Open banking consolida transformação digital

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Em vigor desde o dia 13 de agosto, a segunda e mais importante etapa do chamado open banking – ou sistema financeiro aberto, em livre tradução do inglês – deve contribuir ainda mais para a transformação digital no País. Mais inovador que o sistema de pagamentos instantâneos, o já conhecido Pix, esse modelo permite que os clientes possam compartilhar seus dados cadastrais entre diferentes financeiras autorizadas pelo Banco Central.

A possibilidade de compartilhamento de dados até então não existia, ficando as informações restritas ao banco ou fintech de origem do cliente. No entanto, a nova medida permite que todo o histórico financeiro de um consumidor, seja ele pessoa física ou jurídica, construído ao longo de anos, esteja disponível a todas as instituições financeiras.

Dentro desse contexto, ao permitir que outros bancos acessem seus dados cadastrais, o que inclui nome completo, CPF/CNPJ, telefone, endereço e informações de transações relativas aos produtos e serviços de suas contas, o cliente poderá ter acesso a ofertas mais atrativas de crédito. A iniciativa irá acirrar ainda mais a concorrência entre as instituições financeiras, e deve contribuir, consequentemente, para a redução de custos bancários, segundo estimativa da FecomércioSP.

Empresas poderão ter acesso a crédito mais barato com o open banking

Na prática o open banking irá possibilitará que o empreendedor tenha maior controle sobre as finanças de seu negócio, tendo em vista que ele poderá conhecer novas soluções de crédito, investimentos e outros produtos, ele terá mais assertividade na hora da decisão. Ao comparar as opções e condições disponíveis no mercado, ele poderá melhorar o fluxo de recursos, e manter um relacionamento diversificado com instituições que oferecerem as condições mais adequadas ao seu empreendimento.

Além disso, a expectativa é de que o empreendedor tenha menos burocracia e taxas de juros menores para a antecipação de recebíveis, levando em conta que o mercado passa a dispor de mais ofertas de crédito. Esse é um dos pontos mais relevantes para os empreendedores que precisam de recursos imediatos para o fluxo de caixa. Com o open banking, o empresário poderá evitar a contratação de outras modalidades de crédito ou, até mesmo, utilizar o cheque especial – modalidade de empréstimo bancário mais cara do mercado, com juros de 124,9% ao ano.

Na fase 1, a qual teve início em fevereiro deste ano, quando ocorreu a abertura dos dados das instituições participantes, seus canais de atendimento e os produtos e serviços que oferecem, o que inclui contas de depósito à vista, poupança, pagamento e operações de crédito. No entanto, essa etapa ainda não envolvia o compartilhamento de dados de clientes, o que está ocorrendo a partir de agora.

Menos burocracia e mais agilidade para os negócios

Ainda sobre a redução de burocracia, com o open banking a etapa de análise do tempo de abertura de conta para liberação de determinados produtos e serviços, deve ser eliminada – o que passa a contar mesmo é o histórico financeiro do cliente, o qual estará disponível para as demais instituições autorizadas. Com o compartilhamento de dados, as instituições poderão realizar uma análise mais criteriosa, o que deve contribuir para a diminuição do spread bancário – diferença entre o custo que o banco paga para captar recursos e o quanto ele cobra nas operações de crédito feitas pelas empresas.

A medida, que tem regulação do Banco Central, trabalha por meio de APIs (interfaces de programação de aplicações), as quais fazem a conexão entre as instituições participantes e permitem a troca de informações entre elas de uma maneira padronizada. Cabe salientar que é obrigatória a participação dos grandes e médios bancos brasileiros classificados no segmento S1 – porte igual ou superior a 10% do Produto Interno Bruto, ou que exerçam atividade internacional, e do segmento S2 (porte inferior a 10% e igual ou superior a 1% do PIB. Para as demais instituições, a participação é facultativa. 

