Startup focada em automação de marketing e vendas recebe investimento da VENTIUR

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Automatizar o processo de marketing e vendas das empresas – esse é objetivo da LeadFindner, startup paranaense selecionada pela VENTIUR durante o processo #Gohard 15. Esse é o primeiro processo de atração de novos negócios liderado pela VENTIUR este ano, sendo que outros também estão previstos para este segundo semestre. 

A LeadFinder é a primeira plataforma brasileira que desenvolve jornadas de prospecção, conversão e retenção de clientes unindo CRM, automação de marketing, Big Data B2B e até um time de vendas freelancer. Sobre essa última questão, esses profissionais podem ser contratados conforme a necessidade da empresa.  O foco principal da LeadFinder é oferecer o acesso a pequenas e médias empresas a um modelo completo de máquina de vendas em uma única plataforma – ainda nesse texto falaremos um pouco mais sobre a trajetória e os diferenciais da empresa.

Antes de selecionar a LeadFinder, a VENTIUR avaliou startups de diversas regiões do País. Durante o período de quase dois meses, critérios como diferenciais competitivos e entrega de soluções reais para o mercado, foram analisados pela equipe da aceleradora. Também foram realizadas entrevistas com estes empreendedores, com o objetivo de conhecer de maneira mais detalhada os negócios apresentados e o perfil de cada um deles, e também para esclarecer dúvidas. 

Segundo o Head de Seleção de startups da VENTIUR, Rodrigo Pimenta, a LeadFinder possui características muito relevantes, as quais foram determinantes para sua escolha.

“Entre os pontos que mais chamaram a atenção dos investidores foi o perfil dos empreendedores, pois eles conhecem muito bem o mercado em que estão atuando”, observou Pimenta. 

Além desses fatores, o Head de Seleção comentou também que durante o período de seleção, a equipe da VENTIUR recebeu feedbacks muito positivos dos clientes que já utilizam a solução da LeadFinder em suas atividades. “Outro ponto que nos chamou a atenção foi o fato de que eles conhecem a dor do cliente e entendem bastante do processo de vendas”, destacou Pimenta.

E como surgiu a LeadFinder?

O CEO da LeadFinder, Fernando Osmarini, comentou que o projeto inicio em 2016 na cidade de Pato Branco-PR. Na oportunidade, Osmarini e André Datsch (CTO) resolveram unir suas experiências nas áreas de vendas e tecnologia para criar uma plataforma para automação de marketing e vendas. Em 2019 Fernando M Santos entra no time onde se tornou sócio e assumiu a gestão operacional da empresa como COO.

Para formatarem a solução, eles fizeram uma escuta junto a pequenos e médios empresários e perceberam as dificuldades que estes possuíam em criar uma estratégia comercial. Fatores como a falta de recursos – e muitas vezes até de conhecimento por parte dos pequenos empresários – estão entre os principais motivos para este entrave. Com isso, em abril de 2018 a empresa lançou seu primeiro MVP, identificando os principais segmentos de atuação junto ao mercado. Ainda naquele ano a empresa fechou a primeira parceria com uma cooperativa agrícola da cidade de Cascavel (PR).

Dessa maneira, a LeadFinder passou a atuar na criação de um modelo comercial escalável unindo pessoas, processos, dados e tecnologia em um propósito de conquistar e reter mais clientes. Um dos diferenciais da solução da LeadFinder é a possibilidade que o empresário tem de contratar profissionais de vendas conforme sua demanda.

 CEO Fernando Osmarini e CTO André Datsch juntamente com o CEO Sandro Cortesia e Rochester Costa.

“Entendemos a dor do pequeno empreendedor, principalmente pela falta de recursos para investir no planejamento de marketing e vendas de seu negócio”, ressaltou Osmarini. 

Ele revelou também que a LeadFinder registrou um considerável crescimento durante a pandemia, atraindo principalmente empresas que precisaram ‘migrar’ para o mercado online – dados do Sebrae indicam que cerca de 70% dos empreendedores passaram a oferecer produtos e serviços pela internet em função das medidas restritivas impostas pela Covid 19. 

O CEO revelou ainda que os recursos financeiros que a empresa irá receber da VENTIUR durante o processo de aceleração permitirão que a startup consiga implementar seu plano de expansão. Entre as ações previstas está a inclusão de novas funcionalidades para a plataforma, estas destinadas a pequenos negócios. “Nossa projeção é crescer dez vezes nos próximos 18 meses”, destacou Osmarini. 

E como será o processo de aceleração?

Durante o processo de aceleração, a LeadFinder receberá o acompanhamento dos mentores, e do gestor de aceleração da VENTIUR, agregando conhecimento e experiência de mercado. Nessa etapa os empreendedores participarão de workshops temáticos e bootcamps, onde serão abordadas questões como liderança, inovação, aspectos jurídicos, customer success, governança para startups, contabilidade, vendas, dentre outros. 

Esta fase é também uma oportunidade para que os empreendedores possam apresentar os resultados do trabalho desenvolvido, possibilitando ainda a troca de experiências e o networking com demais atores do ecossistemas. Além do aporte financeiro, os empreendedores recebem mentorias com foco em resultados práticos – o chamado smart money

A metodologia de propulsão de negócios inovadores da VENTIUR, chamada de #GoHard, é fruto de mais de quase dez anos de experiência na aceleração de novos negócios. Seu objetivo é fortalecer processos internos das empresas, com foco no desenvolvimento de estratégias eficazes de vendas e crescimento exponencial desses novos empreendimentos. Para saber mais sobre nossa metodologia acesse aqui.  

Venha empreender e inovar com a gente!

Se você também tem um negócio inovador, uma alternativa é inscrevê-lo para participar de processos seletivos para aceleração de novos negócios da VENTIUR. Além do investimento financeiro, os empreendedores selecionados para fazerem parte do portfólio da aceleradora, recebem mentoria com foco em resultados práticos, a qual permite a modelagem e ampliação do negócio. 

A VENTIUR já investiu em mais de 75 negócios inovadores, avaliados em mais de R$ 400 milhões. Esses empreendimentos pertencem aos segmentos de tecnologia, serviços, saúde, agronegócio, dentre outros. Além dos negócios que receberam aporte, outros cinco mil foram avaliados pela aceleradora ao longo destes nove anos de atuação. Para saber mais sobre nossos programas de aceleração e investimento em startups, entre em contato com nossa equipe. E então, gostou do tema? Quer saber mais sobre o mercado de tecnologia, startups e novos investimentos? Para ficar atualizado sobre as notícias e tendências sobre empreendedorismo e inovação siga a Ventiur nas redes sociais. A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS.

Conheça o processo de aceleração da VENTIUR

Processo de Aceleração - Ventiur Aceleradora

Como diz nosso manifesto, nascemos para apoiar empreendedores diferenciados e com brilho nos olhos, auxiliando-os a transformar seus sonhos em negócios de crescimento exponencial. Nesse contexto, o processo de aceleração da VENTIUR potencializa a atitude empreendedora, estimulando a capacidade de execução, experimentação e co-criação. Mas você sabe como funciona o processo de aceleração da VENTIUR?  

Preparamos um conteúdo especial detalhando todas as etapas que envolvem a jornada das startups que compõem nosso portfólio.

Para realizar o processo de aceleração de startups, a VENTIUR desenvolveu sua própria metodologia de propulsão de negócios inovadores, chamada de #GoHard. Seu objetivo é fortalecer processos internos das empresas, com foco no desenvolvimento de estratégias eficazes de vendas e crescimento do negócio como um todo. exponencial desses novos empreendimentos. “O processo de aceleração da VENTIUR vem sendo aperfeiçoado há mais de nove anos é construído para potencializar as habilidades do empreendedor e apoiar nas eventuais fraquezas”, destacou o Head de Inovação e Corporate Venture da VENTIUR, Leonardo Mezzomo.

O head comentou também que o plano de aceleração é dividido em dois grandes momentos – o primeiro de aceleração e o segundo de pós-aceleração. “A aceleração foca em produto, mercado, marketing, vendas e equipe. A pós-aceleração trabalha governança e captação de novas rodadas de investimento com o apoio da VENTIUR”, revelou Leonardo o head de Inovação e Corporate Venture (falaremos mais sobre essa questão abaixo). 

Depois da Seleção, Warm Up e Pitch Day

Concluída a fase de seleção da VENTIUR, a qual consiste em uma análise criteriosa das startups, as escolhidas passam para a etapa seguinte, chamada de Warm Up. Esse período de ‘aquecimento’ tem como objetivo aproximar empreendedores e investidores, e serve também para testar os modelos de negócios apresentados a partir da análise da equipe de mentores da aceleradora.

Nessa etapa os investidores podem avaliar com profundidade os negócios, bem como o perfil dos empreendedores selecionados. As startups também se beneficiam com uma pré-aceleração, tendo a oportunidade de conhecer os potenciais investidores para o seu negócio. Esse processo proporciona ainda novas oportunidades de negócios e possibilidades de aportes investimentos para as startups selecionadas.

Ao final dessa fase, algumas startups são escolhidas para participarem do ‘Pich day’ – momento que reúne startups e investidores. Nessa oportunidade os empreendedores poderão apresentar suas ideias em formato de pitch, e recebem feedbacks relevantes dos jurados. 

Na Aceleração, empreendedores têm agenda cheia

Concluídas as etapas anteriores, os empreendedores terão uma agenda cheia com foco na qualificação de suas startups e de seus times. Durante o processo de aceleração, que terá a duração de nove meses, as empresas serão acompanhadas pela VENTIUR,  e por seus mentores, e pelo gestor de aceleração, agregando conhecimento e experiência de mercado. Esse processo contribui para que as empresas possam alavancar seu crescimento no setor. 

