deu, principalmente em função das segmentação de mercado. Esses negócios surgiram com o objetivo de facilitar o acesso das pessoas a produtos e serviços, e ganharam ainda mais força durante a pandemia. Com as medidas restritivas de circulação para tentar conter a disseminação do vírus, a mudança nos padrões de comportamento – e de consumo – abriu novas oportunidades para os empreendedores. 

Dentro desse contexto, as novas tecnologias se tornaram aliadas dos empreendedores, que desenvolveram novas soluções para atenderem seus clientes. Além de atrair empreendedores, a pandemia também levou empresários ‘tradicionais’ a migrarem para o setor tecnologia, adotando o sufixo tech. Um destes setores, o financeiro, consolidou o Brasil com um dos grandes ecossistemas de fintechs, segundo relatório da consultoria Findexable.em parceria com a finteh alemã Mambu. O país alcançou a primeira posição da América Latina. 

São tantas techs, que por isso preparamos abaixo uma lista com os principais segmentos que adotaram esse sufixo. Porém ainda existem outros em franca expansão, como também falaremos um pouco mais sobre essas áreas ainda neste artigo. 

Fintechs

Um dos primeiros segmentos a despontar no País, as fintechs são aquelas negócios inovadores de tecnologia que atuam no setor financeiro. Com foco principal em agilizar a resolução dos problemas do cliente, entre as principais empresas do setor, destaque para os chamados ‘unicórnios’ (startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão), como Nubank e Conta Azul. Ainda sobre este segmento, com o advento do open banking, as fintechs devem ter novas oportunidades de crescimento, em especial nas áreas de desenvolvimento de soluções e vendas. Em um ano, o número de fintechs no Brasil saltou de 61 para 108. 

Agtechs

Com foco em soluções para o agronegócio, as agtechs estão cada vez mais presentes no País. Com o uso de tecnologia de ponta, essas empresas levam inovação aos diversos setores do agro, o que inclui gado leiteiro, pecuária de corte e grãos. No ano passado, em meio a pandemia, empresas do setor tiveram valorização de até 56%, e levaram a transformação digital ao campo. Dados do Radar Agtech Brasil indicam que Porto Alegre é a sexta cidade brasileira com mais agtechs  – no Brasil existem atualmente 1,6 mil deste segmento. 

Healthtechs

As chamadas healthtechs (tecnologia para saúde, do inglês) são aquelas startups que desenvolvem soluções tecnológicas para o setor da saúde. Este é um dos segmentos que mais cresce em todo o mundo, e também registrou alta durante a pandemia de Covid 19. Em função das medidas restritivas de circulação, áreas como a telemedicina ganharam força, facilitando o acesso da população aos serviços médicos por meio do uso de tecnologias digitais. E a tendência é de que os serviços médicos online se mantenham em alta mesmo após o término do confinamento. Estimativa da Associação Nacional dos Hospitais Privados aponta que esse número deve chegar ao patamar de 15% ao ano. 

Energytechs 

Essas startups trabalham no segmento de energia – um dos setores mais estratégicos e carentes de infraestrutura tecnológica do País. Empresas desse setor trabalham tanto na geração, quanto no controle e na gestão de energias comuns e renováveis. Atualmente o Brasil tem mais de 150 startups do setor de energia, as quais buscam solucionar o problema da crise energética. Estes negócios inovadores atuam nas áreas de energia renovável, gestão energética, eficiência energética, internet das coisas (IoT), mercado de energia e baterias, e estão concentradas nas regiões Sul e Sudeste do País.

Edtechs

Também conhecidas como edutechs, essas empresas desenvolvem soluções inovadoras para a área de educação. Por meio de plataformas virtuais de ensino, aplicativos para dispositivos móveis, objetos de aprendizagem, cursos online, dentre outras ferramentas, estas startups também ganharam destaque durante a pandemia. Isso deve, em especial, à migração das aulas presenciais para ambiente virtual – um dos principais entraves para a educação em tempos de Covid foi justamente a comunicação. Para facilitar o processo de ensino, estas plataformas reúnem realidade virtual, inteligência artificial e gamificação. Atualmente existem no País 566 edtechs ativas – número 26% superior ao registrado em 2019.

Foodtech

A junção da palavra inglesa food (alimento) com a tecnologia, deu origem ao termo foodtech. Ainda que seja mais consolidada em outros países do que no Brasil, a categoria atrai cada vez mais empreendedores e investidores atentos a este tipo de negócio. Capaz de reinventar a forma como criamos, compramos, cozinhamos e pensamos a comida, o setor atende as demandas de vários públicos, permitindo que por meio de um app possa receber em sua casa alimentos e bebidas. Um dos exemplos mais emblemáticos desse setor é o do Ifood – unicórnio brasileiro que praticamente abriu caminho para as demais plataformas do segmento. 