Escopo do open banking prevê ainda outras duas fases

A próxima  fase, a terceira de um total de 4, passa a vigorar em 30 de agosto, com o início dos pagamentos e propostas de crédito. A partir desta data, por meio de um aplicativo único, os clientes poderão realizar transações de pagamento e encaminhamento de proposta de operação de crédito em diferentes instituições. Nesta etapa o cliente poderá realizar uma transação de pagamento em sua conta sem a necessidade de acessar o ambiente da instituição financeira – home banking ou aplicativo. Essa fase ainda prevê o envio e contratação de propostas de crédito de outras instituições.

A etapa seguinte (4), marcada para 15 de dezembro, envolve informações relativas a seguros, previdência, investimentos e câmbio. Depois dessa data, dados sobre estes outros serviços financeiros passam a compor a estrutura do open banking. Dessa forma, os clientes que autorizarem podem compartilhar informações desses produtos/serviços, o que inclui ainda conta-salário e previdência complementar. Também está previsto um cronograma para o próximo, quando outras funcionalidades deverão ser liberadas gradualmente. 

Estas, por sua vez, incluem compartilhamento de serviços financeiros, como transferências, pagamentos por boleto, previdência, investimentos e câmbio. A conclusão deve ocorrer apenas no final de setembro de 2022 com o compartilhamento de serviços de débito em conta. Por último cabe ressaltar que não será cobrado nenhum valor do cliente pelo compartilhamento dos dados, e ao cliente é permitido cancelar a autorização quando desejar. 

Open banking: oportunidades para fintechs 

Essa inovação no setor financeiro pode ser uma ótima oportunidade de crescimento para as fintechs – startups ou empresas que desenvolvem produtos financeiros totalmente digitais. Segundo a consultoria KPMG, três segmentos de tecnologia, em especial, podem ser aproveitados por estas empresas. 

O primeiro deles se refere à soluções de front-end – nesse ramos as fintechs poderão desenvolver experiências diferenciadas e facilitadas de navegação para que os clientes acessem os serviços e soluções dos bancos. Outra tendência de negócios pode ser a segmentação de produtos. Nesse caso, empresas que desenvolvam produtos e serviços focados em entender as necessidades do cliente, deverão ter sucesso. Por fim, serviços de infraestrutura também poderão gerar ótimas oportunidades, conforme estudo da KPMG. Nesse contexto, as fintechs poderão auxiliar as empresas a escalarem seus produtos e eficientizar a gestão de seus dados e produtos, prestando serviços de infraestrutura e back-end de todo o sistema.


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LIVRO DO MÊS: A Estratégia do Oceano Azul

Por: George Gallas

Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante!

  Está difícil se tornar referência em seu mercado? Há muita competição entre concorrentes? As possibilidades para o seu negócio parecem poucas? Se a resposta para essas perguntas forem sim, você precisa ler A Estratégia do Oceano Azul.

  Para entender sobre o oceano azul, primeiro é necessário entender o que é um oceano vermelho. Oceano vermelho é o lugar onde a grande maioria das empresas se encontra. Disputa seu espaço em meio a tubarões, onde o apetite de todos os predadores muitas vezes supera a disponibilidade de prezas, assim muitos players disputam fatias pequenas no mercado. Nesse oceano, os concorrentes são utilizados como referência para o desenvolvimento de novos produtos, serviços e campanhas. As ações são muito limitadas e imitadas com facilidade por todos os competidores.

   Por outro lado, um oceano azul é um mar de possibilidades. Nesse cenário a oferta de peixes frescos é grande e os tubarões não estão presentes para atrapalhar o seu trabalho. São espaços no mercado que as empresas não estão olhando e que oferecem muitas vantagens para quem sabe como ocupar esse espaço. Esse é o objetivo de qualquer empresa que queira se posicionar como líder em um mercado novo e garantir seu crescimento para os próximos anos.

   O livro Estratégia do Oceano Azul foi escrito por W. Chan Kim e Reneé Mauborgne e é baseado em 150 movimentos estratégicos realizados em mais de 30 setores da economia. O objetivo do livro é derrubar o pensamento tradicional sobre estratégia, revelando um caminho novo e ousado para ganhar o futuro. É considerado um guia para a criação de espaços de mercado inexplorados e para tornar a concorrência irrelevante.

