LIVRO DO MÊS: Direito das Startups

 

Por Luiz Garrido

No blog da Ventiur, quando tratamos dos Cuidados Jurídicos Iniciais para sua startup, expomos algumas das dificuldades jurídicas que o cenário brasileiro nos impõe. O livro indicado neste mês, “DIREITO DAS STARTUPS”, trata-se da primeira bibliografia no Brasil sobre o tema, foi escrito em conjunto entre dez advogados brasileiros especializados no tema e encontra-se disponível nas principais livrarias online do Brasil.

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O foco do livro do mês, ao contrário do que possa parecer em uma primeira impressão, é para a capacitação de empreendedores que estão se familiarizando ou já possuem atuação com startups. Isto porque os autores preocuparam-se em redigir a obra em uma linguagem menos jurídica e mais voltada para aos startupers.

A abordagem inicial do livro contextualiza o leitor sobre a tríade inovação, startups e direito e prossegue em evoluindo como se seguindo a linha do tempo da empresa. Desta forma, o leitor entenderá como formalizar um importante contrato entre os sócios fundadores antes que optem por constituir a empresa, como o mecanismo de vesting pode ser utilizado pela startup para reter e premiar colaboradores e sócios. Além disso, o leitor poderá aprender a proteger as informações da empresa, mediante documento que estabelece a confidencialidade e proibição de competição entre ex-sócios e ex-colaboradores.


 

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Este livro será muito útil, também, nos momentos em que a startup estiver na busca por investimento, pois esclarece o funcionamento e a importância da governança corporativa nas startups, de forma a trazer maior valor para a empresa na hora da venda de seu equity. Ao fim da obra, os autores dissecam, de forma clara e procedimental, os contratos de investimento com as acelerados e os investidores anjo, possibilitando que o investidor conheça e compreenda termos jurídicos habitualmente utilizados nestas negociações.

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Dito tudo isso, pode-se dizer que o livro “DIREITO DAS STARTUPS” cumpre o papel de catequizar os empreendedores sobre a importância da atenção aos temas jurídicos que impactam a empresa, bem como os capacita a entender os documentos que certamente aparecerão em suas caixas de e-mail para assinatura.

Lembre-se: o cuidado jurídico poderá ser um diferencial competitivo em relação aos concorrentes desatentos que gastam tempo e dinheiro desnecessários corrigindo problemas que poderiam ser evitados.

 

Gostou da indicação de livro do mês? Sugira novos conteúdos, mande um e-mail para priscilla@ventiur.net.

 

GARRIDO   LUIZ GARRIDO | ADVOGADO

Sócio do Garrido&Tozzi Advogados. L.L.M. (Legum Magister) em Direito Corporativo pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – IBMEC. Presidente da Federação das Associações de Jovens Empresários do Rio Grande do Sul – FAJERS. Conselheiro da Confederação Nacional de Jovens Empresários – CONAJE. Diretor Jurídico da Associação Gaúcha de Startups – AGS. Membro da Comissão Especial de Relações Internacionais e Integração do Mercosul da OAB/RS.

Lista oficial das selecionadas para primeira triagem divulgada!

 

Semana passada foi lançado a campanha Procuramos sua startup para investir!, a fim de divulgar a busca da Ventiur por startups mais maduras e que desejassem investimento de uma aceleradora. Informamos que as inscrições, dentro da plataforma, ficararão abertas até dia 29/05 e que, durante o processo de inscrição, haverão triagens para chamada de pitchs aos investidores.

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A primeira triagem já saiu e as CINCO SELECIONADAS para o PITCH #1 de cinco minutos ao grupo ALPHA ONE de investidores da Ventiur são (por ordem alfabética):

 

 

Terão outras TRÊS triagens ao longo do processo e as startups interessadas em receber investimento e que contenham os critérios base (conheça-os) devem fazer suas inscrições por aqui. Caso você esteja com dúvidas se seu negócio encaixa no quadro, entre em contato.

5 passos para montar um plano de marketing digital focado em performance

 

Por Gabriel Rymsza

Um dos grandes desafios para uma startup é vender seu produto ou serviço. É comum ver ideias de negócios super estruturadas, empreendedores altamente engajados na criação de seus MVP’s, planos de negócio e validação do produto ou serviço mas que, quando se trata da elaboração de um plano de marketing, carece em planejamento estratégico e tático. Sabemos que muitas vezes a verba destinada às ações de marketing e venda dos produtos/serviços é limitada, mas é justamente aí que entra a importância de um bom planejamento focado em ações pontuais e mensuráveis que tragam retorno para a startup.

