Startup CONCEDE desburocratiza processo de financiamento imobiliário

startup concede no gramado summit

Desburocratizar o processo de financiamento habitacional – esse é o objetivo da startup Concede Crédito Imobiliário, empresa vencedora da Batalha de Startups liderada pela VENTIUR durante a quarta edição do Gramado Summit ocorrida no mês passado na serra gaúcha. Como prêmio pela conquista, a startup receberá o aporte inicial de R$ 200 mil, podendo chegar a R$ 600 mil em co-investimento, além de receber o chamado smartmoney da VENTIUR para alavancar o seu negócio.

Atualmente a solução é destinada a construtoras, imobiliárias e corretores, para que estes, por sua vez, ofereçam o serviço aos seus clientes. O fundador e CEO, Afonso Vinicius, explicou que por meio de um aplicativo, a plataforma integra todos os envolvidos no processo de financiamento, o que inclui clientes, construtoras e corretores de imóveis. Esse diferencial permite que todos os envolvidos tenham acesso ao status atualizado de todas as etapas que envolvem o negócio.

Ao receber da demanda da imobiliária ou do corretor, é realizada a interação com os bancos e a informação disponibilizada ao cliente. “O cliente recebe notificações e atualizações em tempo real do seu processo por meio do app, desde a análise do crédito até a liberação do recurso”, destacou Vinicius. A ferramenta também permite que sejam recebidos e enviados documentos, o que garante maior rapidez na transação. 

“Por meio do aplicativo, além de acompanhar de maneira detalhada todos os trâmites do negócio, o cliente ainda pode gerar documentos por meio da plataforma, como a guia de ITBI, por exemplo”, observou Afonso. Ele ressaltou que a tecnologia, integrada à rede bancária, permite que o contrato de financiamento seja assinado em até 15 dias – um avanço para o setor, cujos contratos habitacionais levam em média 30 dias para serem assinados.

 Empresa não dispensa atendimento humanizado 

Apesar de proporcionar toda a rapidez e agilidade pelos seus canais digitais, a startup não abre mão do atendimento humanizado e por isso mantém de prontidão uma equipe de especialistas para auxiliar os clientes durante todo o processo. Ainda como forma de melhorar a experiência do usuário, a empresa está ampliando as funcionalidades da plataforma. 

Esse movimento inclui um simulador de financiamento imobiliário, onde o cliente poderá comparar taxas praticadas por cada banco e escolher a mais adequada para ele, tudo de maneira online e rápida. “Queremos transformar a experiência do crédito imobiliário, para que a casa própria seja um sonho, e não um pesadelo”, observou o CEO. 

O setor habitacional é um dos segmentos econômicos que mais cresce no País. Apesar da crise sanitária – e econômica – desencadeada pela pandemia da Covid 19, no ano passado, os financiamentos imobiliários chegaram à marca de R$ 123,9 bilhõesaumento de 58% em relação a 2019, de acordo com levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em números gerais, o ano de 2020 acumulou mais de 426,7 mil unidades financiadas. Dados do Banco Central indicam que o saldo dos financiamentos imobiliários atingiu o recorde de quase R$ 700 bilhões em outubro último.

Plataforma foi lançada em novembro de 2020

A plataforma foi lançada em novembro de 2020, na cidade de Porto Alegre/RS – onde ainda mantém sua sede no parque tecnológico da PUC-RS. Vinicius, que tem sólida experiência no setor da construção civil (o empreendedor possui uma construtora desde 2012), já havia identificado a necessidade de criar uma ferramenta que otimizasse o complexo processo de financiamento de imóveis.

Ele lembra que durante as etapas que envolviam a venda de um imóvel por meio de sua construtora, identificou diversos problemas, os quais incluem a demora no processo de liberação dos valores financiados ao responsável pela execução da obra. O CEO destaca que após a construção e a individualização as matrículas de cada imóvel para o financiamento imobiliário, surgiam os primeiros problemas. 

Disposto a melhorar esse fluxo, inicialmente ele procurou um dos bancos que detém atualmente o maior volume de financiamentos imobiliários no País, imaginando que poderia haver uma solução para as principais queixas do setor, que é a dificuldade no acesso às atualizações do processo. Apesar das tentativas, o CEO percebeu que não conseguiria agilizar esse movimento junto ao banco e resolveu ele mesmo desenvolver uma ferramenta que pudesse atender suas necessidades. 

Ao desenvolver a solução, validada inicialmente com a rede de parceiros de sua construtora, esta atraiu a atenção de outros corretores e construtoras que também buscavam maior agilidade para os seus negócios. “Ao me deparar com a dor de outros, percebi que poderia estruturar um negócio para atender essa demanda”, disse o CEO. Ele destacou que a Startup Concede é a primeira plataforma digital multibanco que integra todas as partes envolvidas no financiamento, onde os serviços realizados pelos correspondentes bancários passam a ser totalmente digitais. 

Empresa aposta em expansão para este ano

O CEO revelou que para este ano a empresa tem em seu planejamento a consolidação da plataforma, e a expansão para novos mercados. “Hoje atuamos apenas em Porto Alegre, mas nossa meta é consolidar a presença no mercado gaúcho com um todo. Em agosto passaremos a atuar também na região do Vale dos Sinos e Serra, e ainda no segundo semestre, em Santa Catarina e Curitiba (PR)”, destacou o empreendedor.

Segundo Vinicius, a intenção é ampliar a parceria com construtoras e corretores, tendo em vista que a plataforma oferece diversos recursos que facilitam a rotina dos profissionais desse segmento. Ao se tornar um parceiro da startup Concede, essas empresas passam a ter o gerenciamento financeiro de todas os seus processos de financiamento imobiliário. 