   Sem muitos spoilers, uma das formas descritas no livro para desenvolver uma estratégia do oceano azul é olhar para o seu mercado e mapear todas as suas características padrões. Seja na forma de monetização, comunicação aos clientes, ciclo de vendas, consumo dos produtos e ações de marketing. A partir desse momento, é desenvolvido um quadro (conforme imagem abaixo) para pensar nas possibilidade de mudar a regra do mercado. Coloque dentro dos campos “Eliminar, Reduzir, Elevar e Criar” ações que você acredita que sejam necessárias para elaborar estratégias, que criem um novo oceano azul.

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   Com esse mapa visual em mãos, são criados objetivos de execução a curto prazo para testar se as possibilidades são ou não válidas. O exercício recorrente é uma das maneiras de estimular a criatividade da equipe e criar novas maneiras de diferenciar sua empresa dos outros tubarões. E aí, vai continuar dividindo seu peixe com os seus concorrentes?

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Encerramento e premiação da SAP Innomarathon

Por: Carolina Elma Cassel

  No dia 31 de agosto, aconteceu a avaliação das startups participantes da competição SAP Innomarathon, o desafio social promovido pela SAP Labs Latin America e pelo TECNOSINOS. Os competidores tiveram sete minutos para apresentar o seu pitch, já os avaliadores dispunham de três minutos para esclarecer dúvidas, especialmente, sobre o impacto social, progresso, IoT & big data e modelo de negócio, principais quesitos de avaliação. O processo de escolha foi criterioso e demorado, já que startups de alto nível participaram da semi-final, e somente quatro projetos foram selecionados para a final da competição, que aconteceu no dia seguinte.

  Na final da competição o tempo de apresentação foi estendido para dez minutos e o de questionamentos para o mesmo tempo, totalizando vinte minutos. Funcionários da SAP Labs Latin America foram convidados para o evento e escolheram a startup vencedora. O vencedor, que foi anunciado durante o maior evento da SAP para o público universitário, o SAP Techniversity, recebeu um cheque de vinte mil reais e seis meses de incubação, o segundo, terceiro e quarto colocado receberam três meses de incubação na UNITEC, a incubadora tecnológica do TECNOSINOS.

  Durante todo o processo as startups receberam o apoio de negócios da Ventiur, por meio da metodologia WARMUP. Saiba mais sobre a evolução do desafio aqui e sobre o workshop jurídico do qual os empreendedores participaram aqui.

Startups premiadas:

1º lugar: EJR Robótica Educacional

2º lugar: Aldiwa

3º lugar: Doador Online – Banco de Sangue Virtual

4º lugar: Alientronics

Galeria de imagens do evento:

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Pela criação de um futuro customizável e de novas tecnologias

Por: Luiz Henrique Rauber Rodrigues

  Como identificação de uma pedra angular, o mundo data o 2005 e o evento Maker Faire (e a revista Make Magazine), que estimulou com que vários nerds da cultura do “Do It Yourself – DIY/ Faça você mesmo”, saíssem de seus quartos e garagens e fossem lá expor o que produziam e aprender mais. Sobre a cultura DIY, e também este evento, se leva a pensar não é nada novo um movimento para reunir estes nerds, afinal o Apple I foi mostrado para a imprensa pela primeira vez em 1975 por Steve Wozniak e Steve Jobs numa feira de computadores caseiros, a Homebrew Computer Clube, mas hoje é diferente, não é só o nerd que está sendo emponderado a vir à luz.

  Este empoderamento que vem desde 2005 é fruto de um dos grandes movimentos recentes e certamente disruptivo, levando em conta uma evolução histórica e por vezes centralizada, o denominado “maker movemmnet / movimento maker”. Este movimento traz uma mentalidade para que qualquer pessoa possa criar, prototipar, produzir, vender e distribuir qualquer coisa que ela fizer.