Imobtech ou Proptech

Este segmento também já é um velho conhecido do consumidor e realiza a conexão entre corretores, imobiliárias e pessoas que estão procurando alugar ou vender imóveis. As chamadas imobtechs ou proptechs têm como objetivo desburocratizar e agilizar os processos de locação, compra e venda de imóveis. De acordo com a Terracotta Ventures, somente em 2020, houve crescimento de 23% no número de startups do setor. Um dos nomes mais conhecidos nesse segmento é o unicórnio brasileiro Quinto Andar. 

ESGtechs

Esse segmento é relativamente novo, mas tem chamado a atenção dos investidores ao redor do mundo, em especial por sua conduta pautada pelo social, ambiental e de governança. As ESGTechs são negócios inovadores da área de tecnologia que cultivam as boas práticas de Environmental, Social and Governance (ESG), da sigla em inglês. Sua proposta tem atraído a atenção dos investidores, como é o caso da Trashin – startup acelerada pela VENTIUR e que atua na gestão e logística reversa de resíduos em empresas e condomínios. Em maio a startup gaúcha captou, em apenas quatro horas, a R$ 1 milhão via CapTable – tempo recorde para a modalidade de equity crowdfunding no Brasil.


Negócios inovadores: Techs de outros segmentos também registram crescimento

Como já falamos a transformação digital impulsionou o surgimento de negócios inovadores, em especial de startups, em diversos setores da economia. Além dos nichos de atuação que falamos acima, empresas de outros segmentos também têm ganhado destaque nos últimos anos utilizando o ‘sobrenome’ tech. Dados da Associação Brasileira de Startups indicam que entre 2015 e 2019, o número de startups no Brasil saltou de 4,151 para 12.727. Isso resultou em um aumento de 207%. Muitas destas organizações também entregam propostas inovadoras para o seu público, revolucionando atividades tidas como tradicionais. 

Entre elas estão: salestechs (soluções vendas), logtechs (logística), touristechs (turismo), mobilitytechs (mobilidade), indtech (soluções industriais), HRtechs (recursos humanos), fashiontechs (moda e beleza), lawtechs (ligadas ao direito), insurtechs (seguradoras tecnológicas) pettechs (mercado pet), regtechs (regulamentação e compliance), govtechs (soluções governamentais), construtechs (construção civil), e sportechs (esporte).

Mais recentemente acompanhamos o surgimento de um novo unicórnio brasileiro, a chamada “idtech” Unico. Trata-se de uma empresa que trabalha com identificação pessoal, e é pioneira em autenticar e proteger identidades no ambiente digital. Se você também tem um negócio inovador e gostaria de impulsioná-lo, nós da VENTIUR podemos te ajudar.

Para mais informações sobre nossos programas de aceleração e investimento em negócios inovadores, como as startups, entre em contato com nossa equipe. Para ficar atualizado sobre as notícias e tendências sobre empreendedorismo e inovação, siga a Ventiur no Linkedin.

Startup CONCEDE desburocratiza processo de financiamento imobiliário

startup concede no gramado summit

Desburocratizar o processo de financiamento habitacional – esse é o objetivo da startup Concede Crédito Imobiliário, empresa vencedora da Batalha de Startups liderada pela VENTIUR durante a quarta edição do Gramado Summit ocorrida no mês passado na serra gaúcha. Como prêmio pela conquista, a startup receberá o aporte inicial de R$ 200 mil, podendo chegar a R$ 600 mil em co-investimento, além de receber o chamado smartmoney da VENTIUR para alavancar o seu negócio.

Atualmente a solução é destinada a construtoras, imobiliárias e corretores, para que estes, por sua vez, ofereçam o serviço aos seus clientes. O fundador e CEO, Afonso Vinicius, explicou que por meio de um aplicativo, a plataforma integra todos os envolvidos no processo de financiamento, o que inclui clientes, construtoras e corretores de imóveis. Esse diferencial permite que todos os envolvidos tenham acesso ao status atualizado de todas as etapas que envolvem o negócio.

Ao receber da demanda da imobiliária ou do corretor, é realizada a interação com os bancos e a informação disponibilizada ao cliente. “O cliente recebe notificações e atualizações em tempo real do seu processo por meio do app, desde a análise do crédito até a liberação do recurso”, destacou Vinicius. A ferramenta também permite que sejam recebidos e enviados documentos, o que garante maior rapidez na transação. 

“Por meio do aplicativo, além de acompanhar de maneira detalhada todos os trâmites do negócio, o cliente ainda pode gerar documentos por meio da plataforma, como a guia de ITBI, por exemplo”, observou Afonso. Ele ressaltou que a tecnologia, integrada à rede bancária, permite que o contrato de financiamento seja assinado em até 15 dias – um avanço para o setor, cujos contratos habitacionais levam em média 30 dias para serem assinados.