Então, como montar um plano de marketing digital focado em performance, que caiba no orçamento da empresa e ainda otimize o retorno sobre o investimento? Abaixo apresento cinco passos para planejar, desenvolver e mensurar resultados em marketing digital:

 

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#PASSO 1: Compreensão dos contextos.

O primeiro passo é essencial para um bom plano de marketing, pois tem como objetivo entender todos os contextos envolvidos, como mercado, produto e público. Aqui é importante entender que tipos de problemas, anseios e necessidades do público o produto ou serviço busca atender. Basicamente as perguntas que devem ser respondidas aqui são: quem é o meu público, por que ele precisa do meu produto e/ou serviço, em que contextos ele busca o meu produto e/ou serviço e por que eu sou a melhor escolha para ele. Como estamos montando um plano de marketing digital, é importante que estas perguntas sejam respondidas levando em consideração o comportamento online do público.

 

#PASSO 2: Concepção estratégica

Entendido os contextos, é hora de criar objetivos e metas. Onde quero chegar com a ajuda de um plano de marketing digital? Para ajudar, pense no resultado. Qual o resultado esperado para a empresa com a ajuda do plano de marketing digital? Aumentar as vendas em 20%? 20% é quanto em Reais? E esse valor em Reais pode ser alcançado com quantas vendas, partindo de um ticket médio? Ok, chegamos na nossa meta: vender um número x de produtos. Por que isso é importante? Porque a partir de agora, todas nossas ações serão exclusivamente focadas em atingir essa meta.

Importante: as metas devem ser realistas, claras e mensuráveis!

 


 

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#PASSO 3: Plano tático.

Já sabemos onde queremos chegar. Agora é o momento de definir como chegaremos lá. Que tipo de ações serão feitas? Qual o cronograma destas ações? Para cada meta específica, deve-se ter uma ou mais ações que visem atingi-la. Estas ações devem ser criadas com cronogramas seguidos à risca. Aqui poderemos ter ações em redes sociais, e-mail marketing, anúncios no Google e portais relacionados ao nosso negócio, etc. Lembre-se dos contextos em que o público está para, então, pensar nas ações.

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#PASSO 4: Definição das métricas.

Ações criadas, é hora de definir quais métricas são realmente importantes para avaliar a performance do plano. Métricas são sistemas de mensuração que quantificam um comportamento e ajudam a medir e avaliar o desempenho das ações. Exemplos de métricas: visitas ao site, visualização da páginas dos produtos, cliques no anúncio, aberturas de e-mail, compras no site, pedidos online, etc. Existem muitas métricas relacionadas às ações em marketing digital, mas o objetivo aqui é escolher as que realmente interessam, sempre relacionadas às metas definidas no passo 2 e às ações do passo 3.

 

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#PASSO 5: Análise e mensuração.

O último passo é o que vai apresentar a performance do nosso plano de marketing digital. É importante que todas as métricas definidas no passo anterior sejam constantemente analisadas, exigindo disciplina por parte dos envolvidos. Aqui o objetivo não é apenas analisar ao final do processo se o plano teve êxito ou não, mas sim acompanhar o desempenho durante o processo, a fim de ajustar possíveis falhas, melhorar os resultados e identificar insights e oportunidades. Este fluxo é contínuo, por isso costumo aplicar o método PDCA: Plan, Do, Check, Act.

 Seguindo os cinco passos com dedicação e empenho, é possível planejar e desenvolver um bom plano de marketing digital, mensurando seus resultados e otimizando o investimento. Agora, o próximo passo é: #gohard!

 

DICAS DE FERRAMENTAS:

 

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   GABRIEL RYMSZA | PUBLICITÁRIO

Bacharel em Comunicação Social – habilitação em Publicidade e Propaganda com ênfase em Marketing, pós-graduado em Marketing Digital. Atualmente é gerente de negócios e planejamento na Kyoodai Agência de Comunicação, sócio-proprietário do clube de assinaturas O Bolicheiro e professor nos cursos de comunicação social da UniRitter.

Procuramos sua startup para investir!