  O movimento cultural maker dá uma dinamicidade de “dar o poder” da construção para qualquer pessoa. Isso tem até sido considerado uma nova revolução industrial, pois esta mudando toda uma lógica de produção e venda, de conhecimento e informação, pois o que era centralizado em indústrias, pode ser feito em casa. A abrangência cultural esta atingindo a todas pessoas que tenham interesse nesta cadeia mercantil. Para uma exemplificação simples em 2 tipos de pessoas, consideraremos os nerds e os desingers:

  Um nerd de tecnologia, criou um microcontrolador porque ele queria ou precisava, o arduino (mas poderia ser citado outros muitos);
  Este arduino foi divulgado como hardware livre o que possibilitou que, com baixo custo, outros nerds o copiassem e o utilizando, prototiparam uma impressora 3D;
  Esta impressora num conceito RepRap, foi otimizada por outros nerds e ficou com uma qualidade similar a que é vendida pela indústria, custando bem menos;
  Sabendo disso, um designer que dependia de criar escala e da indústria para produzir seus produtos, comprou uma destas impressoras, e agora a usa para produzir em casa chaveiros que como em pequena escala, são até personalizados;
  Já um outro grupo de nerds que gostam de produção em madeira e não em plástico, otimizaram processos parecidos e desenvolveram uma CNC;
  Agora um outro designer cria e produz cadeiras, quadros, letras e afins em casa, e não mais numa grande madereira que ficava com parte de seu lucro;
  E de nerd pra nerd, de um conceito parecido a CNC, outros nerds queriam mais profissionalismo em suas placas eletrônicas caseiras. Com isso, produziram uma fresadora que é quase auto-replicante como a RepRap. Esta fresadora é utilizada agora até na Universidade para prototipar placas eletrônicas em casa, sem a necessidade de pedir, até para outros países, que façam isso.

  E a cultura maker é totalmente descentralizadora. Outro exemplo dentro deste movimento, e destacado recentemente pela Maker Faire, é de alguém que produziu, sem tecnologia eletrônica, um tipo de horta vertical que facilitou o cultivo de hortaliças e tá mudando o cenário municipal.

  As criações, estimuladas por necessidades ou apenas por curiosidade, tem proliferado esta revolução em todas as dimensões. Ao mercado consumidor a atenção maior está no impacto industrial no presente, mas tem tido até mais impacto no espectro educacional, e por isso, o impacto industrial será futuramente maior, e a indústria precisa aprender sobre esta cultura. Antigamente a criança que desmontava seus brinquedos era até punida por seus pais e afins, mas hoje, é estimulada a fazer isso por eles, e aprende ainda mais a desmontar em sua escola ou em cursos extras. Estas crianças estão aprendendo eletrônica, robótica, programação (…), a cultura de que elas podem criar e fazer. Na educação é preconizado para que a atenção seja muita maior no “processo” do que no “produto”. Esta mudança de foco fará com que estes futuros consumidores, não tenham desejo em comprar um chaveiro pronto, talvez se personalizado… mas sim muito em uma impressora 3D.

Novas ideias para artigos? Criticas e opiniões, envie um e-mail para carolina@ventiur.net.     

 

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 LUIZ HENRIQUE RAUBER RORIGUES | Consultor e professor

Empreendedor, professor, palestrante, pesquisador e afins; Professor no Senac Santa Cruz do Su; Mentor Startupies Weekend; Mestre em Nanociências; Especialista em Gerenciamento de Projetos; Bacharel em Ciência da Computação. Palestrou Campus Party/Latinoware/ Fisl. Interesse principal em software e hardware livre, hackerspaces, startups, DIY, TI Verde, biohacking.

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Ventiur realiza mais um DEMODAY

Por Carolina Elma Cassel I Fotos: Carolina Elma Cassel

  Na semana passada, foram realizados diversos eventos envolvendo os participantes da competição SAP Innomarathon e do WARMUP da Ventiur. Na terça-feira (16), as startups reuniram-se com a equipe da Ventiur na SAP Labs Latin American, para receberem dicas de como elaborar um pitch matador. No dia seguinte, quarta-feira (17), o encontro aconteceu no TECNOSINOS, e teve como finalidade o treinamento dos pitches.