 Empresa não dispensa atendimento humanizado 

Apesar de proporcionar toda a rapidez e agilidade pelos seus canais digitais, a startup não abre mão do atendimento humanizado e por isso mantém de prontidão uma equipe de especialistas para auxiliar os clientes durante todo o processo. Ainda como forma de melhorar a experiência do usuário, a empresa está ampliando as funcionalidades da plataforma. 

Esse movimento inclui um simulador de financiamento imobiliário, onde o cliente poderá comparar taxas praticadas por cada banco e escolher a mais adequada para ele, tudo de maneira online e rápida. “Queremos transformar a experiência do crédito imobiliário, para que a casa própria seja um sonho, e não um pesadelo”, observou o CEO. 

O setor habitacional é um dos segmentos econômicos que mais cresce no País. Apesar da crise sanitária – e econômica – desencadeada pela pandemia da Covid 19, no ano passado, os financiamentos imobiliários chegaram à marca de R$ 123,9 bilhõesaumento de 58% em relação a 2019, de acordo com levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em números gerais, o ano de 2020 acumulou mais de 426,7 mil unidades financiadas. Dados do Banco Central indicam que o saldo dos financiamentos imobiliários atingiu o recorde de quase R$ 700 bilhões em outubro último.

Plataforma foi lançada em novembro de 2020

A plataforma foi lançada em novembro de 2020, na cidade de Porto Alegre/RS – onde ainda mantém sua sede no parque tecnológico da PUC-RS. Vinicius, que tem sólida experiência no setor da construção civil (o empreendedor possui uma construtora desde 2012), já havia identificado a necessidade de criar uma ferramenta que otimizasse o complexo processo de financiamento de imóveis.

Ele lembra que durante as etapas que envolviam a venda de um imóvel por meio de sua construtora, identificou diversos problemas, os quais incluem a demora no processo de liberação dos valores financiados ao responsável pela execução da obra. O CEO destaca que após a construção e a individualização as matrículas de cada imóvel para o financiamento imobiliário, surgiam os primeiros problemas. 

Disposto a melhorar esse fluxo, inicialmente ele procurou um dos bancos que detém atualmente o maior volume de financiamentos imobiliários no País, imaginando que poderia haver uma solução para as principais queixas do setor, que é a dificuldade no acesso às atualizações do processo. Apesar das tentativas, o CEO percebeu que não conseguiria agilizar esse movimento junto ao banco e resolveu ele mesmo desenvolver uma ferramenta que pudesse atender suas necessidades. 

Ao desenvolver a solução, validada inicialmente com a rede de parceiros de sua construtora, esta atraiu a atenção de outros corretores e construtoras que também buscavam maior agilidade para os seus negócios. “Ao me deparar com a dor de outros, percebi que poderia estruturar um negócio para atender essa demanda”, disse o CEO. Ele destacou que a Startup Concede é a primeira plataforma digital multibanco que integra todas as partes envolvidas no financiamento, onde os serviços realizados pelos correspondentes bancários passam a ser totalmente digitais. 

Empresa aposta em expansão para este ano

O CEO revelou que para este ano a empresa tem em seu planejamento a consolidação da plataforma, e a expansão para novos mercados. “Hoje atuamos apenas em Porto Alegre, mas nossa meta é consolidar a presença no mercado gaúcho com um todo. Em agosto passaremos a atuar também na região do Vale dos Sinos e Serra, e ainda no segundo semestre, em Santa Catarina e Curitiba (PR)”, destacou o empreendedor.

Segundo Vinicius, a intenção é ampliar a parceria com construtoras e corretores, tendo em vista que a plataforma oferece diversos recursos que facilitam a rotina dos profissionais desse segmento. Ao se tornar um parceiro da startup Concede, essas empresas passam a ter o gerenciamento financeiro de todas os seus processos de financiamento imobiliário. 

“Somos a única plataforma a disponibilizar as informações de todo o processo, garantindo velocidade e controle da informação. Isso permite que construtoras e corretores recebam seu dinheiro na metade do tempo habitual”, enfatizou. Além do investimento em tecnologia, os aportes financeiros da VENTIUR serão utilizados para a contratação de novos profissionais, em especial para os times de marketing e vendas, com a intenção de atrair novos clientes. Atualmente a equipe da startup Concede é formada por 10 pessoas.

Durante o processo de aceleração, além dos aportes financeiros, a empresa receberá também o acompanhamento dos mentores da Aceleradora, devendo participar de bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento do time. Para saber mais sobre os programas de aceleração da VENTIUR, envie email para contato@ventiur.net.