 

Você não leu errado, a Ventiur está em busca de startups para investir e para logo! O processo já começou e é bastante simples. Mas antes de submeter a aplicação para investimento, existem alguns critérios fundamentais que precisam ser levados em conta:

 

  • A startup precisa estar MONETIZANDO
  • Ter um tech founder
  • Ter, no mínimo, 2/3 da equipe dedicada full time ao negócio
  • Ter disponibilidade para fazer um pitch já no dia 13/05
  • Fazer sua aplicação no fundacity o quanto antes

 

Esse processo é rápido e, como as empresas que a aceleradora procura nessa ocasião são mais maduras, não precisam ter feito o processo de pré-aceleração, o Warmup. Em breve serão abertas as inscrições para o Warmup,as startups em nível de ideia ou que não estão monetizando poderão integrar o programa e ter a oportunidade de receber um aporte ao final.

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IMPORTANTE:

As inscrições, dentro da plataforma, ficarão abertas até dia 29/05. Durante o processo de inscrição haverão triagens para chamada de pitchs aos investidores. A primeira triagem ocorre no dia 10/05 e, as startups inscritas e com destaque, já terão a oportunidade de fazer o pitch no dia 13/05. As demais datas de pitch serão informadas as empresas inscritas ao longo do período de aplicações.

As startups interessadas em receber investimento e que contenham os critérios base devem fazer suas inscrições por aqui. Caso você esteja com dúvidas se seu negócio encaixa no quadro, entre em contato.

 

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Apresentar bem sua empresa é muito importante na hora de captar um investimento

Por Priscilla Mella | Imagens: Priscilla Mella

Muitos aspectos influenciam em um momento decisivo. Quando o assunto é conseguir um aporte financeiro, por exemplo, alguns itens são fundamentais aos olhos dos investidores. Monetização, modelo de negócio, inovação e equipe são alguns dos tópicos que servem norte para decisão final dentro da aceleradora Ventiur.

Mas tão importante quanto ter essesquatro pilares definidos é apresentá-los de forma concisa, direta e bem elaborada. Você pode até não dar a ênfase a sua apresentação de pitch, mas se a fizer seguindo os 4Cs a seguir sua apresentação será lembrada por muito tempo.

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1C# Carinho nos slides (tempo)

Focar no desenvolvimento do seu empreendimento é fundamental, mas é lembrar que se você fizer milhares de coisas bacanas e não conseguir colocar de forma compreensível em seu apresentação final é desmotivador. Para não correr esse risco a dica é iniciar o raciocínio em lâminas em branco, sem pensar no design, mas acompanhando o processo em paralelo.

Nunca deixe para iniciar todo o processo de apresentação dois dias antes – grife essa parte de marca texto amarelo se precisar. Apresentar algo que encante, que faça você ser lembrado, demanda tempo e carinho. Apresentar é uma arte, não um dom. Você treina e vira craque. Mas lembre-se, com todas as atividades para serem pensadas na apresentação e com tempo cronometrado, ter um mau planejamento pode afetar seu desempenho e seu negócio.

 

2C# Cuidado (texto curto/direcionado)

Como já foi dito, você pode ter um plano ótimo em andamento e estar desenvolvendo seu negócio de forma exímia, se sua construção de ideias não forma concisa e tiver uma lógica fluente na hora de apresentá-las para possíveis investidores de nada adianta. Por isso você tem que lembrar sempre que o foco de sua apresentação tem que ser VOCÊ.

A dica é pensar em três aspectos:

  • O slide só pode ocupar três segundos da atenção do espectador.
  • Para tal, prepare os “textos” em um post-it. O que não cabe num post-it, não deve ir para o slide;
  • Cuide a gramática, revise o conteúdo e mantenha a pessoa gramatical (1º pessoa singular ou 3º pessoa do plural, por exemplo). Erros de português podem dizer muito sobre você.

 


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3C# Capricho no design (pensar a lógica)

Já foi o tempo que as pessoas não compravam o livro pela capa. Reforçando que o conteúdo é sempre o mais importante, mas a boa apresentação dele faz com que queiram adquirir/consumir seu produto ou serviço. Por isso capriche no design, não coloque 20 imagens em uma lâmina, troque a fonte padrão de abertura – demonstra que você teve cuidado e mantenha uma similaridade de condução, pense que como a música os slides devem passar de uma nota (lâmina) para a outra com graça e harmonia – e não como se um furacão tivesse passado por lá.

