Christian Tudesco palestra sobre mercado de trabalho

Por: Tiago Silva e Elise Bozzetto I Foto: Divulgação

Durante o evento será lançada a programação do CRIExp

Lajeado – O Núcleo de Criatividade, Inovação e Empreendedorismo (Crie) promove, no dia 18 de agosto, o Warm Up – CRIExp. A atividade ocorre no Teatro Univates e tem início previsto para as 19h10min. O Warm Up tem como objetivo abordar assuntos como o mercado de trabalho e os impactos da competitividade na atuação e no perfil profissional.

  O palestrante será o professor Christian Tudesco, mestre em Marketing e consultor empresarial nas áreas de marketing, estratégia e vendas. Com o tema “Empreendendo para uma carreira vencedora”, Tudesco irá abordar os aspectos do cenário mercadológico, cada vez mais competitivo, e seus impactos na vida pessoal e profissional.

  Com abordagens criativas e entusiásticas, Tudesco trabalha a necessidade de desenvolver um novo perfil de atuação profissional para os desafios do século XXI e destaca a importância do empreendedorismo e da gestão na carreira.

   As inscrições para a palestra são gratuitas e podem ser feitas pelo site.

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Palestra lança CRIExp

   Durante o Warm Up – CRIExp, será lançada a programação do CRIExp. O evento ocorre nos dias 6, 7 e 8 de outubro e é um dos mais importantes sobre criatividade, inovação e empreendedorismo do Sul do país. O CRIExp contará com palestras, workshops especiais, rodadas de negócios e outras atividades de tecnologia e inovação.

   A participação de grandes nomes do Vale do Silício, celeiro de grandes talentos do empreendedorismo, também está confirmada para o evento. Justin Wilcox, fundador da Customer Dev Labs e da Focus Framework, voltadas a praticar os princípios do customer development e lean startup em startups e comunidades ao redor do mundo, é um dos principais palestrantes do evento. O CRIExp também trará Henrik Scheel, fundador da Startup Experience, que realiza programas para o desenvolvimento do empreendedorismo.

  A programação será composta ainda por palestras de Martha Gabriel, Clemente Nóbrega, Carlos Hilsdorf, Tiago Mattos, Fábio Nunes, João Kepler e Marcos Piangers, entre outros. Também haverá oficinas e dois eventos paralelos já confirmados: o Dash Games  e o Desafio Hospital Bruno Born/Sebrae. O CRIExp terá ainda show, espaço para food trucks e alojamento.

Inscrições serão abertas ainda em agosto

   A partir do dia 18 de agosto serão divulgados as inscrições e mais detalhes da programação. Por enquanto, os apaixonados pela criatividade, inovação e empreendedorismo podem acompanhar as novidades do evento pela fanpage ou se cadastrar na newsletter do evento, acesse aqui.

   O CRIExp é voltado a todos os estudantes da Univates e de outras instituições de ensino, alunos da educação básica, startups, empreendedores e interessados no assunto.

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Empresas e startups se unem em projetos de aceleração de ideias em que todas as partes ganham. Conheça dois cases envolvendo o Tecnosinos 

Fonte: Zero Hora

  No Brasil, onde empresas são, em geral, avessas ao risco, a parceria com startups vem ganhando espaço como alternativa para manter o negócio atual e relevante. Inovação aberta é expressão-chave para empresas do amanhã: organizações que buscam inovar podem beneficiar-se de processos e profissionais externos.

— As empresas não possuem todas as competências, e as startups são pura inovação, agilidade e flexibilidade. Uma das formas mais naturais de parceria é a empresa se utilizar dessa capacidade para diferenciar seu negócio — avalia Sandro Cortezia, fundador e diretor-executivo da aceleradora Ventiur e coordenador do Pós-MBA em Gestão da Inovação da Unisinos.

Dois cases recentes da Ventiur evidenciam que este é um caminho tanto para grupos tradicionais como para empresas jovens. A multinacional thyssenkrupp, uma das líderes de mercado de tecnologia e soluções para o transporte de pessoas, e a Taura, empresa especializada em arames fundada em 2008, buscaram aproximar-se de startups em programas que contaram com a consultoria da aceleradora e a estrutura da Unisinos.