Relevância da empresa foi destaque na Batalha de Startups

Na Batalha de Startups a empresa disputou o prêmio com pelo menos outras 30 startups de diversos segmentos econômicos, as quais foram avaliadas pela Aceleradora e por seus investidores. Critérios como inovação, mercado, equipe e modelo de negócio, foram analisados durante a seleção, sendo que a startup Concede se destacou por entregar valor para seus usuários por meio de um processo bem estruturado. 

“Criamos o aplicativo prestando atenção nas dores do mercado. Ter conquistado o prêmio no Gramado Summit só mostra que o produto faz muito sentido. Não tem solução como a nossa”, finalizou o CEO. Para saber mais sobre as soluções da startup Concede, siga a empresa nas redes sociais pelo @concedecredito ou acesse o site

Startup acelerada pela VENTIUR é vendida para plataforma global de e-commerce

equipe suiteshare

Suiteshare integra ferramentas de gestão de clientes para potencializar negócios.

A Suiteshare, startup acelerada pela VENTIUR, que permite que as marcas vendam e prestem atendimento ao cliente via whatsapp, foi adquirida pela VTEX – plataforma global de comércio digital que reúne funcionalidades nativas de marketplace e gerenciamento de pedidos. O anúncio foi feito nesta segunda, 31, pela própria VTEX. 

A Suiteshare funciona como uma extensão digital das contas do whatsapp, o que ajuda as empresas a conectar clientes com diferentes pontos de contato de serviço. A solução permite às marcas distribuir as demandas entre as lojas físicas, além de dar suporte às operações dos franqueados. Ao acessar um chat no site ou clicar em um link na rede social da marca, o cliente é reconhecido por geolocalização e encaminhado digitalmente a um vendedor da loja mais próxima.

A Suiteshare já proporciona experiências de vendas conversacionais para alguns dos principais varejistas do Brasil e da América Latina, o que inclui macas conhecidas como Lacoste, The North Face, Reserva, Grupo Soma, Natura, Tramontina, Track & Field e Mary Kay. O fundador e CEO da empresa, Maicon Ferreira, falou a respeito do novo momento que vive a Suiteshare. 

“Estamos muito entusiasmados em nos juntarmos à equipe da VTEX para criar em conjunto soluções líderes no mercado para o futuro do comércio digital. Esta união abre um mundo de oportunidades para expandir o omnicanal de apenas uma solução logística para em uma ferramenta capaz de aumentar a conversão e as vendas para os nossos clientes”, enfatizou Ferreira.

A assessoria da VTEX revelou que com a aquisição da Suiteshare, a empresa projeta proporcionar uma plataforma que permitirá que seus clientes alcancem e vendam para os usuários do whatsapp em todo o mundo. “Operamos em um mundo voltado para as mensagens, onde os clientes estão pressionando as marcas a oferecer experiências conversacionais em tempo real que pareçam autênticas e naturais”, destacou o co-fundador e co-CEO da VTEX, Mariano Gomide. Conforme a VTEX, a aquisição marca o próximo passo da empresa, ao permitir que os varejistas ofereçam experiências de compras modernas, práticas e interativas a seus clientes.

 

Clientes da plataforma registram aumento das taxas de conversão 

As empresas que utilizam a plataforma Suiteshare relatam um aumento das taxas de engajamento e conversão no relacionamento com os clientes no ambiente digital. Na Tramontina, marca brasileira de utensílios, a plataforma melhorou as taxas de conversão do ecommerce em mais de 20% no período entre novembro de 2020 e março deste ano. Já na Track & Field, que atua com moda fitness, a Suiteshare promoveu um aumento de mais de 340% na média de cliques mensais no site da marca, entre outubro de 2020 e março deste ano.

Por sua vez a marca global de moda Lacoste elogiou a flexibilidade e a rapidez de lançamento da Suiteshare. “Fizemos uma parceria com a Suiteshare, pois eles se mostraram extremamente ágeis e ao mesmo tempo ofereceram uma solução completa”, observou o gerente de operações e projetos digitais da Lacoste, Vinicius Castro.

Fundada em 2018, na região metropolitana de Porto Alegre/RS, a Suiteshae foi acelerada ainda naquele ano pela VENTIUR, com o apoio do Grupo de Investidores Feevale Techpark. Além do aporte financeiro, que permitiu ampliar sua atuação, a empresa recebeu o chamado smartmoney da Aceleradora, o qual contribuiu para a modelagem e ampliação do seu negócio.

O CEO da VENTIUR, Sandro Cortezia, comentou que a aquisição por parte da VTEX é fruto do trabalho que a startup vem realizando nos últimos anos. “Estamos muito felizes com o sucesso dos empreendedores e por termos contribuído com o propósito deles, gerando um bom retorno para nossos investidores do Grupo Feevale Techpark. Essa é a razão de nossa existência”, enfatizou o CEO. 

