Procuramos sua startup para investir!

 

Você não leu errado, a Ventiur está em busca de startups para investir e para logo! O processo já começou e é bastante simples. Mas antes de submeter a aplicação para investimento, existem alguns critérios fundamentais que precisam ser levados em conta:

 

  • A startup precisa estar MONETIZANDO
  • Ter um tech founder
  • Ter, no mínimo, 2/3 da equipe dedicada full time ao negócio
  • Ter disponibilidade para fazer um pitch já no dia 13/05
  • Fazer sua aplicação no fundacity o quanto antes

 

Esse processo é rápido e, como as empresas que a aceleradora procura nessa ocasião são mais maduras, não precisam ter feito o processo de pré-aceleração, o Warmup. Em breve serão abertas as inscrições para o Warmup,as startups em nível de ideia ou que não estão monetizando poderão integrar o programa e ter a oportunidade de receber um aporte ao final.

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IMPORTANTE:

As inscrições, dentro da plataforma, ficarão abertas até dia 29/05. Durante o processo de inscrição haverão triagens para chamada de pitchs aos investidores. A primeira triagem ocorre no dia 10/05 e, as startups inscritas e com destaque, já terão a oportunidade de fazer o pitch no dia 13/05. As demais datas de pitch serão informadas as empresas inscritas ao longo do período de aplicações.

As startups interessadas em receber investimento e que contenham os critérios base devem fazer suas inscrições por aqui. Caso você esteja com dúvidas se seu negócio encaixa no quadro, entre em contato.

 

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Design Thinking e as vantagens de usar a ferramenta em seu negócio

Por Priscilla Mella | Fotos: Priscilla Mella

Recentemente a Ventiur convidou seus investidores para uma sessão de design thinking com o intuito de estruturar, cocriativamente, o novo modelo de clube de investidores da aceleradora. A prática é muito eficaz e pode ser usada em empresas de todos os portes, algumas das diretrizes de como usar e quando usá-la será trazida aqui. Se sua empresa tiver problemas como falta de planejamento, ideias desestruturadas e dificuldades para inovar é uma boa hora de pensar na técnica para ela.

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É muito comum encontrar organizações que carecem de estratégias bem delineadas, o que acaba causando todos os problemas citados anteriormente. A solução encontrada por algumas dessas empresas é a aplicação do conceito de design thinking.

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HISTÓRIA

A palavra foi usada em 2009 para explicar o sucesso da Ideo. O CEO da empresa, Tim Brown, usou um caminho diferente do normal e hoje a empresa é uma das dez mais inovadoras do globo. O design thinking é uma ferramenta de inovação poderosa e aborda problemas comuns de negócio sob diversas perspectivas. Antes disso, o design era usado apenas para desenhar novos produtos e agora está sendo aplicado na criação e no desenvolvimento de soluções de negócios inéditos – levando sempre em consideração como produtos são usados ou qual o valor que representam para os usuários. No conceito, houve uma migração do design do nível tático e operacional para o estratégico.

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ONDE APLICAR

O grande trunfo do design thinking é ser aplicável em empresas de qualquer porte, já que lida com questões de gestão e de problemas enfrentados em todos os tipos de organizações. O design thinking é aplicado predominantemente na gestão e no uso de algumas técnicas que designers usam há muito tempo para resolver problemas relacionados a sua área. Ao mesmo tempo que designers trabalham com restrições e como solucioná-las, os design thinkers desenvolvem soluções com criatividade. Isso só é possível porque com a técnica o foco é desviado do problema em si para um projeto.

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COMO FUNCIONA

A técnica consiste em trabalho em grupo e talvez não (exatamente) como você deve estar imaginando. As ideias devem ser geradas em conjunto, mas com as pessoas são impactadas por elas. Uma boa maneira de fazer isso é desenvolvendo protótipos e testando-os durante todo o processo. A busca não pode ser por uma solução certa, definitiva e que não possa ser substituída, mas o próprio caminho conduz os participantes a encontrarem a solução ideal com foco em pessoas, acima de tudo. O ingrediente para o sucesso de produtos desenvolvidos sob o conceito é a participação do futuro consumidor na concepção do novo produto – seja ele desenvolvido do zero ou aprimorado. Esse trabalho não é fácil e exige do profissional o pensamento integrativo, que seja capaz de contemplar todos os lados da questão, mesmo que aparentemente opostos.

