LIVRO DO MÊS: Organizações exponenciais

Por: George Gallas

O que são organizações exponenciais? O que isso quer dizer? O publicitário Valter Longo defende que o cérebro humano tem a tendência a pensar de forma linear, enquanto o mercado muda de forma exponencial. Outra citação que modela nosso modo de pensar é “A mente humana superestima o que podemos fazer em um ano, mas subestima o que podemos fazer em dez”. Ou seja, sempre queremos causar uma revolução em um ano, mas não acreditamos que podemos estar tão à frente em dez.

O livro Organizações Exponenciais foi escrito por Salim Ismail, Michael S. Malone e Yuri Van Geest. Todos os autores possuem experiência na Singularity University, universidade que atua junto a NASA para estudar as tendências da tecnologia e o impacto que elas irão causar no planeta (ou até fora dele). A abordagem é muito importante para avaliarmos como as políticas empresariais que aprendemos no século XX não se encaixam mais na maneira como as novas empresas criam e gerenciam seus negócios.

A capa do livro já questiona “Por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas?” Sem muitos spoilers, é importante citar 5 fatores que já podem ser trabalhados em qualquer organização que visa se diferenciar através da inovação:

Tenha um Propósito Massivo Transformador: Defina o que move a empresa? Qual o objetivo por trás de toda a operação realizada diariamente? O Google quer “Organizar as Informações do Mundo” e o Ted valoriza as “Ideias que merecem ser espalhadas”. O que a sua empresa faria se tivesse 1 bilhão de dólares e todo o poder necessário?

Entenda sua comunidade e multidão. Sua empresa não existe apenas para sustentar os empresários e seus funcionários. Qual o impacto que a empresa causa nas demais partes envolvidas? Clientes, usuários, comunidade próxima e fornecedores? O que todos estão aprendendo? Como está a sua comunicação com eles?

Utilize dados para tomar decisões. Empreendedores tendem a ser orgulhosos e muitas vezes esse orgulho pode atrapalhar na hora de tomar decisões importantes. Usar dados de forma racional é fundamental para que as decisões sejam melhores e beneficiem a empresa. Coletar, mensurar e compartilhar dados é essencial para qualquer empresa que deseja inovar e crescer.

Valide suas ideias. Todos os projetos, independentemente do tamanho da empresa, precisam ser validados. Faça protótipos funcionais e coloque na mão dos clientes. Avalie o seu desempenho e registre o feedback dos consumidores. Como diria Peter Drucker, “Não há nada tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que não deveria ser feito”. Antes de lançar um produto com altos investimentos em desenvolvimento e marketing, valide para ter certeza se resolve os problemas dos clientes e se eles percebem valor no que está sendo oferecido.

Desenvolva a Inovação de quatro maneiras: Desenvolva startups periféricas, alocando funcionários estratégicos para criarem soluções novas para a empresa. Contrate pessoas externamente que tenham a missão de encontrar maneiras melhores de resolver os problemas que a empresa (ou o mercado) possui. Crie um ambiente de inovação onde sejam testados experimentos (muito importante para esse laboratório é dar a liberdade para que funcionários sejam criativos e não limitem o seu potencial em função de seu cargo na empresa). A última maneira de desenvolver a inovação é fazer parcerias estratégicas com aceleradoras e incubadoras, para estar próximo das startups que potencialmente podem afetar o seu mercado e a sua empresa.

Gostou das dicas? O livro apresenta muito mais. Tudo para que empresários, diretores e executivos possam transformar sua maneira de trabalhar a inovação e não ter medo de desafiar o novo. Transforme sua empresa tradicional em uma organização exponencial, ou mais cedo ou mais tarde alguém o fará no seu lugar!

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Ciclano é a nova startup investida pelo grupo Alpha One da Ventiur

Fundo de investimentos confirma seleção de nova startup

  A Ciclano é uma startup que criou um ecossistema de soluções em streaming para atender qualquer nicho ou segmento de negócio. Através de sua plataforma é possível fazer qualquer tipo transmissão via streaming, ao vivo ou on-demand, além de contar com recursos de marketing em vídeo.

  A startup participou da campanha Procuramos sua startup para investir! da Ventiur, e foi escolhida para compor o portfólio da aceleradora. Durante o processo de aceleração, a Ciclano receberá investimento do grupo Alpha One, e mentoria de Luciano Weber, CEO da empresa Device, além do apoio de toda equipe da Ventiur.