Além do investimento, os empreendedores recebem mentorias com foco em resultados práticos, que é o chamado smart money. “Ao entrar para o nosso programa, os empreendedores passam por um rigoroso diagnóstico em diversas áreas. Passando por avaliações técnicas, de negócio, e humanas e a partir de resultados obtidos, elabora-se um plano de trabalho personalizado para cada startup”, revelou Leonardo Mezzomo. 

Cabe aos mentores da VENTIUR, a partir do compartilhamento de suas experiências, orientar os empreendedores e indicar as melhores alternativas e oportunidades de crescimento. Essas mentorias têm como foco o desenvolvimento dos empreendedores e de seus times, sempre com a utilização de metodologias práticas e eficazes, visando o crescimento da startup no mercado.

Palestras, workshops e capacitações dos empreendedores

Além das iniciativas que falamos acima, as atividades previstas na fase de aceleração incluem ainda palestras para transferência de conhecimento e workshops com exercícios práticos. Nesses momentos são abordadas diversas temáticas como liderança, inovação, aspectos jurídicos, customer success, governança para startups, contabilidade, vendas, marketing digital, gestão, finanças, recursos humanos, canais de aquisição de clientes, desenvolvimento de produto, captação de recursos, dentre outros relevantes para a qualificação dos novos empreendimentos.

As novas empresas serão preparadas até o chamado Demoday – evento que marca o encerramento do ciclo de aceleração. O Demoday também é uma oportunidade para que os empreendedores possam apresentar os resultados do trabalho desenvolvido até o momento junto com a VENTIIUR, além de proporcionar a troca de experiências e muito networking.

Além da explanação dos cases, o Demoday serve ainda para que as startups compartilhem os aprendizados e os desafios vividos durante o ciclo de aceleração. Ao final dessa etapa, as empresas serão apresentadas ao mercado e poderão participar, inclusive, de novas rodadas de investimento. #Gohard!

Novos mercados e projeto de expansão

A VENTIUR está em processo de expansão para outras regiões do País. Recentemente foram selecionadas posições para comporem os times de seleção de startups e marketing nos estados do Paraná, Tocantins, Maranhão e Amapá. Além disso, também chegamos recentemente a São Paulo, onde nosso escritório na capital paulista começou a funcionar em abril junto à sede de nossa parceira de investimento, a Stefanini.

Além das iniciativas das quais falamos acima, a VENTIUR, também está liderando outros importantes projetos na área de inovação e aceleração de novos negócios em diversos segmentos da economia nacional. 

Um exemplo disto é a parceria com o Sebrae, que tem como objetivo incentivar o empreendedorismo na Amazônia. Através do O processo de aceleração está sendo conduzido pela VENTIUR no âmbito do programa Inova Amazônia – iniciativa do Sebrae que visa a fomentar a bioeconomia, buscamos. O projeto contemplar empreendedores dos estados do Tocantins, Amapá e Maranhão, que receberão aportes financeiros do Sebrae, por meio de uma bolsa de estímulo à inovação. 

VENTIUR já investiu em mais de 75 negócios inovadores

Criada em 2013 a VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil. e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS. Até o momento investimos em mais de 75 negócios inovadores, avaliados em mais de R$ 300 milhões, além de já termos qualificado e avaliamos mais de cinco mil startups de diversas regiões brasileiras. 

A Aceleradora contabiliza até agora um total de OITO EXITS – expressão que se refere ao ponto de saída de uma startup. Isso acontece quando o empreendimento é adquirido por outra empresa/organização de maior porte ou recomprado pelos sócios fundadores, sendo que e apenas no primeiro semestre deste ano, a Aceleradora contabilizou duas novas saídas. 
Se você também tem um negócio inovador e gostaria de impulsioná-lo, nós da VENTIUR podemos te ajudar. Para mais informações sobre nossos programas de aceleração e investimento em startups, entre em contato com nossa equipe. Para ficar atualizado sobre as notícias e tendências sobre empreendedorismo e inovação, siga a Ventiur nas redes sociais.

Solar Social: startup recebe investimento e aceleração da VENTIUR

Solar Social

Conectar doadores, voluntários e empresas a ongs e causas sociais – esse é o objetivo da startup Solar Social, que está em processo de aceleração pela VENTIUR. A startup, que atua há mais de 10 anos com causas sociais, já impactou a vida de milhares de pessoas em todo País – e deve ampliar sua atuação a partir do segundo semestre com o lançamento de uma nova plataforma, como veremos neste texto.

Segundo o fundador e CEO, Leandro Pato, a Solar Social é uma plataforma online de solidariedade que conecta doadores e voluntários com ONGs e causas sociais, tudo de forma simples e transparente. A página possui um buscador de causas sociais para que o usuário possa descobrir quem poderá ajudar conforme suas preferências, perfis das causas para que o usuário possa conhecê-la antes de ajudar, formas de doação variadas, processos de transparência, dentre outras funcionalidades. As doações podem ser feitas tanto em valores financeiros, quanto em serviços/produtos (até o final do ano também poderá ser feito por meio de criptomoedas).

Ação de Natal no Hospital Regional de Taubaté.

O CEO ressaltou que apesar de toda a interação ocorrer no ambiente digital, a plataforma também oferece atendimento humanizado, caso o usuário precise de suporte para fazer uma doação. Ele comentou que através destes movimentos, a startup tem conseguido mudar a vida de muitas pessoas. Lembrou da história de um menino de origem humilde de Belo Horizonte (MG), que tem a doença rara Arnold Chiari, e que precisava fazer uma cirurgia de alto custo para não ficar tetraplégico. 

Por meio da plataforma, um doador repassou a quantia necessária para o procedimento.

“No caso desse menino, além do impacto na vida dele, que recuperou o movimento das pernas, o doador se sentiu motivado a ajudar também outras pessoas que enfrentam problemas de saúde”, observou o empreendedor. 

Doações já impactaram mais 100 mil pessoas

Em 2020, em meio à pandemia da covid-19, uma parceria com a empresa Unilever permitiu que esta viabilizasse a doação de cerca de 20 mil produtos de higiene para oito instituições sociais das cidades paulistas de Franca, São Paulo, Taubaté e Guaratinguetá. Ao todo, mais de quatro mil pessoas em situação de vulnerabilidade social e com deficiência foram beneficiadas com essa iniciativa.

Pato observou também que as ações desenvolvidas pela startup também permitem que as empresas possam melhorar suas práticas de ESG (Environmental, Social and Governance), da sigla em inglês, pois estas poderão divulgar e ampliar suas ações sociais. Isso poderá ser feito após o lançamento da nova plataforma (falaremos mais sobre essa questão abaixo). A iniciativa também auxilia as causas sociais a terem uma maior visibilidade, transparência e meios inovadores de captar doações para seus projetos.

“Hoje existem muitas pessoas e empresas que desejam fazer o bem, de diferentes maneiras, mas tem dificuldades ou desconfianças para fazer uma doação. E do outro lado, existem muitas pessoas que precisam de ajuda, passando fome, frio, doenças, na educação, entre outros problemas. E a falta de conexão entre as partes, impedem que milhões de pessoas sejam ajudadas todos os dias, no Brasil e no mundo. Por isso nosso propósito é ajudar pessoas e empresas que desejam fazer o bem, proporcionando a melhor experiência possível de doação e voluntariado. Desta forma, podemos gerar impacto em escala e mudar a vida de milhões de pessoas, tanto quem doa como que recebe a doação”, enfatizou o empreendedor. 

Startup Solar Social gera impacto
Impacto gerado pela startup Solar Social.

Até o momento a tecnologia desenvolvida pela Solar Social já realizou mais de 150 mil doações, atingindo mais de 300 ONGs e entidades sociais brasileiras que atuam em diversos segmentos, o que inclui trabalho com crianças carentes, pessoas com deficiência, idosos, moradores de rua, dependentes químicos, pessoas com problemas de saúde, dentre outros. Essas ações já beneficiaram mais de 100 mil pessoas, e auxiliaram mais de 500 doadores e 200 empresas a fazerem o bem – cada uma do seu jeito.

Startup Solar Social prepara lançamento de nova plataforma

Os aportes financeiros que a startup irá receber da VENTIUR durante o processo de aceleração (na ordem de R$ 400 mil), já têm destino certo. O CEO revelou que serão implementadas novas ações visando a expansão da Solar Social, o que inclui o lançamento de sua nova plataforma, previsto para julho. “Queremos aperfeiçoar nossa plataforma para que a iniciativa alcance outras pessoas, tornando o processo de doação mais fácil e transparente”, enfatizou Pato. 

Ele observou que a intenção é que essa nova versão da plataforma de solidariedade possa ser lançada para multiplicar o potencial de doações no País e no mundo. Comentou que a plataforma irá possibilitar que a Solar Social desenvolva uma rede social de solidariedade, onde pessoas físicas e jurídicas poderão realizar doações e atividades de voluntariado para as entidades cadastradas, de forma simplificada, transparente e personalizada. Essa iniciativa deve contribuir também para que as empresas organizem, divulguem e ampliem suas ações de responsabilidade social e ESG com maior transparência e eficácia. 

“A nova plataforma permitirá, por exemplo, que o usuário possa encontrar com facilidade uma causa para ajudar, através de um buscador de causas com vários filtros avançados de busca, como se fosse um Google de Causas Sociais. Poderá fazer uma doação com facilidade, através de vários formatos, e verificar como sua doação foi utilizada, através de relatórios enviado pelas Causas, e ganhará medalhas sociais para cada doação ou voluntariado feito, podendo compartilhar nas redes sociais e listá-las em um perfil de responsabilidade social dentro da plataforma”, adiantou o CEO.

