Colaboração que gera inovação

Empresas e startups se unem em projetos de aceleração de ideias em que todas as partes ganham. Conheça dois cases envolvendo o Tecnosinos 

Fonte: Zero Hora

  No Brasil, onde empresas são, em geral, avessas ao risco, a parceria com startups vem ganhando espaço como alternativa para manter o negócio atual e relevante. Inovação aberta é expressão-chave para empresas do amanhã: organizações que buscam inovar podem beneficiar-se de processos e profissionais externos.

— As empresas não possuem todas as competências, e as startups são pura inovação, agilidade e flexibilidade. Uma das formas mais naturais de parceria é a empresa se utilizar dessa capacidade para diferenciar seu negócio — avalia Sandro Cortezia, fundador e diretor-executivo da aceleradora Ventiur e coordenador do Pós-MBA em Gestão da Inovação da Unisinos.

Dois cases recentes da Ventiur evidenciam que este é um caminho tanto para grupos tradicionais como para empresas jovens. A multinacional thyssenkrupp, uma das líderes de mercado de tecnologia e soluções para o transporte de pessoas, e a Taura, empresa especializada em arames fundada em 2008, buscaram aproximar-se de startups em programas que contaram com a consultoria da aceleradora e a estrutura da Unisinos.

O processo segue a metodologia do design thinking e começa com uma imersão da equipe da Ventiur para entender as demandas e anseios das empresas. São selecionadas startups com projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa. Elas recebem mentoria que envolve workshops e encontros com equipes da aceleradora e da “empresa-mãe”.

A thyssenkrupp focou em projetos de eficiência energética, elevadores inteligentes e inovação e logística. Das mais de 40 startups cadastradas, duas foram premiadas. Para Evelin Bicca, analista de inovação da área de negócios Elevator Technology da thyssenkrupp para o Brasil, a experiência foi um passo em direção à cultura da inovação aberta.

— Em um mês, elas apresentaram protótipos que costumam levar meses. Isto ocorre porque os empreendedores vivem o processo e são apaixonados pelo que fazem, fator que contribui com os bons resultados alcançados — avalia.

 

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Startups do Open Taura apresentaram projetos no Demo Day, no auditório da incubadora Unitec, no Tecnosinos

Inovação na pecuária

  A Taura importa e exporta arames para cercamento, mercado em que a concorrência é formada por siderúrgicas. Em um setor carente de avanços tecnológicos significativos, a empresa buscava soluções disruptivas em energias renováveis, divisão de pastagem e ferramentas para cercamento. Dos cerca de 20 inscritos no Open Taura, três foram selecionados.

— O mercado começou a olhar para a Taura como uma empresa atenta à inovação. Inclusive, estamos recebendo o prêmio Destaque Gaúcho Empresarial, na categoria Agronegócio — comemora Fabiano Siqueira, gerente de produtos da Taura.

Para Alexandre Bolzan, sócio-fundador da selecionada Weevee, o know how das empresas é um direcionamento valioso.

— O mais importante é a aproximação com quem está há anos trabalhando o mercado em questão. Assim, sabemos se o esforço é válido naquele momento — avalia Bolzan.

 

Quer saber mais sobre o Open (programa de inovação aberta) da Ventiur? Acesse aqui.

 

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA WORKSHOP HARD EXPERIENCE!

 

Uma experiência única para quem procura inovação e destaque no mundo corporativo.

Por Priscilla Mella.

Da Bahia direto para o Vale dos Sinos, o professor Dr. Alessandro Faria vai fazer com que seus dois dias de curso ampliem suas concepções e aumentem sua assertividade nas escolhas corporativas e profissionais. O workshop de 16h horas vai acontecer dentro do Parque Tecnológico Tecnosinos, nos dias 5 e 6 de julho. Estudantes tem desconto de 50% do valor do público externo e incubados do Parque tem vagas gratuitas (limitadas)*!