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Sobre a startup:

  A proposta da startup é disponibilizar aos clientes em um único serviço todos os recursos até então direcionados apenas para grandes players, como proteção de vídeos contra pirataria, captura de leads para marketing e interação entre espectador e o vídeo gravado, sistema integrado de anúncios, gravação, conversão e edição automática de vídeos, além de diversos outros recursos utilizados por grandes redes.

 Com centenas de clientes pelo mundo, e atendendo grandes marcas como Mormaii, Rabusch, Uatt e outras, a plataforma reúne recursos inovadores e possui um algoritmo avançado que é um facilitador para seus usuários, reduzindo o tempo com manutenção, gestão e distribuição de áudio e vídeo.

  O CEO da Ciclano, Maurício Castro, resume a plataforma da seguinte maneira, “somos o Vimeo Brasileiro, com recursos adicionais de Wistia, UStream e nossa expertise de 15 anos transformada em aplicações. Então, você terá a base dos recursos disponíveis na plataforma da Ciclano com alguns diferenciais que irão gerar valor ao seu negócio. Queremos nos tornar a maior referência Global em soluções de Streaming”.

  No ano de 2015, aos três meses de existência, visando o mercado global a Startup firmou contrato com um dos maiores players da indústria do streaming, a Wowza Media System. E em novembro do mesmo ano foi destaque no Web Summit, um dos maiores eventos de Tecnologia do Mundo, realizado em Dublin na Irlanda, onde foi considerada o “Unicórnio do Streaming” pela imprensa europeia, indicando o seu grande potencial de crescimento.

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O Amor é Simples passa a compor o portfólio da Ventiur

Startup é acelerada e investida pelo grupo de investidores Alpha One

  Com a missão de vender vestidos de noiva a preços justos, O Amor é Simples é pioneira no mercado de casamentos do país. Após operar por dois anos e ver seu crescimento dobrar no primeiro semestre de 2016, a marca passa a compor o portfólio da Ventiur.

  O Amor é Simples foi uma das mais de 50 startups inscritas na campanha Procuramos sua startup para investir! da Ventiur, e após se apresentar no PITCH #1 e se reapresentar no PITCH #4 foi selecionada (para ser acelerada e investida) pelo grupo de investidores da aceleradora. Neste processo, a startup receberá a mentoria da presidente do BADESUL, Susasa Kakuta. Na semana passada, o grupo Alpha One anunciou o investimento em sua primeira startup, confira aqui.

 

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Sobre O Amor é Simples

 A partir de um problema em comum, as amigas Janaína Pasin, Laís Ribeiro e Natalia Pegoraro perceberam que havia um grande público feminino que buscava, assim como elas, vestidos de noiva não tradicionais. Foi então que o projeto o Amor é Simples nasceu como uma solução, com o propósito de atender a esse nicho de consumidoras.

  Desde 2014, o e-commerce tem se destacado por oferecer vestidos bonitos, elegantes, com modelagens simples a preços justos. A iniciativa tem foco na simplicidade, além de incentivar a mão de obra brasileira e a produção artesanal.

  Os modelos são pensados para atender às mais variadas cerimônias de casamento: do campo à praia, passando pelo cartório até celebrações convencionais. No site, os valores vão de R$ 309,90 a R$ 1.229,90 e a produção é sob demanda.

Colaboração que gera inovação

Empresas e startups se unem em projetos de aceleração de ideias em que todas as partes ganham. Conheça dois cases envolvendo o Tecnosinos 

Fonte: Zero Hora

  No Brasil, onde empresas são, em geral, avessas ao risco, a parceria com startups vem ganhando espaço como alternativa para manter o negócio atual e relevante. Inovação aberta é expressão-chave para empresas do amanhã: organizações que buscam inovar podem beneficiar-se de processos e profissionais externos.

— As empresas não possuem todas as competências, e as startups são pura inovação, agilidade e flexibilidade. Uma das formas mais naturais de parceria é a empresa se utilizar dessa capacidade para diferenciar seu negócio — avalia Sandro Cortezia, fundador e diretor-executivo da aceleradora Ventiur e coordenador do Pós-MBA em Gestão da Inovação da Unisinos.