A iniciativa contará com diversos recursos gratuitos e personalizados para doadores, voluntários e causas sociais, além de recursos pagos (destinados às empresas por meio de um serviço de assinatura). 

Pato comentou ainda que a falta de conexão entre as partes (doador e beneficiado), impede que milhões de pessoas sejam impactadas diariamente, e não consigam satisfazer desde as necessidades mais básicas diárias, como alimentação e higiene, até necessidades de afeto, autoestima e autorrealização, problemas que ele enxerga que a nova plataforma da Solar Social poderá ajudar a solucionar.

Além do investimento financeiro, a VENTIUR está aportando na Solar Social mentoria e conhecimento de mercado, o chamado smartmoney. Durante o período de aceleração os empreendedores têm uma agenda intensa de atividades, a qual inclui bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento do time.

E como surgiu a Solar Social?

A Solar Social surgiu em 2010, na cidade de Taubaté, no interior de São Paulo. Na oportunidade o empreendedor social e produtor artístico Leandro Pato, após ter passado por algumas experiências sociais e inclusivas lançou o projeto com o propósito de realizar ações sociais e culturais unindo música e artes com inclusão e solidariedade. Naquela ocasião, Pato ajudou no desenvolvimento de um cadeirante rockeiro com paralisia física e cerebral. 

Ele lembrou que desde o início de sua trajetória empreendedora contou também com o apoio de seu irmão que possui a Síndrome de Williams, e que o ajudou a obter várias conquistas. Comentou que após a realização de mais de 50 eventos, percebeu que muitas pessoas e empresas sentiam a necessidade de efetuarem doações, mas que não as faziam por dificuldade ou desconfiança. “Por outro lado, conheci muitas pessoas que precisavam de ajuda, passando fome, frio e doenças, e por isso pensei em construir uma plataforma de conexões solidária”, lembrou. 

Em 2016 foi criada a primeira versão da plataforma, e dois anos mais tarde, a Solar Social se tornou uma startup de impacto social. Nos anos seguintes a empresa recebeu investimentos e apoio de alguns dos principais investidores, marcas e programas de inovação do Brasil e do mundo, incluindo Distrito, Mercado Bitcoin, Pluris Aceleradora, Grupo SEB, Amazon AWS, entre outros. E em 2021, por sua relevância, foi selecionada também pela VENTIUR para compor seu portfólio de startups, e receber aceleração e aportes financeiros como falamos acima. 

Além de Leandro Pato, a equipe da startup é formada por Joel Stephenson (CTO), Gabriel BO (UX/UI Designer), Finson Gallar (CMO) entre outros colaboradores. Quer conhecer mais sobre esta história inspiradora de impacto social? Acesse aqui o site do projeto ou mande um e-mail para [email protected].

Equipe da Solar Social
Leandro Pato, Finson Gallar e Joel Stephenson.

Boas práticas do ESG acompanham tendência global de mercado

Como já falamos em outro texto aqui no blog, a relevância do tema é tanta que alguns fundos de investimento ao redor do mundo optam, inclusive, optam por aportar recursos somente em negócios responsáveis com o meio ambiente, a sociedade e a sua própria gestão. Paralelo à essa tendência do mercado corporativo, cresce também o número de profissionais, em especial os jovens, que procuram empresas que cultivam as boas práticas de ESG para trabalharem. 

Levantamento da consultoria Eureca sobre a percepção da ética pelos jovens, em especial no mercado de trabalho, indicou que organizações que adotam o ESG estão entre as preferidas pelos jovens. Nesse contexto, fica evidente o alinhamento entre jovens e empresas que se preocupam com estas métricas. E então, gostou do tema? Quer ficar atualizado sobre as notícias e tendências sobre empreendedorismo e inovação? Para mais informações sobre nossos programas de aceleração e investimento em startups da VENTIUR, entre em contato com nossa equipe.

Healthtech SYN democratiza acesso a cirurgias particulares

SYN democratiza acesso a cirurgias particulares

O crescimento da tecnologia tem contribuído cada vez mais para o desenvolvimento de soluções inovadoras em diversos segmentos da sociedade. Um dos setores mais impactados pelas novas tecnologias é o da saúde, o que contribuiu para o surgimento das chamadas healthtechs (startups que atuam com tecnologias para saúde, do inglês).

Nesse contexto, uma das empresas que tem se destacado é a  SYN Saúde – startup que começou a ser acelerada pela VENTIUR em fevereiro deste ano, e que tem como objetivo democratizar o acesso a cirurgias particulares, à saúde, facilitando a conexão entre pacientes, médicos e hospitais.

A CEO e sócio fundadora, Ana Lemos, comentou que a solução da SYN tem como objetivo facilitar o acesso a cirurgias particulares para aquelas pessoas que não possuem plano de saúde – e que também não podem esperar para realizar o procedimento na rede pública (SUS). “Temos um time de suporte e orientação ao paciente e o que mais ouvimos é que uma das maiores dificuldades na contratação de uma cirurgia particular é a burocracia e a falta de previsibilidade dos gastos”, revelou a empreendedora. 

SYN: facilitando o acesso a cirurgias particulares
Sistema simples e rápido, para facilitar o acesso a cirurgias particulares.

E é justamente esse processo que pode ser complexo e demorado (situação acentuada pelo fato de que o paciente precisa realizar o procedimento) a startup se propõe a facilitar o acesso a cirurgias particulares.

Por meio da plataforma SYN é possível simular o financiamento dos valores já cotados para a cirurgia e ter acesso a todas as informações que envolvem esse processo, o que inclui prazos e valores de parcela. Ao final da simulação, o paciente recebe um orçamento único, o que garante maior previsibilidade e economia, podendo, inclusive, já encaminhar a contratação do procedimento cirúrgico com um dos operadores financeiros parceiros da plataforma.

E os números da SYN impressionam: em pouco mais de um ano a startup já viabilizou 2,5 milhões de cirurgias apenas no Maranhão, tendo em sua base 240 médicos cadastrados de diversas especialidades. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), indicam que mais de 70% da população brasileira não tem plano de saúde. Nesse contexto, a fila de espera por cirurgias via SUS ultrapassa a marca de 1,4 milhão.

Como surgiu a SYN Saúde?

A SYN surgiu em 2018, na cidade de São Luís, capital do Maranhão. Na oportunidade Ana Lemos, que é administradora de empresas, juntamente com o médico neurocirurgião, Dener Zandonadi, cursavam um MBA em Gestão Empresarial e resolveram desenvolver como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), um modelo de negócio para uma empresa da área da saúde. Eles se conheceram durante o curso e fizeram os primeiros esboços do modelo de negócio da SYN. “Percebemos a relevância do projeto, e por isso nos inscrevemos em um programa de aceleração do estado do Maranhão”, revelou a empreendedora.

Ao final do programa, que teve duração de sete meses, a empresa fez uma pivotagem – termo derivado do inglês que significa uma mudança no modelo de negócio da startup. ‘Nossa ideia era criar algo que causasse impacto na área da saúde, que fosse um divisor de águas mesmo, mas nosso primeiro modelo tinha algumas barreiras de entrada”, lembrou a CEO. Com isso, em janeiro de 2020, ao final da incubação, teve início o processo de validação do negócio, realizado no Maranhão mesmo. 

Ana ressaltou que ela e o sócio conheciam o mercado de saúde e sabiam da dificuldade que as pessoas que não possuem plano de saúde enfrentam quando precisam contratar uma cirurgia de maneira particular. A pandemia atrasou um pouco os planos da SYN, mas ainda naquele ano eles começaram a rodar o primeiro modelo de estrutura, em setembro de 2020. 

“Criamos um formulário eletrônico e logo no início já conseguimos cinco médicos parceiros e viabilizamos 30 cirurgias”, observou a empreendedora. Meses mais tarde, em janeiro de 2021, a empresa deu início à estruturação da plataforma que entrou no ar em abril. E foi durante sua primeira rodada de captação que os empreendedores conheceram a VENTIUR (falaremos um pouco mais sobre isso abaixo). 

Segundo Ana, os recursos financeiros aportados pela Aceleradora serão utilizados para investimentos em tecnologia e ampliação do time, com foco em expansão. “Queremos ampliar nossa operação neste momento para seis estados em específicos: São Paulo, Ceará, Recife, João Pessoa e Rio Grande do Sul”, finalizou a CEO. 

Aceleração fastrack e aporte financeiro

O diretor de operações da VENTIUR, Guilherme Kudiess, comentou que a SYN participou do modelo chamado fastrack – processo que ocorre quando uma startup está praticamente pronta para captar investimento. Essa modalidade tem uma duração menor, entre 15 e 20 dias, e é indicado para as startups que já tem suas hipóteses validadas e seus processos mais definidos. 

Kudiess detalhou que nesse período que compreende o fastrack são feitas reuniões entre a equipe da VENTIUR, rede de investidores e os empreendedores para que o negócio seja conhecido de maneira detalhada. Ao final do processo, se for aprovado o investimento (como ocorreu com a SYN), este segue para as etapas seguintes, as quais consistem em negociação e elaboração de contrato. “Nesses casos a startup está mais madura e temos uma certeza maior de que vamos investir nela”, destacou o diretor.  Lembrou que a equipe da Aceleradora conheceu os empreendedores em um evento do programa Capital Empreendedor, do Sebrae, em dezembro de 2021, em São Paulo, o qual tem como objetivo auxiliar startups a captarem recursos. 

