Negócios inovadores: conheça mais sobre o mercado das ‘techs’

negócios inovadores conheçam as techs

O crescimento da tecnologia tem contribuído cada vez mais para o desenvolvimento de negócios inovadores em diversos segmentos da sociedade. Essas aplicações têm facilitado a nossa vida, em especial nestes tempos de pandemia da Covid 19. Todas essas mudanças têm impulsionado a criação de startups inovadoras que utilizam a tecnologia, as chamadas techs. Essas empresas atuam em nichos específicos, como finanças, saúde, educação, energia, alimentação, agronegócio, sustentabilidade, dentre outros. 

O crescimento dessas startups tecnológicas se deu, principalmente em função das segmentação de mercado. Esses negócios surgiram com o objetivo de facilitar o acesso das pessoas a produtos e serviços, e ganharam ainda mais força durante a pandemia. Com as medidas restritivas de circulação para tentar conter a disseminação do vírus, a mudança nos padrões de comportamento – e de consumo – abriu novas oportunidades para os empreendedores. 

Dentro desse contexto, as novas tecnologias se tornaram aliadas dos empreendedores, que desenvolveram novas soluções para atenderem seus clientes. Além de atrair empreendedores, a pandemia também levou empresários ‘tradicionais’ a migrarem para o setor tecnologia, adotando o sufixo tech. Um destes setores, o financeiro, consolidou o Brasil com um dos grandes ecossistemas de fintechs, segundo relatório da consultoria Findexable.em parceria com a finteh alemã Mambu. O país alcançou a primeira posição da América Latina. 

São tantas techs, que por isso preparamos abaixo uma lista com os principais segmentos que adotaram esse sufixo. Porém ainda existem outros em franca expansão, como também falaremos um pouco mais sobre essas áreas ainda neste artigo. 

Fintechs

Um dos primeiros segmentos a despontar no País, as fintechs são aquelas negócios inovadores de tecnologia que atuam no setor financeiro. Com foco principal em agilizar a resolução dos problemas do cliente, entre as principais empresas do setor, destaque para os chamados ‘unicórnios’ (startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão), como Nubank e Conta Azul. Ainda sobre este segmento, com o advento do open banking, as fintechs devem ter novas oportunidades de crescimento, em especial nas áreas de desenvolvimento de soluções e vendas. Em um ano, o número de fintechs no Brasil saltou de 61 para 108. 

Agtechs

Com foco em soluções para o agronegócio, as agtechs estão cada vez mais presentes no País. Com o uso de tecnologia de ponta, essas empresas levam inovação aos diversos setores do agro, o que inclui gado leiteiro, pecuária de corte e grãos. No ano passado, em meio a pandemia, empresas do setor tiveram valorização de até 56%, e levaram a transformação digital ao campo. Dados do Radar Agtech Brasil indicam que Porto Alegre é a sexta cidade brasileira com mais agtechs  – no Brasil existem atualmente 1,6 mil deste segmento. 

Healthtechs

As chamadas healthtechs (tecnologia para saúde, do inglês) são aquelas startups que desenvolvem soluções tecnológicas para o setor da saúde. Este é um dos segmentos que mais cresce em todo o mundo, e também registrou alta durante a pandemia de Covid 19. Em função das medidas restritivas de circulação, áreas como a telemedicina ganharam força, facilitando o acesso da população aos serviços médicos por meio do uso de tecnologias digitais. E a tendência é de que os serviços médicos online se mantenham em alta mesmo após o término do confinamento. Estimativa da Associação Nacional dos Hospitais Privados aponta que esse número deve chegar ao patamar de 15% ao ano. 

Energytechs 

Essas startups trabalham no segmento de energia – um dos setores mais estratégicos e carentes de infraestrutura tecnológica do País. Empresas desse setor trabalham tanto na geração, quanto no controle e na gestão de energias comuns e renováveis. Atualmente o Brasil tem mais de 150 startups do setor de energia, as quais buscam solucionar o problema da crise energética. Estes negócios inovadores atuam nas áreas de energia renovável, gestão energética, eficiência energética, internet das coisas (IoT), mercado de energia e baterias, e estão concentradas nas regiões Sul e Sudeste do País.