Dois cases recentes da Ventiur evidenciam que este é um caminho tanto para grupos tradicionais como para empresas jovens. A multinacional thyssenkrupp, uma das líderes de mercado de tecnologia e soluções para o transporte de pessoas, e a Taura, empresa especializada em arames fundada em 2008, buscaram aproximar-se de startups em programas que contaram com a consultoria da aceleradora e a estrutura da Unisinos.

O processo segue a metodologia do design thinking e começa com uma imersão da equipe da Ventiur para entender as demandas e anseios das empresas. São selecionadas startups com projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa. Elas recebem mentoria que envolve workshops e encontros com equipes da aceleradora e da “empresa-mãe”.

A thyssenkrupp focou em projetos de eficiência energética, elevadores inteligentes e inovação e logística. Das mais de 40 startups cadastradas, duas foram premiadas. Para Evelin Bicca, analista de inovação da área de negócios Elevator Technology da thyssenkrupp para o Brasil, a experiência foi um passo em direção à cultura da inovação aberta.

— Em um mês, elas apresentaram protótipos que costumam levar meses. Isto ocorre porque os empreendedores vivem o processo e são apaixonados pelo que fazem, fator que contribui com os bons resultados alcançados — avalia.

 

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Startups do Open Taura apresentaram projetos no Demo Day, no auditório da incubadora Unitec, no Tecnosinos

Inovação na pecuária

  A Taura importa e exporta arames para cercamento, mercado em que a concorrência é formada por siderúrgicas. Em um setor carente de avanços tecnológicos significativos, a empresa buscava soluções disruptivas em energias renováveis, divisão de pastagem e ferramentas para cercamento. Dos cerca de 20 inscritos no Open Taura, três foram selecionados.

— O mercado começou a olhar para a Taura como uma empresa atenta à inovação. Inclusive, estamos recebendo o prêmio Destaque Gaúcho Empresarial, na categoria Agronegócio — comemora Fabiano Siqueira, gerente de produtos da Taura.

Para Alexandre Bolzan, sócio-fundador da selecionada Weevee, o know how das empresas é um direcionamento valioso.

— O mais importante é a aproximação com quem está há anos trabalhando o mercado em questão. Assim, sabemos se o esforço é válido naquele momento — avalia Bolzan.

 

Quer saber mais sobre o Open (programa de inovação aberta) da Ventiur? Acesse aqui.

 

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INOVAÇÃO: ENTENDA O TERMO

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA WORKSHOP HARD EXPERIENCE!

 

Uma experiência única para quem procura inovação e destaque no mundo corporativo.

Por Priscilla Mella.

Da Bahia direto para o Vale dos Sinos, o professor Dr. Alessandro Faria vai fazer com que seus dois dias de curso ampliem suas concepções e aumentem sua assertividade nas escolhas corporativas e profissionais. O workshop de 16h horas vai acontecer dentro do Parque Tecnológico Tecnosinos, nos dias 5 e 6 de julho. Estudantes tem desconto de 50% do valor do público externo e incubados do Parque tem vagas gratuitas (limitadas)*!

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O workshop proposto é para quem deseja ter uma HARD EXPERIENCE de Design Thinking, entendendo, na prática, as quatro etapas dessa aborgadem: imersão, ideação, prototipação e apresentação. Toda essa experiência será dada por meio do Professor Dr. Alessandro Faria, que atuou durante 10 anos no desenvolvimento de produtos e de serviços do setor industrial do Brasil e da Inglaterra, ligados ao Design (sua formação), antes de iniciar sua carreira docente na Universidade Federal da Bahia (UFBA). É mestre e doutor pela UNICAMP na área.

O workshop de Design Thinking conta com a realização do Parque Tecnológico Tecnosinos, com a aceleradora Ventiur e com o centro de inovação CAV17.

 

SERVIÇO

Evento: Workshop Design Thinking – Hard Experience.

Valor da Inscrição: (possível de parcelar até 10x na plataforma de inscrição)

Estudantes: R$ 300

Público geral: R$ 600

Incubados Tecnosinos: Isenção mediante solicitação de cupom para priscilla@ventiur.net*.