A iniciativa proporciona que os empreendedores tenham contato direto com os fundos de investimento, permitindo ainda maior visibilidade e troca de conhecimento entre os empreendedores. “Conhecemos os empreendedores, apresentamos aos nossos investidores, ela (a startup) já entrou em nosso portfólio e começamos o processo de aceleração em fevereiro”, detalhou o diretor de operações. O aporte na SYN foi de R$ 300 mil. 

Para capacitar a startup a VENTIUR está aplicando sua metodologia de aceleração de novos negócios, o qual potencializa a atitude empreendedora, e estimula a capacidade de execução, experimentação e co-criação. Durante o período de aceleração, os empreendedores da SYN têm uma agenda intensa de atividades, a qual inclui bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento do time. Além do aporte financeiro a startup recebe da Aceleradora o chamado smartmoney, o qual permite a modelagem e ampliação do seu negócio. 

Healthtechs ganharam força durante a pandemia

As chamadas healthtechs são aquelas startups que desenvolvem soluções tecnológicas para o setor da saúde. Este é um dos segmentos que mais cresce em todo o mundo, e também registrou alta durante a pandemia de Covid 19. Em função das medidas restritivas de circulação, áreas como a telemedicina ganharam força, facilitando o acesso da população aos serviços médicos por meio do uso de tecnologias digitais.

O número de empresas do setor saltou 542 em 2020 para 1.158 em 2021, segundo levantamento da plataforma Sling Hub, que mapeia dados de startups na América Latina, captando um total de 8,3 milhão de dólares em pouco mais de um ano. “As rodadas de investimento cada vez maiores mostram que em breve teremos algum unicórnio brasileiro neste segmento”, destacou João Ventura, CEO da Sling Hub. 

O bom desempenho das startups desse segmento está relacionado à sua capacidade de cruzar dados na identificação da melhor forma de atender as necessidades do cliente. E a tendência é de que os serviços médicos online se mantenham em alta mesmo após o término do confinamento. Estimativa da Associação Nacional dos Hospitais Privados aponta que esse número deve chegar ao patamar de 15% ao ano. 

Pede que Nutre vence disputa no Gramado Summit e receberá investimento da VENTIUR

A startup Pede que Nutre foi a grande destaque do último Gramado Summit. Conectar pessoas que desejam consumir refeições saudáveis por meio de tele entrega a restaurantes que possuem este tipo de prato – esse é o objetivo da empresa, vencedora da Batalha de Startups liderada pela VENTIUR durante a quinta edição do Gramado Summit ocorrida entre os dias 06 e 08 de abril na serra gaúcha.

Como prêmio pela conquista, a startup receberá o aporte inicial de R$ 200 mil, podendo chegar a R$ 1 milhão em co-investimento, além de receber o chamado smartmoney da VENTIUR para alavancar o seu negócio.

Júlia Lorenzon, Luís Gustavo Ferreira e Rafaela Reinehr: equipe comemora o prêmio.

Na Batalha de Startups, a Pede que Nutre disputou o prêmio com pelo menos outras 20 startups de diversos segmentos econômicos, as quais foram avaliadas pela Aceleradora e por sua rede de investidores. Ao longo dos três dias da Gramado Summit aconteceu a fase presencial da batalha (as demais haviam sido feitas de maneira online), quando as selecionadas participaram de uma peneira com avaliação dos jurados da VENTIUR. Critérios como inovação, mercado, equipe e modelo de negócio, foram analisados durante a seleção.

As startups precisavam apresentar um modelo de negócio que resolvesse problemas reais e relevantes em seu segmento de atuação, e deveriam possuir também um produto escalável. A Pede que Nutre chegou à etapa final junto com outras duas startups que se destacaram entre as demais concorrentes, e acabou levando o prêmio. O CTO da empresa, Guga Ferreira, que é mestre em computação aplicada e doutorando em design estratégico, destacou a importância do reconhecimento do ecossistema de inovação para a empresa.

“Essa premiação é extremamente gratificante e emocionante. Fomos de corpo e alma para a Batalha das Startups. Esse prêmio significa que estamos no caminho certo, conseguimos validar nosso modelo de negócio e dar um passo ao encontro do nosso propósito e motivação”, destacou Ferreira. 

Sobre o processo de aceleração da VENTIUR, a CEO da empresa, Rafaela Reinehr, que possui formação em Administração e Pós Graduação em Gestão de Projetos, comentou que os aportes financeiros permitirão que sejam implementadas novas ações visando a expansão da Pede que Nutre, o que inclui a consolidação de sua plataforma. 

“Vamos tracionar o marketing e o nosso conteúdo educacional para captação de restaurantes, nutricionistas e também o cliente final, bem como consolidar o nosso atendimento. Nosso objetivo é lançar o mais breve possível nossa plataforma e entregar a melhor experiência para nossos usuários”, enfatizou a CEO. 

Plataforma Pede que Nutre surgiu em 2021

Sobre o surgimento, a CNO, Júlia Lorenzon, comentou que a empresa foi constituída em setembro de 2021, em Porto Alegre/RS, mas a ideia vinha sendo maturada meses antes, desde abril daquele ano. Na oportunidade ela, juntamente com os sócios Guga e Rafaela, pensaram em criar uma plataforma que facilitasse a vida de quem precisa adquirir refeições por meio de delivery, mas que não quisesse abrir mão de uma alimentação saudável.

Conforme Júlia, que é nutricionista e doutora em Cardiologia, por meio da plataforma, a empresa oferece pratos avaliados pelo time de nutricionistas – curadoria que é realizada a partir de alguns critérios, que partem desde o modo de preparo do prato, até a avaliação nutricional. 

Nesse processo, o consumidor pode, inclusive, utilizar filtros para encontrar produtos que mais se encaixem nas suas necessidades. “Entendemos que diversas pessoas que entram nos aplicativos de delivery acabam caindo em tentação e não mantêm o foco na busca de um alimento saudável e nutritivo”, lembrou a CNO. E é justamente para atender esse público que surgiu a empresa.

Atualmente o Brasil ocupa a 7ª posição no mercado de alimentos e bebidas saudáveis no mundo com consumidores buscando aliar praticidade com a boa alimentação. Segundo o Euromonitor internacional, o setor cresceu 33% entre 2015 e 2020. E a expectativa é que até 2025 cresça outros 27%. 

Esse mesmo levantamento aponta que a indústria de bebidas e comidas saudáveis atingiu um tamanho de mercado de R$ 100,2 bilhões em 2020, em plena pandemia. Pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com a FIESP indica que oito em cada 10 brasileiros se esforçam para manter uma alimentação saudável e 71% dos pesquisados dizem que preferem produtos mais saudáveis, mesmo que tenham que pagar caro por eles.

Ainda sobre o Gramado Summit: VENTIUR e Sicredi lançam novo programa de aceleração, o Comunitá

A VENTIUR participou ativamente do evento com outras iniciativas, além da Batalha de Startups. Uma destas iniciativas foi o anúncio de novos parceiros nessa jornada de aceleração de startups, as cooperativas de crédito Sicredi Pioneira e Sicredi Caminho das Águas. 

Na oportunidade foi lançado o programa Comunitá, o qual tem como objetivo identificar e acelerar startups que possam contribuir com o crescimento das cooperativas, oferecendo aportes financeiros em troca de participações minoritárias. O novo veículo de investimento da VENTIUR vai operar em modelo de Corporate Venture Capital (CVC) – modalidade de inovação aberta tem crescido consideravelmente nos últimos anos, e tem possibilitado a criação de novos modelos de negócio e que, principalmente, possam contribuir para o crescimento das cooperativas. Já falamos dessa modalidade em outros textos aqui no blog.

Dentro desse contexto, a parceria terá foco em empresas de base tecnológica, especialmente de setores como open finance, cibersegurança, omnichannel humanizado, ESG, novos meios de pagamento, moedas digitais, comportamento de consumo, dentre outras. Mais do que simples aporte de recursos financeiros, o CVC Comunitá busca alavancar os negócios investidos pela conexão com sua rede de associados.

Os empreendedores que tiverem interessem em inscrever sua startup podem acessar o site do programa – podem participar da seleção startups de todo o País. Critérios como Produto Mínimo Viável (MVP) estruturado e diferenciais competitivos de mercado serão avaliados durante o processo seletivo. A rodada inicial de seleção começou ainda no Gramado Summit, com a escolha de cinco a 10 empresas. 

Com sede em Nova Petrópolis (RS), a Sicredi Pioneira atua na região da Serra Gaúcha e Vale do Sinos, enquanto que atuação da Sicredi Caminho das Águas compreende 34 municípios dos Vales do Sinos e Paranhana, e Litoral Norte. A sede da cooperativa está localizada em Rolante.

Investimentos em negócios inovadores desde 2013

A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS. Nascemos para apoiar empreendedores diferenciados e com brilho nos olhos, auxiliando-os a transformar seus sonhos em negócios de crescimento exponencial. Nosso processo de aceleração potencializa a atitude empreendedora, estimulando a capacidade de execução, experimentação e co-criação. 

Desde 2013 por meio de nossa rede de parceiros e investidores já aportamos recursos financeiros e smartmoney em mais de 70 negócios inovadores, avaliados em mais de R$ 400 milhões. Se você também tem um negócio inovador e gostaria de impulsioná-lo, nós da VENTIUR podemos te ajudar. Para mais informações sobre nossos programas de aceleração e investimento em startups, entre em contato com nossa equipe.