Edtechs

Também conhecidas como edutechs, essas empresas desenvolvem soluções inovadoras para a área de educação. Por meio de plataformas virtuais de ensino, aplicativos para dispositivos móveis, objetos de aprendizagem, cursos online, dentre outras ferramentas, estas startups também ganharam destaque durante a pandemia. Isso deve, em especial, à migração das aulas presenciais para ambiente virtual – um dos principais entraves para a educação em tempos de Covid foi justamente a comunicação. Para facilitar o processo de ensino, estas plataformas reúnem realidade virtual, inteligência artificial e gamificação. Atualmente existem no País 566 edtechs ativas – número 26% superior ao registrado em 2019.

Foodtech

A junção da palavra inglesa food (alimento) com a tecnologia, deu origem ao termo foodtech. Ainda que seja mais consolidada em outros países do que no Brasil, a categoria atrai cada vez mais empreendedores e investidores atentos a este tipo de negócio. Capaz de reinventar a forma como criamos, compramos, cozinhamos e pensamos a comida, o setor atende as demandas de vários públicos, permitindo que por meio de um app possa receber em sua casa alimentos e bebidas. Um dos exemplos mais emblemáticos desse setor é o do Ifood – unicórnio brasileiro que praticamente abriu caminho para as demais plataformas do segmento. 

Imobtech ou Proptech

Este segmento também já é um velho conhecido do consumidor e realiza a conexão entre corretores, imobiliárias e pessoas que estão procurando alugar ou vender imóveis. As chamadas imobtechs ou proptechs têm como objetivo desburocratizar e agilizar os processos de locação, compra e venda de imóveis. De acordo com a Terracotta Ventures, somente em 2020, houve crescimento de 23% no número de startups do setor. Um dos nomes mais conhecidos nesse segmento é o unicórnio brasileiro Quinto Andar. 

ESGtechs

Esse segmento é relativamente novo, mas tem chamado a atenção dos investidores ao redor do mundo, em especial por sua conduta pautada pelo social, ambiental e de governança. As ESGTechs são negócios inovadores da área de tecnologia que cultivam as boas práticas de Environmental, Social and Governance (ESG), da sigla em inglês. Sua proposta tem atraído a atenção dos investidores, como é o caso da Trashin – startup acelerada pela VENTIUR e que atua na gestão e logística reversa de resíduos em empresas e condomínios. Em maio a startup gaúcha captou, em apenas quatro horas, a R$ 1 milhão via CapTable – tempo recorde para a modalidade de equity crowdfunding no Brasil.


Negócios inovadores: Techs de outros segmentos também registram crescimento

Como já falamos a transformação digital impulsionou o surgimento de negócios inovadores, em especial de startups, em diversos setores da economia. Além dos nichos de atuação que falamos acima, empresas de outros segmentos também têm ganhado destaque nos últimos anos utilizando o ‘sobrenome’ tech. Dados da Associação Brasileira de Startups indicam que entre 2015 e 2019, o número de startups no Brasil saltou de 4,151 para 12.727. Isso resultou em um aumento de 207%. Muitas destas organizações também entregam propostas inovadoras para o seu público, revolucionando atividades tidas como tradicionais. 

Entre elas estão: salestechs (soluções vendas), logtechs (logística), touristechs (turismo), mobilitytechs (mobilidade), indtech (soluções industriais), HRtechs (recursos humanos), fashiontechs (moda e beleza), lawtechs (ligadas ao direito), insurtechs (seguradoras tecnológicas) pettechs (mercado pet), regtechs (regulamentação e compliance), govtechs (soluções governamentais), construtechs (construção civil), e sportechs (esporte).

Mais recentemente acompanhamos o surgimento de um novo unicórnio brasileiro, a chamada “idtech” Unico. Trata-se de uma empresa que trabalha com identificação pessoal, e é pioneira em autenticar e proteger identidades no ambiente digital. Se você também tem um negócio inovador e gostaria de impulsioná-lo, nós da VENTIUR podemos te ajudar.