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4C# Cartão de visitas (não esqueça os contatos)

Você deve estar se perguntando: Mas é claro que eu vou deixar meus contatos, levar meu cartão de visitas, quem iria a uma reunião sem levar o seu contato?Para que lembrar disso? Bem, quantas vezes você já teve colegas acadêmicos que esqueceram de colocar o nome nas provas? Então o questionamento continua pertinente. Porém o tópico em si não se refere estritamente aos cartões de visita, mas aos contatos disponíveis na apresentação. É imprescindível que o site, o e-mail de contato e os telefones disponíveis sejam claros, com tamanhos razoáveis para que o último espectador, lá do final do auditório, também consiga anotá-los. Tentando sempre manter uma lógica de priorizar, em tamanho de fonte e disposição de elementos, qual dos contatos disponíveis ele deve tentar primeiro.

 

Tendo esses 4Cs bem definidos você pode se dedicar ao desenvolvimento contínuo da sua empresa e existem programas específicos para isso, como o Warmup. O programa traz um série de workshops que ajudam a desenvolver o modelo de negócio, a fazer testes de hipóteses e na monetização da sua empresa. Além disso, tem um dia dedicado somente ao pitch, com instruções de oratória, de design de apresentação e de condução do pitch. Inclusive, um novo processo de warmup será iniciado em breve, para ficar sabendo de tudo basta acompanhar as redes da Ventiur e cadastrar seu e-mail (no final da home do site) para receber todas as novidades sobre as próximas atividades.

 

LIVRO DO MÊS: Big Data

Por Roberto Mariotto

Captar dados e armazená-los… Duas atitudes que fazem parte da realidade de grandes empresas de tecnologia há muito tempo. Isso porque, como guardiãs da vanguarda tecnológica da humanidade, estas empresas se deram conta muito antes de todo o resto do mundo de o quanto isso poderia trazer de valor.

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Um breve estudo sobre os ciclos produtivos e cadeias de valor do inicio dos séculos XX e XXI já nos permite diagnosticar uma mudança drástica na relação oferta/demanda em escala mundial. Em um mercado competitivo, onde ter um diferencial é tão essencial que chega a beirar o óbvio, as empresas cada vez mais buscam maneiras de satisfazer seus clientes com seus produtos, atendimento, pós-vendas e todas as demais experiências de consumo.

Dentro desse contexto algumas empresas e nichos de mercado percebem que tem a necessidade de “evoluir em direção ao passado” prestando um atendimento pessoal digno dos tempos em que negócios não tinham escalas tão grandes e aqueles poucos e fiéis clientes. Voltando assim a ter de prestar um atendimento cada vez mais personalizado, transformando a efetividade de estratégias de marketing de larga escala em uma coisa questionável em alguns contextos. O que traz um novo grande paradigma de mercado para algumas empresas que tem seus produtos vendidos em escala… Elas agora precisam personalizar seu atendimento com uma granularidade extraordinária.

 

Mas o que isso tem a ver com captar dados? Simples… Duas palavras: Big Data

 

O livro do mês de Abril é: “Big Data: como extrair volume, variedade, velocidade e valor da avalanche de informação cotidiana” de autoria de Viktor Mayer-Schönberger e Kenneth Cukier. Não somente para os interessados em tecnologia e estatística, mas também para pessoas das mais diversas áreas este livro se mostra muito positivo no que tange aprendizado. Com um conteúdo de viés não técnico, em termos de programação e algoritmos, o livro é de fácil entendimento. Novamente, apresentando cases onde se aplicaram algoritmos de Big Data para solução de problemas, o livro mostra que esta ferramenta já faz parte de nossas realidades sem se quer percebermos.

A parte mais interessante do livro é a comparação entre os modelos estatísticos que utilizamos hoje, que envolvem critérios de amostragem, distribuições normalizadas, índices de confiabilidade e tantos outros quesitos técnicos e o quanto uma enxurrada de dados convertidos em informação pode ser mais efetiva em representar a realidade e, nos mais excêntricos casos… Prevê-la.