AgTech Raks desenvolve sistema inovador para controle de irrigação

raks tecnologia

Aumentar a eficiência e reduzir o custo da produção de alimentos – esse é o objetivo da Raks, startup acelerada pela VENTIUR desde 2020, e que desenvolve um sistema inteligente para manejo de irrigação na lavoura. Em seus quase cinco anos de trajetória a empresa têm se destacado, tanto em âmbito nacional, quanto internacional, por suas soluções com foco na eficiência e proteção ambiental. 

E a empresa planeja sua expansão para 2022. Recentemente a Raks abriu uma nova rodada para atração de investimentos por meio de financiamento coletivo – equity crowdfunding (falaremos mais desse processo ainda nesse texto). Os novos aportes financeiros têm como objetivo contribuir para o modelo de ampliação do negócio. Sobre a solução da empresa, a CEO e sócia e cofundadora, Fabiane Kuhn, comentou que esta consiste em um sistema voltado a otimizar o processo de irrigação, o qual reduz o desperdício de água e aumenta a produtividade da lavoura. 

Raks soluciona problemas de irrigação na agricultura

Esse controle é feito por meio de um sensor de umidade (criado pela própria Raks – e patenteado no INPI), que utiliza a tecnologia TDR de medição de umidade do solo. Ela explica que os sensores são fixados no campo e alimentados por meio de energia solar, permitindo que sejam captadas até mesmo pequenas alterações de umidade com maior precisão. Segundo Fabiane, esse dispositivo transmite os dados via conexão sem fio e sem a necessidade de internet para o portal da Raks, que une os dados de solo com aspectos de clima, planta e método de irrigação para fornecer ao produtor, por meio de relatórios e gráficos, os dados de quando e quanto irrigar uma determinada área de plantio. 

Ela detalha que a partir da coleta dessas informações, esse processo leva em consideração qual planta deverá ser irrigada naquele momento, eficientizando assim a gestão da lavoura e otimização o manejo da água. Além de fornecer dados referentes à umidade do solo, a ferramenta disponibiliza ainda outras informações relevantes relacionadas à lavoura, como a análise climática. Com base nessas informações, o produtor sabe o momento exato de ativar a irrigação. 

Além de contribuir para a redução dos custos operacionais, a startup também se preocupa com a preservação ambiental a medida que proporciona o uso racional da água. Dentro desse contexto, a solução da Raks tem ganhado cada vez mais espaço no agro, fator que é demonstrado pelo aumento de 90% no volume de vendas apenas no segundo semestre de 2021 em comparação à primeira metade do último ano.

Raks planeja expansão do negócio para 2022

A Raks está com uma rodada aberta para captação de novos investimentos por meio de equity crowdfunding – modelo que consiste na troca de participação societária por aporte de recursos. “Nesse formato, qualquer pessoa pode ser tornar sócia da empresa com cotas a partir de R$ 2 mil”, observou a CEO. Se tiver interesse em obter mais informações sobre esse processo, acesse o link da rodada. 

Os novos aportes financeiros permitirão que a Raks possa avançar em seu plano de expansão dos negócios, o que inclui a busca por novos mercados. Atualmente o Brasil ocupa a nona posição no ranking de países com mais áreas irrigadas – são 8,2 milhões de hectares irrigados, com previsão de aumento para 12,24 milhões até 2040. E é justamente de olho nesse mercado gigante que a empresa trabalha para ampliar sua atuação. 

“Queremos estruturar uma máquina de vendas para expandir nossa atuação e também aprimorar o nosso produto”, comentou a CEO. Ela revelou que atualmente a solução da empresa está presente em propriedades rurais de cincos estados brasileiros além do Rio Grande do Sul: Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Pará. Nestas regiões a Raks atua, especialmente, em lavouras de soja, milho e nogueira pecã, mas a intenção é atuar também em outros estados e culturas, como é o caso do café e do mirtilo. 

“Nosso objetivo é aumentar a base de hectares que cobrimos atualmente, e passar a atender também produtores de maior porte”, revelou. Atualmente a empresa atende principalmente pequenos e médios agricultores, totalizando mais de dois mil hectares monitorados. 

Demanda crescente por alimentos impulsiona soluções inovadoras

Aumentar a produção de alimentos nas próximas décadas é um dos principais desafios do agronegócio em todo o mundo. Isso porque a população mundial deve chegar a 9,6 bilhões de pessoas em 2050, conforme dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Para alcançar esse índice, a produção atual deve aumentar em 70%. 

Dentro desse contexto, ferramentas como as desenvolvidas pela Raks devem contribuir ainda mais com a eficiência do setor. No caso dos sensores, em específico, estes aumentam o controle e a precisão da atividade agrícola como vimos acima. Com o barateamento dos custos desses dispositivos, a tendência é que essas funcionalidades cada vez mais deixem de ficar restritas apenas aos grandes produtores e cada vez mais sejam utilizadas pelos pequenos e médios agricultores.  

Ferramentas como estas aumentam o controle e a precisão da atividade agrícola – e é justamente iniciativas como estas que as AgTechs têm levado ao segmento. Utilizando tecnologia de ponta, as startups do agronegócio entregam soluções inovadoras também para setores como pecuária de corte e gado leiteiro. A VENTIUR possui um programa de investimento dedicado à aceleração dessas startups, o Grupo de Investidores VENTIUR AgTech.

E como surgiu a Raks?

A proposta inovadora da Raks surgiu em 2015, ainda quando Fabiane e um dos seus atuais sócios, Guilherme de Oliveira Ramos, estavam no Ensino Médio na cidade de Novo Hamburgo/RS, onde cursavam eletrônica. Naquela oportunidade os dois desenvolveram 

uma pesquisa científica com foco na resolução dos problemas causados pela crise hídrica que ocorreu no Brasil naquele ano.

Dados da ONU indicam que cerca de 70% de toda água disponível no mundo é destinada à agricultura., sendo que 50% desse total é desperdiçado no processo de irrigação, em especial devido à falta de tecnologia no manejo desses recursos. A partir desse cenário, nos dois anos seguintes os sócios participaram de mostras científicas no Brasil e no exterior, onde apresentaram sua pesquisa. Durante esse período, eles perceberam que mesmo seu trabalho sendo reconhecido, a solução não chegava ao produtor rural e dessa maneira, em 2017 resolveram estruturar a Raks.

Ainda naquele ano a empresa foi incubada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS, após ser uma das vencedoras do Prêmio Roser – iniciativa da universidade que premia projetos de empreendimentos que proponham soluções inovadoras para os desafios atuais da sociedade. Além de Fabiane e Guilherme, a empresa tem como sócio ainda Vinicius Muller Silveira – todos são da área de tecnologia. O trio conta ainda com uma equipe de especialistas tanto da área de computação, quanto de agronomia.

A startup já reconhecida em nível mundial por meio de prêmios e parcerias como a seleção pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX) para participar da maior feira de tecnologia do Oriente Médio, a GITEX Technology Week, que aconteceu em Dubai, nos Emirados Árabes, em 2021. Além disso, a Raks também foi selecionada como TOP 5 soluções para sensores de solo do mundo pelo StartUS Insights.


A Raks foi acelerada pela VENTIUR em 2020. Durante o período de aceleração a startup contou com uma intensa agenda de atividades, a qual inclui bootcamps, mentorias, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento dos empreendedores e de seu time. Se quiser conhecer mais sobre os programas de aceleração e investimento em startups da VENTIUR, entre em contato com nossa equipe.

A VENTIUR é uma das principais Aceleradoras do País, tendo investido em mais de 70 startups ao longo de seus nove anos de atuação.

AgTech BioIn desenvolve solução para controle biológico de pragas na lavoura

AgTech BioIn desenvolve solução para controle biológico de pragas na lavoura

A BioIn, startup do segmento de AgTech, tem se destacado nos últimos anos ao disponibilizar soluções eficientes para o agronegócio. A empresa, que é acelerada pela VENTIUR desde 2018, criou um sistema inovador – e sustentável – para monitoramento e controle biológico de pragas na lavoura.

A iniciativa consiste na produção, em escala comercial, de uma microvespa capaz de combater lagartas prejudiciais à horticultura – segmento do agronegócio que tem se expandindo tanto em área cultivada, como em relevância no Produto Interno Bruto (PIB) do país.

A sócia fundadora da BioIn, Camila Vargas, comentou que a empresa atende principalmente agricultores de pequeno porte, com áreas de plantio de até cinco hectares, incluindo frutas e hortaliças. Eles produzem, essencialmente, produtos orgânicos como tomate e alface, sem o uso de defensivos agrícolas em suas plantações. A iniciativa auxilia o produtor rural a alcançar melhores resultados no monitoramento e controle de pragas agrícolas.

Sobre a solução da BioIn, em específico, Camila explica que a empresa comercializa uma cartela contendo 45 mil ovos de mariposa “parasitados”, para aplicação em uma área referente a 1 hectare de terra. Dessa maneira, o agricultor pode produzir ele mesmo as vespas do tipo Trichogramma pretiosum em sua propriedade. Quando liberados na lavoura, os insetos voam em busca de outros ovos do hospedeiro – a vespa põe seus ovos dentro dos ovos das mariposas que originam a praga, impedindo o ciclo da lagarta.

Ela observa que nesse contexto o controle de pragas agrícolas é realizado de forma eficiente e sustentável, preservando os recursos naturais e contribuindo para a saúde do agricultor e do consumidor. Essa iniciativa garante a eficiência da produção e melhores resultados. Inclusive, sobre essa questão, Camila aponta que a empresa não vende apenas o produto, mas acompanha o agricultor durante todo o processo, esclarecendo eventuais dúvidas e auxiliando no manejo adequado de sua plantação.