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O workshop proposto é para quem deseja ter uma HARD EXPERIENCE de Design Thinking, entendendo, na prática, as quatro etapas dessa aborgadem: imersão, ideação, prototipação e apresentação. Toda essa experiência será dada por meio do Professor Dr. Alessandro Faria, que atuou durante 10 anos no desenvolvimento de produtos e de serviços do setor industrial do Brasil e da Inglaterra, ligados ao Design (sua formação), antes de iniciar sua carreira docente na Universidade Federal da Bahia (UFBA). É mestre e doutor pela UNICAMP na área.

O workshop de Design Thinking conta com a realização do Parque Tecnológico Tecnosinos, com a aceleradora Ventiur e com o centro de inovação CAV17.

 

SERVIÇO

Evento: Workshop Design Thinking – Hard Experience.

Valor da Inscrição: (possível de parcelar até 10x na plataforma de inscrição)

Estudantes: R$ 300

Público geral: R$ 600

Incubados Tecnosinos: Isenção mediante solicitação de cupom para priscilla@ventiur.net*.

Inscrever-se já: bit.ly/hardexperience2016dt

Onde: Unitec – Tecnosinos

Quando: 5 e 6/07.
Horário: 9h-18h.
Dúvidas: Enviar e-mail para priscilla@ventiur.net.

 

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*Os incubados do TECNOSINOS devem entrar em contato (priscilla@ventiur.net), IDENTIFICANDO A EMPRESA e solicitando o CUPOM DE ISENÇÃO para aplicar a compra na modalidade PÚBLICO EXTERNO!

 

Oficina de Design Thinking – Projeto Encadeamento Produtivo

 

Por Priscilla Mella.

Na última quarta-feira (22), a Ventiur ministrou uma oficina de Design Thinking para o programa em que é apoiadora, o Projeto Encadeamento Produtivo, realizado pelo Sebrae/RS e IBM e que também conta com o apoio da Teevo e do Tecnosinos. Na ocisão, foi apresentada a abordagem para a turma que integra o programa e, além de compreender a importância que a ferramenta tem como conceito, tiveram a oportunidade de colocar em prática todos os conceitos com uma atividade.

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Se você quer entender mais porque essa prática está se tornando cada vez mais utilizada e quais as vantagens de implementá-la em seu ambiente de trabalho, basta você acessar aqui e ler mais sobre este assunto que já foi abordado pela Ventiur neste canal.

Para conhecer melhor esse projeto, acesse aqui e conheça mais ações que o envolvem. Para você ter uma ideia mais aprofundada do que foram as oito horas de aprendizado, montamos um teaser dessa oficina .

https://youtu.be/XqkrLn6W3sk

 

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Projeto Encadeamento Produtivo relaciona startups e grandes empresas

 

Por Priscilla Mella.

Acontece, nesta quinta-feira (9), o MEETING DE CONEXÃO ENTRE EMPRESAS do Projeto Encadeamento Produtivo SEBRAE/RS e IBM. A iniciativa é parte de uma das trilhas do programa, que tem como objetivo macro utilizar da plataforma Bluemix e suas inúmeras funcionalidades para ofertar soluções diferenciadas a fim de facilitar processos corporativos. O programa, lançado oficialmente final do ano passado e rodando desde abril deste ano, conta com o apoio da Ventiur, da Teevo e do Tecnosinos.

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O Meeting é parte de uma das trilhas do programa, a trilha de clientes. O objetivo do evento é aproximar as startups/pequenas empresas de empresas de grande porte para que possam entender as dores dessas corporações consolidadas. A partir disso, consigam trazer para o mercado soluções adequadas as necessidades dessas grandes empresas, sempre auxiliado pela solução da IBM (Bluemix). Ao total são três trilhas que englobam o Projeto Encadeamento Produtivo IBM: clientes, mercado e técnica.

Para que essas startups e pequenas empresas possam construir soluções impactantes e desenvolvam produtos e serviços adequados com as necessidades mercadológicas, o programa conta com uma série de consultorias específicas. Para desenvolver melhor o modelos de negócio, os testes de hipóteses e as validações, a aceleradora Ventiur fica à disposição para consultorias de negócios. No âmbito técnico, a Teevo faz mentorias para auxílio na implementação plena dos serviços do Bluemix. Tudo isso com o suporte físico e disponibilidade de uso do Parque Tecnológico Tecnosinos.