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INVESTIMENTO NECESSÁRIO

O design thinking não exige investimentos altos. O foco é a geração de ideias sem juízo de valor, a experimentação, a prototipagem rápida e o processo de cocriação. O investimento maior será treinar os colaboradores para usar as ferramentas e incutir na equipe a ideia de que todas as ideias são válidas – desde que criativas.

Se você quer implementar o conceito de design thinking na sua empresa precisa primeiro saber se ele é compatível com a cultura organizacional. Implementar o conceito exige trabalho árduo de toda a equipe e precisa se tornar rotina na resolução de problemas.

Por meio das ferramentas do design thinking a empresa tende a encontrar soluções mais assertivas e com isso aumentar a retenção de clientes e o valor da marca diante dos concorrentes.

 

Pronto para aplicar o conceito na sua empresa? Entre em contato!

 

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Open Taura encerra com produtos incríveis!

Programa de aceleração corporativa voltado para o agronegócio encerra com evento para apresentar produtos disruptivos ao segmento

Por Priscilla Mella | Fotos: Kyoodai e Marketing da Taura

 

Ao longo dos últimos três meses cinco startups tiveram a oportunidade de aperfeiçoar seus produtos e serviços, voltando-os para o agronegócio. Na última quinta-feira, 03/03, às 16h, apresentaram à Taura, no auditório da incubadora do Tecnosinos – Unitec, seus resultados.

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O Open Taura, programa realizado pelo Núcleo de Inovação Taura em parceria a aceleradora Ventiur e o parque Tecnosinos, procurava ideias que fizessem a diferença nas áreas de energia renovável, tecnologia na divisão de pastagem e ferramentas para cercamento – o setor de ferramental para agronegócio, no Brasil, está estagnado há 60 anos. O Núcleo de Inovação Taura, junto com a aceleradora, selecionou cerca de 20 projetos dos quais somente cinco (Automatizare, Green Tec, Life Lab, Snitch e Weevee) chegaram ao evento final.

Das escolhidas para mostrar sua evolução e suas soluções de produtos inovadores para o segmento, aquelas que tiverem maior viabilidade, a Taura irá tornar-se parceira para desenvolver os produtos e colocar no mercado através do seu canal já estabelecido.

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Como surgiu e o que é o programa Open Taura

Na busca para melhorar e facilitar as rotinas do homem do campo, a Taura iniciou o programa Open da Ventiur e criou o setor Núcleo de Inovação Taura.

O projeto, que agrega conceitos de Aceleração Corporativa e Corporate Venture, visa dinamizar a cultura da inovação organizacional por meio de conexão com startups em um processo de Inovação Aberta. Utilizando as práticas de Design Thinking, inicia com uma etapa e imersão, buscando entender as “dores” e oportunidades de inovação; passa pela prospecção, seleção e capacitação de projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa e culmina na aceleração de startups com potencial de conexão com a corporação.

 

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Conheça as empresas e os produtos apresentados no evento:

Automatizare:

Empresa do ramo de automação com projeto relacionado a tecnologias de cercamento. A ideia inicial do projeto foi mantida ao longo do processo. O projeto sofreu adaptações somente na estratégia de venda pois, inicialmente a ideia era vender a solução como um implemento agrícola. Conforme as pesquisas de mercado foram realizadas percebeu-se que seria mais atrativo para os produtores a venda na forma de prestação de serviço, onde o implemento é levado até a propriedade executa a atividade e a precificação fica na forma de uma cobrança de um valor por metro de cerca concluída. O produto consiste basicamente em um implemento que quando acoplado em um trator executa o alinhamento e fixação dos arames nos moerões através de presilhas que são pregadas aos moerões automaticamente. O equipamento também estica o arame e tem seu principio de funcionamento baseado em atuadores pneumáticos.