“Não queremos apenas vender o produto de forma isolada. Acompanhamos, mesmo que maneira remota todo o processo junto ao agricultor, para que ele possa entender o que é o controle biológico e como deve ser feita a aplicação correta de nossa solução em sua propriedade”, enfatizou. Camila argumentou que esse tipo de acompanhamento é um dos principais diferenciais da empresa, e que garante a fidelização dos clientes. “Facilitamos todo o processo para o produtor e assim temos a recorrência de nossos clientes”, ressaltou.

BioIn planeja expansão para outros estados

A produção atual ainda é relativamente pequena, restrita ao Rio Grande do Sul, mas a empresa tem no seu planejamento a expansão para o restante do país. Nesse cenário, a BioIn já está trabalhando para levar suas soluções a outros estados, o que inclui Santa Catarina e Paraná – regiões onde esse tipo de produto ainda é pouco encontrado e que registra grande demanda.

Nessas localidades, o foco é trabalhar em áreas de plantio de até 500 hectares, incluindo outras culturas como soja, milho e arroz. “Queremos ampliar a captação para grandes produtores. Para nós, é importante essa expansão como empresa para chegarmos a outros mercados”, observou a fundadora.

Ela destacou que cada vez mais os agricultores estão aderindo ao uso de ferramentas biológicas, optando pela adoção de tecnologias que não agridam o meio ambiente em detrimento de ferramentas tradicionais não sustentáveis. Camila revelou também que a BioIn está desenvolvemos outros dois produtos biológicos para o controle de percevejo e para a mosca das frutas. “Queremos atuar de maneira mais forte no mercado de grãos e frutas”, ressaltou.

A soja e seus derivados ocupam um importante lugar na cadeia produtiva nacional. Dados da Emater-RS indicam que a safra 2020/2021, apenas no Rio Grande do Sul, terceiro maior produtor do grão do Brasil, deve registrar crescimento de 69%, chegando a 18,95 milhões de toneladas. No Brasil, o número de hectares plantados com soja chega a 38 milhões.

Bioin foi acelerada pela VENTIUR em 2018

A Bioin foi fundada em 2017, em Porto Alegre. Naquela oportunidade, Camila, que era aluna de Pós Graduação do curso de Fitotecnia da UFRGS, disse que sentiu a necessidade de conectar a pesquisa acadêmica ao seu usuário final, nesse caso o agricultor. “Percebi que muitos produtos desenvolvidos ficavam apenas no âmbito acadêmico e senti a necessidade de fazer essa ponte”, lembrou ela.

A partir daí, Camila participou de alguns eventos de inovação e percebeu que era possível realizar essa conexão por meio do empreendedorismo. Em seguida, ela convidou outras colegas de universidade a participarem do projeto, o que resultou na criação de uma equipe multidisciplinar. “A motivação entre todos nós (os sócios) era entregar uma solução adequada ao produtor”, destacou.

Ao analisarem esse mercado, os pesquisadores verificaram que apesar de haver demanda para produtos biológicos no Rio Grande do Sul, estes eram escassos. A equipe deu início ao trabalho e no ano seguinte a startup foi acelerada no ano seguinte pela VENTIUR, com o apoio do Grupo de Investidores Feevale Techpark.

Aceleração da VENTIUR contribui para efetivação do negócio

Além do aporte financeiro, a empresa recebeu o chamado smartmoney da Aceleradora, o qual contribuiu para a modelagem e ampliação do seu negócio. A equipe da startup recebeu mentoria e capacitação em diversas áreas da gestão, como forma de aprimorar o seu negócio. Sobre esse período de aceleração, em especial, Camila comentou que este processo foi muito importante para a empresa.

“A VENTIUR foi essencial para nós, especialmente no início do negócio, quando precisávamos registrar nosso primeiro produto biológico. Além disso, eles nos ajudaram em toda a estruturação do negócio, o que permitiu que pudéssemos crescer nos anos seguintes”, lembrou a fundadora. A relevância da startup também é reconhecida pelo ecossistema de inovação.

Em 2021, a BioIn foi a startup vencedora na categoria Startup de Agronegócios, do prêmio O Futuro da Terra 2021 – parceria do Jornal do Comércio com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). A biofábrica da BioIn está incubada no Centro de Biotecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre/RS.

AgTechs levam inovação ao agronegócio

Além da inovação, as AgTechs têm como foco a resolução de problemas reais do setor, fornecendo respostas rápidas e eficazes para determinadas demandas do mercado. O desenvolvimento de novas tecnologias, aliado a transformação digital no campo, têm contribuído significativamente para a melhoria da produção em segmentos como agricultura e pecuária.

Além disso, diferente de empresas tradicionais do agro, essas startups possuem características distintas como a capacidade de lidar com eventuais riscos do negócio. Atualmente, existem quase 1,6 mil startups deste segmento no país.

A VENTIUR possui um programa exclusivo para investimento em AgTechs, o Grupo de Investidores VENTIUR AgTech. Além desta iniciativa, a VENTIUR, juntamente com o Tecnopuc e Anlab, lidera o Celeiro Agro Hub. Atualmente, a Aceleradora possui 15 startups do agronegócio em seu portfólio como já falamos em outro texto aqui mesmo no blog.

A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está localizada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS. Se você tem interesse em obter mais informações sobre os programas de aceleração e investimento em startups da VENTIUR, pode entrar em contato pelo email [email protected].

6 passos para você empreender de forma inteligente em 2022

6 passos para você empreender em 2022

O sonho de empreender move seis em cada 10 brasileiros. Seja pela necessidade de aumentar a renda familiar ou até mesmo pela falta de vagas de emprego no mercado (cenário acentuado pela pandemia da covid 19), uma pesquisa realizada pelo Instituto Endeavor apontou que 61% da população do país sonha em abrir sua própria empresa, deixando para trás o trabalho de carteira assinada.

Apesar de tantos desafios enfrentados pelos empreendedores brasileiros (cenário econômico e alta tributação), o número de novos negócios abertos em 2020 confirmam ainda mais essa tendência de empreendedorismo do brasileiro. Um total de 3,3 milhões de novas empresas foram abertas no ano passado – aumento de 8,7% em comparação com 2019 e o melhor resultado da última década. Levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) indica que são os pequenos negócios que mais contratam – para cada posto de trabalho gerado por uma média ou grande empresa, as micro e pequenas criaram três novas vagas, o que demonstra sua relevância para a economia brasileira.

No entanto, empreender não é fácil. E o estudo Sobrevivência das Empresas no Brasil, do Sebrae, aponta esse cenário. Conforme a pesquisa, quase metade das micro e pequenas empresas brasileiras morre antes de completar dois anos. Ao analisar a sobrevivência por segmento de atuação, o documento mostrou que a maior taxa de mortalidade é verificada no comércio, onde 30,2% fecham as portas em até cinco anos. Para que você não faça parte dessa triste estatística, preparamos algumas dicas para que seu sonho de empreender não se torne um pesadelo.

1. Antes de tudo, tenha uma boa ideia

Mesmo que inicial, a fase de ideação é muito importante, pois serve como ponto de partida para os novos negócios, ainda que estes possam sofrer alterações ao longo da jornada. Nessa fase de definição do empreendimento vale também uma análise detalhada das potenciais oportunidades de inserção no mercado para aquele determinado produto ou serviço. Em resumo: qual a relevância de seu produto e/ou serviço para o seu cliente? Ao empreender, essa é a primeira pergunta a ser respondida.

2. Elabore seu plano de negócio

Uma das bases estruturais mais importantes para o começo de qualquer novo empreendimento, esta etapa consiste em um relatório eficiente de quais são os primeiros objetivos a serem alcançados. Este documento deve conter descrição de produtos e serviços, perfis de clientes e capacidade de investimento. Fatores como estes mitigam riscos e reduzem a imprevisibilidade que envolve o empreendimento. Muitos investidores utilizam este critério (plano de negócio) para definirem se irão aportar ou não seus recursos em determinadas empresas.

3. Valide seu produto

Mesmo após conseguirem estruturar a ideia inicial e chegarem ao plano de negócio, muitos empreendedores acabam encontrando dificuldade em validar sua solução no mercado. Fundamental para a continuidade de qualquer empreendimento, essa fase permite ainda que o empreendedor possa moldar seu produto, preparando de maneira adequada para os novos desafios. Dentro desse contexto, é imprescindível que seja pensado no desenvolvimento e na formatação de produtos ou serviços para o seu projeto.

4. Agora é você é o chefe

O começo de qualquer empreendimento não é fácil, por isso a transição do emprego atual para o seu negócio próprio deve ser bastante planejada. Essa readequação inclui um planejamento pessoal eficaz, que lhe permita lidar com eventuais retornos financeiros reduzidos nos primeiros meses da operação – ou até mesmo a falta destes recursos na fase inicial da nova empresa. Para que o novo projeto alcance o sucesso é preciso que o empreendedor se dedique por completo, por isso um bom planejamento é muito importante.

5. Tenha parceiros em sua jornada

Ainda que o empreendedor esteja começando um negócio em voo solo, sendo responsável por toda a gestão, é fundamental que ele encontre parceiros para lhe auxiliar nas rotinas do cotidiano. Atividades como o relacionamento com fornecedores, colaboradores e clientes devem ser divididas com a equipe. Ou seja: a jornada empreendedora não é – e nem deve – ser solitária. Um time qualificado pode fazer toda a diferença em sua trajetória, contribuindo para o crescimento exponencial de sua empresa.