A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS.

LIVRO DO MÊS: A Estratégia do Oceano Azul

Por: George Gallas

Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante!

  Está difícil se tornar referência em seu mercado? Há muita competição entre concorrentes? As possibilidades para o seu negócio parecem poucas? Se a resposta para essas perguntas forem sim, você precisa ler A Estratégia do Oceano Azul.

  Para entender sobre o oceano azul, primeiro é necessário entender o que é um oceano vermelho. Oceano vermelho é o lugar onde a grande maioria das empresas se encontra. Disputa seu espaço em meio a tubarões, onde o apetite de todos os predadores muitas vezes supera a disponibilidade de prezas, assim muitos players disputam fatias pequenas no mercado. Nesse oceano, os concorrentes são utilizados como referência para o desenvolvimento de novos produtos, serviços e campanhas. As ações são muito limitadas e imitadas com facilidade por todos os competidores.

   Por outro lado, um oceano azul é um mar de possibilidades. Nesse cenário a oferta de peixes frescos é grande e os tubarões não estão presentes para atrapalhar o seu trabalho. São espaços no mercado que as empresas não estão olhando e que oferecem muitas vantagens para quem sabe como ocupar esse espaço. Esse é o objetivo de qualquer empresa que queira se posicionar como líder em um mercado novo e garantir seu crescimento para os próximos anos.

   O livro Estratégia do Oceano Azul foi escrito por W. Chan Kim e Reneé Mauborgne e é baseado em 150 movimentos estratégicos realizados em mais de 30 setores da economia. O objetivo do livro é derrubar o pensamento tradicional sobre estratégia, revelando um caminho novo e ousado para ganhar o futuro. É considerado um guia para a criação de espaços de mercado inexplorados e para tornar a concorrência irrelevante.

   Sem muitos spoilers, uma das formas descritas no livro para desenvolver uma estratégia do oceano azul é olhar para o seu mercado e mapear todas as suas características padrões. Seja na forma de monetização, comunicação aos clientes, ciclo de vendas, consumo dos produtos e ações de marketing. A partir desse momento, é desenvolvido um quadro (conforme imagem abaixo) para pensar nas possibilidade de mudar a regra do mercado. Coloque dentro dos campos “Eliminar, Reduzir, Elevar e Criar” ações que você acredita que sejam necessárias para elaborar estratégias, que criem um novo oceano azul.

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   Com esse mapa visual em mãos, são criados objetivos de execução a curto prazo para testar se as possibilidades são ou não válidas. O exercício recorrente é uma das maneiras de estimular a criatividade da equipe e criar novas maneiras de diferenciar sua empresa dos outros tubarões. E aí, vai continuar dividindo seu peixe com os seus concorrentes?

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Pela criação de um futuro customizável e de novas tecnologias

Por: Luiz Henrique Rauber Rodrigues

  Como identificação de uma pedra angular, o mundo data o 2005 e o evento Maker Faire (e a revista Make Magazine), que estimulou com que vários nerds da cultura do “Do It Yourself – DIY/ Faça você mesmo”, saíssem de seus quartos e garagens e fossem lá expor o que produziam e aprender mais. Sobre a cultura DIY, e também este evento, se leva a pensar não é nada novo um movimento para reunir estes nerds, afinal o Apple I foi mostrado para a imprensa pela primeira vez em 1975 por Steve Wozniak e Steve Jobs numa feira de computadores caseiros, a Homebrew Computer Clube, mas hoje é diferente, não é só o nerd que está sendo emponderado a vir à luz.

  Este empoderamento que vem desde 2005 é fruto de um dos grandes movimentos recentes e certamente disruptivo, levando em conta uma evolução histórica e por vezes centralizada, o denominado “maker movemmnet / movimento maker”. Este movimento traz uma mentalidade para que qualquer pessoa possa criar, prototipar, produzir, vender e distribuir qualquer coisa que ela fizer.

  O movimento cultural maker dá uma dinamicidade de “dar o poder” da construção para qualquer pessoa. Isso tem até sido considerado uma nova revolução industrial, pois esta mudando toda uma lógica de produção e venda, de conhecimento e informação, pois o que era centralizado em indústrias, pode ser feito em casa. A abrangência cultural esta atingindo a todas pessoas que tenham interesse nesta cadeia mercantil. Para uma exemplificação simples em 2 tipos de pessoas, consideraremos os nerds e os desingers:

  Um nerd de tecnologia, criou um microcontrolador porque ele queria ou precisava, o arduino (mas poderia ser citado outros muitos);
  Este arduino foi divulgado como hardware livre o que possibilitou que, com baixo custo, outros nerds o copiassem e o utilizando, prototiparam uma impressora 3D;
  Esta impressora num conceito RepRap, foi otimizada por outros nerds e ficou com uma qualidade similar a que é vendida pela indústria, custando bem menos;
  Sabendo disso, um designer que dependia de criar escala e da indústria para produzir seus produtos, comprou uma destas impressoras, e agora a usa para produzir em casa chaveiros que como em pequena escala, são até personalizados;
  Já um outro grupo de nerds que gostam de produção em madeira e não em plástico, otimizaram processos parecidos e desenvolveram uma CNC;
  Agora um outro designer cria e produz cadeiras, quadros, letras e afins em casa, e não mais numa grande madereira que ficava com parte de seu lucro;
  E de nerd pra nerd, de um conceito parecido a CNC, outros nerds queriam mais profissionalismo em suas placas eletrônicas caseiras. Com isso, produziram uma fresadora que é quase auto-replicante como a RepRap. Esta fresadora é utilizada agora até na Universidade para prototipar placas eletrônicas em casa, sem a necessidade de pedir, até para outros países, que façam isso.

  E a cultura maker é totalmente descentralizadora. Outro exemplo dentro deste movimento, e destacado recentemente pela Maker Faire, é de alguém que produziu, sem tecnologia eletrônica, um tipo de horta vertical que facilitou o cultivo de hortaliças e tá mudando o cenário municipal.

  As criações, estimuladas por necessidades ou apenas por curiosidade, tem proliferado esta revolução em todas as dimensões. Ao mercado consumidor a atenção maior está no impacto industrial no presente, mas tem tido até mais impacto no espectro educacional, e por isso, o impacto industrial será futuramente maior, e a indústria precisa aprender sobre esta cultura. Antigamente a criança que desmontava seus brinquedos era até punida por seus pais e afins, mas hoje, é estimulada a fazer isso por eles, e aprende ainda mais a desmontar em sua escola ou em cursos extras. Estas crianças estão aprendendo eletrônica, robótica, programação (…), a cultura de que elas podem criar e fazer. Na educação é preconizado para que a atenção seja muita maior no “processo” do que no “produto”. Esta mudança de foco fará com que estes futuros consumidores, não tenham desejo em comprar um chaveiro pronto, talvez se personalizado… mas sim muito em uma impressora 3D.

Novas ideias para artigos? Criticas e opiniões, envie um e-mail para carolina@ventiur.net.     

 

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 LUIZ HENRIQUE RAUBER RORIGUES | Consultor e professor

Empreendedor, professor, palestrante, pesquisador e afins; Professor no Senac Santa Cruz do Su; Mentor Startupies Weekend; Mestre em Nanociências; Especialista em Gerenciamento de Projetos; Bacharel em Ciência da Computação. Palestrou Campus Party/Latinoware/ Fisl. Interesse principal em software e hardware livre, hackerspaces, startups, DIY, TI Verde, biohacking.

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LIVRO DO MÊS: ORGANIZAÇÕES EXPONENCIAIS

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LIVRO DO MÊS: Organizações exponenciais

Por: George Gallas

O que são organizações exponenciais? O que isso quer dizer? O publicitário Valter Longo defende que o cérebro humano tem a tendência a pensar de forma linear, enquanto o mercado muda de forma exponencial. Outra citação que modela nosso modo de pensar é “A mente humana superestima o que podemos fazer em um ano, mas subestima o que podemos fazer em dez”. Ou seja, sempre queremos causar uma revolução em um ano, mas não acreditamos que podemos estar tão à frente em dez.

O livro Organizações Exponenciais foi escrito por Salim Ismail, Michael S. Malone e Yuri Van Geest. Todos os autores possuem experiência na Singularity University, universidade que atua junto a NASA para estudar as tendências da tecnologia e o impacto que elas irão causar no planeta (ou até fora dele). A abordagem é muito importante para avaliarmos como as políticas empresariais que aprendemos no século XX não se encaixam mais na maneira como as novas empresas criam e gerenciam seus negócios.

A capa do livro já questiona “Por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas?” Sem muitos spoilers, é importante citar 5 fatores que já podem ser trabalhados em qualquer organização que visa se diferenciar através da inovação:

Tenha um Propósito Massivo Transformador: Defina o que move a empresa? Qual o objetivo por trás de toda a operação realizada diariamente? O Google quer “Organizar as Informações do Mundo” e o Ted valoriza as “Ideias que merecem ser espalhadas”. O que a sua empresa faria se tivesse 1 bilhão de dólares e todo o poder necessário?

Entenda sua comunidade e multidão. Sua empresa não existe apenas para sustentar os empresários e seus funcionários. Qual o impacto que a empresa causa nas demais partes envolvidas? Clientes, usuários, comunidade próxima e fornecedores? O que todos estão aprendendo? Como está a sua comunicação com eles?