Inscrever-se já: bit.ly/hardexperience2016dt

Onde: Unitec – Tecnosinos

Quando: 5 e 6/07.
Horário: 9h-18h.
Dúvidas: Enviar e-mail para priscilla@ventiur.net.

 

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*Os incubados do TECNOSINOS devem entrar em contato (priscilla@ventiur.net), IDENTIFICANDO A EMPRESA e solicitando o CUPOM DE ISENÇÃO para aplicar a compra na modalidade PÚBLICO EXTERNO!

 

Apresentar bem sua empresa é muito importante na hora de captar um investimento

Por Priscilla Mella | Imagens: Priscilla Mella

Muitos aspectos influenciam em um momento decisivo. Quando o assunto é conseguir um aporte financeiro, por exemplo, alguns itens são fundamentais aos olhos dos investidores. Monetização, modelo de negócio, inovação e equipe são alguns dos tópicos que servem norte para decisão final dentro da aceleradora Ventiur.

Mas tão importante quanto ter essesquatro pilares definidos é apresentá-los de forma concisa, direta e bem elaborada. Você pode até não dar a ênfase a sua apresentação de pitch, mas se a fizer seguindo os 4Cs a seguir sua apresentação será lembrada por muito tempo.

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1C# Carinho nos slides (tempo)

Focar no desenvolvimento do seu empreendimento é fundamental, mas é lembrar que se você fizer milhares de coisas bacanas e não conseguir colocar de forma compreensível em seu apresentação final é desmotivador. Para não correr esse risco a dica é iniciar o raciocínio em lâminas em branco, sem pensar no design, mas acompanhando o processo em paralelo.

Nunca deixe para iniciar todo o processo de apresentação dois dias antes – grife essa parte de marca texto amarelo se precisar. Apresentar algo que encante, que faça você ser lembrado, demanda tempo e carinho. Apresentar é uma arte, não um dom. Você treina e vira craque. Mas lembre-se, com todas as atividades para serem pensadas na apresentação e com tempo cronometrado, ter um mau planejamento pode afetar seu desempenho e seu negócio.

 

2C# Cuidado (texto curto/direcionado)

Como já foi dito, você pode ter um plano ótimo em andamento e estar desenvolvendo seu negócio de forma exímia, se sua construção de ideias não forma concisa e tiver uma lógica fluente na hora de apresentá-las para possíveis investidores de nada adianta. Por isso você tem que lembrar sempre que o foco de sua apresentação tem que ser VOCÊ.

A dica é pensar em três aspectos:

  • O slide só pode ocupar três segundos da atenção do espectador.
  • Para tal, prepare os “textos” em um post-it. O que não cabe num post-it, não deve ir para o slide;
  • Cuide a gramática, revise o conteúdo e mantenha a pessoa gramatical (1º pessoa singular ou 3º pessoa do plural, por exemplo). Erros de português podem dizer muito sobre você.

 


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3C# Capricho no design (pensar a lógica)

Já foi o tempo que as pessoas não compravam o livro pela capa. Reforçando que o conteúdo é sempre o mais importante, mas a boa apresentação dele faz com que queiram adquirir/consumir seu produto ou serviço. Por isso capriche no design, não coloque 20 imagens em uma lâmina, troque a fonte padrão de abertura – demonstra que você teve cuidado e mantenha uma similaridade de condução, pense que como a música os slides devem passar de uma nota (lâmina) para a outra com graça e harmonia – e não como se um furacão tivesse passado por lá.

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4C# Cartão de visitas (não esqueça os contatos)

Você deve estar se perguntando: Mas é claro que eu vou deixar meus contatos, levar meu cartão de visitas, quem iria a uma reunião sem levar o seu contato?Para que lembrar disso? Bem, quantas vezes você já teve colegas acadêmicos que esqueceram de colocar o nome nas provas? Então o questionamento continua pertinente. Porém o tópico em si não se refere estritamente aos cartões de visita, mas aos contatos disponíveis na apresentação. É imprescindível que o site, o e-mail de contato e os telefones disponíveis sejam claros, com tamanhos razoáveis para que o último espectador, lá do final do auditório, também consiga anotá-los. Tentando sempre manter uma lógica de priorizar, em tamanho de fonte e disposição de elementos, qual dos contatos disponíveis ele deve tentar primeiro.

