VENTIUR promove evento voltado ao empreendedorismo feminino

Empreendedorismo Feminino

A VENTIUR em parceria com o SEBRAE X e o LAB Fecomércio-RS, promove no próximo dia 11 de agosto um evento voltado ao empreendedorismo feminino. O evento ‘Empreender é Coisa de Mulher’ marca o primeiro ano de vida do Instituto Ladies In Tech – iniciativa que tem como objetivo fomentar e fortalecer o cenário do empreendedorismo feminino na tecnologia.

O evento acontece entre 15h e 18h, no Lab da Fecomércio, em Porto Alegre, e também será transmitido ao vivo pelo YouTube. A atividade será composta por painéis como ‘Saindo da Ideação até os primeiros Clientes’, ‘Se preparando para receber os primeiros investimentos’ e ‘Mulheres CEO’. Empreendedoras, principalmente ligadas aos setores de inovação e tecnologia, estarão conduzindo as discussões. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link.

A Head de Pessoas da VENTIUR, Cris Pellegrin, comentou que a aceleradora criou o evento com o objetivo de fomentar o protagonismo feminino no ecossistema de inovação. 

Para ela, apesar de ser um ambiente (ecossistema) bastante diverso, a presença de mulheres a frente de startups, por exemplo, ainda é muito restrita.

Cris Pellegrin com o time Ventiur

“Sabemos que no Brasil, historicamente, ainda temos poucas mulheres empreendendo e quando falamos do ecossistema de inovação, percebemos que esse número de empreendedoras de startups é ainda menor”, observou Cris. 

Nesse contexto, segundo ela, o evento ‘Empreender é Coisa de Mulher’, nasce como um ambiente onde a mulher possa se sentir confortável em fazer parte de um espaço, que hoje ainda é majoritariamente masculino. “Queremos, com o nosso evento, criar esse espaço para que nós mulheres possamos falar sobre empreendedorismo e negócios, e mostrar para outras mulheres que há espaço no ecossistema para nós mulheres empreendermos, investirmos e co-criarmos juntas e de maneira colaborativa”, enfatizou Cris.

VENTIUR fechou parcerias importantes para realização do evento

Para desenvolver esse projeto a VENTIUR procurou parceiros estratégicos dentro do ecossistema – LAB Fecomércio, Ladies In Tech e Sebrae X abraçaram o desafio. Para a gestora de comunidade do LAB Fecomércio-RS, Camila Tubin, é fundamental a voz da mulher em ambientes de negócios. “Estamos muito felizes em contribuir com o evento, pois ele é de grande importância para nós, uma vez que estamos em busca do fomento destes movimentos que permeiam as temáticas de inovação, empreendedorismo e transformação digital dos negócios”, observou Camila. 

Já para Danielle Cosme, que juntamente com as empreendedoras Aline Busch, Aline Poulsen e Marceli Brandenburg, fundou o Instituto Ladies In Tech, em 2021, eventos como o dessa semana servem para fortalecer a presença feminina no mercado de tecnologia.

Empreendedorismo Feminino – Danielle Cosme

“O evento vem para celebrar este um ano do Instituto e dar visibilidade ao empreendedorismo feminino na tecnologia e que sim, a mulher pode comandar startups de qualquer segmento e, sim, sentar na cadeira de CEO e fazer um trabalho excelente”, destacou Danielle.

Sobre o Instituto, ela ressaltou que a iniciativa surgiu da necessidade que ela e as demais fundadoras tinham de falar com outras mulheres sobre negócios e tecnologia. 

O Ladies In Tech conta hoje com mais de 70 empreendedoras, cerca de 55 startups fundadas ou comandadas por mulheres em 15 segmentos da tecnologia. O Instituto se constitui com uma rede de apoio, participação e fortalecimento do ecossistema feminino no mercado de startups.

Em Curitiba, VENTIUR promoveu “Investir é Coisa de Mulher”

Dentro do processo de expansão da VENTIUR em nível nacional, no começo da semana foi realizado em Curitiba, o evento “Investir é Coisa de Mulher”. 

O evento teve como objetivo abordar os tipos de investimento em startups disponíveis no mercado. Destinado ao público feminino, sua intenção é dar maior visibilidade e multiplicar as mulheres que investem, empreendem, mentoram e lideram no ecossistema de startups.