6. Está na hora de buscar investidores

Vencidas as etapas anteriores, agora é preciso buscar o capital para sua empresa. Caso não tenha tais recursos, será necessário encontrar alternativas, como empréstimos bancários, por exemplo. No entanto, é possível ainda encontrar parceiros de investimento ou ainda captar recursos por meio do chamado crowfunding – modalidade de financiamento coletivo que busca investimentos em cotas baixas para que determinada ação seja possível. No caso das startups, ainda é possível captar recursos por meio de rodadas de investimentos (falaremos mais sobre essa questão logo abaixo).

Abra sua empresa sem sair de casa

A formalização da empresa é uma das etapas mais importantes, em especial devido à complexa legislação tributária brasileira, pois esta varia conforme o segmento econômico escolhido. A burocracia que envolve estes trâmites acaba por muitas vezes afastando o empreendedor. No entanto, em função da pandemia, muitos processos que eram realizados apenas presencialmente, migraram para o ambiente digital. E tais facilidades também incluem a abertura de novos negócios.

Nesse contexto, ao empreender, muitos processos agora podem ser feitos de maneira remota, sem a necessidade de comparecimento a um dos órgãos fiscalizadores. Isso inclui a escolha do CNAE, que é a Classificação Nacional de Atividades Econômicas, cuja consulta pode ser feita no site da Receita. A partir daí você deve providenciar o contrato social/estatuto, o registro junto aos órgãos competentes e a obtenção do alvará de funcionamento junto à prefeitura.

No entanto, para realizar esse processo 100% online, inicialmente é preciso descobrir se seu estado permite a abertura de uma empresa no ambiente virtual. Atualmente somente os seguintes estados contam com essa possibilidade: Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Ceará. Porém, cabe salientar ainda que não são todas as juntas comerciais destes estados que oferecem o serviço remoto para abertura de empresas, sendo necessário consultar diretamente junto ao setor responsável essa possibilidade.

Outras dicas da VENTIUR para empreender

Os itens listados acima são apenas um roteiro básico para o começo de boa parte das empresas, mas não são os únicos que devem ser observados. Ao começar um novo negócio, o empreendedor deve levar em conta ainda alguns fatores de risco, dentre eles o mercado no qual irá atuar, bem como seus clientes em potencial. Identificar quem são seus concorrentes também é indicado.

Ao ignorar questões como estas, a chance de uma empresa fracassar logo em seus primeiros anos de vida é alta. Se você tem um negócio inovador, outra alternativa é inscrevê-lo para participar de processos seletivos para aceleração de novos negócios. Porém, neste tipo de seleção, critérios como diferenciais competitivos e entrega de soluções reais para o mercado serão analisados pela equipe da aceleradora.

A VENTIUR é parceira do empreendedorismo. Nascemos para apoiar empreendedores diferenciados e com brilho nos olhos, auxiliando-os a transformar seus sonhos em negócios de crescimento exponencial. Para saber mais sobre os programas de aceleração e investimento em startups da VENTIUR, entre em contato com nossa equipe.

Mush desenvolve materiais sustentáveis à base de resíduos agrícolas

Mush desenvolve materiais sustentáveis à base de resíduos agrícolas

Reduzir o impacto ambiental da produção agroindustrial a partir da utilização de resíduos orgânicos desenvolvendo materiais sustentáveis – esse é o objetivo da Mush, startup acelerada pela VENTIUR por meio do Grupo de Investidores AgTech. A iniciativa da Aceleradora contempla startups que apresentaram soluções inovadoras para o agronegócio, fornecendo conexões, investimento, desenvolvimento e mentorias.

Com o uso de um único processo produtivo para atender diversos mercados, a Mush desenvolveu uma solução inovadora que utiliza resíduos provenientes da produção agrícola para desenvolver materiais sustentáveis, como revela o fundador da Mush, Eduardo Bittencourt Sydney. São utilizadas estruturas microscópicas para produzir materiais duráveis, biodegradaveis, sustentáveis e disruptivos.

Dentre os resíduos agroindustriais que o grupo pesquisa no momento estão a serragem, o resíduo do processamento de milho e o bagaço da cana de açúcar. O fundador comenta que a empresa utiliza resíduos agrícolas para o desenvolvimento do fungo (falaremos abaixo de maneira mais detalhada do processo), e a medida que ele cresce, vira uma cola, dando origem ao material, o qual é bastante resistente.

Ele disse que matéria prima é o que não falta no país. Os números são preocupantes em se tratando de riscos ao meio ambiente. A cada tonelada de materiais produzidos, outras duas toneladas de resíduos agrícola são gerados. “O Brasil é um mercado consumidor gigantesco, onde a gente tem resíduos agrícolas em quantidades absurdas e tudo isso acaba indo para o lixo”, observa Sydney.

Atualmente são desenvolvidos estudos com a utilização de fungos em todo o mundo (inclusive a Nasa está estudando essa tecnologia para produzir casas em Marte e na Lua), mas a pesquisa da Mush colocou o Brasil como detentor da tecnologia.

A partir dessa experiência, em 2020, em meio da pandemia da Covid 19, a empresa lançou sua primeira linha de placas acústicas feitas a partir desse material, e desenvolvidas em parceria com o Furf Design Studio. Esses materiais proporcionam conforto acústico para ambientes residenciais e corporativos, em substituição à tradicional espuma. A partir da análise feita com testes químicos e físicos, os pesquisadores observaram que, de acordo com a matéria-prima, o produto é altamente resistente a chamas e demora para entrar em combustão.

Aplicações de materiais sustentáveis para outros segmentos da indústria

Devido à versatilidade e robustez do material, além de aplicações para a área de arquitetura e design, a Mush atende mercados como o da construção civil e embalagens. Quanto à construção, por exemplo, é desenvolvido um produto que proporciona isolamento térmico, absorção acústica, baixa densidade, resistência mecânica e resistência à chama. A combinação desses fatores gera eficiência, segurança e sustentabilidade para o setor.

Com relação às embalagens, a proposta da Mush é substituir materiais descartáveis e não biodegradáveis por soluções sustentáveis e que possam servir a outro propósito que não apenas a armazenagem temporária de produtos. Inclusive, o material pode ser utilizado como adubo para o solo, sem causar qualquer dano ao meio ambiente. Sydney revela que o material é totalmente biodegradável e que se decompõe em condições ambientais em apenas 28 dias. Para chegarem a esse número, os pesquisadores realizaram um teste de compostabilidade em condições domésticas, o qual mostrou que o material de biodegrada em casa, seja no solo, na água salgada.

‘Nosso material é totalmente sustentável. Embalagens comuns, de plástico, duram até 500 anos. Todo o plástico produzido no Brasil, por exemplo, ainda está aí e deverá ficar no meio ambiente por um bom tempo até que se decomponha. Já o nosso produto em condições normais no ambiente se deteriora em menos de um mês’, enfatiza.

As embalagens biodegradáveis estão cada vez mais presentes no mercado como alternativa ao plástico, um dos principais poluidores do meio ambiente, e que sozinho é responsável por oito milhões de toneladas por ano de resíduos, que vão parar na água e no solo.

Levantamento da consultoria especializada em tendências de consumo Kantar, aponta que o consumidor está cada vez mais atento a questões relacionadas a práticas de sustentabilidade por parte das empresas. A pesquisa indica que 47% dos entrevistados acredita que os responsáveis por controlar e limitar o desperdício de plástico são os fabricantes dos produtos. Dentro desse contexto, as organizações/marcas que já aplicam tais iniciativas devem estar na preferência dos consumidores.

E como surgiu a Mush?

A Mush surgiu no final de 2019, no Laboratório de Fermentações do curso de engenharia de bioprocessos e biotecnologia do campus Ponta Grossa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Na oportunidade, Sydney, que é professor da área de bioprocessos, junto com o estudante de iniciação científica do curso de engenharia química Leandro Oshiro estava desenvolvendo pesquisas com cogumelos comestíveis, quando percebeu o crescimento de um fungo a partir de determinados resíduos agroindustriais.

Ao analisarem o fungo de maneira mais detalhada, eles constataram que esses organismos davam origem a um bloco relativamente rígido, o qual possui propriedades relevantes para outros mercados, que não apenas a produção de alimentos. Esse foi o ponto de partida para uma pesquisa pioneira no país, que marcou o começo da trajetória da Mush. Em seguida, se juntou a dupla o pesquisador Antônio Carlos de Francisco, que trabalha com o tema sustentabilidade.

Segundo Sydney, ainda no mesmo ano a pesquisa foi submetida ao edital Sinapse de Inovação, da Fundação Araucária. Nessa etapa foi verificado que, ao combinar resíduos e fungos diferentes, o material obtido apresenta propriedades específicas. O resultado inicial desse processo foi a criação da Mushpack, que surgiu para atender especificamente o mercado de embalagens.

No entanto, após participarem de um programa de inovação aberta, os pesquisadores perceberam que poderiam atender outros segmentos, não ficando restrito apenas a um setor. “Validamos bastante coisa no laboratório e desenhamos a atuação da Mush. Olhando para essas características, vimos que podemos oferecer várias soluções para vários mercados, pois basta cultivar o material dentro do molde desejado”, salienta.

Empresa planeja expansão do negócio

Os aportes financeiros que a empresa recebe durante o processo de aceleração da VENTIUR estão permitindo que a Mush avance em seu plano de expansão dos negócios, o que inclui a busca por novos mercados.

Recentemente, a empresa montou sua primeira fábrica para produção de materiais também na cidade de Ponta Grossa. Além de ser a base da Mush, a cidade é um local estratégico do ponto de vista logístico para a distribuição dos produtos para diversas regiões do país.