 

Tendo esses 4Cs bem definidos você pode se dedicar ao desenvolvimento contínuo da sua empresa e existem programas específicos para isso, como o Warmup. O programa traz um série de workshops que ajudam a desenvolver o modelo de negócio, a fazer testes de hipóteses e na monetização da sua empresa. Além disso, tem um dia dedicado somente ao pitch, com instruções de oratória, de design de apresentação e de condução do pitch. Inclusive, um novo processo de warmup será iniciado em breve, para ficar sabendo de tudo basta acompanhar as redes da Ventiur e cadastrar seu e-mail (no final da home do site) para receber todas as novidades sobre as próximas atividades.

 

Cuidados Jurídicos Iniciais para sua Startup

 

Por Giulliano Tozzi 

Sabemos do desafio que é empreender num país como o Brasil, que apesar de todos seu potencial, insiste em patinar em suas políticas econômicas voltadas para o empreendedor. Antes de mais nada, cabe ao empreendedor buscar e entender o problema do mercado que irá resolver e, a partir disto, iniciar a formulação de seu plano de negócios. Logicamente que questões financeiras, comerciais e de tecnologia da informação tomarão grande parte deste planejamento, contudo, todos sabemos que algumas questões jurídicas, ainda que não sejam o ponto principal, devem ser discutidas e pensadas, de modo a evitar futuras dores de cabeça.

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A primeira decisão a ser tomada diz respeito à estrutura adotada para se empreender, isto é, o empreendedor irá encarar este desafio sozinho ou contará com o apoio de sócios? Ao escolher empreender sozinho, o presente parágrafo perde um pouco de relevância, pois é no âmbito das sociedades que necessitamos de maiores cuidados. É importante que se diga que é quando todos estão empolgados e acreditando no projeto que se deve colocar as regras no papel, mesmo que isso não importe na constituição regular da empresa (com arquivamento na Junta Comercial, inscrição no CNPJ e demais órgãos), posto que uma sociedade se constitui pela mera intenção de sua formação. Estabeleçam as funções de cada sócio, ainda que todos dividam todas as responsabilidades, pois certamente definir um responsável para cada tarefa irá tornar a relação mais fluida. Definam se os lucros serão partilhados na exata proporção da participação de cada sócio ou se todos possuirão metas individuais que deverão ser alcançadas. Importante lembrar que não é possível excluir qualquer sócio de participar nos lucros que vierem a ser distribuídos, mas isso não quer dizer que a distribuição não possa ser desigual.

Também é necessário que se definam mecanismos de saída dos sócios, assim como acordos de vesting. Para quem não conhece o termo, vesting entre os sócios funciona basicamente como um período mínimo de permanência na empresa, através do qual se um sócio decidir sair antes de completado o período acordado, não levará a totalidade de sua participação, mas tão somente o proporcional ao período em que permaneceu na sociedade.

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Pensar nessas e em outras situações em termos de sociedade podem evitar futuros problemas, pois sabemos que quando as coisas não vão bem, dificilmente se alcançará uma negociação favorável para qualquer das partes.

É importante também pensar em como se dará a relação da empresa com seus clientes, através dos contratos que serão firmados. Vale destacar que um contrato não precisa ser escrito e assinado para ser válido (salvo em algumas exceções legais), mas é sempre recomendável que assim se faça, para evitar aquela velha desculpa dos clientes: “mas você não me falou que era assim!!”. Não se espera que o empreendedor saiba desenvolver contratos complexos, mas é sua obrigação pensar e planejar as nuances da relação que poderá ter com seus clientes, para que possa transmitir seus receios aos profissionais de sua confiança.

Existem ainda inúmeras outras áreas que podem ser objeto de preocupação do empreendedor, como relações trabalhistas, tributárias e com o consumidor, as quais certamente poderiam ser objeto de artigos próprios. Por isso, gostaríamos de finalizar dizendo que faz toda a diferença poder contar com profissionais competentes e que conheçam o negócio que vocês estão desenvolvendo, pois certamente poderão dar o auxílio necessário.

 

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Giulliano Tozzi   GIULLIANO TOZZI | ADVOGADO

Mestrando em Direito da Empresa e dos Negócios pela Unisinos. LL.M em Direito Empresarial pela FGV. Co-autor do livro Direito das Startups. Sócio do escritório Garrido & Tozzi Advogados.