  Essas atividades foram realizadas visando a apresentação das startups no DEMODAY, que aconteceu na quinta-feira (18). Na ocasião, as startups fizeram seu pitch, de até quatro minutos, e posteriormente a banca avaliadora, composta por investidores da Ventiur, questionou alguns aspectos apresentados pelos empreendedores, por mais quatro minutos.

  Diego Veronese, Sócio-Diretor da Alpha Venture Capital, empresa em que a Ventiur tem participação para investimento em startups, comenta que é “interessante ver projetos com alto valor agregado saindo do ponto zero e chegando a um estágio de viabilidade quase concreta em tão pouco tempo”.

  Na próxima semana, acontecerá a semi final e a final da SAP Innomarathon, e os vencedores serão anunciados durante o SAP Techniversity.

Conheça as startups que participaram do DEMODAY:

– Aldiwa

– Alientronics

– Brain

– Doador Online

– Ergon

– Procurando Patas

– SAP4ALL

– Sossegue

– Busque aí

– Cena Zero

– AveFlex

– Plantágio

– QR-Cowde

– Xenio

Confira a galeria de imagens:

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Ciclano é a nova startup investida pelo grupo Alpha One da Ventiur

Fundo de investimentos confirma seleção de nova startup

  A Ciclano é uma startup que criou um ecossistema de soluções em streaming para atender qualquer nicho ou segmento de negócio. Através de sua plataforma é possível fazer qualquer tipo transmissão via streaming, ao vivo ou on-demand, além de contar com recursos de marketing em vídeo.

  A startup participou da campanha Procuramos sua startup para investir! da Ventiur, e foi escolhida para compor o portfólio da aceleradora. Durante o processo de aceleração, a Ciclano receberá investimento do grupo Alpha One, e mentoria de Luciano Weber, CEO da empresa Device, além do apoio de toda equipe da Ventiur.

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Sobre a startup:

  A proposta da startup é disponibilizar aos clientes em um único serviço todos os recursos até então direcionados apenas para grandes players, como proteção de vídeos contra pirataria, captura de leads para marketing e interação entre espectador e o vídeo gravado, sistema integrado de anúncios, gravação, conversão e edição automática de vídeos, além de diversos outros recursos utilizados por grandes redes.

 Com centenas de clientes pelo mundo, e atendendo grandes marcas como Mormaii, Rabusch, Uatt e outras, a plataforma reúne recursos inovadores e possui um algoritmo avançado que é um facilitador para seus usuários, reduzindo o tempo com manutenção, gestão e distribuição de áudio e vídeo.

  O CEO da Ciclano, Maurício Castro, resume a plataforma da seguinte maneira, “somos o Vimeo Brasileiro, com recursos adicionais de Wistia, UStream e nossa expertise de 15 anos transformada em aplicações. Então, você terá a base dos recursos disponíveis na plataforma da Ciclano com alguns diferenciais que irão gerar valor ao seu negócio. Queremos nos tornar a maior referência Global em soluções de Streaming”.

  No ano de 2015, aos três meses de existência, visando o mercado global a Startup firmou contrato com um dos maiores players da indústria do streaming, a Wowza Media System. E em novembro do mesmo ano foi destaque no Web Summit, um dos maiores eventos de Tecnologia do Mundo, realizado em Dublin na Irlanda, onde foi considerada o “Unicórnio do Streaming” pela imprensa europeia, indicando o seu grande potencial de crescimento.

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Colaboração que gera inovação

Empresas e startups se unem em projetos de aceleração de ideias em que todas as partes ganham. Conheça dois cases envolvendo o Tecnosinos 

Fonte: Zero Hora

  No Brasil, onde empresas são, em geral, avessas ao risco, a parceria com startups vem ganhando espaço como alternativa para manter o negócio atual e relevante. Inovação aberta é expressão-chave para empresas do amanhã: organizações que buscam inovar podem beneficiar-se de processos e profissionais externos.