 

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O que já aconteceu

Até o momento já foram executados três workshop de temas distintos. O Meeting será a quarta iniciativa coletiva do Projeto, tendo em vista que as consultorias individuais são feitas ao longo de todo o programa pelas empresas participantes. Entre os workshops executadas estão o técnico, para conhecer melhor a plataforma, o alinhamento de expectativas, para entender melhor as posições de cada contribuinte do Projeto e como alcançar o objetivo macro do programa, e o modelagem de negócios, para iniciar o aprimoramento de cada startup/pequena empresa.

 

Conheças as startups/empresas do projeto

Estas são, por ordem alfabética, as empresas que estão dentro do programa realizado pelo SEBRAE/RS e IBM com apoio Ventiur, Teevo e Tecnosinos.

  • Apoio Em Sistemas, Servicos e Identificacao Ltda
  • App5 Solutions
  • BTI
  • Conecta Softwares
  • Enttry Sofware
  • Gofix
  • Hub Express
  • Keyworks Ti
  • Latromi
  • Neteye
  • Porto Treinamento
  • Qualis – Serviços Médicos
  • Sellpro Tecnologia
  • Sige Cloud
  • Smart City
  • Sowx
  • Sul Software Sistemas
  • Twins Software
  • XL7 Data Science

Quer entender mais sobre o programa e entender como engajar sua empresa nesta iniciativa? Entre em contato pelo contato@ventiur.net e tire todas suas dúvidas!

 

Design Thinking e as vantagens de usar a ferramenta em seu negócio

Por Priscilla Mella | Fotos: Priscilla Mella

Recentemente a Ventiur convidou seus investidores para uma sessão de design thinking com o intuito de estruturar, cocriativamente, o novo modelo de clube de investidores da aceleradora. A prática é muito eficaz e pode ser usada em empresas de todos os portes, algumas das diretrizes de como usar e quando usá-la será trazida aqui. Se sua empresa tiver problemas como falta de planejamento, ideias desestruturadas e dificuldades para inovar é uma boa hora de pensar na técnica para ela.

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É muito comum encontrar organizações que carecem de estratégias bem delineadas, o que acaba causando todos os problemas citados anteriormente. A solução encontrada por algumas dessas empresas é a aplicação do conceito de design thinking.

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HISTÓRIA

A palavra foi usada em 2009 para explicar o sucesso da Ideo. O CEO da empresa, Tim Brown, usou um caminho diferente do normal e hoje a empresa é uma das dez mais inovadoras do globo. O design thinking é uma ferramenta de inovação poderosa e aborda problemas comuns de negócio sob diversas perspectivas. Antes disso, o design era usado apenas para desenhar novos produtos e agora está sendo aplicado na criação e no desenvolvimento de soluções de negócios inéditos – levando sempre em consideração como produtos são usados ou qual o valor que representam para os usuários. No conceito, houve uma migração do design do nível tático e operacional para o estratégico.

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ONDE APLICAR

O grande trunfo do design thinking é ser aplicável em empresas de qualquer porte, já que lida com questões de gestão e de problemas enfrentados em todos os tipos de organizações. O design thinking é aplicado predominantemente na gestão e no uso de algumas técnicas que designers usam há muito tempo para resolver problemas relacionados a sua área. Ao mesmo tempo que designers trabalham com restrições e como solucioná-las, os design thinkers desenvolvem soluções com criatividade. Isso só é possível porque com a técnica o foco é desviado do problema em si para um projeto.