Segundo a  Venture Partner da VENTIUR, Andrea Bigaiski, que foi a  mediadora do evento, o debate contou com a participação de empreendedoras, mentoras e investidoras de startups, dentre elas a executiva Kika Ricciardi. Kika possui vasta trajetória executiva no mercado financeiro, com passagens pelo Citi Bank e Deutsche Bank. Ela também é investidora anjo e conselheira em diversos boards, sendo que recentemente assumiu também uma posição no conselho da VENTIUR. Além da larga experiência no setor financeiro, Kika é investidora em diversas startups. 

Empreendedorismo feminino cresceu durante a pandemia

Dados do Linkedin indicam que houve crescimento no número de mulheres que começou a empreender ao redor do mundo durante a pandemia. O aumento pode estar relacionado aos desafios que as mulheres enfrentam em suas trajetórias profissionais – a pandemia fez com que muitas tivessem que assumir a dupla responsabilidade de trabalhar e cuidar de casa ou da família, e precisassem buscar atividades laborais mais flexíveis.

No Brasil o percentual de novas empreendedoras aumentou 41% em 2020, em comparação com crescimento de 22% em relação aos homens que começaram a empreender no período. O levantamento aponta que a representação da liderança feminina no país é de 27%, coloca o Brasil na 27ª posição dos países mencionados na pesquisa. No entanto, a representação da liderança feminina ainda está abaixo da média global,  que  é de 31%.

E então, gostou do tema? Quer ficar atualizado sobre as notícias e tendências sobre empreendedorismo e inovação? Siga a Ventiur nas redes sociais. Criada em 2013, a VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico Tecnosinos, em São Leopoldo/RS. Nosso processo de aceleração potencializa a atitude empreendedora, estimulando a capacidade de execução, experimentação e co-criação. 

Startups Pré-Selecionadas para a Aceleração VENTIUR

Em parceria com o Tecnosinos, divulgamos a relação de startups pré-selecionadas para o Warmup, etapa de pré-aceleração do programa: o Fundo20.

Foram mais de 100 startups, de todo o país, inscritas. Após avaliações e entrevistas, 29 startups foram pré-selecionadas e serão avaliadas em profundidade durante o Warmup, com a participação ativa dos investidores do Fundo20.

As selecionadas foram as seguintes:

Acceler8                                               Menyoo
Agidesk                                                Mubbi
Atelier de Projetos                                Multibot
Babus                                                  ObraAzul
Brasau                                                 Prema
ClubiApp                                              Rede Síndicos
Conecta Lá                                          Salva
ContaÁgil                                            Streammus
DoctorCondo                                       TrackerThings
Easyproc                                             Unieloo
FitNet                                                 Usphera
Gurvam                                               Vendr
Jurimetric                                           W3lcome
Linkfor.io                                             WakeUp Cobranças
Loopier

Segundo Sandro Cortezia, CEO da VENTIUR, o Warmup é uma etapa fundamental no processo de seleção pois permite que seja realizada uma avaliação criteriosa da postura empreendedora, complementaridade de competências e capacidade de entrega dos empreendedores.

São avaliados também outros aspectos importantes como tecnologia e escalabilidade do produto, modelo de negócios e potencial de mercado de cada startup. Além disso, é uma oportunidade para conectar os empreendedores das startups aos investidores do grupo e às empresas da região.

O Warmup será realizado por meio de Bootcamps, que ocorrem no Tecnosinos em dois finais de semana: 22 e 23 de novembro e 6 e 7 de dezembro. Os empreendedores participam de dinâmicas com a equipe da aceleradora, mentores e investidores, recebendo capacitação e passando por etapas de avaliação e validação. O final do processo ocorre no
dia 14 de dezembro, quando as startups com melhor desempenho no WarmUp se apresentam para a banca de investidores no PitchDay. Dentre elas, deverão ser selecionadas 5 startups que receberão investimento e participarão do processo de aceleração.

O Grupo de Investidores Fundo20 ainda possui cotas de investimento à disposição. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail [email protected] .

Parabéns às pré-selecionadas!

Startup Acelerada pela VENTIUR participa do Shark Tank Brasil

O Amor é Simples - Sharktank

As sócias fundadoras do e-commerce O Amor é Simples irão participar da primeira temporada brasileira do programa Shark Tank – Negociando com Tubarões

A versão brasileira do reality show norte-americano, Shark Tank Brasil – Negociando com tubarões – abrirá suas portas para as gaúchas, sócias fundadoras d’O Amor é Simples, na primeira quinta-feira do ano (05), às 21h no Canal Sony. As empreendedoras do 1º e-commerce de vestidos de noiva do Brasil terão 3 minutos de pitch para impressionar investidores interessados em dar apoio financeiro a grandes ideias inovadoras no país. Será que as gaúchas irão convencer estes verdadeiros “tubarões” dos negócios?