— As empresas não possuem todas as competências, e as startups são pura inovação, agilidade e flexibilidade. Uma das formas mais naturais de parceria é a empresa se utilizar dessa capacidade para diferenciar seu negócio — avalia Sandro Cortezia, fundador e diretor-executivo da aceleradora Ventiur e coordenador do Pós-MBA em Gestão da Inovação da Unisinos.

Dois cases recentes da Ventiur evidenciam que este é um caminho tanto para grupos tradicionais como para empresas jovens. A multinacional thyssenkrupp, uma das líderes de mercado de tecnologia e soluções para o transporte de pessoas, e a Taura, empresa especializada em arames fundada em 2008, buscaram aproximar-se de startups em programas que contaram com a consultoria da aceleradora e a estrutura da Unisinos.

O processo segue a metodologia do design thinking e começa com uma imersão da equipe da Ventiur para entender as demandas e anseios das empresas. São selecionadas startups com projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa. Elas recebem mentoria que envolve workshops e encontros com equipes da aceleradora e da “empresa-mãe”.

A thyssenkrupp focou em projetos de eficiência energética, elevadores inteligentes e inovação e logística. Das mais de 40 startups cadastradas, duas foram premiadas. Para Evelin Bicca, analista de inovação da área de negócios Elevator Technology da thyssenkrupp para o Brasil, a experiência foi um passo em direção à cultura da inovação aberta.

— Em um mês, elas apresentaram protótipos que costumam levar meses. Isto ocorre porque os empreendedores vivem o processo e são apaixonados pelo que fazem, fator que contribui com os bons resultados alcançados — avalia.

 

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Startups do Open Taura apresentaram projetos no Demo Day, no auditório da incubadora Unitec, no Tecnosinos

Inovação na pecuária

  A Taura importa e exporta arames para cercamento, mercado em que a concorrência é formada por siderúrgicas. Em um setor carente de avanços tecnológicos significativos, a empresa buscava soluções disruptivas em energias renováveis, divisão de pastagem e ferramentas para cercamento. Dos cerca de 20 inscritos no Open Taura, três foram selecionados.

— O mercado começou a olhar para a Taura como uma empresa atenta à inovação. Inclusive, estamos recebendo o prêmio Destaque Gaúcho Empresarial, na categoria Agronegócio — comemora Fabiano Siqueira, gerente de produtos da Taura.

Para Alexandre Bolzan, sócio-fundador da selecionada Weevee, o know how das empresas é um direcionamento valioso.

— O mais importante é a aproximação com quem está há anos trabalhando o mercado em questão. Assim, sabemos se o esforço é válido naquele momento — avalia Bolzan.

 

Quer saber mais sobre o Open (programa de inovação aberta) da Ventiur? Acesse aqui.

 

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SOPRANO DESENVOLVE PROJETO INOVADOR ATRAVÉS DE PARCERIA

INOVAÇÃO: ENTENDA O TERMO

Cuidados Jurídicos Iniciais para sua Startup

 

Por Giulliano Tozzi 

Sabemos do desafio que é empreender num país como o Brasil, que apesar de todos seu potencial, insiste em patinar em suas políticas econômicas voltadas para o empreendedor. Antes de mais nada, cabe ao empreendedor buscar e entender o problema do mercado que irá resolver e, a partir disto, iniciar a formulação de seu plano de negócios. Logicamente que questões financeiras, comerciais e de tecnologia da informação tomarão grande parte deste planejamento, contudo, todos sabemos que algumas questões jurídicas, ainda que não sejam o ponto principal, devem ser discutidas e pensadas, de modo a evitar futuras dores de cabeça.