O processo segue a metodologia do design thinking e começa com uma imersão da equipe da Ventiur para entender as demandas e anseios das empresas. São selecionadas startups com projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa. Elas recebem mentoria que envolve workshops e encontros com equipes da aceleradora e da “empresa-mãe”.

A thyssenkrupp focou em projetos de eficiência energética, elevadores inteligentes e inovação e logística. Das mais de 40 startups cadastradas, duas foram premiadas. Para Evelin Bicca, analista de inovação da área de negócios Elevator Technology da thyssenkrupp para o Brasil, a experiência foi um passo em direção à cultura da inovação aberta.

— Em um mês, elas apresentaram protótipos que costumam levar meses. Isto ocorre porque os empreendedores vivem o processo e são apaixonados pelo que fazem, fator que contribui com os bons resultados alcançados — avalia.

 

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Startups do Open Taura apresentaram projetos no Demo Day, no auditório da incubadora Unitec, no Tecnosinos

Inovação na pecuária

  A Taura importa e exporta arames para cercamento, mercado em que a concorrência é formada por siderúrgicas. Em um setor carente de avanços tecnológicos significativos, a empresa buscava soluções disruptivas em energias renováveis, divisão de pastagem e ferramentas para cercamento. Dos cerca de 20 inscritos no Open Taura, três foram selecionados.

— O mercado começou a olhar para a Taura como uma empresa atenta à inovação. Inclusive, estamos recebendo o prêmio Destaque Gaúcho Empresarial, na categoria Agronegócio — comemora Fabiano Siqueira, gerente de produtos da Taura.

Para Alexandre Bolzan, sócio-fundador da selecionada Weevee, o know how das empresas é um direcionamento valioso.

— O mais importante é a aproximação com quem está há anos trabalhando o mercado em questão. Assim, sabemos se o esforço é válido naquele momento — avalia Bolzan.

 

Quer saber mais sobre o Open (programa de inovação aberta) da Ventiur? Acesse aqui.

 

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A empresa do futuro pensa sozinha

Por: Rodrigo Koetz de Castro

  Imagine uma criança recém-nascida que aprenda a falar na primeira semana, ler e escrever em trinta dias, domine quatro idiomas em um mês, construa pontes e prédios em um ano. Certamente essa criança terá instalado a primeira colônia espacial habitável na lua antes dos sete anos de idade. Agora imagine a hipotética capacidade de tomar decisões empresariais acertadas sendo acelerada nessa mesma progressão de velocidade. Pode parecer exagero, mas essa comparação denota um pouco do potencial da computação cognitiva no ambiente empresarial para os próximos anos.

  Apesar de sexagenários, conceitos como computação cognitiva, aprendizado de máquina e inteligência artificial tornaram-se recentemente termos da moda. Sem muito preciosismo, basicamente, referem-se à capacidade de processar informações e de aprender com elas de forma muito semelhante ao cérebro humano, sem que precisem ser programados para isso. De arcaicos experimentos científicos e tecnológicos que visavam reproduzir partes do pensamento e faculdades humanas como criatividade, auto-aprendizado e uso da linguagem, apenas recentemente a inteligência artificial venceu barreiras mínimas para receber atenção no ambiente empresarial. Como nunca, diga-se de passagem.

 Não é para menos, pois as previsões de consultorias especializadas preveem gastos globais com sistemas cognitivos ultrapassando US$30 bi até 2020 e a computação cognitiva é hoje um dos grandes aceleradores de inovação que vão conduzir a transformação digital, criando novos fluxos de receita, novas organizações e – principalmente –  novas formas de trabalho. Na prática, qualquer problema pode ser resolvido por computação cognitiva, de acordo com a qualidade e disponibilidade de dados para análise. Trata-se de ter informações variadas e fazer perguntas, aprender com as respostas, criar novas informações a partir disso e fazer novas perguntas, repetindo o processo indefinidamente e construindo novas ondas de riqueza a cada ciclo.

  A computação cognitiva captura sinais sobre o que o usuário está tentando fazer e fornece uma resposta apropriada. De acordo com a reação do usuário à proposição, a tecnologia confirma ou não sua sugestão e “aprende” com a resposta. Depois, armazena esse aprendizado e passa a usá-lo como base para outras sugestões. Parece simples, mas não é. Para que essa mágica ocorra são necessárias tecnologias e técnicas rebuscadas e específicas para cada contexto de aprendizado. Algo como aprender idiomas com professores de idiomas e a cozinhar com chefs de cuisine.