O programa, que teve sua estreia em outubro de 2015, tem o objetivo de levar empreendedores em busca de aporte financeiro à frente de grandes investidores, os “tubarões”. Para convencê-los, será necessário aproveitar bem a chance de impressioná-los na hora de apresentar o negócio.

Para as sócias Natália Pegoraro, Laís Ribeiro e Janaina Pasin, a oportunidade de apresentar o modelo de negócios a grandes empresários brasileiros significa muito para a marca, que receberá importantes insights de empresários de sucesso de diversos segmentos. E, além disso, chegará na tela de milhares de brasileiros.

Os tubarões que vão escolher as melhores ideias são: João Appolinário, fundador da Polishop; Cristiana Arcangelli, empresária no segmento de moda e beleza; Robinson Shiba, presidente do China in Box e da Gendai; e Sorocaba, cantor e empresário. Carlos Wizard, fundador da rede de escolas de idioma Wizard, e Camila Farani, uma das principais investidoras-anjo do país, revezam a cadeira rotativa.

Sobre O Amor é Simples

A partir de um problema em comum, as amigas Janaína Pasin, Laís Ribeiro e Natalia Pegoraro perceberam que havia um grande público feminino que buscava, assim como elas, vestidos de noiva não convencionais. Foi então que o projeto o Amor é Simples nasceu como uma solução, com o propósito de atender a esse nicho de consumidoras.

Desde 2014, o e-commerce tem se destacado por oferecer vestidos bonitos, elegantes, com modelagens simples e preços justos. A iniciativa tem foco na simplicidade, além de incentivar a mão de obra brasileira e a produção artesanal bem remunerada.

O sucesso da marca apresenta-se em números e conquistas. Em 2016, a startup obteve um crescimento de 230% em faturamento em relação a 2015.

O modelo de negócios também tem chamado a atenção de aceleradoras e empresários brasileiros e internacionais, como o caso do magnata Richard Branson, que durante uma fase do programa Young Leaders of the Americas Initiative (YLAI), idealizado e criado pelo Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comentou o modelo de negócio d’O Amor é Simples à sócia-fundadora, Natália. “Eu ouvi você falar por 10 segundos e sua paixão, definitivamente, esta aí,” comentou o empresário britânico e fundador do grupo Virgin.

A empreendedora gaúcha esteve à frente de 4 mil inscritos no processo que escolheu 20 jovens brasileiros para participar do programanorte-americano, YLAI.

Mercado de IoT no Brasil – Felipe Plets

Há poucos dias apresentei o Farol, uma plataforma para desenvolvimento de soluções contextuais utilizando Internet das Coisas à um grupo de investidores. Dentre os tópicos do meu pitch, falei sobre termos clientes fora do país e de ter uma estratégia clara de internacionalização. Um dos principais feedbacks que recebi foi “Fazem muito bem em ter uma estratégia de internacionalização, pois infelizmente IoT é um conceito que só vai ser entendido e adotado no Brasil depois que o assunto já tiver esfriado no resto do mundo”. Dentre todos ótimos feedbacks, esse é um dos quais já temos experiência na Menvia, porém eu nunca havia me dedicado a pensar sobre este assunto tanto quanto o fiz depois deste feedback e gostaria de compartilhar com você.

Primeiramente é necessário entender que a Internet das Coisas é baseado em 3 componentes básicos, a internet (rede), a coisa (dispositivo) e necessidades. Dispositivos e redes são caros e ainda escassos no Brasil, o que deixa a adoção mais lenta e por tanto é um ponto de reflexão, porém o custo deve ser sempre medido baseado no retorno do investimento, sendo assim deve se entender quais são as necessidades que tornam a Internet das Coisas interessante para o nosso mercado, algumas verticais onde é claro que a Internet das Coisas pode trazer um grande avanço e um bom retorno do investimento por aqui são:

  • Agroindústria (ex.: plantações inteligentes com otimização no uso de recursos)
  • Segurança (ex.: rastreamento de veículos )
  • Medicina (ex.: Atendimento remoto eficiente, exames simplificados e de menor custos)

Minha conclusão é que IoT é um mercado atraente e de grande potencial no Brasil. A questão de adoção recai mais sobre você ter o produto certo, que atinja a necessidade do mercado brasileiro ao invés de copiar estratégias feitas em outros países e que muitas vezes resolvem problemas reais, mas que no Brasil ainda não são os problemas mais latentes, por exemplo fazer entregas por drones pode ser muito legal, mas existem outros problemas de espaço aéreo e transporte que tem maior necessidade de serem resolvidos a curto prazo por aqui.