“Somos a única plataforma a disponibilizar as informações de todo o processo, garantindo velocidade e controle da informação. Isso permite que construtoras e corretores recebam seu dinheiro na metade do tempo habitual”, enfatizou. Além do investimento em tecnologia, os aportes financeiros da VENTIUR serão utilizados para a contratação de novos profissionais, em especial para os times de marketing e vendas, com a intenção de atrair novos clientes. Atualmente a equipe da startup Concede é formada por 10 pessoas.

Durante o processo de aceleração, além dos aportes financeiros, a empresa receberá também o acompanhamento dos mentores da Aceleradora, devendo participar de bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento do time. Para saber mais sobre os programas de aceleração da VENTIUR, envie email para contato@ventiur.net.

Relevância da empresa foi destaque na Batalha de Startups

Na Batalha de Startups a empresa disputou o prêmio com pelo menos outras 30 startups de diversos segmentos econômicos, as quais foram avaliadas pela Aceleradora e por seus investidores. Critérios como inovação, mercado, equipe e modelo de negócio, foram analisados durante a seleção, sendo que a startup Concede se destacou por entregar valor para seus usuários por meio de um processo bem estruturado. 

“Criamos o aplicativo prestando atenção nas dores do mercado. Ter conquistado o prêmio no Gramado Summit só mostra que o produto faz muito sentido. Não tem solução como a nossa”, finalizou o CEO. Para saber mais sobre as soluções da startup Concede, siga a empresa nas redes sociais pelo @concedecredito ou acesse o site

Tecnologia criada pela Biosens agiliza resultados de exames clínicos

Aceleração da VENTIUR permitirá que startup possa consolidar seu modelo de negócio

 

Agilizar a tomada de decisão com base no resultado de exames laboratoriais altamente tecnológicos que integram bionanotecnologia, inteligência artificial e internet das coisas (IOT) – esse é o objetivo da Biosens Tecnologia em Saúde, startup da área da saúde, que atua na pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de biossensores. A solução desenvolvida pela empresa, a qual está em processo de aceleração pela VENTIUR, permite maior rapidez no diagnóstico laboratorial e como consequência maior agilidade na tomada de decisão e intervenção médica, destaca a COO da Biosens, Priscila Lora.

A startup surgiu da necessidade de ampliar o acesso ao diagnóstico laboratorial e simplificar, reduzir o tempo e o custo da realização de testes, por meio da funcionalidade dos biossensores, os quais tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas. A COO observa que atualmente 70% das decisões médicas são baseadas em exames laboratoriais, os quais amostras de sangue precisam ser coletadas do paciente e encaminhadas para análise em algum laboratório, seja na unidade hospitalar em que está ocorrendo o tratamento, ou em um laboratório parceiro. 

Esse movimento, muitas vezes, demanda um tempo maior para obtenção dos resultados – os laudos demoraram, em situações de urgência/emergência, levando em média duas horas para ficarem prontos e serem disponibilizados à equipe responsável por aquele paciente. “A ideia do teste rápido é realizar a análise no momento do cuidado com o paciente, por isso são chamados de point-of-care (ponto de cuidado). Esses testes são formas de descentralizar o diagnóstico laboratorial com rapidez e segurança. e por acelerar os diagnósticos laboratoriais, conseguimos agilizar a tomada de decisão do médico”, enfatizou a COO. 

Ela destaca que a tecnologia desenvolvida pela Biosens permite que os laudos sejam conhecidos em poucos minutos, agilizando o diagnóstico. Na prática, o primeiro produto com maior maturidade tecnológica que está em fase final de desenvolvimento é o POC Check Care 60, que é um teste rápido de coagulação semelhante a que existe hoje para detecção dos níveis de glicose no organismo utilizada pelos pacientes diabéticos. Por meio de uma gota de sangue extraída do paciente, o teste é realizado de forma portátil e o resultado é obtido segundos depois.

Para desenvolver, validar e comercializar os produtos, a empresa aposta na expertise de pesquisa, inovação e gestão dos sócios fundadores. Além disso, a startup também possui uma estreita relação com o Instituto de inovação em semicondutores (itt chip) da Unisinos, o que facilita o desenvolvimento de novas tecnologias, contribuindo ainda para a formação integrada dos alunos, com a sua participação em projetos de pesquisa aplicada orientados a mercado.

 

Protótipo inicial já está em fase de validação na rede hospitalar

 

O POC Check Care 60 protótipo inicial da solução já está em fase de validação através do projeto PPSUS que visa a validação de tecnologias de interesse para o SUS.  Os próximos passos são a finalização do protótipo, manufatura e processos de certificação, o que inclui a tramitação do registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Queremos agregar o funcionamento do teste com a integração de modernas tecnologias como bionanotecnologia, Inteligência Artificial e IoT. Além disso, nossa intenção é simplificar o dispositivo que faz a leitura, tornando seu custo mais acessível”, revelou a COO. Ela destacou que já existe no mercado grandes empresas do segmento de saúde que já atuam no diagnóstico central. A Biosens é a única empresa brasileira a desenvolver e trazer para o mercado testes rápidos de coagulação, tipo POC na área de biossensores.

 

Dentro desse contexto, a startup também pretende reforçar as parcerias estratégicas para inovação e comercialização dos produtos já desenvolvidos e também de outros que estão sendo estruturados. A empresa, que possui uma patente internacional, também mira a internacionalização e já começa a estruturar parcerias com a Suíça e Alemanha. Ela une a área da biomedicina e de semicondutores, com foco no uso de tecnologias avançadas, como grafeno e crispr, na construção conjunta de tecnologias que solucionam problemas reais do setor

 

Pandemia trouxe novos desafios para a empresa

 

Com a disseminação da Covid-19 em 2020 surgiu também o desafio de dar continuidade ao trabalho da empresa. Era preciso definir as estratégias norteadoras das ações dali para frente a partir de um cenário de tantas incertezas. ‘Foi bem complicado no início, pois nosso processo de experimentação desacelerou bastante”, lembra a COO.  