  Mas não se engane ao pensar que somente grandes companhias têm acesso a essas tecnologias, pois o seu poder está justamente na sua difusão e variabilidade. O sucesso da computação cognitiva passa por necessidades de infraestrutura em grande escala mas torna-se mais eficiente a medida em que mais canais de interação estejam disponíveis. Trata-se de tornar computadores, smartphones e outros dispositivos mais amigáveis para o usuário, com uma interface que entenda mais sobre o que deseja. Ferramentas que oferecem assistência inteligente, conselhos e recomendações e disseminam o conhecimento em todo o mundo são alimentadas por dados não estruturados e amplamente variados.

  De uma cafeteira que sugere a torra do grão a partir do humor do usuário nas redes sociais a sistemas de recomendação de investimentos ou de tratamento de doenças severas com base em inferências de saúde pública, do carro autodirigido ao assistente virtual de viagens, todos os principais sistemas cognitivos disponíveis hoje são relativamente baratos de se consumir. Há também excelentes e crescentes ofertas estruturadas para rápido consumo a baixo custo em curto espaço de tempo e muitas empresas já tem dedicado tempo a descobrir seu potencial. Portanto, não há motivos para não considerar imediatamente inserir essa disciplina em suas áreas de marketing, vendas, produção e gestão.

Tem interesse em um tema e quer saber mais sobre ele? Sugira novos artigos, mande um e-mail para carolina@ventiur.net.

118e2d3 RODRIGO KOETZ DE CASTRO  |  DIRETOR EXECUTIVO NA TEEVO SA 

 Empresário com formação em Eletrônica, Administração e Planejamento Estratégico, conselheiro e mentor de empresas, associações empresariais e startups, atua há 20 anos no segmento de tecnologia e inovação. Atuou paralelamente em carreira docente por 10 anos e atualmente dedica-se a iniciativas de transformação digital,  empoderamento econômico e difusão tecnológica.

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA WORKSHOP HARD EXPERIENCE!

 

Uma experiência única para quem procura inovação e destaque no mundo corporativo.

Por Priscilla Mella.

Da Bahia direto para o Vale dos Sinos, o professor Dr. Alessandro Faria vai fazer com que seus dois dias de curso ampliem suas concepções e aumentem sua assertividade nas escolhas corporativas e profissionais. O workshop de 16h horas vai acontecer dentro do Parque Tecnológico Tecnosinos, nos dias 5 e 6 de julho. Estudantes tem desconto de 50% do valor do público externo e incubados do Parque tem vagas gratuitas (limitadas)*!

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O workshop proposto é para quem deseja ter uma HARD EXPERIENCE de Design Thinking, entendendo, na prática, as quatro etapas dessa aborgadem: imersão, ideação, prototipação e apresentação. Toda essa experiência será dada por meio do Professor Dr. Alessandro Faria, que atuou durante 10 anos no desenvolvimento de produtos e de serviços do setor industrial do Brasil e da Inglaterra, ligados ao Design (sua formação), antes de iniciar sua carreira docente na Universidade Federal da Bahia (UFBA). É mestre e doutor pela UNICAMP na área.

O workshop de Design Thinking conta com a realização do Parque Tecnológico Tecnosinos, com a aceleradora Ventiur e com o centro de inovação CAV17.

 

SERVIÇO

Evento: Workshop Design Thinking – Hard Experience.

Valor da Inscrição: (possível de parcelar até 10x na plataforma de inscrição)

Estudantes: R$ 300

Público geral: R$ 600

Incubados Tecnosinos: Isenção mediante solicitação de cupom para priscilla@ventiur.net*.

Inscrever-se já: bit.ly/hardexperience2016dt

Onde: Unitec – Tecnosinos

Quando: 5 e 6/07.
Horário: 9h-18h.
Dúvidas: Enviar e-mail para priscilla@ventiur.net.

 

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*Os incubados do TECNOSINOS devem entrar em contato (priscilla@ventiur.net), IDENTIFICANDO A EMPRESA e solicitando o CUPOM DE ISENÇÃO para aplicar a compra na modalidade PÚBLICO EXTERNO!