 

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Todo o suprassumo das análises preditivas, do dimensionamento de raio de ação de uma prestadora de serviços, identificação de focos de pandemias, tudo isso ao alcance de um click. Foi isso que aconteceu em um dos casos citado no livro, no qual o Google foi capaz de resolver um grande problema dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, que estavam com um gap de aproximadamente 14 dias na determinação do foco de uma epidemia de gripe. O que fazia com que, quando o plano de ação fosse colocado em prática, o foco da epidemia já tivesse se deslocado para outra região que demoraria outros 14 dias para ser identificada…

 

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Com um algoritmo do Google que, em resumo, levou em consideração uma lista de palavras atreladas a sintomas de gripe, que quando pesquisadas no site de busca disparava um algoritmo que já identificava o local onde esta pesquisa tinha sido realizada. Seguido disto o programa já plotava no mapa do país todos os disparos permitindo assim dizer em que região se concentravam massivamente as pesquisas sobre sintomas de gripe. Trazendo por fim a resposta de onde estava o foco da epidemia e por onde ela estava se espalhando praticamente em tempo real.

As ferramentas de Big Data podem ser construídas nas mais variadas áreas e trazem, em termos estatísticos, uma confiabilidade muito mais eficiente, pois é possível atingir confiabilidades muito grandes com um esforço incrivelmente menor do que seria necessário em modelos estatísticos de amostragem tradicionais.

Big Data não é um livro técnico de TI, é um livro de fundamentos, cases e comparações.

 

Gostou da sugestão? Você também pode contribuir com este espaço, basta deixar seu comentário!

 

 

Cuidados Jurídicos Iniciais para sua Startup

 

Por Giulliano Tozzi 

Sabemos do desafio que é empreender num país como o Brasil, que apesar de todos seu potencial, insiste em patinar em suas políticas econômicas voltadas para o empreendedor. Antes de mais nada, cabe ao empreendedor buscar e entender o problema do mercado que irá resolver e, a partir disto, iniciar a formulação de seu plano de negócios. Logicamente que questões financeiras, comerciais e de tecnologia da informação tomarão grande parte deste planejamento, contudo, todos sabemos que algumas questões jurídicas, ainda que não sejam o ponto principal, devem ser discutidas e pensadas, de modo a evitar futuras dores de cabeça.

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A primeira decisão a ser tomada diz respeito à estrutura adotada para se empreender, isto é, o empreendedor irá encarar este desafio sozinho ou contará com o apoio de sócios? Ao escolher empreender sozinho, o presente parágrafo perde um pouco de relevância, pois é no âmbito das sociedades que necessitamos de maiores cuidados. É importante que se diga que é quando todos estão empolgados e acreditando no projeto que se deve colocar as regras no papel, mesmo que isso não importe na constituição regular da empresa (com arquivamento na Junta Comercial, inscrição no CNPJ e demais órgãos), posto que uma sociedade se constitui pela mera intenção de sua formação. Estabeleçam as funções de cada sócio, ainda que todos dividam todas as responsabilidades, pois certamente definir um responsável para cada tarefa irá tornar a relação mais fluida. Definam se os lucros serão partilhados na exata proporção da participação de cada sócio ou se todos possuirão metas individuais que deverão ser alcançadas. Importante lembrar que não é possível excluir qualquer sócio de participar nos lucros que vierem a ser distribuídos, mas isso não quer dizer que a distribuição não possa ser desigual.

Também é necessário que se definam mecanismos de saída dos sócios, assim como acordos de vesting. Para quem não conhece o termo, vesting entre os sócios funciona basicamente como um período mínimo de permanência na empresa, através do qual se um sócio decidir sair antes de completado o período acordado, não levará a totalidade de sua participação, mas tão somente o proporcional ao período em que permaneceu na sociedade.

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Pensar nessas e em outras situações em termos de sociedade podem evitar futuros problemas, pois sabemos que quando as coisas não vão bem, dificilmente se alcançará uma negociação favorável para qualquer das partes.

É importante também pensar em como se dará a relação da empresa com seus clientes, através dos contratos que serão firmados. Vale destacar que um contrato não precisa ser escrito e assinado para ser válido (salvo em algumas exceções legais), mas é sempre recomendável que assim se faça, para evitar aquela velha desculpa dos clientes: “mas você não me falou que era assim!!”. Não se espera que o empreendedor saiba desenvolver contratos complexos, mas é sua obrigação pensar e planejar as nuances da relação que poderá ter com seus clientes, para que possa transmitir seus receios aos profissionais de sua confiança.

Existem ainda inúmeras outras áreas que podem ser objeto de preocupação do empreendedor, como relações trabalhistas, tributárias e com o consumidor, as quais certamente poderiam ser objeto de artigos próprios. Por isso, gostaríamos de finalizar dizendo que faz toda a diferença poder contar com profissionais competentes e que conheçam o negócio que vocês estão desenvolvendo, pois certamente poderão dar o auxílio necessário.