Para mais informações sobre nossos programas de aceleração e investimento em negócios inovadores, como as startups, entre em contato com nossa equipe. Para ficar atualizado sobre as notícias e tendências sobre empreendedorismo e inovação, siga a Ventiur no Linkedin.

Encerramento e premiação da SAP Innomarathon

Por: Carolina Elma Cassel

  No dia 31 de agosto, aconteceu a avaliação das startups participantes da competição SAP Innomarathon, o desafio social promovido pela SAP Labs Latin America e pelo TECNOSINOS. Os competidores tiveram sete minutos para apresentar o seu pitch, já os avaliadores dispunham de três minutos para esclarecer dúvidas, especialmente, sobre o impacto social, progresso, IoT & big data e modelo de negócio, principais quesitos de avaliação. O processo de escolha foi criterioso e demorado, já que startups de alto nível participaram da semi-final, e somente quatro projetos foram selecionados para a final da competição, que aconteceu no dia seguinte.

  Na final da competição o tempo de apresentação foi estendido para dez minutos e o de questionamentos para o mesmo tempo, totalizando vinte minutos. Funcionários da SAP Labs Latin America foram convidados para o evento e escolheram a startup vencedora. O vencedor, que foi anunciado durante o maior evento da SAP para o público universitário, o SAP Techniversity, recebeu um cheque de vinte mil reais e seis meses de incubação, o segundo, terceiro e quarto colocado receberam três meses de incubação na UNITEC, a incubadora tecnológica do TECNOSINOS.

  Durante todo o processo as startups receberam o apoio de negócios da Ventiur, por meio da metodologia WARMUP. Saiba mais sobre a evolução do desafio aqui e sobre o workshop jurídico do qual os empreendedores participaram aqui.

Startups premiadas:

1º lugar: EJR Robótica Educacional

2º lugar: Aldiwa

3º lugar: Doador Online – Banco de Sangue Virtual

4º lugar: Alientronics

Galeria de imagens do evento:

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Pela criação de um futuro customizável e de novas tecnologias

Por: Luiz Henrique Rauber Rodrigues

  Como identificação de uma pedra angular, o mundo data o 2005 e o evento Maker Faire (e a revista Make Magazine), que estimulou com que vários nerds da cultura do “Do It Yourself – DIY/ Faça você mesmo”, saíssem de seus quartos e garagens e fossem lá expor o que produziam e aprender mais. Sobre a cultura DIY, e também este evento, se leva a pensar não é nada novo um movimento para reunir estes nerds, afinal o Apple I foi mostrado para a imprensa pela primeira vez em 1975 por Steve Wozniak e Steve Jobs numa feira de computadores caseiros, a Homebrew Computer Clube, mas hoje é diferente, não é só o nerd que está sendo emponderado a vir à luz.

  Este empoderamento que vem desde 2005 é fruto de um dos grandes movimentos recentes e certamente disruptivo, levando em conta uma evolução histórica e por vezes centralizada, o denominado “maker movemmnet / movimento maker”. Este movimento traz uma mentalidade para que qualquer pessoa possa criar, prototipar, produzir, vender e distribuir qualquer coisa que ela fizer.

  O movimento cultural maker dá uma dinamicidade de “dar o poder” da construção para qualquer pessoa. Isso tem até sido considerado uma nova revolução industrial, pois esta mudando toda uma lógica de produção e venda, de conhecimento e informação, pois o que era centralizado em indústrias, pode ser feito em casa. A abrangência cultural esta atingindo a todas pessoas que tenham interesse nesta cadeia mercantil. Para uma exemplificação simples em 2 tipos de pessoas, consideraremos os nerds e os desingers:

  Um nerd de tecnologia, criou um microcontrolador porque ele queria ou precisava, o arduino (mas poderia ser citado outros muitos);
  Este arduino foi divulgado como hardware livre o que possibilitou que, com baixo custo, outros nerds o copiassem e o utilizando, prototiparam uma impressora 3D;
  Esta impressora num conceito RepRap, foi otimizada por outros nerds e ficou com uma qualidade similar a que é vendida pela indústria, custando bem menos;
  Sabendo disso, um designer que dependia de criar escala e da indústria para produzir seus produtos, comprou uma destas impressoras, e agora a usa para produzir em casa chaveiros que como em pequena escala, são até personalizados;
  Já um outro grupo de nerds que gostam de produção em madeira e não em plástico, otimizaram processos parecidos e desenvolveram uma CNC;
  Agora um outro designer cria e produz cadeiras, quadros, letras e afins em casa, e não mais numa grande madereira que ficava com parte de seu lucro;
  E de nerd pra nerd, de um conceito parecido a CNC, outros nerds queriam mais profissionalismo em suas placas eletrônicas caseiras. Com isso, produziram uma fresadora que é quase auto-replicante como a RepRap. Esta fresadora é utilizada agora até na Universidade para prototipar placas eletrônicas em casa, sem a necessidade de pedir, até para outros países, que façam isso.

  E a cultura maker é totalmente descentralizadora. Outro exemplo dentro deste movimento, e destacado recentemente pela Maker Faire, é de alguém que produziu, sem tecnologia eletrônica, um tipo de horta vertical que facilitou o cultivo de hortaliças e tá mudando o cenário municipal.

  As criações, estimuladas por necessidades ou apenas por curiosidade, tem proliferado esta revolução em todas as dimensões. Ao mercado consumidor a atenção maior está no impacto industrial no presente, mas tem tido até mais impacto no espectro educacional, e por isso, o impacto industrial será futuramente maior, e a indústria precisa aprender sobre esta cultura. Antigamente a criança que desmontava seus brinquedos era até punida por seus pais e afins, mas hoje, é estimulada a fazer isso por eles, e aprende ainda mais a desmontar em sua escola ou em cursos extras. Estas crianças estão aprendendo eletrônica, robótica, programação (…), a cultura de que elas podem criar e fazer. Na educação é preconizado para que a atenção seja muita maior no “processo” do que no “produto”. Esta mudança de foco fará com que estes futuros consumidores, não tenham desejo em comprar um chaveiro pronto, talvez se personalizado… mas sim muito em uma impressora 3D.

Novas ideias para artigos? Criticas e opiniões, envie um e-mail para carolina@ventiur.net.     

 

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 LUIZ HENRIQUE RAUBER RORIGUES | Consultor e professor

Empreendedor, professor, palestrante, pesquisador e afins; Professor no Senac Santa Cruz do Su; Mentor Startupies Weekend; Mestre em Nanociências; Especialista em Gerenciamento de Projetos; Bacharel em Ciência da Computação. Palestrou Campus Party/Latinoware/ Fisl. Interesse principal em software e hardware livre, hackerspaces, startups, DIY, TI Verde, biohacking.

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LIVRO DO MÊS: ORGANIZAÇÕES EXPONENCIAIS

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LIVRO DO MÊS: Organizações exponenciais

Por: George Gallas

O que são organizações exponenciais? O que isso quer dizer? O publicitário Valter Longo defende que o cérebro humano tem a tendência a pensar de forma linear, enquanto o mercado muda de forma exponencial. Outra citação que modela nosso modo de pensar é “A mente humana superestima o que podemos fazer em um ano, mas subestima o que podemos fazer em dez”. Ou seja, sempre queremos causar uma revolução em um ano, mas não acreditamos que podemos estar tão à frente em dez.

O livro Organizações Exponenciais foi escrito por Salim Ismail, Michael S. Malone e Yuri Van Geest. Todos os autores possuem experiência na Singularity University, universidade que atua junto a NASA para estudar as tendências da tecnologia e o impacto que elas irão causar no planeta (ou até fora dele). A abordagem é muito importante para avaliarmos como as políticas empresariais que aprendemos no século XX não se encaixam mais na maneira como as novas empresas criam e gerenciam seus negócios.

A capa do livro já questiona “Por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas?” Sem muitos spoilers, é importante citar 5 fatores que já podem ser trabalhados em qualquer organização que visa se diferenciar através da inovação:

Tenha um Propósito Massivo Transformador: Defina o que move a empresa? Qual o objetivo por trás de toda a operação realizada diariamente? O Google quer “Organizar as Informações do Mundo” e o Ted valoriza as “Ideias que merecem ser espalhadas”. O que a sua empresa faria se tivesse 1 bilhão de dólares e todo o poder necessário?