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COMO FUNCIONA

A técnica consiste em trabalho em grupo e talvez não (exatamente) como você deve estar imaginando. As ideias devem ser geradas em conjunto, mas com as pessoas são impactadas por elas. Uma boa maneira de fazer isso é desenvolvendo protótipos e testando-os durante todo o processo. A busca não pode ser por uma solução certa, definitiva e que não possa ser substituída, mas o próprio caminho conduz os participantes a encontrarem a solução ideal com foco em pessoas, acima de tudo. O ingrediente para o sucesso de produtos desenvolvidos sob o conceito é a participação do futuro consumidor na concepção do novo produto – seja ele desenvolvido do zero ou aprimorado. Esse trabalho não é fácil e exige do profissional o pensamento integrativo, que seja capaz de contemplar todos os lados da questão, mesmo que aparentemente opostos.

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INVESTIMENTO NECESSÁRIO

O design thinking não exige investimentos altos. O foco é a geração de ideias sem juízo de valor, a experimentação, a prototipagem rápida e o processo de cocriação. O investimento maior será treinar os colaboradores para usar as ferramentas e incutir na equipe a ideia de que todas as ideias são válidas – desde que criativas.

Se você quer implementar o conceito de design thinking na sua empresa precisa primeiro saber se ele é compatível com a cultura organizacional. Implementar o conceito exige trabalho árduo de toda a equipe e precisa se tornar rotina na resolução de problemas.

Por meio das ferramentas do design thinking a empresa tende a encontrar soluções mais assertivas e com isso aumentar a retenção de clientes e o valor da marca diante dos concorrentes.

 

Pronto para aplicar o conceito na sua empresa? Entre em contato!

 

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Open thyssenkrupp movimenta o ecossistema de startups

Por Priscilla Mella | Fotos: Isadora Longo

 

Na última semana, mais um programa de Inovação Aberta e Corporate Venture foi encerrado, o Open thyssenkrupp. No evento de apresentação das startups à banca avaliadora, o DemoDay thyssenkrupp, oito empresas tiveram a oportunidade de expor suas soluções de mercado direcionadas às necessidades da empresa. Na ocasião, as startups tiveram dez minutos para o pitch e cinco para as perguntas, totalizando três horas de evento com as demais inserções da solenidade, no Tecnopuc.

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As startups que chegaram ao DemoDay (2b face, BrasilSul Logística, Inventsys, LógicaE, MF Consult, Prosumir e WeeVee) passaram 21 dias focadas em modelar, adaptar, testar e/ou validar seus produtos/serviços para exibí-los à thyssenkrupp Elevadores. Para acompanhar os empreendedores e contribuir com suas evoluções no programa, o Núcleo de Inovação da thyssenkrupp Elevadores elegeu, dentro de sua equipe, um padrinho para cada empresa a fim de facilitar o elo com a organização.

Entre os segmentos que a empresa buscava encontrar soluções a partir do programa estavam inovação em logística, elevador “inteligente” e energia renovável. Como saída do evento e finalização do Open thyssenkrupp, a empresa que realizou o programa apontará, em até 30 dias, com quais startups tem interesse em continuar o processo de inovação.

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VISÃO INTERNA

Facilitadora do programa e consultora executiva da Ventiur Isadora Longo explica que para um Open (programa de Inovação Aberta da Ventiur) ser assertivo, ele necessita ter uma colaboração mútua. A aceleradora estar engajada com a equipe que vai trabalhar no projeto da empresa e a empresa abraçar o projeto e querer tocá-lo em frente é um presságio de sucesso. “Foi o que aconteceu com o Open thyssenkrupp. O Núcleo de Inovação da thyssenkrupp Elevadores estava muito engajado com a ideia e abriu as portas internamente para que isso acontecesse. […] O DemoDay foi só o encerramento desse programa, dessa sinergia de equipe (da thyssenkrupp e da Ventiur) que deu tão certo”, descreve Longo.

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O QUE É O OPEN?

O projeto Open é uma solução da Ventiur que visa dinamizar a cultura da inovação organizacional por meio de conexão com startups em um processo de Inovação Aberta. Utilizando as práticas de design thinking, inicia com uma etapa e imersão, buscando entender as “dores” e oportunidades de inovação; passa pela prospecção, seleção e capacitação de projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa e culmina na aceleração de startups com potencial de conexão com a corporação.