Green Trailer:

Green trailer consiste em uma empresa que desenvolveu um reboque com um banco de baterias que são carregadas através de placas solares. O projeto deriva de um primeiro protótipo de moto elétrica que carrega suas baterias com painéis fotovoltaicos, vencedor do prêmio Roser do Tecnosinos. O projeto oferece uma solução completa, a empresa também dedica espaço do reboque para carregamento de ferramentas e durante o Open Taura realizou suas pesquisas de mercado e constatou que precisaria aumentar a gama de tamanhos dos reboques oferecidos, terminando por oferecer três diferentes modelos. O que diferencia os modelos é simplesmente o tamanho e capacidade de carga do reboque que, por consequência pode, em seu modelo menor, ser levado por uma moto.

 

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Life Lab:

Life lab é uma empresa que já tem experiência com energias renováveis utilizando painéis solares. Continuando sua busca por novas soluções chegou a uma inovadora forma de geração de energia através de uma fonte alternativa promissora. Através da utilização de um motor Bedini adaptado o sistema é capaz de gerar energia através de um rotor que utiliza imãs e produz energia a custos estimados como mais baixos que os atuais. Durante o processo foi possível construir um protótipo funcional em escala menor, em termos de geração de energia. A hipótese de produção que ainda precisa ser validada é a troca do gerador existente no protótipo por um gerador com inércia menor para que o motor possa conferir maior rotação e por consequência, gerar amis energia barata. Esta etapa esta prevista para ser testada em alguns meses e o novo protótipo validado pela equipe técnica da Lifelab para que então o produto seja concluído e comercializado.

Snitch:

Snitch é uma empresa já consolidada no ramo de segurança residencial por sistema automatizado de câmeras. Ao ingressar no Open Taura o projeto era desenvolver alguma solução de cercamento virtual ligado à segurança. Com o decorrer do projeto foi possível perceber que uma tecnologia de cercamento via câmeras em uma fazenda inteira seria muito cara. Sabendo disso a empresa alterou seu projeto inicial e começou a realização da prototipagem de uma solução de segurança patrimonial para propriedades rurais. Esta solução é dimensionada para áreas menores (por exemplo, a região da sede da fazenda) que contem produtos ou materiais de alto valor agregado como, por exemplo, fazendas de gado de elite, cavalos de raça, orquidários, galpões e casas da fazenda.

Weevee:

A empresa Weevee traz para o projeto Open Taura um conceito de cercamento virtual, onde as fazendas não teriam mais que possuir cercas para alocar seus bois nos determinados piquetes ou áreas de pastagem. Como o projeto é ambicioso e o desenvolvimento de alguma solução, tanto no panorama técnico quanto mercadológico contem muitas variáveis, o foco da empresa durante o Open Taura foi de estabelecer pesquisas de mercado mais solidas para antes de tudo ter uma ideia que fundamente o conceito de cercamento virtual que a empresa está planejando de uma maneira viável.

 

Confira mais fotos do evento!

 

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Investir com sucesso em startups? A StartSe e a Ventiur te ajudam!

A Startse promoveu, na última quarta-feira, um evento online gratuito para clarear as dúvidas de quem deseja investir em startups. O evento trouxe nomes como Marco Poli, um dos líderes mais ativos da Anjos do Brasil, Pedro Englert e Eduardo Glitz, da StartSe. O diretor executivo da Ventiur, Sandro Cortezia, fez parte desta conversa e contribuiu para elucidar tópicos relevantes para quem deseja ter sucesso investindo em startups.

 

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“No Brasil tem se investido pouco em inovação […], startups são pura inovação e […] faz parte da inovação correr riscos. Em compensação o retorno, o resultado, quando acontece, é proporcional ao risco que se corre”, enfatiza Cortezia no bate-papo.

Investimento, parâmetros para ser investido e cases de sucesso. Os assuntos destacados na conversa são para investidores e para startups.

 

VOCÊ É INVESTIDOR OU GOSTARIA DE INVESTIR EM STARTUPS? MARQUE UM CAFÉ CONOSCO!

 

https://youtu.be/C-fFi2Nn2ig

 

 

Startup desenvolve inteligência artificial em moda

A rede social Hookit mudou seu modelo de negócio e aposta em ofertas para mercado B2B

 

Acelerada pela Ventiur por meio do programa Startup Brasil e apoiada com recursos do Tecnova/FINEP, o Hookit ingressou na área de Inteligência Artificial e está desenvolvendo um robô (bot), para o mercado de moda, baseada em recursos de websemântica e aprendizado de máquina, que atua como um “personal stylist”. O objetivo do robô personal stylist é auxiliar e-commerces, aplicativos e portais de moda a interagir com o seu público de forma individual e especializada com o intuito de fomentar as vendas. Apelidado de Style BOT, o sistema permite que sites e aplicativos aprendam sobre os comportamentos de seus consumidores, interagindo com eles como um consultor de moda e estilo, resolvendo dúvidas e fazendo recomendações de acordo com as preferências de cada um. Acessando é possível conhecer mais detalhes deste robô.