Para atingir seus objetivos, a empresa quer ampliar sua equipe, com a adição de novas pessoas para o time de marketing de vendas. Além disso, conforme Sydney, a Mush também quer aperfeiçoar sua tecnologia e ampliar seu portfólio de produtos. “Nossa meta para 2021 era conseguir investimento, pois entendemos que poderíamos consolidar nosso negócio e colocar o produto no mercado. Quando recebemos a aceleração da VENTIUR, conseguimos implementar nosso planejamento de validação e consolidação do produto”, lembra.

Agora os desafios são ampliar a escala de produção e colocar o produto efetivamente no mercado. A expectativa é que o preço de produção do material seja de R$ 12,00 o quilo. Antes da pandemia, a produção do isopor custava em torno de R$ 10,00 o quilo, o que demonstra, que além de sustentável, o produto possui preços competitivos para conquistar esse mercado.

Durante o período de aceleração, a Mush esteve envolvida em uma intensa agenda de atividades, a qual inclui bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento dos empreendedores e seu time. Tais atividades envolvem palestras para transferência de conhecimento e workshops com exercícios práticos, que, dentre outras questões, auxiliam na validação do modelo de negócio. A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS.

Saiba como atrair investimentos para sua startup

Já sabe como atrair investimentos para a sua startup

Você tem uma startup, mas não sabe como atrair investimentos para o seu negócio? Saiba que você não está sozinho. Pesquisa do Sebrae em parceria com a Finep apontou que 58% das startups não sabem quais são as formas de captação de recursos, como investidor-anjo, capital semente, venture capital, investimento coletivo (crowdfunding), subvenções e editais de fomento. 

No entanto, o mesmo estudo indica que 55% desses empreendimentos necessitavam de crédito durante a crise sanitária e econômica desencadeada pela pandemia de Covid 19 para o desenvolvimento de produto, serviço ou processo novo, e acabaram não sabendo como captar tais recursos. A falta de novos investimentos para impulsionar o crescimento, aliado a falta de planejamento, são fatores que podem contribuir para o fechamento dessas empresas. 

Não é regra, mas na maioria dos casos para que se tornem mais atrativas para os investidores, as startups precisam ter uma algumas questões estruturadas, como seu Produto Mínimo Viável (MVP) e seus diferenciais competitivos de mercado. Questões como essas são levadas em contas durante as rodadas de investimento. 

Nesse artigo vamos falar um pouco mais sobre o tema e também lhe passar algumas dicas para que você possa deixar sua empresa mais atrativa para receber aportes financeiros – apenas uma boa ideia (sozinha) não é o suficiente para captar recursos para o seu empreendimento.

Tenha um bom plano de negócio

Uma das bases estruturais mais importantes para qualquer novo empreendimento, esta etapa consiste em um relatório eficiente de quais são os primeiros objetivos a serem alcançados pelo novo negócio. Este relatório deve conter todas as informações que a empresa possui para alcançar seus objetivos e diferenciais. Potenciais investidores podem ser mais facilmente atraídos por dados bem estruturados. O empreendedor deve transmitir confiabilidade e estar preparado para responder eventuais dúvidas. É fundamental mostrar que o capital investido poderá dar resultado. Aliado ao MVP, o Plano de Negócio deve conter descrição de produtos e serviços, perfis de clientes e capacidade de investimento – fatores que mitigam riscos e reduzem a imprevisibilidade.  

Conheça seu mercado de atuação

Conhecer seu mercado de atuação é outro fator importante para o sucesso de um novo negócio. As medidas restritivas causadas pela pandemia influenciaram em diversos setores da sociedade, especialmente no comportamento de consumo. Diante desse cenário o empreendedor precisa estudar seu mercado, para oferecer ao seu cliente produtos e soluções inovadoras/disruptivas que facilitem o seu cotidiano. Mesmo com o fim da pandemia, 70% da população brasileira ainda pretende continuar comprando em sites e aplicativos da internet, segundo dados da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Mapear concorrentes e eventuais barreiras de entrada também são importantes para os novos empreendimentos.

Conte sua história inspiradora

Somos movidos por histórias inspiradoras, independentemente de quais são elas. Diante disso, o empreendedor precisa ter em mente que não é apenas o negócio em si que irá atrair investimento – é preciso ter uma boa história e, claro, uma ótima equipe. Isso porque investidores não estão interessados somente na atividade da sua startup, mas também na trajetória da empresa e de seu time. Profissionais competentes, motivados e, principalmente, engajados com sua prática certamente se destacarão frente aos demais. Esses fatores combinados a outros, como é o caso do pitch (falaremos mais sobre isso abaixo) podem determinar o seu desempenho em uma rodada de atração de investimento. 

Prepare um pitch ‘matador’

Essa é uma das etapas mais importantes no processo de atração de investimentos. É fundamental que o empreendedor tenha o chamado ‘pitch matador’, pois é esta performance que irá envolver os potenciais investidores e convencê-los a aportar recursos em sua empresa. Esse momento requer muita preparação, pois será necessário reunir todas as informações referentes ao seu negócio. O pitch deve se resumir a uma breve apresentação de seu empreendimento, podendo durar entre três e cinco minutos. Essa apresentação deve conter apenas as informações essenciais e diferenciadas de sua empresa, elencando pontos como oportunidade de negócio, mercado de atuação, diferenciais e qual seu objetivo ao captar investimentos.

Procura-se investidores! 

Concluídas as etapas anteriores, está na hora de procurar investidores – e principalmente qual tipo de investidor está mais aderente ao seu segmento de atuação. Os investidores iniciais são estratégicos para a consolidação de seu negócio, pois eles serão sua base de apoio. Por isso a escolha correta dos parceiros é tão importante para que sua empresa alcance o crescimento. No entanto, existem diferenças entre os tipos de aportes financeiros que uma startup pode receber, conforme veremos a seguir: 

Investidores-anjo – investem seu próprio capital em startups em estágio inicial, atuando de maneira ativa para agregar valor estratégico para esses negócios.

Venture Capitals (VCs) – investem em startups que já aprovaram seu modelo de receita e optam por negócios em estágios mais avançados.

Private Equity – essa modalidade diz respeito aos fundos que investem diretamente nas empresas, considerando métricas financeiras, como o EBITDA. 

Corporate Venture Capital (CVC) – esse modelo pode ocorrer por meio da aquisição de participação minoritária, onde o controle permanece com os empreendedores.

Crowdfunding (investimento coletivo) – consiste na troca de participação societária por aporte de recursos, onde o capital mínimo acaba sendo menor que os valores tradicionais, e permite que mais pessoas possam investir. 

Editais de fomento – outra alternativa para captar recursos para o seu negócio são os programas de fomento a novos negócios de responsabilidade dos órgãos governamentais, como Finep e Sebrae. O empreendedor que deseja pleitear uma vaga nestes programas deve estar atento aos editais de seleção de cada iniciativa.

Investimentos em startup atinge recorde histórico em 2021

Apenas no primeiro semestre do ano, US$ 5,2 bilhões foram investidos em startups do País, conforme o relatório Inside Venture Capital, da plataforma Distrito. Este é um recorde histórico, pois superou em 45% os aportes financeiros feitos em startups durante todo o ano de 2020. 

Mesmo com tantas incertezas causadas pela pandemia, os negócios inovadores brasileiros estão na preferência dos investidores. Essa tendência pode ser explicada por fatores como a volatilidade do mercado e a queda da taxa de juros – este último ponto, em especial, fez com que investidores buscassem ativos mais rentáveis, ainda que estes sejam mais arriscados que os tradicionais.

A Associação Brasileira de Startups (ABStartups) projeta um cenário positivo para as empresas do setor para os próximos anos. A expectativa da entidade é de que o Brasil possa alcançar o número de 100 unicórnios (startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão) até 2026. 

Apoiamos empreendedores diferenciados e com brilho nos olhos!

Criada em 2013 a VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS. Nosso processo de aceleração potencializa a atitude empreendedora, estimulando a capacidade de execução, experimentação e co-criação. 

Até o momento investimos em mais de 70 negócios inovadores, avaliados em mais de R$ 300 milhões, e avaliamos mais de três mil startups de diversas regiões brasileiras. A Aceleradora contabiliza até agora um total de quatro exits. Se você também tem um negócio inovador e gostaria de impulsioná-lo, nós da VENTIUR podemos te ajudar. Para mais informações sobre nossos programas de aceleração e investimento em startups, entre em contato com nossa equipe. Para ficar atualizado sobre as notícias e tendências sobre empreendedorismo e inovação, siga a @ventiur nas redes sociais.

Aclamadas pela comunidade científica, as Deep Techs estão sob o mesmo guarda-chuva de empresas criadas a partir de disrupções em áreas como biotecnologia, engenharia e arquitetura de dados, genética, matemática, ciência da computação, robótica, química, física e tecnologias mais sofisticadas e profundas. São startups que propõem inovações significativas para enfrentar grandes problemas que afetam o mundo.

 

Por mais que tentar chegar a uma definição possa parecer um exercício bastante ousado, quando falamos de uma área de tamanho conhecimento e aplicação, negócios que se enquadram dentro deste conceito, tratamos de soluções com alto valor agregado, que irão impactar positivamente não só um grupo determinado específico de pessoas, mas que podem mudar o mundo.

 

Para fomentar ainda mais o setor e auxiliar nesse crescimento, o Delta Capital abriu inscrições para selecionar Deep Techs. A chamada inicia dia 22/11 e vai até 10/12, não perca tempo e inscreva-se aqui!

 

 Em breve conheceremos as iniciativas selecionadas.