Se sua empresa quer inovar, entre em contato conosco e conheça o Open!

 

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Segunda etapa do Open Taura inicia com todo gás

Esta semana iniciou a segunda parte do programa de Corporate Venture da Taura Brasil, o Open Taura. Com um evento de boas vinda foram dadas as diretrizes para essa nova etapa, o Warmup, que acontece dentro da incubadora do Tecnosinos, a Unitec.

A partir de agora os 16 negócios/ideias selecionados para seguir no programa terão que se empenhar, manter uma rotina e evoluir em um curto período de 3 meses, com objetivo final de ser parceiro da Taura Brasil após o DemoDay.

 

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Para alcançar a meta final cada empresa terá um facilitador (uma espécie de mentor que contribuirá para evolução e crescimento de cada negócio). Os facilitadores são parte da equipe do Núcleo de Inovação Taura, composta também por consultores da Ventiur, e terão, como adendo, a função de avaliar o desempenho de cada empresa ao longo do processo, costurando um parecer sobre cada uma ao final do programa e entregando aos avaliadores no DemoDay.

 

Para constituir esse parecer, encontros semanais serão feitos entre facilitador e negócio/ideia,  contabilizando um total de 12 encontros semanais durante essa segunda etapa. Como critérios avaliativos que cada facilitador pontuará estão: participação efetiva nos workshops do OpenTaura, adequação do perfil empreendedor e da equipe, capacidade de execução, capacidade de planejamento, viabilidade técnica, viabilidade financeira e “coerência no tempo”.

 

Fabiano Siqueira, da Taura Brasil, no evento de boas vindas da segunda etapa do programa de Corporate Venture Open Taura, o Warmup.
Fabiano Siqueira, da Taura Brasil, no evento de boas vindas da segunda etapa do programa de Corporate Venture Open Taura, o Warmup.

 

Veja como é dividido o Warmup Open Taura:

Workshop 1 – Perfil Empreendedor

Workshop 2 – Design Thinking

Workshop 3 – Modelagem de Negócios e Testes de Hipóteses

“Encontro 4” – Necessidades Técnicas
(Não é um encontro físico, mas algo que será viabilizado desde o início por cada facilitador).

Workshop 5 – Jurídico e Financeiro

Workshop 6 – Planejamento de Médio e Longo Prazo

– DEMODAY
Apresentação para banca de avaliadores.

 

Workshops de Inovação Aberta estão de volta!

O evento que inicia dia 23 NOV com uma série de workshops com a temática “Inovação Aberta: Modelando Projetos Inovadores, em que a Ventiur estará executanto no Espaço Killing – Unitec (Tecnosinos) entre os dias 23 – 25 NOV, faz parte da iniciativa da Aceleradora de Projetos da Unisinos e está com inscrições abertas até amanhã, 22 NOV no site da Unisinos

Participe do workshop Inovação Aberta: Acelerando Projetos para Inovação“, um programa com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul!

A Aceleradora de Projetos da UNISINOS com o apoio da SDECT/RS está promovendo um workshop com a temática da Inovação Aberta, com o objetivo de apresentar e trabalhar conceitos e práticas que favorecem o desenvolvimento da inovação aberta estimulando a postura ativa e a conversão do conteúdo em ações práticas, fazendo uso de fontes externas de conhecimento e colaboração.

O workshop ocorrerá em 3 encontros distintos. 

A Aceleradora de Projetos da UNISINOS com o apoio da SDECT/RS apresenta o workshop Inovação Aberta: Modelando Projetos Inovadores.

Serão 3 dias de programação, onde serão apresentados e trabalhados conceitos e práticas que favorecem o desenvolvimento da inovação aberta direcionada para a modelagem de projetos inovadores.

Entre os temas que serão abordados e que cercam a Inovação Aberta estão o Open Innovation, Corporate Venturing, Inovação em Modelos de Negócios e Business Model Canvas, além da apresentação de cases.