 

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Parece que a tecnologia da inteligência artificial conquistou de vez o Hookit. Numa oportunidade identificada pela Ventiur, a startup uniu forças com o Portal Qualis para aplicar as tecnologias de Inteligência Artificial no serviço de telemedicina prestado pelo portal, desenvolvendo um sistema de apoio a decisão na recomendação de antibióticos para combate à infecções bacteriológicas. Para chegar às recomendações, o sistema utiliza de forma complementar Representação de Conhecimento (Knowledge Representation) e Aprendizagem de Máquina (Machine Learning) para representar e padronizar os procedimentos para a tomada de decisão e reconhecer as mudanças a serem incorporadas aos procedimentos padronizados.

E faz todo sentido ao universo do aprendizado de máquina ter conquistado a startup gaúcha. Segundo o Gartner Group, os algoritmos serão os responsáveis por acelerar o valor da economia digital. A empresa de pesquisa, coloca o aprendizado de máquina como uma das dez tendências que irão mudar o mundo nos próximos anos e prevê um tempo em que algoritmos – sistemas de resolução de problemas – irão assumir muitas ações que os seres humanos executam atualmente.

 

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Foto: The Guardian

 

Se na moda o Hookit criou um Style BOT, na medicina parece estar criando um Doctor BOT. Originalmente concebido para ser uma rede social de moda para consumidores, o Hookit vem pivotando (linguagem do meio para indicar mudança) seu modelo de negócio e direcionando esforços para o mercado B2B (business to business). A rede social, (modelo original de negócios) segue ativa como um laboratório para testes das tecnologias e engajamento da comunidade de moda em torno do assunto. Para o mercado B2B o Hookit oferece quatro ferramentas tecnológicas com base em Inteligência Artificial:

 

1.Sistema de Recomendação

 Com base nas interações dos consumidores, através de seu histórico de acesso a sites e as redes sociais, como o Facebook, o Sistema de Recomendação traça um perfil personalizado do usuário e, assim, recomenda produtos que se encaixam em seu gosto e estilo. Potenciais beneficiários: e-commerces de moda, marketplaces de moda e lifestyle.

 

2. Processamento de Linguagem Natural

É a parte “humana” do robô. Funciona como um personal stylist respondendo a dúvidas e dando sugestões de produtos e looks. Quem nunca ficou sem saber qual tipo de tênis combina com aquela saia jeans que está há tempos no fundo do armário? Ou qual o melhor look para ir a um casamento no campo? Potenciais beneficiários: e-commerces de moda, marketplaces de moda e lifestyle.

 

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3. Busca Semântica

Através do tratamento de problemas de ortografia, incorporação de sinônimos e análise de conceitos existentes nos termos de pesquisa, o módulo de Busca Semântica identifica itens de interesse do usuário que não constam em sua busca original.

Por exemplo, uma pesquisa por Vivienne Westwood num sistema tradicional de busca pode não trazer resultados como produtos com a estampa dos britânicos do Sex Pistols, no entanto, a estilista tem relação direta com o movimento punk e provavelmente um consumidor interessado nela também se interessaria pela banda ícone punk. Potenciais beneficiários: e-commerces de moda, marketplaces de moda e lifestyle.

 

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4.Análise e Classificação de Textos

O módulo de Análise e Classificação de Textos identifica termos ao longo do conteúdo de um texto e associa produtos ou outros elementos a partir desta leitura.

É um leitor digital bastante eficiente para blogs e portais que queiram associar produtos ao seu conteúdo de forma inteligente e automatizada. Potenciais beneficiários: e-commerces de moda, marketplaces de moda e lifestyle, portais de conteúdo, plataformas de conteúdo vertical, blogs.

Se Interessou? Manda um e-mail pra eles: oi@hookit.cc.