Utilize dados para tomar decisões. Empreendedores tendem a ser orgulhosos e muitas vezes esse orgulho pode atrapalhar na hora de tomar decisões importantes. Usar dados de forma racional é fundamental para que as decisões sejam melhores e beneficiem a empresa. Coletar, mensurar e compartilhar dados é essencial para qualquer empresa que deseja inovar e crescer.

Valide suas ideias. Todos os projetos, independentemente do tamanho da empresa, precisam ser validados. Faça protótipos funcionais e coloque na mão dos clientes. Avalie o seu desempenho e registre o feedback dos consumidores. Como diria Peter Drucker, “Não há nada tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que não deveria ser feito”. Antes de lançar um produto com altos investimentos em desenvolvimento e marketing, valide para ter certeza se resolve os problemas dos clientes e se eles percebem valor no que está sendo oferecido.

Desenvolva a Inovação de quatro maneiras: Desenvolva startups periféricas, alocando funcionários estratégicos para criarem soluções novas para a empresa. Contrate pessoas externamente que tenham a missão de encontrar maneiras melhores de resolver os problemas que a empresa (ou o mercado) possui. Crie um ambiente de inovação onde sejam testados experimentos (muito importante para esse laboratório é dar a liberdade para que funcionários sejam criativos e não limitem o seu potencial em função de seu cargo na empresa). A última maneira de desenvolver a inovação é fazer parcerias estratégicas com aceleradoras e incubadoras, para estar próximo das startups que potencialmente podem afetar o seu mercado e a sua empresa.

Gostou das dicas? O livro apresenta muito mais. Tudo para que empresários, diretores e executivos possam transformar sua maneira de trabalhar a inovação e não ter medo de desafiar o novo. Transforme sua empresa tradicional em uma organização exponencial, ou mais cedo ou mais tarde alguém o fará no seu lugar!

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Ventiur realiza mais um DEMODAY

Por Carolina Elma Cassel I Fotos: Carolina Elma Cassel

  Na semana passada, foram realizados diversos eventos envolvendo os participantes da competição SAP Innomarathon e do WARMUP da Ventiur. Na terça-feira (16), as startups reuniram-se com a equipe da Ventiur na SAP Labs Latin American, para receberem dicas de como elaborar um pitch matador. No dia seguinte, quarta-feira (17), o encontro aconteceu no TECNOSINOS, e teve como finalidade o treinamento dos pitches.

  Essas atividades foram realizadas visando a apresentação das startups no DEMODAY, que aconteceu na quinta-feira (18). Na ocasião, as startups fizeram seu pitch, de até quatro minutos, e posteriormente a banca avaliadora, composta por investidores da Ventiur, questionou alguns aspectos apresentados pelos empreendedores, por mais quatro minutos.

  Diego Veronese, Sócio-Diretor da Alpha Venture Capital, empresa em que a Ventiur tem participação para investimento em startups, comenta que é “interessante ver projetos com alto valor agregado saindo do ponto zero e chegando a um estágio de viabilidade quase concreta em tão pouco tempo”.

  Na próxima semana, acontecerá a semi final e a final da SAP Innomarathon, e os vencedores serão anunciados durante o SAP Techniversity.

Conheça as startups que participaram do DEMODAY:

– Aldiwa

– Alientronics

– Brain

– Doador Online

– Ergon

– Procurando Patas

– SAP4ALL

– Sossegue

– Busque aí

– Cena Zero

– AveFlex

– Plantágio

– QR-Cowde

– Xenio

Confira a galeria de imagens:

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Ciclano é a nova startup investida pelo grupo Alpha One da Ventiur

Fundo de investimentos confirma seleção de nova startup

  A Ciclano é uma startup que criou um ecossistema de soluções em streaming para atender qualquer nicho ou segmento de negócio. Através de sua plataforma é possível fazer qualquer tipo transmissão via streaming, ao vivo ou on-demand, além de contar com recursos de marketing em vídeo.

  A startup participou da campanha Procuramos sua startup para investir! da Ventiur, e foi escolhida para compor o portfólio da aceleradora. Durante o processo de aceleração, a Ciclano receberá investimento do grupo Alpha One, e mentoria de Luciano Weber, CEO da empresa Device, além do apoio de toda equipe da Ventiur.

ciclano

Sobre a startup:

  A proposta da startup é disponibilizar aos clientes em um único serviço todos os recursos até então direcionados apenas para grandes players, como proteção de vídeos contra pirataria, captura de leads para marketing e interação entre espectador e o vídeo gravado, sistema integrado de anúncios, gravação, conversão e edição automática de vídeos, além de diversos outros recursos utilizados por grandes redes.