Para corroborar com meu otimismo do mercado brasileiro de IoT, a IDC publicou recentemente um estudo de que serão movimentará US$ 4,1 bilhões no Brasil em 2016.

Pense sobre isso, construa, inove e compartilhe 😉

Evolução da competição SAP Innomarathon – metodologia Warmup by Ventiur

 

Por Carolina Elma Cassel e Isadora Longo Makariewicz I Fotos: Carolina Elma Cassel

  Nesta semana, a Ventiur ministrou os workshops de modelagem de negócios, teste de hipóteses e financeiro para as startups participantes do SAP Innomarathon. O evento aconteceu na UNITEC – Incubadora Tecnológica do TECNOSINOS, e contou com a participação de startups de diversos estados brasileiros. Relembre as selecionadas neste post.

  Na terça-feira (19), as startups buscaram aprofundar o entendimento sobre seus clientes, criando o mapa da proposta de valor para depois construírem o modelo de negócios que sustentasse o valor pretendido para seus futuros usuários. Já na quarta-feira (20), aconteceram os workshops de teste de hipóteses e financeiro, na parte da manhã os participantes entenderam a importância do planejamento e controle financeiro. Além de abordar a teoria, o profissional convidado Marcell Ferreira também auxiliou as startups a desenvolverem o fluxo de caixa e capital de giro, para que participantes possam projetar e organizar suas finanças, a fim de alcançar seus objetivos. Durante a tarde, todos apresentaram o seu modelo de negócios e receberam mais um feedback do corpo de aceleração da Ventiur e demais participantes.

  O primeiro evento deste programa também rendeu uma matéria no blog, acesse aqui. Além desses workshops, as startups também tiveram uma hard experience durante uma sessão de Design Thinking, ministrada pelo Prof. Dr. Alessandro Faria, no início deste mês. Se você quer saber mais sobre essa ferramenta e as vantagens de utilizá-la acesse aqui.

  Durante toda a competição de inovação social promovida pela SAP Labs Latin America e pelo TECNOSINOS, as startups recebem apoio de negócios promovida pela aceleradora Ventiur, com uso da metodologia WARMUP (que tem como principal objetivo aprimorar, validar e testar os modelos de negócios inseridos no programa).

Confira a galeria do evento:

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Como criar o espírito de startup em sua corporação?

Startups estão diretamente ligadas à criatividade. Na contramão disso, existe outra teoria: quanto maior a corporação, mais difícil é o processo de inovação.

Muitas empresas consolidadas hoje, já foram precusoras, startups na prática quando esse termo ainda nem existia no mundo da tecnologia e dos negócios. O problema é que, após estabilizadas e com um maior número de colaboradores, essas corporações pisam no freio no quesito de assumir riscos e fazerem diferente. Nos dias atuais de globalização e de agilidade da informação, a perda de coragem para sair da zona de conforto pode ser um problema.

Mais iniciativa, menos acomodação

O modo de uma gestão organizada, com atividades padronizadas são fundamentais para o bom funcionamento de qualquer negócio, mas o lado sonhador e criativo do empreendedor é que mantem viva uma startup. Quando o sonhador vira cético, ele passa a ser empresário estagnado, sempre com os mesmos processos e trabalhando para manter o que se tem.

A receita pode ser mais simples do que se imagina: estou estabilizado, meu negócio vem dando certo em determinado nicho, mas o que eu posso fazer diferente para crescer ainda mais? Onde há curiosidade e ousadia, também deve existir coragem. Empreender e andar lado a lado com a mudança, nos faz criar sonhos. Desejar metas e objetivos, de forma responsável, nos guiam para continuar prestando um serviço com excelência no presente, sem deixar de estarmos atentos, com entusiasmo, no futuro.

Como aplicar a metodologia startup em corporações estabilizadas

Qual o espaço que os funcionários têm de se expressar em seu negócio?  Uma das principais características de uma startup é o clima de colaboração entre os envolvidos. Mesmo em grandes empresas onde o modelo de negócio está estabelecido e as responsabilidades bem divididas, inovações nos processos podem trazer vantagens como eliminar desperdícios e aumentar a receita.