 

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5 Iniciativas para escalar suas vendas em 2016

Por Eduardo Muller

Dentre as várias startups com quem tenho conversado, algumas em estágio inicial (finalizando seu MVP), outras já com resultados em vendas, é muito comum se deparar com o desafio de como escalar as vendas. Como gerar uma máquina de vendas, que possa ser repetível, e escalável? Essa é uma pergunta muito válida, principalmente considerando as condições de mercado atuais, sem contar pela boa e velha busca pelo retorno de investimento.

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Vamos, então, às cinco principais iniciativas que sua startup (ou empresa já estabelecida) pode tomar em 2016 para escalar suas vendas.

 

1. Vendas consultivas.

Quantas pessoas gostam quando tentam lhe vender alguma coisa? Parece que temos um “click” interno automático para o ceticismo, quando percebemos que alguém está tentando nos vender algo.

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O papel do vendedor, com o passar dos tempos, tem se tornado cada vez mais o de um consultor. O comprador muitas vezes toma decisões baseadas em sentimentos, e tenta fazer análises, comparações, e pesquisas, para justificar a sua decisão. Com isso, o papel do vendedor passa a ser mais o de AJUDAR o comprador em seu processo decisório. E para poder oferecer uma ajuda de qualidade, é importante ouvir mais do que falar, fazendo as perguntas certas.

Poderia escrever outro artigo só falando sobre as perguntas a se fazer ao cliente (boa idéia), mas por agora vou recomendar um excelente livro nesse assunto: SPIN Selling, de Neil Rackham.

 

2. Primeiros vendedores ultra preparados

Nas primeiras vendas do produto, recomenda-se que o CEO tente ser o primeiro vendedor oficial. Não só ele teoricamente entenderá bastante do produto, mas também ouvirá os primeiros feedbacks do cliente para já fazer as modificações necessárias no produto. Uma vez que o CEO nāo estiver mais “full time” nas vendas, é recomendado que os primeiros vendedores estejam bastante preparados (ambos tecnicamente e em vendas).

Na parte técnica, recomenda-se que o vendedor tenha experiência “do outro lado da mesa”, tendo comprado o produto ou serviço que vende, ou que entenda bastante da jornada de compra do seu cliente. Em meu primeiro trabalho com vendas, tinha que efetuar uma venda complexa de automação predial para Engenheiros. Antes de entrar em vendas, tendo eu mesmo exercido a função de Engenheiro, eu vivia a mesma jornada de compras dos que então se tornaram meus clientes. A compreensão da jornada de compra, e do processo decisório foram imperativos para entender a abordagem apropriada com esse perfil de comprador.

Em relação ao preparo em vendas, é recomendável que o primeiro vendedor já tenha passado por alguma experiência em vendas (consultivas!), para que possa comunicar-se de maneira excepcional com os clientes, sabendo fazer as perguntas certas, trazer feedback à equipe de produto, e ter a auto-confiança e garra que uma certa experiência traz em um profissional de vendas.

 


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3. Processos de vendas

Para as equipes de produto e processo (ou para fãs de lean startup e lean manufacturing como eu) a padronização de processos é extremamente importante. Isso também é uma realidade nas vendas. Para escalar suas vendas, é importante desenhar uma “máquina de vendas” que possa ser repetível. Comece com um esboço. Da prospecção ao fechamento. Fique atento às métricas. Elas podem te ensinar muito sobre o que pode ser melhorado (produto, abordagem ao cliente, etc). Conforme você for aprendendo com seu processo, e o iterando, em certo momento pode chegar em um processo de vendas mais sofisticado, o qual pode ser escalado para uma equipe de vendas maior. A boa notícia é que, conforme esse processo for melhorando, e você começar a ter uma idéia do que funciona para escalar uma equipe de vendas, os próximos vendedores que você for contratar não necessariamente necessitam de tanta experiência quanto os seus primeiros.

Um ponto importante do desenvolvimento do processo de vendas é de colocá-lo na perspectiva do comprador. Inicialmente é comum ver equipes construindo processos baseados nas suas atividades (ex: contato inicial – demonstração – fechamento). Pode até fazer sentido pelo ponto de vista do controle das atividades da equipe. No entanto, as vendas dependem mais do comprador do que do vendedor. Por isso, é importante conhecer a jornada de compra do seu comprador, e traduzi-la para o seu processo de vendas.