Entenda sua comunidade e multidão. Sua empresa não existe apenas para sustentar os empresários e seus funcionários. Qual o impacto que a empresa causa nas demais partes envolvidas? Clientes, usuários, comunidade próxima e fornecedores? O que todos estão aprendendo? Como está a sua comunicação com eles?

Utilize dados para tomar decisões. Empreendedores tendem a ser orgulhosos e muitas vezes esse orgulho pode atrapalhar na hora de tomar decisões importantes. Usar dados de forma racional é fundamental para que as decisões sejam melhores e beneficiem a empresa. Coletar, mensurar e compartilhar dados é essencial para qualquer empresa que deseja inovar e crescer.

Valide suas ideias. Todos os projetos, independentemente do tamanho da empresa, precisam ser validados. Faça protótipos funcionais e coloque na mão dos clientes. Avalie o seu desempenho e registre o feedback dos consumidores. Como diria Peter Drucker, “Não há nada tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que não deveria ser feito”. Antes de lançar um produto com altos investimentos em desenvolvimento e marketing, valide para ter certeza se resolve os problemas dos clientes e se eles percebem valor no que está sendo oferecido.

Desenvolva a Inovação de quatro maneiras: Desenvolva startups periféricas, alocando funcionários estratégicos para criarem soluções novas para a empresa. Contrate pessoas externamente que tenham a missão de encontrar maneiras melhores de resolver os problemas que a empresa (ou o mercado) possui. Crie um ambiente de inovação onde sejam testados experimentos (muito importante para esse laboratório é dar a liberdade para que funcionários sejam criativos e não limitem o seu potencial em função de seu cargo na empresa). A última maneira de desenvolver a inovação é fazer parcerias estratégicas com aceleradoras e incubadoras, para estar próximo das startups que potencialmente podem afetar o seu mercado e a sua empresa.

Gostou das dicas? O livro apresenta muito mais. Tudo para que empresários, diretores e executivos possam transformar sua maneira de trabalhar a inovação e não ter medo de desafiar o novo. Transforme sua empresa tradicional em uma organização exponencial, ou mais cedo ou mais tarde alguém o fará no seu lugar!

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Ventiur realiza mais um DEMODAY

Por Carolina Elma Cassel I Fotos: Carolina Elma Cassel

  Na semana passada, foram realizados diversos eventos envolvendo os participantes da competição SAP Innomarathon e do WARMUP da Ventiur. Na terça-feira (16), as startups reuniram-se com a equipe da Ventiur na SAP Labs Latin American, para receberem dicas de como elaborar um pitch matador. No dia seguinte, quarta-feira (17), o encontro aconteceu no TECNOSINOS, e teve como finalidade o treinamento dos pitches.

  Essas atividades foram realizadas visando a apresentação das startups no DEMODAY, que aconteceu na quinta-feira (18). Na ocasião, as startups fizeram seu pitch, de até quatro minutos, e posteriormente a banca avaliadora, composta por investidores da Ventiur, questionou alguns aspectos apresentados pelos empreendedores, por mais quatro minutos.

  Diego Veronese, Sócio-Diretor da Alpha Venture Capital, empresa em que a Ventiur tem participação para investimento em startups, comenta que é “interessante ver projetos com alto valor agregado saindo do ponto zero e chegando a um estágio de viabilidade quase concreta em tão pouco tempo”.

  Na próxima semana, acontecerá a semi final e a final da SAP Innomarathon, e os vencedores serão anunciados durante o SAP Techniversity.

Conheça as startups que participaram do DEMODAY:

– Aldiwa

– Alientronics

– Brain

– Doador Online

– Ergon

– Procurando Patas

– SAP4ALL

– Sossegue

– Busque aí

– Cena Zero

– AveFlex

– Plantágio

– QR-Cowde

– Xenio

Confira a galeria de imagens:

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Ciclano é a nova startup investida pelo grupo Alpha One da Ventiur

Fundo de investimentos confirma seleção de nova startup

  A Ciclano é uma startup que criou um ecossistema de soluções em streaming para atender qualquer nicho ou segmento de negócio. Através de sua plataforma é possível fazer qualquer tipo transmissão via streaming, ao vivo ou on-demand, além de contar com recursos de marketing em vídeo.