As ideias precisam circular com maior facilidade e o colaborador deve ser incentivado a isso. Claro, e os cargos superiores estarem dispostos a ouvir. Para ideias de novas criações, a premissa é básica: criar um produto ou serviço que vá atender o problema de alguém que queira pagar por isso.

Uma empresa onde os funcionários tenham voz para ideias inovadoras, cria uma cultura de valorização e identificação. O crescimento motivacional é mutuo, pois, a empresa aposta na inovação e o funcionário se sente à vontade para criar e expor.

Ousadia e inovação constante

Criar novidades, sem comprometer o que dá certo. Esse é o maior desafio para corporações já consolidadas. Quando a ordem é iniciada de cima para baixo, o caminho fica mais fácil, pois se está no ventre da corporação incentivar seus funcionários a serem criativos e sonharem juntos com a empresa, a tarefa é mais natural, pois os colaboradores são como aliados na constante busca pela criatividade e consequentemente pelo crescimento da corporação.

Esse é um processo que requer força de vontade. Nem mesmo quando startups, a inovação não se decreta do dia para a noite. É preciso ouvir ideias, estudar cenários e manter uma certa coragem ao apostar em convicções. Existe uma certa dificuldade em manter a perseverança em um ideal, mas e quem disse que seria fácil ser inovador?

Como pensa um investidor?

 

Por Priscilla Mella.

Muitos empreendedores procuram a aceleradora Ventiur para receber investimento. Do inúmeros contatos mensais recebidos, após passarem pelo processo de triagem feita pela equipe, são raras as startups que se constata estarem maduras o suficiente para receber um aporte financeiro.

Entenda: não quer dizer que seu negócio merece mais ou menos que outra startup, ou que sua empresa é melhor ou pior. O que significa é: muitas vezes você acredita que está com a ideia mais inovadora do mundo e com o modelo de negócio que vai fazer você faturar um milhão em um ano – acontece que nem sempre é assim. Para isso, a Ventiur conversou com alguns se seus investidores e disponibiliza, para você, o que realmente eles vislumbram como ideal na hora de investir em uma empresa.

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Se você abriu sua mente e leu tudo o que estava escrito sem replicar sozinho, enfatizando que seu negócio é sim o melhor do mundo e que você vai sim se tornar milionário em curto prazo, sinta-se parabenizado, pois você já tem muito do que define um PERFIL EMPREENDEDOR (veja como tirar sua ideia do papel)! Veja alguns dos tópicos os investidores tendem a ser mais críticos na hora da análise.

 

#1. EQUIPE COMPLEMENTAR

Ter uma equipe enxuta, mas que se complemente, é bastante observado. É necessário que tenha, entre os sócios-fundadores, pessoas que pensem de diferentes formas e com focos em sentidos necessário à empresa. Ter uma startup – que tem como base ser tecnológica – e não ter um fundador técnico (tech founder) baixa as chances de ser investido, por exemplo.

 

#2. IDENTIFICAÇÃO DO VALOR DA SOLUÇÃO PARA O MERCADO

É necessário que a startup mostre que tem conhecimento aprofundado do mercado que pretende atuar e que, ao conhecer bem esse segmento, tenha uma proposta de valor definida e que agregue para tal.

 

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#3. SEJA UM BOM OUVINTE

Parece bobo, mas é muito importante. Quando uma empresa é fundada nasce com ela um vínculo, alguns empreendedores estão tão envolvidos com seu negócio que não aceitam interferencias. É quase possível dizer que “é um filho”, no qual é colocado no colo e não se deixa ninguém colocar defeitos. Críticas são fundamentais para seu crescimento! Lembre-se: às vezes uma “sacodida” pode fazer toda a diferença.

 

#4 CONHEÇA SUA CONCORRÊNCIA

Ao apresentar um pitch é necessário que você fale de seus concorrentes, para mostrar (como foi dito no tópico 2) seu conhecimento de mercado e apontar seus diferenciais. Em outras palavras, deve-se apontar aos investidores quem são seus principais concorrentes, a proporção que eles têm no mercado e mostrar porque as pessoas vão usar/comprar o seu produto/serviço e não o deles. É comum ver empresas que não verificam com atenção seu mercado de atuação e pode ser um grave erro. Investidores estão sempre conectados com o ecossistema, tem protifólio e sabem o que o mercado apresenta, por isso vá fundo em seu mercado e mostre que veio para ficar!