 

 

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Design Thinking e as vantagens de usar a ferramenta em seu negócio

Por Priscilla Mella | Fotos: Priscilla Mella

Recentemente a Ventiur convidou seus investidores para uma sessão de design thinking com o intuito de estruturar, cocriativamente, o novo modelo de clube de investidores da aceleradora. A prática é muito eficaz e pode ser usada em empresas de todos os portes, algumas das diretrizes de como usar e quando usá-la será trazida aqui. Se sua empresa tiver problemas como falta de planejamento, ideias desestruturadas e dificuldades para inovar é uma boa hora de pensar na técnica para ela.

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É muito comum encontrar organizações que carecem de estratégias bem delineadas, o que acaba causando todos os problemas citados anteriormente. A solução encontrada por algumas dessas empresas é a aplicação do conceito de design thinking.

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HISTÓRIA

A palavra foi usada em 2009 para explicar o sucesso da Ideo. O CEO da empresa, Tim Brown, usou um caminho diferente do normal e hoje a empresa é uma das dez mais inovadoras do globo. O design thinking é uma ferramenta de inovação poderosa e aborda problemas comuns de negócio sob diversas perspectivas. Antes disso, o design era usado apenas para desenhar novos produtos e agora está sendo aplicado na criação e no desenvolvimento de soluções de negócios inéditos – levando sempre em consideração como produtos são usados ou qual o valor que representam para os usuários. No conceito, houve uma migração do design do nível tático e operacional para o estratégico.

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ONDE APLICAR

O grande trunfo do design thinking é ser aplicável em empresas de qualquer porte, já que lida com questões de gestão e de problemas enfrentados em todos os tipos de organizações. O design thinking é aplicado predominantemente na gestão e no uso de algumas técnicas que designers usam há muito tempo para resolver problemas relacionados a sua área. Ao mesmo tempo que designers trabalham com restrições e como solucioná-las, os design thinkers desenvolvem soluções com criatividade. Isso só é possível porque com a técnica o foco é desviado do problema em si para um projeto.

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COMO FUNCIONA

A técnica consiste em trabalho em grupo e talvez não (exatamente) como você deve estar imaginando. As ideias devem ser geradas em conjunto, mas com as pessoas são impactadas por elas. Uma boa maneira de fazer isso é desenvolvendo protótipos e testando-os durante todo o processo. A busca não pode ser por uma solução certa, definitiva e que não possa ser substituída, mas o próprio caminho conduz os participantes a encontrarem a solução ideal com foco em pessoas, acima de tudo. O ingrediente para o sucesso de produtos desenvolvidos sob o conceito é a participação do futuro consumidor na concepção do novo produto – seja ele desenvolvido do zero ou aprimorado. Esse trabalho não é fácil e exige do profissional o pensamento integrativo, que seja capaz de contemplar todos os lados da questão, mesmo que aparentemente opostos.

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INVESTIMENTO NECESSÁRIO

O design thinking não exige investimentos altos. O foco é a geração de ideias sem juízo de valor, a experimentação, a prototipagem rápida e o processo de cocriação. O investimento maior será treinar os colaboradores para usar as ferramentas e incutir na equipe a ideia de que todas as ideias são válidas – desde que criativas.

Se você quer implementar o conceito de design thinking na sua empresa precisa primeiro saber se ele é compatível com a cultura organizacional. Implementar o conceito exige trabalho árduo de toda a equipe e precisa se tornar rotina na resolução de problemas.

Por meio das ferramentas do design thinking a empresa tende a encontrar soluções mais assertivas e com isso aumentar a retenção de clientes e o valor da marca diante dos concorrentes.

 

Pronto para aplicar o conceito na sua empresa? Entre em contato!

 

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Startups à KM por hora!

 

Por Vagner Lahude

 

Não se engane.

KM, sigla que aparece no título deste artigo, não significa kilometro. Na verdade, se refere a Knowledge Management, ou seja, Gestão do Conhecimento.

Nos últimos meses tenho estado mais perto do mundo das startups. Confesso que o tempo não tem sido generoso para que eu possa me aprofundar mais no tema da Gestão do Conhecimento aplicado a esta categoria de empresas, porém, a literatura sobre Gestão do Conhecimento, por si só, já nos oferece muitos subsídios para tratarmos do tema.