No entanto, ela salienta que a pandemia também popularizou os testes rápidos para detecção do coronavírus em farmácias, e impulsionou a necessidade de uma descentralização do diagnóstico laboratorial. Esse novo cenário permitiu a abertura de mais espaço no mercado para os produtos que são desenvolvidos pela empresa. Segundo dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias (Abrafarma), a demanda por testes no Brasil superou em apenas dois meses de 2021, todo o ano de 2020.

 

E como surgiu a Biosens?

 

A Biosens surgiu há pouco mais de um ano, em abril de 2020, após três anos do desenvolvimento de pesquisas e estruturação de testes rápidos para saúde. Naquela oportunidade, Priscila Lora, juntamente com os sócios Willyan Hasenkamp (CEO) e Susana Kakuta (CFO), identificaram uma carência de empresas que atuassem na translação da inovação de pesquisa para o mercado nacional nesse segmento. Os três já atuavam em ambientes de pesquisa, inovação e ensino na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo.

A partir da leitura desse cenário, os três tiveram a ideia de colocar no mercado de saúde brasileiro e global novas tecnologias que impactem de forma efetiva os cuidados em saúde. Reunindo um conjunto de competências diferenciadas nas áreas técnico e administrativa nos campos da biologia molecular, diagnóstico laboratorial, engenharia de microfabricação e negócios, a empresa estruturou seu produto e participou de editais para programas de aceleração de novos negócios. 

Neste ano também a Biosens está passando  pelo processo de aceleração dos programas InovAtiva Brasilprograma criado em 2013 pelo Ministério da Economia que realiza aceleração, conexão, visibilidade e mentoria para startups em todo o País. Atualmente a empresa está incubada no Parque Tecnológico São Leopoldo (Tecnosinos).

 

Aceleração deve consolidar modelo de negócio

 

Durante o período de aceleração da VENTIUR, a Biosens terá uma agenda intensa de atividades, a qual inclui uma série de bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento dos empreendedores e seu time. Tais atividades envolvem palestras para transferência de conhecimento e workshops com exercícios práticos.

Nestas oportunidades, serão trabalhadas temáticas como liderança, aspectos jurídicos, customer success, governança para startups, contabilidade, vendas, marketing digital, gestão, finanças, recursos humanos, canais de aquisição de clientes, desenvolvimento de produto, captação de recursos, dentre outros. Esse processo será acompanhado pela aceleradora e seus mentores, e também do gestor de aceleração, agregando conhecimento e experiência de mercado.

A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS. Quem tiver interesse em obter mais informações sobre os programas de aceleração e investimento em startups da VENTIUR, pode entrar em contato pelo email contato@ventiur.net

 

Startup automatiza rotinas fiscais das empresas

Tributei está entre as novas selecionadas para receber aceleração da VENTIUR

Empreender não é uma tarefa fácil, ainda mais no Brasil, onde o sistema tributário é o mais complexo do mundo, conforme o ranking internacional Tax Complexity Project, que mede a complexidade tributária enfrentada pelas multinacionais em cada país. Dentro desse cenário, a Tributei, uma das novas startups selecionadas para receber aceleração da VENTIUR, desenvolve uma plataforma que automatiza as tarefas operacionais, diminuindo o tempo gasto com as rotinas fiscais. 

O CMO da empresa, Jefferson Pinto, explicou que a Tributei é uma ferramenta para o cálculo de impostos de forma automatizada, trazendo mais agilidade e dinamismo às rotinas diárias dos profissionais que atuam no setor contábil das organizações. Com o uso de inteligência artificial, o software monitora as mudanças da legislação tributária e calcula de maneira automática o imposto ICMS ST – modalidade de recolhimento do ICMS usada em vendas interestaduais para empresas do comércio. 

Ele ressalta que é comum as empresas pagarem ICMS-ST a mais por erros nos cálculos, sendo necessária a revisão dos dados tributários dos produtos antes da emissão da nota fiscal. Por sua vez, no caso das empresas que recebem as mercadorias, estas devem auditar o ICMS-ST calculado pelos fornecedores, para confirmar se estão pagando os valores corretos desse imposto.

Dessa maneira, de forma rápida e segura, a solução elimina aqueles processos manuais, como a consulta na atualização da legislação, análise do tratamento tributário para o produto e o cálculo dos tributos, aumentando a produtividade dos contadores em suas rotinas fiscais. “Automatizamos processos repetitivos e manuais, para que o contador tenha tempo para ser mais estratégico para seus clientes, permitindo que ele seja um profissional mais consultivo”, ressaltou o CMO.

 

Ferramenta substitui soluções manuais de cálculo dos impostos

O CEO da empresa, Waldir Souza Júnior, destaca que as soluções disponíveis no mercado atualmente para a realização destes tipos de cálculo são manuais, e consistem, basicamente, no uso de planilhas eletrônicas, as quais precisam ser alimentadas pelo profissional do setor contábil. “Existem também planilhas mais automatizadas que possuem a legislação inserida em seu banco de dados, porém elas não possuem suporte para possíveis alterações da legislação vigente”, enfatizou. 

No entanto, com o uso da Tributei, o cálculo é realizado a partir do upload do arquivo XML de uma nota fiscal para o sistema. Nesse processo a plataforma faz a leitura de todas as informações presentes na nota, executa a consulta das alíquotas corretas e em seguida realiza o cálculo, tudo de forma automatizada, prática e segura. 

Nesse formato, os cálculos podem ser realizados em lotes, com o sistema calculando até 50 notas de uma só vez e em menos de um minuto. “Conseguimos reduzir em até 97% o tempo gasto em média com estas atividades, o que pode significar 22 dias a menos do processo de cálculo do ICMS ST realizado pelo profissional contábil”, observou o CEO. 

A partir da emissão de relatórios fiscais completos de cada produto, a ferramenta permite ainda que seja identificada se a tributação está correta para a precificação de determinados produtos daquela organização.Fornecemos dados para a tomada de decisão estratégica do negócio, como é o caso dos parâmetros de precificação”, comentou. 