 

Design Thinking e as vantagens de usar a ferramenta em seu negócio

Por Priscilla Mella | Fotos: Priscilla Mella

Recentemente a Ventiur convidou seus investidores para uma sessão de design thinking com o intuito de estruturar, cocriativamente, o novo modelo de clube de investidores da aceleradora. A prática é muito eficaz e pode ser usada em empresas de todos os portes, algumas das diretrizes de como usar e quando usá-la será trazida aqui. Se sua empresa tiver problemas como falta de planejamento, ideias desestruturadas e dificuldades para inovar é uma boa hora de pensar na técnica para ela.

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É muito comum encontrar organizações que carecem de estratégias bem delineadas, o que acaba causando todos os problemas citados anteriormente. A solução encontrada por algumas dessas empresas é a aplicação do conceito de design thinking.

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HISTÓRIA

A palavra foi usada em 2009 para explicar o sucesso da Ideo. O CEO da empresa, Tim Brown, usou um caminho diferente do normal e hoje a empresa é uma das dez mais inovadoras do globo. O design thinking é uma ferramenta de inovação poderosa e aborda problemas comuns de negócio sob diversas perspectivas. Antes disso, o design era usado apenas para desenhar novos produtos e agora está sendo aplicado na criação e no desenvolvimento de soluções de negócios inéditos – levando sempre em consideração como produtos são usados ou qual o valor que representam para os usuários. No conceito, houve uma migração do design do nível tático e operacional para o estratégico.

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ONDE APLICAR

O grande trunfo do design thinking é ser aplicável em empresas de qualquer porte, já que lida com questões de gestão e de problemas enfrentados em todos os tipos de organizações. O design thinking é aplicado predominantemente na gestão e no uso de algumas técnicas que designers usam há muito tempo para resolver problemas relacionados a sua área. Ao mesmo tempo que designers trabalham com restrições e como solucioná-las, os design thinkers desenvolvem soluções com criatividade. Isso só é possível porque com a técnica o foco é desviado do problema em si para um projeto.

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COMO FUNCIONA

A técnica consiste em trabalho em grupo e talvez não (exatamente) como você deve estar imaginando. As ideias devem ser geradas em conjunto, mas com as pessoas são impactadas por elas. Uma boa maneira de fazer isso é desenvolvendo protótipos e testando-os durante todo o processo. A busca não pode ser por uma solução certa, definitiva e que não possa ser substituída, mas o próprio caminho conduz os participantes a encontrarem a solução ideal com foco em pessoas, acima de tudo. O ingrediente para o sucesso de produtos desenvolvidos sob o conceito é a participação do futuro consumidor na concepção do novo produto – seja ele desenvolvido do zero ou aprimorado. Esse trabalho não é fácil e exige do profissional o pensamento integrativo, que seja capaz de contemplar todos os lados da questão, mesmo que aparentemente opostos.

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INVESTIMENTO NECESSÁRIO

O design thinking não exige investimentos altos. O foco é a geração de ideias sem juízo de valor, a experimentação, a prototipagem rápida e o processo de cocriação. O investimento maior será treinar os colaboradores para usar as ferramentas e incutir na equipe a ideia de que todas as ideias são válidas – desde que criativas.

Se você quer implementar o conceito de design thinking na sua empresa precisa primeiro saber se ele é compatível com a cultura organizacional. Implementar o conceito exige trabalho árduo de toda a equipe e precisa se tornar rotina na resolução de problemas.

Por meio das ferramentas do design thinking a empresa tende a encontrar soluções mais assertivas e com isso aumentar a retenção de clientes e o valor da marca diante dos concorrentes.

 

Pronto para aplicar o conceito na sua empresa? Entre em contato!

 

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WARMUP RS traz experiências diversas para empreendedores

O programa de pré-aceleração, realizado pela Ventiur com apoio do Tecnosinos, trouxe cerca de 50 empreendedores de mais de 20 startups selecionadas para São Leopoldo. Durante todo o workshop, os presentes contaram com inúmeras imersões, de ambiente até desenvolvimento business. O Diretor de Operações da aceleradora, Tiago Lemos, instigou e orientou o grupo que pretende receber aportes financeiros no DemoDay e ter a oportunidade de serem integrados na incubadora global Unitec.