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Em minhas observações nestes meses tenho percebido que a (co)existência da Gestão do Conhecimento em startups se dá de maneira mais espontânea, nativa, não estruturada, quase tribal. Diferentemente da maioria das empresas, nas quais, por vezes, precisamos fazer grandes esforços para aplicar os processos que permitem reter conhecimentos em prol da organização.

E isto é o fascinante de uma pequena organização. Ideias têm potencial para germinar e se transformar em grandes negócios. Pelo menos é para isso que os empreendedores se dedicam diariamente.

O que quero dizer (e reafirmar) é que, em pequenas empresas, a maior parte das startups a comunicação ocorre naturalmente, haja visto que as equipes são, geralmente, pequenas e se conectam bem.

Por isso, muito longe de querer esgotar o assunto, meu objetivo neste artigo é apenas de relembrar alguns aspectos da Gestão do Conhecimento que, até de forma intuitiva, muitos empresários já aplicam no seu “fazer” cotidiano. Porém, se meus apontamentos servirem para a formação continuada, tanto melhor.

 

 

#1. Lembre-se que os ativos de conhecimento são o valor da sua organização

Nunca se esqueça que as pessoas (e seus conhecimentos particulares), os recursos ou o próprio dinheiro podem ir e vir, mas o conhecimento que sua empresa gerar e, principalmente, reter, permanecerá na sua organização e poderá sempre fomentar novas ideias.

 

#2. Centralize ativos do conhecimento

Centralize o conhecimento da organização identificando e comunicando os espaços formais ou repositórios para que todos possam saber onde buscar e deixar conhecimento. Atualmente, temos “a nuvem”, o que torna tudo mais fácil. Além disso, existem milhares de ferramentas on-lines (e gratuitas) que lhe permitirão manter uma base sempre disponível. Evite que seus colaboradores (e você mesmo) mantenham o conhecimento APENAS em seus repositórios pessoais, ou seja, computadores, e-mails pessoais, telefones, etc. Obviamente que, em determinadas situações, documentos confidenciais, restritos e jurídicos, se definidos como tais, devem ser mantidos em áreas restritas.

 

#3. Comunique sua estratégia de KM Organizacional e suas práticas

Se você olha para a sua empresa e percebe que o ambiente está fragmentado, pouco propício para a Gestão do Conhecimento, marque uma reunião com sua equipe para discutir os possíveis problemas (E SOLUÇÕES) com os “donos” dos repositórios particulares. Traga as pessoas para o seu lado e lhes mostre a importância de compartilhar conhecimentos para a continuidade do negócio. Isso faz parte da maturidade de uma organização. Recomenda-se que a equipe se reúna, pelo menos, uma vez por semana.

 


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#4. Incentive a equipe a encontrar respostas, mais do que culpados

Estudos recentes mostram que os colaboradores gastam até 20% (ou mais) do seu tempo à procura de respostas aos problemas que decorrem da execução de suas funções. Centralizar seus ativos de conhecimento certamente reduzirá algumas dessas ineficiências organizacionais, além de reduzir a dependência e o re-trabalhado.

 

#5. Estabeleça uma estrutura de conhecimento para além de papéis funcionais

Provavelmente você possui, em seu quadro de colaboradores, diferentes indivíduos encarregados das mais diferentes áreas: Marketing, Vendas, TI, etc. Você os contratou porque eles eram especialistas em seu campo e podem trabalhar de forma autônoma, individual. Porém, tome cuidado para que eles não sejam tão autônomos que seus conhecimentos fiquem restritos unicamente a si próprios. Crie momentos em que eles possam compartilhar esses conhecimentos com seus colegas, mesmo os de outras áreas. Por vezes, os conhecimentos de alguns, complementam os conhecimentos de outros e aquilo que eles trazem era, exatamente, o que faltava para completar a resposta ao problema do outro. Esses momentos podem ser, desde palestras rápidas, até o estabelecimento de um tempo para um “cafezinho” orientado.