 Com centenas de clientes pelo mundo, e atendendo grandes marcas como Mormaii, Rabusch, Uatt e outras, a plataforma reúne recursos inovadores e possui um algoritmo avançado que é um facilitador para seus usuários, reduzindo o tempo com manutenção, gestão e distribuição de áudio e vídeo.

  O CEO da Ciclano, Maurício Castro, resume a plataforma da seguinte maneira, “somos o Vimeo Brasileiro, com recursos adicionais de Wistia, UStream e nossa expertise de 15 anos transformada em aplicações. Então, você terá a base dos recursos disponíveis na plataforma da Ciclano com alguns diferenciais que irão gerar valor ao seu negócio. Queremos nos tornar a maior referência Global em soluções de Streaming”.

  No ano de 2015, aos três meses de existência, visando o mercado global a Startup firmou contrato com um dos maiores players da indústria do streaming, a Wowza Media System. E em novembro do mesmo ano foi destaque no Web Summit, um dos maiores eventos de Tecnologia do Mundo, realizado em Dublin na Irlanda, onde foi considerada o “Unicórnio do Streaming” pela imprensa europeia, indicando o seu grande potencial de crescimento.

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O Amor é Simples passa a compor o portfólio da Ventiur

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  Com a missão de vender vestidos de noiva a preços justos, O Amor é Simples é pioneira no mercado de casamentos do país. Após operar por dois anos e ver seu crescimento dobrar no primeiro semestre de 2016, a marca passa a compor o portfólio da Ventiur.

  O Amor é Simples foi uma das mais de 50 startups inscritas na campanha Procuramos sua startup para investir! da Ventiur, e após se apresentar no PITCH #1 e se reapresentar no PITCH #4 foi selecionada (para ser acelerada e investida) pelo grupo de investidores da aceleradora. Neste processo, a startup receberá a mentoria da presidente do BADESUL, Susasa Kakuta. Na semana passada, o grupo Alpha One anunciou o investimento em sua primeira startup, confira aqui.

 

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Sobre O Amor é Simples

 A partir de um problema em comum, as amigas Janaína Pasin, Laís Ribeiro e Natalia Pegoraro perceberam que havia um grande público feminino que buscava, assim como elas, vestidos de noiva não tradicionais. Foi então que o projeto o Amor é Simples nasceu como uma solução, com o propósito de atender a esse nicho de consumidoras.

  Desde 2014, o e-commerce tem se destacado por oferecer vestidos bonitos, elegantes, com modelagens simples a preços justos. A iniciativa tem foco na simplicidade, além de incentivar a mão de obra brasileira e a produção artesanal.

  Os modelos são pensados para atender às mais variadas cerimônias de casamento: do campo à praia, passando pelo cartório até celebrações convencionais. No site, os valores vão de R$ 309,90 a R$ 1.229,90 e a produção é sob demanda.

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  O Shoptutor é uma plataforma que conecta pessoas e produtos, ajudando-as a comprar melhor e de forma mais prática. Isso significa escolher melhor, utilizando informações precisas em experiências personalizadas. A solução proposta pela startup é com esse objetivo. Por meio de um algoritmo próprio, o assistente Shoptutor recomenda o produto que tem a maior afinidade com o consumidor. A empresa fez seu kick-off no início de junho e segue em processo de aceleração nos próximo seis (6) meses.

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Conheça melhor a startup:

 A experiência do Shoptutor está centralizada em um assistente virtual para escolher e comprar eletrônicos. Esta proposta cria uma mudança importante no processo de compra de produtos, pois oferece facilidade para que qualquer consumidor possa fazer uma boa escolha. O consumidor que procura um notebook, por exemplo, informa seus interesses e desejos e o assistente Shoptutor sugere o modelo exato que tem a maior afinidade com a sua demanda. Assim, o consumidor consegue entender como a sua necessidade se relaciona com os produtos disponíveis, comparando modelos e ofertas dos principais e-commerces brasileiros. “O mais difícil para o consumidor é sentir segurança de que o produto escolhido vai atender a sua necessidade”, explica o Founder e CEO Marcos Beghahn a respeito do desenvolvimento da solução.

  Ver cada um satisfeito com suas escolhas e seus produtos é o que move a empresa. A ideia da startup veio após semanas de exaustão, do fundador da Shoptutor Marcos, na hora de comprar uma TV. Acreditando que o processo de escolha poderia ser mais prático, inteligente e eficiente, iniciou a criação do algoritmo de recomendação: “Geralmente, escolher um eletrônico novo gera muita confusão: são muitas as opções disponíveis no mercado e as características técnicas são difíceis de entender e comparar.” Idealizada no final de 2014 e implementada no final de 2015, a Shoptutor foi umas das startups destaques do programa Startup RS/2015, do Sebrae-RS, e do programa de pré-aceleração Warmup/2015, da Ventiur.