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O evento, que iniciou às 9h da manhã desta segunda-feira (6/07) e perdurou o dia inteiro, teve como assunto do workshop o tema Perfil Empreendedor, que aborda conhecimentos diretos dos empreendedores por trás de cada startup. Como abertura e encerramento, o Coordenador da Unitec e o Diretor Executivo do Tecnosinos, consecutivamente, Carlos Aranha e Luis Maldaner, deram as boas vindas aos selecionados  e abriram as portas do Parque Tecnológico para uso de todo espaço disponível. O Diretor Executivo da VentiurTiago Lemos iniciou workshop com muitas informações e metas para serem cumpridas em curto prazo. Para quem achou que abrir seu próprio negócio era moleza, o dinamismo, conteúdo e auto-conhecimento dividido em etapas para execução mostrou que o lema da empresa que realizou o evento é mais que uma frase, é determinação: GO HARD or GO HOME!

 

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Parte da metodologia aplicada nessa jornada de auto conhecimento incluía a Hot Chair. Em que as perguntas eram mais quentes que a própria cadeira. Na base da pressão; para ver até onde vai cada limite.

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“VAI DAR ERRADO? VAI.

 VOCÊS ESTÃO COMEÇANDO, CLARO QUE VAI.

 VAI DAR PROBLEMA? VAI.

 MAS O QUE VOCÊS PRECISAM TER EM MENTE? IDEOLOGIA POSITIVA” 

 

Frases como essas regaram o primeiro dia da jornada dos futuros empresários, não apenas como incentivo para quando os momentos ruins chegarem, mas como forma de demonstrar a realidade. Embora pareça bruta tal prática, Tiago Lemos arrebata: “LEMBREM-SE SEMPRE, VOCÊS SÃO ESSENCIAIS”. Quando falamos em essência, falamos do que move, do que comove, do que faz sentido por si apenas. Nada mais justo que mostrar a essência que regou o ambiente da Sala Killing Warmup.

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No espaço é permitido pintar o sete, o papagaio, a flor e até riscar a parede de giz. A Killing disponibilizou tintas especiais para todos que quisessem desestressar nas paredes ou adesivos dos vidros. Para Priscila Wagner, da startup participante Sistemas Opti, sua primeira impressão foi : “Liberdade de expressão, isso é o que me vem à cabeça. Conforto, no sentido de me sentir confortável para compartilhar, de descontração. Excelente!”. Ela acrescenta que todo o conteúdo discorrido no primeiro dia é muito coerente com o já vem aplicando atualmente em seu cotidiano empreendedor e enfatiza: “Prestamos muita atenção na busca do ter as coisas, e esquecemos que o que mais importa é o ser“.

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Para outros, como Luiz Phillipy, da startup selecionada Preditiva, sua impressão mais impactante foi ao abrir a porta e ver tantas outros participantes na sala. “Levei um choque, quando vi tantas pessoas pensei na hora que vai ser um grande desafio“. Luiz, que reside em Brasília, já participou de outro Warmup da Ventiur, é sua segunda tentativa de aporte de investidores aqui no sul e explica o que o fez escolher novamente a aceleradora. “Investidor que participa, foi um dos meus motivos para vir até aqui e, segundo ponto, que após pivotar minha ideia inicial, sinto que é o momento para ser investido”.

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Com dúvidas na cabeça e impressões variadas, o primeiro dia do programa WarmUp RS finaliza com muito entusiamo (e muitas tarefas para execução à distância).

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A inscrições para programa WARMUP RS estão quase acabando, mas as novidades não param de surgir.

Olha o convite que, junto à TV Unisinos, nós fizemos especialmente para você, que assim como nós, idealiza um futuro de sucesso para sua Startup!

 

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Filmes Nacionais que vão inspirar seu lado empreendedor

Fictícias ou reais, as histórias contadas no cinema nos comovem e inspiram ações para toda a vida. As experiências de outras pessoas nos ajudam a compor a nossa própria história, em busca do sucesso. Nesse sentido, a Ventiur quer te inspirar na sua busca empreendedora e, neste dia 19 de junho, Dia do Cinema Brasileiro, elencamos quatro indicações para você aproveitar o final de semana e comemorar esse marco.