 

QUER VALIDAR SUA IDEIA? FAÇA NOSSO PROCESSO DE PRÉ-ACELERAÇÃO, ENTRE EM CONTATO CONOSCO E SE INSCREVA NO PRÓXIMO CICLO!

 

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Giulliano Tozzi   GIULLIANO TOZZI | ADVOGADO

Mestrando em Direito da Empresa e dos Negócios pela Unisinos. LL.M em Direito Empresarial pela FGV. Co-autor do livro Direito das Startups. Sócio do escritório Garrido & Tozzi Advogados.

 

 

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Design Thinking e as vantagens de usar a ferramenta em seu negócio

Por Priscilla Mella | Fotos: Priscilla Mella

Recentemente a Ventiur convidou seus investidores para uma sessão de design thinking com o intuito de estruturar, cocriativamente, o novo modelo de clube de investidores da aceleradora. A prática é muito eficaz e pode ser usada em empresas de todos os portes, algumas das diretrizes de como usar e quando usá-la será trazida aqui. Se sua empresa tiver problemas como falta de planejamento, ideias desestruturadas e dificuldades para inovar é uma boa hora de pensar na técnica para ela.

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É muito comum encontrar organizações que carecem de estratégias bem delineadas, o que acaba causando todos os problemas citados anteriormente. A solução encontrada por algumas dessas empresas é a aplicação do conceito de design thinking.

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HISTÓRIA

A palavra foi usada em 2009 para explicar o sucesso da Ideo. O CEO da empresa, Tim Brown, usou um caminho diferente do normal e hoje a empresa é uma das dez mais inovadoras do globo. O design thinking é uma ferramenta de inovação poderosa e aborda problemas comuns de negócio sob diversas perspectivas. Antes disso, o design era usado apenas para desenhar novos produtos e agora está sendo aplicado na criação e no desenvolvimento de soluções de negócios inéditos – levando sempre em consideração como produtos são usados ou qual o valor que representam para os usuários. No conceito, houve uma migração do design do nível tático e operacional para o estratégico.

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ONDE APLICAR

O grande trunfo do design thinking é ser aplicável em empresas de qualquer porte, já que lida com questões de gestão e de problemas enfrentados em todos os tipos de organizações. O design thinking é aplicado predominantemente na gestão e no uso de algumas técnicas que designers usam há muito tempo para resolver problemas relacionados a sua área. Ao mesmo tempo que designers trabalham com restrições e como solucioná-las, os design thinkers desenvolvem soluções com criatividade. Isso só é possível porque com a técnica o foco é desviado do problema em si para um projeto.

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COMO FUNCIONA

A técnica consiste em trabalho em grupo e talvez não (exatamente) como você deve estar imaginando. As ideias devem ser geradas em conjunto, mas com as pessoas são impactadas por elas. Uma boa maneira de fazer isso é desenvolvendo protótipos e testando-os durante todo o processo. A busca não pode ser por uma solução certa, definitiva e que não possa ser substituída, mas o próprio caminho conduz os participantes a encontrarem a solução ideal com foco em pessoas, acima de tudo. O ingrediente para o sucesso de produtos desenvolvidos sob o conceito é a participação do futuro consumidor na concepção do novo produto – seja ele desenvolvido do zero ou aprimorado. Esse trabalho não é fácil e exige do profissional o pensamento integrativo, que seja capaz de contemplar todos os lados da questão, mesmo que aparentemente opostos.

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INVESTIMENTO NECESSÁRIO

O design thinking não exige investimentos altos. O foco é a geração de ideias sem juízo de valor, a experimentação, a prototipagem rápida e o processo de cocriação. O investimento maior será treinar os colaboradores para usar as ferramentas e incutir na equipe a ideia de que todas as ideias são válidas – desde que criativas.

Se você quer implementar o conceito de design thinking na sua empresa precisa primeiro saber se ele é compatível com a cultura organizacional. Implementar o conceito exige trabalho árduo de toda a equipe e precisa se tornar rotina na resolução de problemas.

Por meio das ferramentas do design thinking a empresa tende a encontrar soluções mais assertivas e com isso aumentar a retenção de clientes e o valor da marca diante dos concorrentes.

 

Pronto para aplicar o conceito na sua empresa? Entre em contato!