 

Gostou das dicas? Agora que você sabe como os investidores pensam, deixe nos comentários outras dúvidas sobre o mundo das startups e do investimento, que vamos produzir conteúdos especialmente para você!

 

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA WORKSHOP HARD EXPERIENCE!

 

Uma experiência única para quem procura inovação e destaque no mundo corporativo.

Por Priscilla Mella.

Da Bahia direto para o Vale dos Sinos, o professor Dr. Alessandro Faria vai fazer com que seus dois dias de curso ampliem suas concepções e aumentem sua assertividade nas escolhas corporativas e profissionais. O workshop de 16h horas vai acontecer dentro do Parque Tecnológico Tecnosinos, nos dias 5 e 6 de julho. Estudantes tem desconto de 50% do valor do público externo e incubados do Parque tem vagas gratuitas (limitadas)*!

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O workshop proposto é para quem deseja ter uma HARD EXPERIENCE de Design Thinking, entendendo, na prática, as quatro etapas dessa aborgadem: imersão, ideação, prototipação e apresentação. Toda essa experiência será dada por meio do Professor Dr. Alessandro Faria, que atuou durante 10 anos no desenvolvimento de produtos e de serviços do setor industrial do Brasil e da Inglaterra, ligados ao Design (sua formação), antes de iniciar sua carreira docente na Universidade Federal da Bahia (UFBA). É mestre e doutor pela UNICAMP na área.

O workshop de Design Thinking conta com a realização do Parque Tecnológico Tecnosinos, com a aceleradora Ventiur e com o centro de inovação CAV17.

 

SERVIÇO

Evento: Workshop Design Thinking – Hard Experience.

Valor da Inscrição: (possível de parcelar até 10x na plataforma de inscrição)

Estudantes: R$ 300

Público geral: R$ 600

Incubados Tecnosinos: Isenção mediante solicitação de cupom para [email protected]*.

Inscrever-se já: bit.ly/hardexperience2016dt

Onde: Unitec – Tecnosinos

Quando: 5 e 6/07.
Horário: 9h-18h.
Dúvidas: Enviar e-mail para [email protected]

 

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*Os incubados do TECNOSINOS devem entrar em contato ([email protected]), IDENTIFICANDO A EMPRESA e solicitando o CUPOM DE ISENÇÃO para aplicar a compra na modalidade PÚBLICO EXTERNO!

 

Lista oficial das selecionadas para RE-APRESENTAÇÃO aos investidores e seleção final para investimento do quarto ciclo!

 

Por Priscilla Mella.

A ÚLTIMA etapa para escolha das startups que integrarão o time de aceleradas pelo fundo de investimentos Alpha One, da Ventiur, está chegando. Ao longo de dois meses, entre processo de inscrições e chamadas para apresentações, os investidores tiveram a oportunidade de conhecer 23 novos negócios, entre inúmeros inscritos, para completar a grade de investidas deste ciclo. A campanha Procuramos sua startup para investir! (relembre-aqui) buscava, via inscrições no fundacity da aceleradora, 4 startups para se juntar a já selecionada para investimento do grupo, antes da abertura aos empreendedores, Shoptutor.

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O evento iniciará às 13h30, dentro do Auditório Central da Unitec – Tecnosinos, nesta sexta-feira (1º/07), é aberto ao público geral e terá a re-apresentação das startups que tiveram destaque aos olhos dos investidores presentes nas sessões de avaliação. Monetização, modelo de negócio, inovação e equipe são alguns dos tópicos que serviram de norte para decisão final e que foram considerados pelos investidores presentes na hora de selecionar as startups abaixo.

Conheça as DOZE SELECIONADAS para o PITCH #4, evento de re-apresentação do pitch de cinco minutos e que terá dez minutos de inquisição do grupo ALPHA ONE de investidores da Ventiur – para fechar o grupo de starups aceleradas deste quarto ciclo.  Por ordem alfabética:

PARABÉNS STARTUPS!

   Agora, mais do que nunca, suas apresentações serão vistas sob olhares críticos. Vocês já mostraram que tem ótimos negócios e que são inovadores em seu segmentos e por isso estão perto de obter um aporte financeiro com suporte de uma das principais aceleradoras do país. Boa sorte e #GOHARD!

 

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