  A startup participou da campanha Procuramos sua startup para investir! da Ventiur, e foi escolhida para compor o portfólio da aceleradora. Durante o processo de aceleração, a Ciclano receberá investimento do grupo Alpha One, e mentoria de Luciano Weber, CEO da empresa Device, além do apoio de toda equipe da Ventiur.

ciclano

Sobre a startup:

  A proposta da startup é disponibilizar aos clientes em um único serviço todos os recursos até então direcionados apenas para grandes players, como proteção de vídeos contra pirataria, captura de leads para marketing e interação entre espectador e o vídeo gravado, sistema integrado de anúncios, gravação, conversão e edição automática de vídeos, além de diversos outros recursos utilizados por grandes redes.

 Com centenas de clientes pelo mundo, e atendendo grandes marcas como Mormaii, Rabusch, Uatt e outras, a plataforma reúne recursos inovadores e possui um algoritmo avançado que é um facilitador para seus usuários, reduzindo o tempo com manutenção, gestão e distribuição de áudio e vídeo.

  O CEO da Ciclano, Maurício Castro, resume a plataforma da seguinte maneira, “somos o Vimeo Brasileiro, com recursos adicionais de Wistia, UStream e nossa expertise de 15 anos transformada em aplicações. Então, você terá a base dos recursos disponíveis na plataforma da Ciclano com alguns diferenciais que irão gerar valor ao seu negócio. Queremos nos tornar a maior referência Global em soluções de Streaming”.

  No ano de 2015, aos três meses de existência, visando o mercado global a Startup firmou contrato com um dos maiores players da indústria do streaming, a Wowza Media System. E em novembro do mesmo ano foi destaque no Web Summit, um dos maiores eventos de Tecnologia do Mundo, realizado em Dublin na Irlanda, onde foi considerada o “Unicórnio do Streaming” pela imprensa europeia, indicando o seu grande potencial de crescimento.

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Shoptutor é a primeira startup investida pelo novo fundo de investimentos da Ventiur

Aceleradora confirma o nome da primeira acelerada investida pelo seu grupo de investidores Alpha One

  O Shoptutor é uma plataforma que conecta pessoas e produtos, ajudando-as a comprar melhor e de forma mais prática. Isso significa escolher melhor, utilizando informações precisas em experiências personalizadas. A solução proposta pela startup é com esse objetivo. Por meio de um algoritmo próprio, o assistente Shoptutor recomenda o produto que tem a maior afinidade com o consumidor. A empresa fez seu kick-off no início de junho e segue em processo de aceleração nos próximo seis (6) meses.

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Conheça melhor a startup:

 A experiência do Shoptutor está centralizada em um assistente virtual para escolher e comprar eletrônicos. Esta proposta cria uma mudança importante no processo de compra de produtos, pois oferece facilidade para que qualquer consumidor possa fazer uma boa escolha. O consumidor que procura um notebook, por exemplo, informa seus interesses e desejos e o assistente Shoptutor sugere o modelo exato que tem a maior afinidade com a sua demanda. Assim, o consumidor consegue entender como a sua necessidade se relaciona com os produtos disponíveis, comparando modelos e ofertas dos principais e-commerces brasileiros. “O mais difícil para o consumidor é sentir segurança de que o produto escolhido vai atender a sua necessidade”, explica o Founder e CEO Marcos Beghahn a respeito do desenvolvimento da solução.

  Ver cada um satisfeito com suas escolhas e seus produtos é o que move a empresa. A ideia da startup veio após semanas de exaustão, do fundador da Shoptutor Marcos, na hora de comprar uma TV. Acreditando que o processo de escolha poderia ser mais prático, inteligente e eficiente, iniciou a criação do algoritmo de recomendação: “Geralmente, escolher um eletrônico novo gera muita confusão: são muitas as opções disponíveis no mercado e as características técnicas são difíceis de entender e comparar.” Idealizada no final de 2014 e implementada no final de 2015, a Shoptutor foi umas das startups destaques do programa Startup RS/2015, do Sebrae-RS, e do programa de pré-aceleração Warmup/2015, da Ventiur.