O cálculo correto dos tributos pode influenciar no desempenho de uma empresa, pois quando o movimento é assertivo, garante de forma exata quais impostos devem ser pagos. No entanto, a apuração equivocada dos impostos legais poderá acarretar em sanções administrativas e multas para o empreendedor junto à Receita Federal, além do recolhimento errado dos impostos.

 

Necessidade de otimizar processos deu origem à empresa

A Tributei surgiu no final de 2017 na cidade de Macapá, no Amapá. Naquela oportunidade, Waldir Júnior, o atual CEO, trabalhava como contador de uma empresa atacadista e percebeu que o processo de cálculo dos impostos devidos ocupava boa parte de seu tempo. Segundo ele, este movimento era realizado totalmente de forma manual, podendo levar até 20 dias para calcular o imposto das notas fiscais emitidas durante o período apurado. 

Dessa maneira, com o objetivo de eficientizar esse processo e reduzir o tempo, ele estruturou uma planilha eletrônica. Ele apresentou a solução ao seu colega de empresa na época – e atual CMO – Jefferson Pinto, que sugeriu que fosse feita a validação junto ao mercado. “Ao apresentarmos a solução a algumas empresas, percebemos que esta era uma dor latente entre os empreendedores e contadores”, lembrou o CMO. A partir daí os sócios deram início à construção de seu modelo de negócio 

Em seguida a startup participou de um edital do governo do Amapá para o fomento de novos negócios, momento em que recebeu seu primeiro aporte financeiro para desenvolver uma solução para Secretaria da Fazenda daquele estado. Nos dois anos seguintes, em 2018 e 2019, eles começaram a desenvolver o produto e participaram de programas de aceleração do SEBRAE-AP, e em 2020 foram destaque nacional ao ficar em 6º lugar entre 1,8 mil startups participantes do programa Conecta Startup Brasil da Softex/ABDI/MCTI/CNPq. 

Ainda em 2019, a empresa concretizou sua primeira venda, e passou a direcionar seus esforços para atração de novos clientes, em especial escritórios de contabilidade – até o momento o foco era apenas empresas do setor comercial. Já em 2021 a empresa participou do processo de seleção da VENTIUR em parceria com os seus veículos de investimento Hélice e Fundo20, e foi uma das escolhidas para fazer parte do portfólio de startups da Aceleradora. Lançado em 2019, o Fundo20 tem como objetivo impulsionar startups inovadoras em diversas áreas.

Atualmente a Tributei possui mais de 115 clientes (escritórios de contabilidade), em seis estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e Amapá, estes, por sua vez, representam mais de 800 empresas cadastradas na plataforma. Além de Waldir Júnior e Jefferson Pinto, a equipe conta com o CTO Fábio Jr Moreira e o COO Wanderson Elias. Quer saber mais sobre a Tributei? Então acesse o site e fale com um dos especialistas, ou siga a empresa nas redes sociais pelo @ tributei 

 

Expansão do negócio está nos planos da empresa

Os aportes financeiros que a empresa irá receber durante o processo de aceleração da VENTIUR, já têm destino certo. Os recursos permitirão que a Tributei possa colocar em prática seus planos de expansão. “Queremos concluir nosso roadmap de produto, oferecendo ao cliente novas soluções dentro da plataforma. Com isso deveremos atingir um número maior de usuários”, revelou o CMO. 

Durante o processo de aceleração da VENTIUR, a empresa terá uma agenda intensa de atividades, a qual inclui uma série de bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento dos empreendedores e seu time. Nestas oportunidades devem ser trabalhados temas, como liderança, marketing, vendas, direito e captação de recursos. 

A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS – seu processo de aceleração potencializa a atitude empreendedora, estimulando a capacidade de execução, experimentação e co-criação. Se tiver interesse em obter mais informações sobre os programas de aceleração e investimento em startups da VENTIUR, pode entrar em contato pelo email contato@ventiur.net. Se quiser ficar por dentro das notícias relacionadas ao ecossistema siga a VENTIUR nas redes sociais pelo @ventiur

Umentor oferece plataforma de Educação Corporativa e Gestão de Pessoas para empresas

equipe umentor

Startup está entre as novas selecionadas para receber aceleração na turma 12 da VENTIUR

 

Oferecer um sistema completo de Educação Corporativa e Gestão de Pessoas para às empresas – esse é objetivo da Umentor, startup que receberá aceleração e aporte financeiro da VENTIUR em parceria com os seus veículos de investimento Hélice e Fundo20. A empresa, que já atende mais de 110 organizações de diferentes segmentos econômicos, em seis estados brasileiros, em especial do Sul e Sudeste, têm planos para ampliar sua atuação neste segundo semestre do ano, levando sua solução para novos mercados. 

Segundo o diretor de Operações e Produto, Ismael Wimmersberger, a Umentor consiste em uma plataforma de inteligência corporativa, a qual auxilia a gestão de profissionais durante toda a sua jornada dentro da organização – da contratação até um eventual desligamento. Dentro desse contexto, a empresa disponibiliza um total de três soluções para o mercado corporativo: Universidade Corporativa, Análise de Performance de Colaboradores e Banco de Talentos. 

No que se refere à Educação Corporativa, a Umentor conecta a empresa com o desenvolvimento profissional de seus colaboradores, contribuindo para a construção de um ambiente de aprendizado permanente. O diretor explica que ao contratar a solução, a empresa recebe um Portal de Educação Corporativa completo, conforme as suas necessidades. Nesse ambiente digital, os funcionários poderão ter acesso a capacitações por meio de artigos, vídeos, entrevistas e outros conteúdos formativos. “Atualmente temos cerca de 200 treinamentos na plataforma, onde após a contratação, o cliente já inicia sua universidade corporativa e tem acesso imediato aos conteúdos disponíveis, que incluem desde cursos de idiomas, Liderança, Vendas até finanças”, ressaltou.