 

#6. Permita a sua equipe compreender o sentido de conhecimento tácito e conhecimento explícito

Reforce com sua equipe os conceitos de conhecimento tácito e explícito. Conhecimento tácito é aquele que você tem em sua cabeça e pode expor à vontade. Em outras palavras, você não sabe o que você sabe, até que alguém pede que você fale sobre. Já o conhecimento explícito é o conhecimento tácito que foi registrado, estruturado e transformado em um ativo do conhecimento organizacional. O conhecimento explícito pode ser encontrado por todos, que poderão reutilizá-lo, e colaborar com ele (e formar novos conhecimentos).

 

 

Lembre-se, esta é apenas a pontinha do iceberg. Talvez você esteja pensando: mas não temos tempo para isso; fazer isso toma tempo. É verdade. Mas basta lembrar que conhecimento é o valor máximo da sua organização; é o seu diferencial competitivo.

 

Se você não tem uma estratégia de KM (ou GC) provavelmente seu negócio já esteja caminhando para o abismo da morte. 

 

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eu   VAGNER LAHUDE

Graduado em Licenciatura em Computação pela Universidade Feevale, é pós-graduado em Gestão do Conhecimento e Tecnologias da Informação pela Universidade Luterana do Brasil. Atualmente é professor dos Cursos Técnicos em Informática e Comunicação Visual do Instituto de Educação Ivoti, consultor de GCTI em diversas empresas do Vale do Sinos e atua na startup Devorando como responsável pelo setor administrativo-financeiro.

 

 

22 startups foram selecionadas para o CRIE Warmup!

O processo de pré-aceleração de startups de Lajeado/RS, o CRIE Warmup, foi um sucesso e, das mais de 50 empresas inscritas, 22 foram selecionadas. O programa, realizado pela Univates e pela Ventiur, tem como objetivo principal aprimorar ideias e transformá-las em negócios rentáveis e, alinhados com essas expectativas, startups das áreas de gestão, tecnologia, marketplace/e-commerce, IOT, mobilidade, economia criativa e outros segmentos aplicaram suas inscrições.

selecionados CRIE

Entre os requisitos para passar na seleção estavam modelo de negócios, equipe, inovação e monetização. As 22 melhores startups pelos critérios apontados foram classificadas. A lista de startups selecionadas para o CRIE Warmup de Lajeado segue abaixo em ordem alfabética.

 

  1. Adicionei

  1. Avalmed – Equipamentos Médicos

  1. Cconcentra

  1. consulta21

  1. ContaVerde

  1. Cstorm

  1. Cynb

  1. Eu Tenho

  1. Exodu

  1. GouGou 

  1. Haus On Nomad Spaces

  1. Lazy Parking

  1. Logic Art

  1. Magic Network

  1. My Nous

  1. Neurologic

  1. Nurture

  1. One Tech

  1. Super do Dia

  1. Tattoo Finder

  1. Pé Baixo

22. Zipcheckin.me

 

Para que os classificados possam organizar sua rotina, as datas dos workshops presenciais já foram publicadas. No cronograma de atividades constam três workshops, com dois dias e meio em cada um.

Crie Núcleo color.

 

Workshop 01:  18/19 e 20 JAN

Perfil Empreendedor (Ferramentas de psicologia transacional e técnicas de gestão de times e levantamento de crenças) e Modelagem de Negócios (Canvas e Canvas de hipóteses).

Workshop 02:  01/02 e 03 FEV

Modelagem de Negócios II (Canvas e Canvas de hipóteses), Jurídico (Abertura de empresa, sociedade, tributos, contratos, etc) e Financeiro (Investimentos, fluxo de caixa, DRE, projeção financeira).

Workshop 03: 29 FEV/01 e 02 MAR

 Pitch Vencedor (Como convencer alguém em 5 minutos, Design de Apresentações e técnicas de oratória), Training (Treinamento do Pitch) e Demoday (Apresentação das startups para banca de investidores).

Horário: 09hs às 12hs – 13hs30min às 18hs.

Local: Sala na UNIVATES à combinar.

CONVITE para o site

A região do Vale do Taquari está de parabéns pela iniciativa que está movimentando o ecossistema de startups local e, muito em breve, a economia local. Quaisquer dúvidas sobre o programa CRIE Warmup ou informações de como levar esse programa para sua região, entre em contato pelo isadora@ventiur.net, se você quiser saber mais informações sobre os próximos ciclos de pré-aceleração acesse o site da Ventiur e cadastre-se para receber as Newsletters.