Christian Tudesco palestra sobre mercado de trabalho

Por: Tiago Silva e Elise Bozzetto I Foto: Divulgação

Durante o evento será lançada a programação do CRIExp

Lajeado – O Núcleo de Criatividade, Inovação e Empreendedorismo (Crie) promove, no dia 18 de agosto, o Warm Up – CRIExp. A atividade ocorre no Teatro Univates e tem início previsto para as 19h10min. O Warm Up tem como objetivo abordar assuntos como o mercado de trabalho e os impactos da competitividade na atuação e no perfil profissional.

  O palestrante será o professor Christian Tudesco, mestre em Marketing e consultor empresarial nas áreas de marketing, estratégia e vendas. Com o tema “Empreendendo para uma carreira vencedora”, Tudesco irá abordar os aspectos do cenário mercadológico, cada vez mais competitivo, e seus impactos na vida pessoal e profissional.

  Com abordagens criativas e entusiásticas, Tudesco trabalha a necessidade de desenvolver um novo perfil de atuação profissional para os desafios do século XXI e destaca a importância do empreendedorismo e da gestão na carreira.

   As inscrições para a palestra são gratuitas e podem ser feitas pelo site.

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Palestra lança CRIExp

   Durante o Warm Up – CRIExp, será lançada a programação do CRIExp. O evento ocorre nos dias 6, 7 e 8 de outubro e é um dos mais importantes sobre criatividade, inovação e empreendedorismo do Sul do país. O CRIExp contará com palestras, workshops especiais, rodadas de negócios e outras atividades de tecnologia e inovação.

   A participação de grandes nomes do Vale do Silício, celeiro de grandes talentos do empreendedorismo, também está confirmada para o evento. Justin Wilcox, fundador da Customer Dev Labs e da Focus Framework, voltadas a praticar os princípios do customer development e lean startup em startups e comunidades ao redor do mundo, é um dos principais palestrantes do evento. O CRIExp também trará Henrik Scheel, fundador da Startup Experience, que realiza programas para o desenvolvimento do empreendedorismo.

  A programação será composta ainda por palestras de Martha Gabriel, Clemente Nóbrega, Carlos Hilsdorf, Tiago Mattos, Fábio Nunes, João Kepler e Marcos Piangers, entre outros. Também haverá oficinas e dois eventos paralelos já confirmados: o Dash Games  e o Desafio Hospital Bruno Born/Sebrae. O CRIExp terá ainda show, espaço para food trucks e alojamento.

Inscrições serão abertas ainda em agosto

   A partir do dia 18 de agosto serão divulgados as inscrições e mais detalhes da programação. Por enquanto, os apaixonados pela criatividade, inovação e empreendedorismo podem acompanhar as novidades do evento pela fanpage ou se cadastrar na newsletter do evento, acesse aqui.

   O CRIExp é voltado a todos os estudantes da Univates e de outras instituições de ensino, alunos da educação básica, startups, empreendedores e interessados no assunto.

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Empresas e startups se unem em projetos de aceleração de ideias em que todas as partes ganham. Conheça dois cases envolvendo o Tecnosinos 

Fonte: Zero Hora

  No Brasil, onde empresas são, em geral, avessas ao risco, a parceria com startups vem ganhando espaço como alternativa para manter o negócio atual e relevante. Inovação aberta é expressão-chave para empresas do amanhã: organizações que buscam inovar podem beneficiar-se de processos e profissionais externos.

— As empresas não possuem todas as competências, e as startups são pura inovação, agilidade e flexibilidade. Uma das formas mais naturais de parceria é a empresa se utilizar dessa capacidade para diferenciar seu negócio — avalia Sandro Cortezia, fundador e diretor-executivo da aceleradora Ventiur e coordenador do Pós-MBA em Gestão da Inovação da Unisinos.