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A primeira decisão a ser tomada diz respeito à estrutura adotada para se empreender, isto é, o empreendedor irá encarar este desafio sozinho ou contará com o apoio de sócios? Ao escolher empreender sozinho, o presente parágrafo perde um pouco de relevância, pois é no âmbito das sociedades que necessitamos de maiores cuidados. É importante que se diga que é quando todos estão empolgados e acreditando no projeto que se deve colocar as regras no papel, mesmo que isso não importe na constituição regular da empresa (com arquivamento na Junta Comercial, inscrição no CNPJ e demais órgãos), posto que uma sociedade se constitui pela mera intenção de sua formação. Estabeleçam as funções de cada sócio, ainda que todos dividam todas as responsabilidades, pois certamente definir um responsável para cada tarefa irá tornar a relação mais fluida. Definam se os lucros serão partilhados na exata proporção da participação de cada sócio ou se todos possuirão metas individuais que deverão ser alcançadas. Importante lembrar que não é possível excluir qualquer sócio de participar nos lucros que vierem a ser distribuídos, mas isso não quer dizer que a distribuição não possa ser desigual.

Também é necessário que se definam mecanismos de saída dos sócios, assim como acordos de vesting. Para quem não conhece o termo, vesting entre os sócios funciona basicamente como um período mínimo de permanência na empresa, através do qual se um sócio decidir sair antes de completado o período acordado, não levará a totalidade de sua participação, mas tão somente o proporcional ao período em que permaneceu na sociedade.

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Pensar nessas e em outras situações em termos de sociedade podem evitar futuros problemas, pois sabemos que quando as coisas não vão bem, dificilmente se alcançará uma negociação favorável para qualquer das partes.

É importante também pensar em como se dará a relação da empresa com seus clientes, através dos contratos que serão firmados. Vale destacar que um contrato não precisa ser escrito e assinado para ser válido (salvo em algumas exceções legais), mas é sempre recomendável que assim se faça, para evitar aquela velha desculpa dos clientes: “mas você não me falou que era assim!!”. Não se espera que o empreendedor saiba desenvolver contratos complexos, mas é sua obrigação pensar e planejar as nuances da relação que poderá ter com seus clientes, para que possa transmitir seus receios aos profissionais de sua confiança.

Existem ainda inúmeras outras áreas que podem ser objeto de preocupação do empreendedor, como relações trabalhistas, tributárias e com o consumidor, as quais certamente poderiam ser objeto de artigos próprios. Por isso, gostaríamos de finalizar dizendo que faz toda a diferença poder contar com profissionais competentes e que conheçam o negócio que vocês estão desenvolvendo, pois certamente poderão dar o auxílio necessário.

 

QUER VALIDAR SUA IDEIA? FAÇA NOSSO PROCESSO DE PRÉ-ACELERAÇÃO, ENTRE EM CONTATO CONOSCO E SE INSCREVA NO PRÓXIMO CICLO!

 

Gostou do artigo? Sugira novos conteúdos, mande um e-mail para priscilla@ventiur.net.

 

Giulliano Tozzi   GIULLIANO TOZZI | ADVOGADO

Mestrando em Direito da Empresa e dos Negócios pela Unisinos. LL.M em Direito Empresarial pela FGV. Co-autor do livro Direito das Startups. Sócio do escritório Garrido & Tozzi Advogados.

 

 

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22 startups foram selecionadas para o CRIE Warmup!

O processo de pré-aceleração de startups de Lajeado/RS, o CRIE Warmup, foi um sucesso e, das mais de 50 empresas inscritas, 22 foram selecionadas. O programa, realizado pela Univates e pela Ventiur, tem como objetivo principal aprimorar ideias e transformá-las em negócios rentáveis e, alinhados com essas expectativas, startups das áreas de gestão, tecnologia, marketplace/e-commerce, IOT, mobilidade, economia criativa e outros segmentos aplicaram suas inscrições.

selecionados CRIE

Entre os requisitos para passar na seleção estavam modelo de negócios, equipe, inovação e monetização. As 22 melhores startups pelos critérios apontados foram classificadas. A lista de startups selecionadas para o CRIE Warmup de Lajeado segue abaixo em ordem alfabética.