 

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Ventiur lança ALPHA ONE

Por Priscilla Mella | Fotos: Isadora Longo

 

Ocorreu na última quinta-feira (31), às 8h30, a reunião para lançar o novo grupo de investidores da Ventiur, o Alpha One. O evento, que contou com o apoio da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional RS (Assespro/RS), trouxe três startups escolhidas pela aceleradora para apresentar seus pitchs e, após relatar as regras e tese de investimento do grupo Alpha One, os presentes iniciaram os procedimentos para fazer parte do mesmo.

A ocasião movimentou o ecossistema de startups na busca por quem deseja escalar novos negócios e apostar na nova economia. Ou seja, funcionou como uma reunião para fechar o novo grupo de investidores. Para participar do lançamento foi preciso confirmar presença pelo e-mail da organizadora.

A aceleradora fez, recentemente, o primeiro desinvestimento de uma das suas startups, o Devorando. A principal plataforma de pedidos delivery do Rio Grande do Sul foi vendida para o líder do segmento nacional, o iFood.

Convite

 

Cronograma do Lançamento:

8h às 9h – Boas-vindas e relacionamento;

9h – Apresentação das regras e da tese de investimento Alpha One;

10h – Pitch startups selecionadas;

10h30 – Encaminhamentos finais;

11h – Encerramento.

 

Sobre o evento

Evento direcionado para quem deseja investir em startups*.

Data: 31/03

Horário: 8h30m

Local: Av. Ipiranga, 6681 (Prédio 96C – SL 208) – Partenon | Porto Alegre

*Para participar foi necessário confirmar presença pelo e-mail myca@ventiur.net.

 

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Open thyssenkrupp movimenta o ecossistema de startups

Por Priscilla Mella | Fotos: Isadora Longo

 

Na última semana, mais um programa de Inovação Aberta e Corporate Venture foi encerrado, o Open thyssenkrupp. No evento de apresentação das startups à banca avaliadora, o DemoDay thyssenkrupp, oito empresas tiveram a oportunidade de expor suas soluções de mercado direcionadas às necessidades da empresa. Na ocasião, as startups tiveram dez minutos para o pitch e cinco para as perguntas, totalizando três horas de evento com as demais inserções da solenidade, no Tecnopuc.

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As startups que chegaram ao DemoDay (2b face, BrasilSul Logística, Inventsys, LógicaE, MF Consult, Prosumir e WeeVee) passaram 21 dias focadas em modelar, adaptar, testar e/ou validar seus produtos/serviços para exibí-los à thyssenkrupp Elevadores. Para acompanhar os empreendedores e contribuir com suas evoluções no programa, o Núcleo de Inovação da thyssenkrupp Elevadores elegeu, dentro de sua equipe, um padrinho para cada empresa a fim de facilitar o elo com a organização.

Entre os segmentos que a empresa buscava encontrar soluções a partir do programa estavam inovação em logística, elevador “inteligente” e energia renovável. Como saída do evento e finalização do Open thyssenkrupp, a empresa que realizou o programa apontará, em até 30 dias, com quais startups tem interesse em continuar o processo de inovação.

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VISÃO INTERNA

Facilitadora do programa e consultora executiva da Ventiur Isadora Longo explica que para um Open (programa de Inovação Aberta da Ventiur) ser assertivo, ele necessita ter uma colaboração mútua. A aceleradora estar engajada com a equipe que vai trabalhar no projeto da empresa e a empresa abraçar o projeto e querer tocá-lo em frente é um presságio de sucesso. “Foi o que aconteceu com o Open thyssenkrupp. O Núcleo de Inovação da thyssenkrupp Elevadores estava muito engajado com a ideia e abriu as portas internamente para que isso acontecesse. […] O DemoDay foi só o encerramento desse programa, dessa sinergia de equipe (da thyssenkrupp e da Ventiur) que deu tão certo”, descreve Longo.

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O QUE É O OPEN?

O projeto Open é uma solução da Ventiur que visa dinamizar a cultura da inovação organizacional por meio de conexão com startups em um processo de Inovação Aberta. Utilizando as práticas de design thinking, inicia com uma etapa e imersão, buscando entender as “dores” e oportunidades de inovação; passa pela prospecção, seleção e capacitação de projetos alinhados à estratégia de inovação corporativa e culmina na aceleração de startups com potencial de conexão com a corporação.

Se sua empresa quer inovar, entre em contato conosco e conheça o Open!

 

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