Dois cases recentes da Ventiur evidenciam que este é um caminho tanto para grupos tradicionais como para empresas jovens. A multinacional thyssenkrupp, uma das líderes de mercado de tecnologia e soluções para o transporte de pessoas, e a Taura, empresa especializada em arames fundada em 2008, buscaram aproximar-se de startups em programas que contaram com a consultoria da aceleradora e a estrutura da Unisinos.

O processo segue a metodologia do design thinking e começa com uma imersão da equipe da Ventiur para entender as demandas e anseios das empresas. São selecionadas startups com projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa. Elas recebem mentoria que envolve workshops e encontros com equipes da aceleradora e da “empresa-mãe”.

A thyssenkrupp focou em projetos de eficiência energética, elevadores inteligentes e inovação e logística. Das mais de 40 startups cadastradas, duas foram premiadas. Para Evelin Bicca, analista de inovação da área de negócios Elevator Technology da thyssenkrupp para o Brasil, a experiência foi um passo em direção à cultura da inovação aberta.

— Em um mês, elas apresentaram protótipos que costumam levar meses. Isto ocorre porque os empreendedores vivem o processo e são apaixonados pelo que fazem, fator que contribui com os bons resultados alcançados — avalia.

 

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Startups do Open Taura apresentaram projetos no Demo Day, no auditório da incubadora Unitec, no Tecnosinos

Inovação na pecuária

  A Taura importa e exporta arames para cercamento, mercado em que a concorrência é formada por siderúrgicas. Em um setor carente de avanços tecnológicos significativos, a empresa buscava soluções disruptivas em energias renováveis, divisão de pastagem e ferramentas para cercamento. Dos cerca de 20 inscritos no Open Taura, três foram selecionados.

— O mercado começou a olhar para a Taura como uma empresa atenta à inovação. Inclusive, estamos recebendo o prêmio Destaque Gaúcho Empresarial, na categoria Agronegócio — comemora Fabiano Siqueira, gerente de produtos da Taura.

Para Alexandre Bolzan, sócio-fundador da selecionada Weevee, o know how das empresas é um direcionamento valioso.

— O mais importante é a aproximação com quem está há anos trabalhando o mercado em questão. Assim, sabemos se o esforço é válido naquele momento — avalia Bolzan.

 

Quer saber mais sobre o Open (programa de inovação aberta) da Ventiur? Acesse aqui.

 

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Startups participam de workshop jurídico no SAP Innomarathon

Por: Carolina Elma CasselGiulliano Tozzi Coelho I Fotos: Carolina Elma Cassel e Caroline Goulart Stein

  Nesta terça-feira (26), aconteceu o workshop jurídico do SAP Innomarathom, a competição social promovida pela pela SAP Labs Latin America e pelo TECNOSINOS. Os advogados Luiz Gustavo Garrido e Giulliano Tozzi Coelho, responsáveis pelo escritório Garrido & Tozzi Advogados, alertaram sobre as principais questões jurídicas que impactam a vida dos empreendedores, tanto no início de suas atividades, quanto no decorrer destas. O primeiro ponto abordado foi a estruturação societária da empresa e como pensar a elaboração do contrato social para se fugir dos modelos padrões. Ainda foi explorada a questão do acordo de sócios e quais as principais cláusulas para que este instrumento deve ter.

   Posteriomente foi explorada a questão contratual e a importância de se discutir, pensar e elaborar um contrato claro, lógico e coeso. Também foi abordada a questão dos contratos eletrônicos e termos de uso e sua interface com o direito do consumidor. Por fim, se tratou sobre as operações de investimento em startups, suas formas e principais pontos a serem debatidos entre investidor e empresa e como a governança corporativa vai passar a ser extremamente importante no pós-investimento. O workshop aconteceu na SAP Labs Latin America em São Leopoldo e foi transmitido por webconferência, já que há startups selecionadas de diversos estados brasileiros.

  Durante toda a competição social SAP Innomarathom, as startups recebem apoio de negócios promovida pela aceleradora Ventiur, com uso da metodologia WARMUP (que tem como principal objetivo aprimorar, validar e testar os modelos de negócios inseridos no programa).

Confira a galeria do evento:

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