 

  1. Adicionei

  1. Avalmed – Equipamentos Médicos

  1. Cconcentra

  1. consulta21

  1. ContaVerde

  1. Cstorm

  1. Cynb

  1. Eu Tenho

  1. Exodu

  1. GouGou 

  1. Haus On Nomad Spaces

  1. Lazy Parking

  1. Logic Art

  1. Magic Network

  1. My Nous

  1. Neurologic

  1. Nurture

  1. One Tech

  1. Super do Dia

  1. Tattoo Finder

  1. Pé Baixo

22. Zipcheckin.me

 

Para que os classificados possam organizar sua rotina, as datas dos workshops presenciais já foram publicadas. No cronograma de atividades constam três workshops, com dois dias e meio em cada um.

Crie Núcleo color.

 

Workshop 01:  18/19 e 20 JAN

Perfil Empreendedor (Ferramentas de psicologia transacional e técnicas de gestão de times e levantamento de crenças) e Modelagem de Negócios (Canvas e Canvas de hipóteses).

Workshop 02:  01/02 e 03 FEV

Modelagem de Negócios II (Canvas e Canvas de hipóteses), Jurídico (Abertura de empresa, sociedade, tributos, contratos, etc) e Financeiro (Investimentos, fluxo de caixa, DRE, projeção financeira).

Workshop 03: 29 FEV/01 e 02 MAR

 Pitch Vencedor (Como convencer alguém em 5 minutos, Design de Apresentações e técnicas de oratória), Training (Treinamento do Pitch) e Demoday (Apresentação das startups para banca de investidores).

Horário: 09hs às 12hs – 13hs30min às 18hs.

Local: Sala na UNIVATES à combinar.

CONVITE para o site

A região do Vale do Taquari está de parabéns pela iniciativa que está movimentando o ecossistema de startups local e, muito em breve, a economia local. Quaisquer dúvidas sobre o programa CRIE Warmup ou informações de como levar esse programa para sua região, entre em contato pelo isadora@ventiur.net, se você quiser saber mais informações sobre os próximos ciclos de pré-aceleração acesse o site da Ventiur e cadastre-se para receber as Newsletters.

Ventiur no Startup Weekend Lajeado!

Entre os dias 13 e 15 de NOV ocorrerá a 2° Edição de Lajeado da melhor experiência empreendedora do mundo, o Startup Weekend. O evento, que aconecerá no Tecnovates e tem o intuito de educar e inspirar a comunidade local, já aconteceu em mais de 1500 cidades ao redor do mundo e já foram criadas mais de 8000 startups.

Lajeado já está nessa estatística. Na primeira edição do SW Lajeado foram criadas 9 startups. O evento tem duração de 54 horas e conta com suporte de mentorias, palestras e desafios. Os participantes compartilham ideias, executam e criam modelos de negócios escaláveis e repetíveis. Para contribuir com esse ambiente empreendedor, a equipe Ventiur estará presente fazendo mentorias e lapidando negócios inovadores.

mentores SWLajeado

COMO FUNCIONA?

No primeiro dia quem tem uma ideia de negócio terá a oportunidade de apresentá-la aos outros participantes do evento para formar sua equipe. Se você quer participar para aprender sobre como começar o seu negócio, mas sem dar uma ideia, você também pode! Basta escolher se juntar a uma das ideias que serão apresentadas no evento

Formadas as equipes, cada uma terá 2 dias para se dedicar a desenvolver um negócio a partir da ideia escolhida. É agora que começa a diversão: desenvolver planos de negócios, aprender a identificar o seu cliente, construir um produto e ao final apresentá-lo para que um grupo de investidores confirme que a sua ideia é uma boa ideia de negócio. Tudo isso, é claro, sendo orientados por experientes empreendedores que já estão com as suas startups no mercado.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

Acesse o site (clicando aqui), veja a programação completa para os três dias e adiquira logo seu ingresso!

Acompanhe o evento nas redes através do F./SWLAJEADO.