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Dias: 23, 24 e 25 NOV, às 19h.
Palestrante: Prof. Sandro Cortezia, Diretor Executivo da Aceleradora Ventiur, Membro de Conselho de Tecnologia e Inovação da Fiergs e Diretor de Articulação da Assossicação Brasileira de Empresas Aceleradoras de Inovação e Investimento (ABRAII).

EVENTO GRATUITO

Faça sua inscrição clicando aqui!

E aí, vai ficar de fora dessa? Inscreva-se agora!

Ventiur participará do TechCruch Disrupt 2015

Considerado um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, o TechCrunch introduz tecnologias revolucionárias e discute o que é top of mind para os principais inovadores da indústria de tecnologia. O evento de maior autoridade em lançamento de startups revolucionárias contará, na edição de 2015, com a presença da Ventiur. O Disrupt SF 2015 será realizado entre os dias 21- 23 SET, com ações, palestras e visitas que iniciam às 9h e invadem a noite, tudo isso dentro do local mais apropriado possível, no Vale do Silício, em São Fransciso nos EUA.

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Disrupt reúne os melhores e mais brilhantes empresários, investidores, hackers e fãs de tecnologia para entrevistas no palco, competição Startup Battlefield, 24 horas Hackathon, Startup Alley, Hardware Alley, e festas. Diego Veronese, Sócio-Diretor da Alpha Venture Capital, empresa em que a Ventiur tem participação para investimento em startups, participará do TechCruch a partir da missão empresarial da turma do Startup DF, realizada pelo Sebrae DF, como advisor da Preditiva – Monitoramento Inteligente, uma das startups que integra o programa e participou, por duas edições, do programa Warmup RS.

 

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Veronese, que participará do mega evento fará visitas pelos inúmeros painéis e atividades lá apresentadas, mas também conhecerá locais como aceleradoras, universidades, empresas e encontrará com empreendedores e investidores.

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Como forma de disseminar conhecimento para novos empreendedores, transmitirá, ao vivo, o que se passa e como acontece o TechCrunch para participantes do programa Warmup, que está rodando em Goiás. Além de inserir, com experiência remota, os futuros fundadores de startups de sucesso em um ambiente que oxigena tecnologia e informação, trará novas linhas implementais para a aceleradora. Veronese objetiva buscar as últimas tendências tecnológicas e metodológicas para aplicar nos serviços e produtos ofertados pela Ventiur.

Taura inicia projeto de Corporate Venture

Empresa amplia a inovação em seus negócios com projetos em Open Innovation em parceria com a Ventiur e Tecnosinos. A Taura atua no setor do Agronegócio, tendo uma participação expressiva em seu segmento graças a uma postura inovadora. Seu desafio é auxiliar a reduzir a fome no mundo pelo aumento da produtividade no campo, razão pela qual investe em inovação.

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Para quem não conhece, o Open é uma solução da Ventiur que agrega conceitos de Aceleração Corporativa e Corporate Venture. Visa dinamizar a cultura da inovação da organização por meio de conexão com startups em um processo de Inovação Aberta. Utilizando as práticas de Design Thinking, o programa inicia com uma etapa de imersão, em que se busca entender as “dores” e oportunidades de inovação; passa pela prospecção, seleção e capacitação de projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa e culmina na aceleração de startups com potencial de conexão com a corporação.

 

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A Taura, especialista no mercado do agronegócio, em pouco mais de 7 anos de existência já se destaca no setor ofertando produtos de alta qualidade e inovação, especialmente em seu modelo de negócios. Mais que optar por levar a excelência aos seus clientes e usuários, a empresa prima por algo além, mira em trazer as escolhas do futuro agora.

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Grandes empresas e corporações vem buscando na inovação aberta, e no Corporate Venture, uma alternativa para renovarem seus negócios e manterem-se competitivas. A Ventiur acredita que este é um modelo de sucesso, e tem apoiado diversas empresas nesse caminho. Além da Taura, a Ventiur fechou há pouco outra parceria similar. Mas isso é pauta para um próximo post.

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