 

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Mauá – O Imperador e o Rei (1999)

Um filme interessante não só por abordar uma importante passagem histórica nacional do Barão de Mauá, empreendedor gaúcho é considerado o primeiro grande empresário brasileiro, responsável por uma série de iniciativas modernizadoras para economia nacional ao longo do século XlX, mas também por mostrar a luta deste idealizador e todos os problemas para chegar a seu objetivo final. Arrojado em sua luta pela industrialização do Brasil, Mauá era tanto recebido com tapete vermelho, como chutado pela porta dos fundos por D. Pedro II.

Dirigido por Sérgio Rezendo, o longa conta com atuações de Paulo Betti, Malu Mader, Hugo Carvana e Cláudio Corrêa e Castro.

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Vai Que Dá (2013)

No filme, produzido da Endeavor Brasil, sete exemplos de empreendedores, que dedicam a sua energia à construção de empresas de tecnologia como uma forma de desentravar diferentes áreas do conhecimento e transformar o mundo, compartilham seus valores, motivações e, principalmente, do que é feito o seu sonho. Entre eles, Horácio Poblete, da Ledface, Gustavo Mota, da We do Logos, Daniel Wjuniski, do Minha Vida, Fernando Okumura, do Kekanto,Thiago Feijão e Cláudia Massei, do QMágico, e Tiago Dalvi, da Solidarium.

 

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Não se Preocupe, Nada Vai dar Certo (2011)

Até onde vamos em nome da grana, até onde você pode se considerar um sucesso? No filme de Hugo Carvana, Lalau (Gregório Duvivier) viaja pelo interior do Brasil se apresentando com um show de piadas. Seu pai, Ramon Velasco (Tarcísio Meira), também é um comediante do show e empresário do filho. Certo dia, Lalau recebe uma proposta milionária para usar seus talentos e fingir ser um famoso Guru em uma palestra motivacional.

 

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São Paulo Sociedade Anônima (1965)

Até onde seu profissional te leva? Ou a melhor pergunta seria: O quê você deixaria de lado para alcançar seu sucesso profissional?

O filme de Luís Sérgio Person, na gloriosa São Paulo, de 1957 a 1961, é mostrada a trajetória de Carlos (Walmor Chagas), um homem que pertence à classe média. Guiando-se pelas chances imediatas que lhe são dadas pela sociedade, ele ingressa numa grande empresa. Depois aceita um cargo numa fábrica de auto-peças, da qual torna-se gerente. A certa altura se vê na pele de um chefe de família, que trabalha muito, ganha bem, mas vive insatisfeito. Sem projeto de vida ou perspectivas de se opor à condição que rejeita, só lhe resta fugir.

 

Pega a pipoca, o cobertor e o controle remoto, que seu final de semana está só começando!

 

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5 dicas para tirar sua ideia do papel !

Co-fundador e Diretor de Operações da Ventiur, uma das principais acelerados do país, Tiago Lemos, elege cinco pontos fundamentais para quem deseja inserir no mercado seu negócio e deixar o papel apenas para rabiscos e projeções da sua empresa.

 

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Dica 1: Mais importante que o modelo de negócios é o empreendedor

“O sujeito que quer empreender precisa ter perfil empreendedor, precisa saber liderar, precisa conhecer seus pontos negativos e positivos; tem que ter capacidade de fazer e executar”.

 

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Dica 2: Você vai errar, mas erre rápido (teste hipóteses e teste novamente)

“Você vai errar, isso é um fato. Sabendo que irá errar, erre e acerte rapidamente. Testar a hipótese é importante, aqui que é avaliado se o mercado valida seu negócio”.

 

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Dica 3: Treine ao máximo, a prática leva ao aprendizado

“Talvez seu Pitch e seu modelo de negócio não sejam os melhores do mundo, mas o treino vai fazer com que tudo flua. Treine, pratique e aprenda”.

 

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Dica 4: Modele negócios, mas dê ênfase no financeiro e em aspectos legais

“É preciso ter muita atenção, seu negócio pode ser inviável por parte financeira e por aspectos legais”.

 

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Dica 5: Participe do WARMUP da Ventiur e potencialize tudo isso

“O Warmup é a construção deste projeto, é a pré-aceleração do seu negócio”.

 

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Agora que você já sabe por onde começar, só falta por em prática.

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