Ele detalhou que os cursos têm como foco principal o desenvolvimento de competências comportamentais (soft skills), as quais o colaborador necessita para ter um bom desempenho no ambiente profissional. Com relação ao formato dos conteúdos que são disponibilizados na plataforma digital, o diretor destacou que estes são totalmente auto instrucionais – capacitações que permitem ao aluno que acompanhe os conteúdos conforme sua disponibilidade de tempo. 

Ainda sobre as características dos treinamentos, o diretor observou que este é um dos principais diferenciais da plataforma, pois devido ao fato de serem online, eles facilitam o processo de aprendizagem e desenvolvimento do colaborador. Entre as capacitações mais acessadas estão cursos de inteligência emocional, liderança, inovação e comercial. A empresa ainda poderá ter acesso a trilhas compostas por conteúdos específicos para posições estratégicas dentro de sua estrutura funcional, como liderança e vendas.

 

Plataforma oferece ferramentas de avaliação de desempenho

 

Dentro da Análise de Performance, a empresa também disponibiliza duas importantes ferramentas de gestão: Avaliação de Desempenho e o Plano de Desenvolvimento dos funcionários. Esses instrumentos avaliativos indicam qual é a competência que aquele determinado colaborador precisa desenvolver no momento para que ele alcance uma melhor performance em sua atividade funcional, bem como o curso mais adequado dentro do portfólio existente. 

“Somos a única plataforma que atrela universidade corporativa à avaliação de desempenho do colaborador. Dessa maneira, conseguimos identificar lacunas e entender por que ele (colaborador) não está conseguindo atingir os resultados esperados pela organização”, destacou o diretor. Ainda dentro desse contexto, é possível realizar o gerenciamento de metas individuais, permitindo a orientação adequada dos treinamentos e os feedbacks estruturados, além de contribuir para a qualificação e o desenvolvimento contínuo dos colaboradores daquela organização. Por sua vez, Banco de Talentos consiste na análise de perfil profissional, funil de recrutamento e seleção. Essa solução permite que a organização possa estruturar um banco de talentos digital por meio de seu processo de recrutamento e seleção. “Toda a vida do colaborador pode ser desenvolvida dentro da Umentor”, destacou Wimmersberger. 

Nos últimos anos, o investimento das organizações brasileiras em educação corporativa cresceu consideravelmente. Segundo dados da Pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil 2020/2021, da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), apenas as empresas de serviços, investiram 2,1% no desenvolvimento de seus colaboradores. Conforme dados do Sebrae, o ticket médio investido por uma empresa brasileira em T&D é de R$ 788,00. Entre as principais vantagens de implementar a educação corporativa em uma organização está a questão do alinhamento estratégico, pois diferente das capacitações tradicionais, os treinamentos corporativos permitem a abordagem de situações reais daquela determinada organização.

 

E como surgiu a Umentor?

 

O primeiro esboço do que veio a se tornar dois anos depois a Umentor surgiu em 2016, na cidade de Passo Fundo/RS. Naquela ocasião, Wimmersberger, que é formado em Administração e Especialista em Gestão de Pessoas, com experiência de mais de 10 anos no mercado educacional, deu início a um projeto chamado ‘Você Empregos’. 

A solução consistia na elaboração de cursos para empresas e banco de talentos, e tinha como foco principal a venda de assinaturas para pessoas que estavam procurando capacitação profissional em busca de um novo emprego. O diretor apresentou o projeto a um amigo (e um dos atuais sócios do negócio, Magnun Barcarol), e juntos aprimoraram a ferramenta. A partir daí, com o acompanhamento de um mentor, a solução passou a ser oferecida ao mercado corporativo, com foco em treinamento e gestão de pessoas. “Entre janeiro e agosto de 2018 ficamos preparando a operação para migrar do segmento B2C para o B2B”, lembra Wimmersberger.

Em outubro daquele a nova plataforma foi lançada e os primeiros clientes conquistados. “Vendemos nossa solução para nove empresas naquele primeiro momento e percebemos que tínhamos um modelo de negócio assertivo e que havia espaço no mercado para este tipo de solução”, pontuou o diretor. Nos meses seguintes a startup aprimorou sua plataforma e participou de programas de aceleração de novos negócios, tendo recebido o primeiro aporte financeiro de R$ 320 mil em novembro de 2019. Além de Wimmersberger, comandam a Umentor, Magnun Barcarol, que tem a função de diretor Administrativo e Comercial, e Roberto Rabello, que é o diretor de desenvolvimento e Tecnologia.

 

Umentor planeja expansão do negócio para o segundo semestre

 

Os aportes financeiros que a empresa irá receber durante o processo de aceleração da VENTIUR, já têm destino certo. Os recursos permitirão que a Umentor avance em seu plano de expansão para outras regiões do País – atualmente a startup está presente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Wimmersberger citou também que o chamado smartmoney da Aceleradora será fundamental nesse processo de consolidação do negócio. 

“A VENTIUR irá apresentar nossa solução à sua rede de contatos e relacionamento, o que é para nós é muito importante”, comentou o diretor. Além desse movimento, a intenção da Umentor é utilizar os aportes financeiros para fortalecer seus times de vendas e marketing, com a adição de novos profissionais. O foco principal dessas iniciativas é a busca por novos clientes corporativos. ‘Queremos promover o refinamento de nosso produto para atender empresas de grande porte’, revelou o diretor.

Durante o período de aceleração da VENTIUR a Umentor terá uma agenda intensa de atividades, a qual inclui bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação, os empreendedores poderão desenvolver suas competências e as de sua equipe. Nessa fase a startup terá também o acompanhamento dos mentores e do gestor de aceleração. 

A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS. Se tiver interesse em obter mais informações sobre os programas de aceleração e investimento em startups da VENTIUR, pode entrar em contato pelo email contato@ventiur.net.