Veja um exemplo de pontos principais da jornada de compras que pode ser trazida para o processo de vendas:

 

Comprador ciente que possui algum problema a ser resolvido

Comprador considera o seu produto como solução

Comprador em processo de decisão final

 

4. Ferramentas

Conforme você põe a sua “máquina de vendas” para funcionar, é importante ter certeza que possui as ferramentas adequadas para operá-la. Independentemente de quão simples ou sofisticada é a sua equipe, em 2016 será essencial acompanhar seu processo de vendas, atividades com o cliente, relacionamento, transações, e acompanhar suas métricas com um bom CRM (customer relationship management). O nome pode parecer complicado, mas esse tipo de  software se apresenta em várias formas no mercado hoje em dia, dos mais simples aos mais sofisticados, para todos os bolsos e tipos de equipe.

Além do CRM, dependendo de como sua equipe entra em contato com os clientes, certifique-se que você está automatizando atividades que possam tomar tempo do vendedor. Tempo que poderia estar sendo melhor utilizado realmente VENDENDO. Isso inclui ferramentas de email automático, video conferências & webinars, preparo de propostas, estimativas, etc. Analise o que faz sentido para a situação em que a sua equipe de vendas se encontra (retorno de investimento). Dê preferência a ferramentas que sejam cloud based, e fáceis de utilizar.

 

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5. Inside sales

Já bastante praticada nos Estados Unidos, a prática de Inside Sales (vender de dentro da empresa, sem ter que ir até o cliente fisicamente) vem sendo cada vez mais adotada no Brasil nos últimos anos. Principalmente considerando a necessidade atual de operar empresas com bastante cuidado nos custos, se a sua empresa ainda não adota essa prática de vendas, deveria considerar. Ainda não conhece? Então, vamos lá…

Diferentemente de telemarketing, Inside Sales é uma prática de vendas consultivas (bastante comum em B2B), onde os vendedores são bastante qualificados, têm mais de uma interação com o cliente, e comunicam-se com o cliente de forma não presencial (telefone, video conferências, email, mídias sociais).

 

Algumas das vantagens principais dessa prática:

  • Mais fácil de implementar e escalar vendas. Sem a necessidade de estar fisicamente presente em múltiplas regiões, é mais fácil ter um bom acompanhamento inicial das vendas, iterar processo, e inclusive vender globalmente de um só escritório.
  • Custos bastante inferiores à equipes de vendas tradicionais.
  • Maior foco em vendas. Não precisa pegar trânsito para chegar ao cliente, avião, planejar rotas, etc. Chegue ao seu computador, ou smartphone, e opere sua máquina de vendas com eficiência total.
  • Maior colaboração interna. Com equipes de vendas, customer success, suporte ao cliente, produto, e marketing todas sob o mesmo teto, se torna muito mais fácil a colaboração.
  • Várias opções de ferramentas de produtividade. Se você pretende realmente automatizar sua máquina de vendas, há várias soluções em SaaS hoje em dia para equipes de Inside Sales. É possível ter uma integração das suas ferramentas de marketing, CRM & automação de vendas, customer success, além de outras. O fascinante disso é a qualidade da visualização das suas métricas que sua empresa passa a ter. CEO’s e investidores agradecem!

 

Independentemente se você está só começando sua startup, ou se já tem uma empresa estabelecida, o mundo das vendas é muito dinâmico. Como muitas tecnologias, a máquina das vendas tem evoluído continuamente. Há vários recursos disponíveis para desenhar, construir, e operar a sua. Entenda como customizá-la para o seu negócio, e esteja pronto para escalar suas vendas!

 

Gostou do artigo? Sugira novos conteúdos, mande um e-mail para priscilla@ventiur.net .

 

Eduardo-square   EDUARDO MULLER | CEO da Oversea Consulting

Graduado em Engenharia Mecânica pela Purdue University, Eduardo tem acompanhado nos últimos sete anos nos Estados Unidos as práticas de vendas e operações estado da arte de empresas Fortune 100 a startups. Como CEO da Oversea Consulting, Eduardo oferece consultoria e treinamento para equipes de vendas que querem estar à  frente com o que há de último no mercado global, entre em contato com a Ventiur e impulsione suas vendas.