Plataforma facilita contratação de mão de obra extra para hotéis

Solução criada pela b2b Hotel aproxima trabalhadores autônomos e empresas do setor.

Facilitar o processo de contratação de mão de obra operacional para hotéis e estabelecimentos do segmento de foodservice no País – esse é o objetivo da B2B Hotel, startup do setor hoteleiro que receberá aporte financeiro e aceleração da VENTIUR a partir do segundo semestre. 

O fundador e CEO da empresa, Higino Mandaji, comentou que a B2B Hotel, opera por meio de um aplicativo para dispositivos móveis, o qual realiza toda a gestão, controle e organização do processo de contratação de mão de obra extra e pontual para o segmento de hotelaria e alimentação. Revelou que gestores de hotéis e restaurantes que necessitem de profissionais excedentes em períodos específicos, o que inclui garçons, auxiliares de cozinha e camareiras, podem resolver tudo de maneira simples e funcional, pelo telefone celular mesmo. Ao acessar o aplicativo, o usuário realiza seu cadastro, o qual é validado pela equipe da B2B hotel, e em seguida já fica disponível para utilização. 

Em seguida, o gestor informa quando precisará de um prestador para determinado tipo de atividade. A partir daí a plataforma irá buscar o perfil desejado para desempenhar aquele tipo de tarefa. E em pouco tempo, a empresa recebe a agenda do profissional que poderá atender àquela demanda. “Todo o processo acontece diretamente pelo app, desde o cadastro até o pagamento dos prestadores, sem a necessidade de contato pessoal. Através do aplicativo, qualquer pessoa autorizada no hotel poderá chamar prestadores de serviço 24h por dia”, ressaltou. 

 

Plataforma atua na intermediação entre autônomos e empresas

 

O aplicativo realiza a intermediação desses profissionais autônomos com o mercado hoteleiro, tudo de maneira prática e rápida. Dentro desse contexto, conforme o CEO, a plataforma atua com dois perfis de público: trabalhador autônomo e empresário. No caso do primeiro, o prestador tem liberdade de escolher os horários, bem como realizar o controle online de sua agenda e dos pagamentos, além de ter acesso a treinamentos para sua qualificação profissional. 

Por sua vez, para o empreendedor, a contratação via plataforma garante o agendamento de um profissional qualificado conforme a sua necessidade naquele período, sem burocracia e com total segurança jurídica. Com o objetivo de reduzir o risco de passivo trabalhista em caso de contratações ocasionais, a b2b Hotel é acompanhada por uma assessoria jurídica permanente e o controle de riscos, incluindo um seguro para urgências médicas e odontológicas em caso de necessidade.

Com relação ao futuro do segmento de serviços no Brasil, em especial o de turismo (severamente impactado pela pandemia de Covid 19), Mandaji encara com otimismo o restante do ano e acredita na recuperação. Ele avalia que com a retomada das viagens corporativas e a liberação dos eventos presenciais, a hotelaria deverá voltar à tão esperada normalidade do período pré pandemia. 

Um exemplo disso é a rede hoteleira da serra gaúcha, em especial nas cidades de Gramado e Canela. O Sindicato Patronal da Hotelaria, Restaurantes, Bares, Parques, Museus e Similares da Região das Hortênsias, projeta para os próximos meses a recuperação dos prejuízos causadas pela crise sanitária. Entre os principais motivos para o entusiasmo está a alta temporada causada pelo frio e as mudanças no modelo de distanciamento social implementado pelo governo gaúcho no começo de maio.

O setor do turismo foi um dos mais afetados pelas medidas restritivas de circulação de pessoas e distanciamento social impostas pela pandemia. Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que 50 mil estabelecimentos turísticos tiveram de fechar as portas entre março e agosto de 2020 – são hotéis, pousadas, bares, restaurantes, agências de viagens e serviços de transportes, cultura e lazer. Esse número representa o encerramento das atividades para 16,7% do segmento no País.

 

Empresa quer ampliar sua presença na região sul do País 

 

Mandaji ressaltou que com o mercado de turismo em processo de aquecimento novamente, o que inclui novas contratações efetivas, a B2B Hotel passou a atuar também na facilitação do processo seletivo de novos colaboradores do setor. Esse processo inclui a definição do perfil da vaga e a escolha do candidato para determinados estabelecimentos. 

Explicou que a partir da necessidade do cliente, a plataforma, inicialmente, busca o candidato em sua base de dados, mas quando não encontra, divulga a vaga em seus canais de comunicação e também para sua rede de parceiros. “Procuramos o profissional que seja aderente àquela vaga que está sendo oferecida”, pontuou. 

O CEO revelou que os recursos financeiros que a empresa irá receber durante o processo de aceleração permitirão que a startup consiga implementar seu plano de expansão este ano, o que inclui a consolidação da plataforma. “Atualmente estamos presentes em 40 estabelecimentos do setor de serviços, a maioria, hotéis, em cinco cidades brasileiras, mas queremos expandir par outras regiões”, destacou. Além de Curitiba, a startup já atua em Florianópolis (SC), Foz do Iguaçu (PR), Bauru e Ribeirão Preto, estas duas últimas no estado de São Paulo.

A intenção agora é atender empreendimentos em outras cidades com grande apelo turístico, o que inclui Gramado, Canela, Porto Alegre e Caxias do Sul (RS), e ainda o litoral de Santa Catarina. Além do aporte financeiro, durante o período de aceleração da VENTIUR, a B2Botel terá uma agenda intensa de atividades, a qual inclui bootcamps, agendas de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento dos empreendedores e de seu time.

 

E como surgiu a B2B Hotel?

 

A empresa surgiu na cidade de Curitiba (PR) em janeiro do ano passado. Na oportunidade, Mandaji, juntamente com a sócia, Cris Vicentini, ele utilizou sua experiência de mais de 25 anos no setor hoteleiro, para criar uma ferramenta voltada ao atendimento desse segmento. Vicentini também é oriunda do setor hoteleiro, e assim como Mandaji, atuou em estabelecimentos de grandes redes hoteleiras em diversas regiões do País. 