5 oportunidades incríveis para startups em 2016

O ano inicia e com ele um turbilhão de novos desafios e perspectivas. Na busca para alavancar sua vida profissional muitos decidem aproveitar os desejos antigos e empreender. Para contribuir com essa meta a Ventiur relembra as tendências de 2015 e destaca as melhores oportunidades para empreender em 2016.
No ano que passou soluções tecnológicas para drones, IOT (internet das coisas), impressão 3D e realidade virtual fizeram muitas empresas tornarem-se reconhecidas. Em 2016, o senso entre investidores de risco e analistas da indústria é de que a maioria das startups não irão revolucionar, mas vão colocar esforços no reforço das tecnologias, dos produtos e dos serviços já existentes.

Para refrescar a memória e facilitar a procura, na lista abaixo, estão cinco tendências de startups que vão estar com tudo em 2016.

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1. Casas conectadas
Embora os dispositivos de casas inteligentes não sejam novos as preocupações envolvendo a segurança dos dispositivos de IOT em casa dificultam a adoção e aceitação desses gadgets em grande escala.
Mas é apenas uma questão de tempo. Na medida que os usuários virem os ganhos e adotarem mais dispositivos não será um problema. Quando perceberem o valor de poder monitorar tudo a sua volta, e sua eficiência, será tão comum quanto monitorar batimentos cardíacos e passos.

2. Saúde digital e Big Data
Falando em saúde, outra tendência deste ano é o aumento de serviços e inovações para melhorar o armazenamento digital de dados de saúde e de acesso. O que oferecerá serviços on-line para tratamento médico e criação ou aprofundamento de ferramentas de diagnóstico – como tecnologias de previsão de risco de câncer.
Logo, terão mais oportunidades para criação de soluções disruptivas a fim de tornar o big data mais palpável e com valor.


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3. Financial tech em mercados emergentes
No ano que passou as startups voltadas para as soluções financeiras, conhecidas como FinTech, conseguiram mudar o meio como as pessoas transferem, investem e manipulam seu dinheiro. Em 2016 diversos novos serviços deverão ser incorporados. Da América Latina e Oriente Médio aos Estados Unidos e Europa com desenvolvimento de soluções para pagamentos e empréstimos.

4. Serviços de cibersegurança para proteger negócios
Com o avanço da tecnologia os hackers maliciosos estão mais sofisticados, o que exige formas novas das empresas se protegerem. Considerando que a cada nova solução dada, os cybercriminosos encontram meios de ultrapassá-la, o desenvolvimento de inovações é constante nesse segmento.

5. Proteção à privacidade
Conforme mais usuários viram adeptos as pulseiras inteligentes e instalam recursos e centros multimídia em seus lares, eles desejam que todas essas informações sejam muito bem guardadas. Encontrar formas de coletar informações garantindo a privacidade dos usuário é uma oportunidade muito promissora e que traz como clientes grandes companhias.

Agora que você já tem a inspiração que tal começar já?

Fonte: IDGNOW

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Meetup terá startups na conversa!

O evento que pretende trazer os assuntos relacionados ao empreendedorismo com leveza está chegando. O Meetup Warmup Lajeado vai acontecer na segunda semana de dezembro, dia 10, no popular Tombado, em Lajeado, às 19h.

A iniciativa promove a descontração do ambiente e da cerveja gelada com a possibilidade de fazer networking e conhecer um pouco mais sobre o programa de pré-aceleração de startups que fará seu projeto decolar.

Para trazer maiores pontos de vista para a conversar, o Meetup contará com a presençade investidores e de startups, como a Devorando. A startup acelerada pela Ventiur e que irá partilhar sua história, modelagem de negócios e estágio atual da empresa. Mais que uma interação com o ecossistema de startups, o ambiente descontraído fará com que todas as dúvidas do programa CRIE Warmup sejam sanadas. Evento esse realizado pela Ventiur e pela Univates e que irá movimentar a área de inovação do Taquari Valley. 

Crie Núcleo color.

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MEETUP WARMUP LAJEADO

Quando: 10 DEZ | Quinta-feira.

Horário: 19h

Local: Tombado

Rua Borges de Medeiros, 225 – Centro | Lajeado | RS

Evento oficial das redes clicando aqui.