Para criarem a empresa, eles observaram uma demanda desse mercado que é a contratação de mão de obra extra, que muitas vezes era um processo complexo, especialmente para as empresas. “Ao criarmos a plataforma, pensamos em facilitar a gestão dos hotéis, principalmente quando se trata da contratação extra de prestadores de serviço”, comentou o CEO. 

Ele destaca que os hotéis sempre precisam contratar trabalhadores autônomos em função da sazonalidade, pois estes estabelecimentos possuem picos de ocupação em períodos diferentes, em especial nas regiões turísticas. Dessa maneira, a B2B Hotel criou um fluxo de trabalho de mão de obra operacional, atendendo conforme as necessidades das empresas e disponibilidade dos trabalhadores. No entanto, em função da pandemia de Covid 19, que obrigou muitas empresas do segmento de turismo a demitir seus funcionários, a B2B Hotel passou também a atuar no processo de realocação de trabalhadores do setor. “Com a pandemia não tem sido verificada essa sazonalidade, mas após o grande volume de demissões, principalmente em 2020, as empresas que precisaram recontratar esses trabalhadores e estão utilizando nossa solução para apoiá-las”, pontuou Mandaji. 

Ficou interessado em conhecer mais sobre a solução da B2B Hotel? Quer saber mais sobre as funcionalidades da plataforma ou se tornar um parceiro? Então acesse o site, baixe o aplicativo ou siga a empresa nas redes sociais pelo @b2bhotel.

Startup acelerada pela VENTIUR é vendida para plataforma global de e-commerce

equipe suiteshare

Suiteshare integra ferramentas de gestão de clientes para potencializar negócios.

A Suiteshare, startup acelerada pela VENTIUR, que permite que as marcas vendam e prestem atendimento ao cliente via whatsapp, foi adquirida pela VTEX – plataforma global de comércio digital que reúne funcionalidades nativas de marketplace e gerenciamento de pedidos. O anúncio foi feito nesta segunda, 31, pela própria VTEX. 

A Suiteshare funciona como uma extensão digital das contas do whatsapp, o que ajuda as empresas a conectar clientes com diferentes pontos de contato de serviço. A solução permite às marcas distribuir as demandas entre as lojas físicas, além de dar suporte às operações dos franqueados. Ao acessar um chat no site ou clicar em um link na rede social da marca, o cliente é reconhecido por geolocalização e encaminhado digitalmente a um vendedor da loja mais próxima.

A Suiteshare já proporciona experiências de vendas conversacionais para alguns dos principais varejistas do Brasil e da América Latina, o que inclui macas conhecidas como Lacoste, The North Face, Reserva, Grupo Soma, Natura, Tramontina, Track & Field e Mary Kay. O fundador e CEO da empresa, Maicon Ferreira, falou a respeito do novo momento que vive a Suiteshare. 

“Estamos muito entusiasmados em nos juntarmos à equipe da VTEX para criar em conjunto soluções líderes no mercado para o futuro do comércio digital. Esta união abre um mundo de oportunidades para expandir o omnicanal de apenas uma solução logística para em uma ferramenta capaz de aumentar a conversão e as vendas para os nossos clientes”, enfatizou Ferreira.

A assessoria da VTEX revelou que com a aquisição da Suiteshare, a empresa projeta proporcionar uma plataforma que permitirá que seus clientes alcancem e vendam para os usuários do whatsapp em todo o mundo. “Operamos em um mundo voltado para as mensagens, onde os clientes estão pressionando as marcas a oferecer experiências conversacionais em tempo real que pareçam autênticas e naturais”, destacou o co-fundador e co-CEO da VTEX, Mariano Gomide. Conforme a VTEX, a aquisição marca o próximo passo da empresa, ao permitir que os varejistas ofereçam experiências de compras modernas, práticas e interativas a seus clientes.

 

Clientes da plataforma registram aumento das taxas de conversão 

As empresas que utilizam a plataforma Suiteshare relatam um aumento das taxas de engajamento e conversão no relacionamento com os clientes no ambiente digital. Na Tramontina, marca brasileira de utensílios, a plataforma melhorou as taxas de conversão do ecommerce em mais de 20% no período entre novembro de 2020 e março deste ano. Já na Track & Field, que atua com moda fitness, a Suiteshare promoveu um aumento de mais de 340% na média de cliques mensais no site da marca, entre outubro de 2020 e março deste ano.

Por sua vez a marca global de moda Lacoste elogiou a flexibilidade e a rapidez de lançamento da Suiteshare. “Fizemos uma parceria com a Suiteshare, pois eles se mostraram extremamente ágeis e ao mesmo tempo ofereceram uma solução completa”, observou o gerente de operações e projetos digitais da Lacoste, Vinicius Castro.

Fundada em 2018, na região metropolitana de Porto Alegre/RS, a Suiteshae foi acelerada ainda naquele ano pela VENTIUR, com o apoio do Grupo de Investidores Feevale Techpark. Além do aporte financeiro, que permitiu ampliar sua atuação, a empresa recebeu o chamado smartmoney da Aceleradora, o qual contribuiu para a modelagem e ampliação do seu negócio.

O CEO da VENTIUR, Sandro Cortezia, comentou que a aquisição por parte da VTEX é fruto do trabalho que a startup vem realizando nos últimos anos. “Estamos muito felizes com o sucesso dos empreendedores e por termos contribuído com o propósito deles, gerando um bom retorno para nossos investidores do Grupo Feevale Techpark. Essa é a razão de nossa existência”, enfatizou o CEO. 

A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS.

Plataforma oferece mesada digital e educação financeira para jovens

Facilitar o acesso ao sistema bancário para crianças e adolescentes – este é o objetivo da plataforma Yours Bank, startup selecionada no começo de maio para receber o aporte financeiro e aceleração da VENTIUR em parceria com os seus veículos de investimento Hélice e Fundo20. A intenção da empresa, que está em processo de expansão, é chegar ao patamar de 100 mil usuários da plataforma ainda esse ano.

O CEO e um dos fundadores da Yours Bank, Felipe Diesel, comentou que a solução não se trata apenas de um banco digital. Explica que o aplicativo, além de oferecer o primeiro cartão de crédito pré-pago para crianças e adolescentes poderem efetuar compras em lojas físicas ou na internet tanto no Brasil, quanto no exterior, contribui também para o processo de liberdade e autonomia dos mais jovens, tudo isso em uma plataforma de educação financeira. 

Dentro desse contexto, a solução também disponibiliza uma série de conteúdos abordando os principais conceitos desse tema, o que inclui dicas de investimentos e informações sobre mercado de financeiro e bolsa de valores. “Contamos com um aplicativo para pais e filhos, em que os filhos podem utilizar dinheiro enquanto aprendem. Ao criar objetivos, simular investimentos e utilizar o seu próprio cartão para fazer compras, o filho aprende de maneira real como funciona o sistema financeiro”, enfatizou o CEO.

Segundo o empreendedor, a plataforma oferece aos pais a oportunidade de acelerar o amadurecimento de seus filhos, criando neles responsabilidades de uma forma rápida e prática. “Os jovens, mesmo estando desbancarizados, já consomem produtos em diversas plataformas físicas ou virtuais, seja com dinheiro ou utilizando o cartão de familiares. Com a nossa solução estamos oferecendo a eles uma forma de acesso a esses serviços, sempre com a supervisão e consentimento dos pais que, inclusive, podem estipular limites de compras”, observou o CEO. 

Diesel detalhou também algumas vantagens da utilização da plataforma. Para os pais, o app oferece funcionalidades como o pagamento da mesada totalmente de forma digital, bem a possibilidade de efetuar transferências financeiras entre contas e o acesso ao extrato de gastos do seu filho. Em caso de necessidade, o responsável ainda poderá efetuar o bloqueio do cartão via aplicativo. Por sua vez, para os filhos, a solução permite que além de receber a mesada, eles possam aprender a administrar o seu dinheiro, criando metas e economizando valores. Ainda é possível simular investimentos, tudo de forma prática e funcional.

 

Pais têm papel fundamental na educação financeira dos filhos

O CEO comentou também que a educação financeira é algo de extrema importância na vida dos mais jovens, em especial quando o Brasil detém a desconfortável marca de sete em cada 10 pessoas endividadas, de acordo com pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “A maioria deles (endividados) acima da sua capacidade de pagamento. A família tem dificuldades e a escola não consegue ensinar educação financeira para essa meninada. E esse é o nosso propósito”, ressaltou Diesel.  

Segundo o mesmo estudo, o número de famílias endividadas no País alcançou o recorde histórico em abril deste ano, se igualando ao mesmo nível de agosto de 2020. Tanto as famílias de maior renda quanto as de menor poder aquisitivo ampliaram as dívidas feitas por meio do cartão de crédito, segundo levantamento. Essa modalidade de pagamento atingiu o recorde histórico de 80,9% do total de famílias brasileiras.

A pandemia da Covid 19 que atingiu todo o mundo em 2020, levou a grande maioria da população brasileira a perceber que sua renda é insuficiente para cobrir seu custo de vida. No entanto, as adversidades impostas pela crise sanitária, também inspiraram o brasileiro a pensar mais no futuro, buscando a educação financeira e formas de programar sua aposentadoria, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e da Xpeed

 

E como surgiu a Yours Bank?

A empresa surgiu em 2020, na cidade de Santa Rosa, na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Na oportunidade, Diesel e o sócio, Willian Santos, ambos com passagem por empresas dos setores financeiros e de serviços, apostou na criação de um plataforma voltada à educação financeira de crianças e adolescentes. A versão beta do aplicativo foi apresentada aos primeiros usuários em novembro, com a proposta de oferecer aos pais a possibilidade de disponibilizarem aos filhos um cartão pré-pago, onde por meio deste poderiam receber sua mesada e efetuarem compras.

A iniciativa fez tanto sucesso que pouco mais de dois meses após seu lançamento, no final de janeiro deste ano, a empresa já havia conseguindo duplicar o número de usuários da plataforma, em especial aqueles da faixa etária entre 12 e 15 anos. A Yours Bank seguiu registrando crescimento nos meses seguintes, e em março, foi uma das startups selecionadas pela VENTIUR para a etapa de Warmup – que é uma etapa de pré-aceleração – do processo de seleção do #GoHard. No mês seguinte, a empresa foi selecionada para fazer parte do portfólio de startups da Aceleradora.

E os aportes financeiros que a empresa irá receber durante o processo de aceleração já têm destino certo. O CEO revelou que os recursos permitirão que a startup consiga implementar seu plano de expansão em 2021, o que inclui a consolidação da plataforma, e a ampliação de sua base de usuários, que hoje está na faixa de sete mil. Deste montante, cerca de 20% são clientes ativos. 

“Vamos fazer o reposicionamento de marca com foco ainda no público jovem, fortalecendo nossas ações de marketing e vendas para atração de novos clientes”, revelou o empreendedor. E então, ficou interessado na solução da empresa? Quer saber mais sobre a Yoursbank? Então acesse o site, fale com um dos especialistas, ou siga a empresa nas redes sociais pelo @yoursbank

 

Processo de aceleração irá contribuir para alavancar negócio

O CEO destacou que o processo de aceleração da VENTIUR servirá para que a empresa possa alavancar seu crescimento no mercado. Durante o período de aceleração, a Yoursbank terá uma agenda intensa de atividades, a qual inclui uma série de bootcamps, reuniões de acompanhamento e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento dos empreendedores e seu time. 

Tais atividades envolvem palestras para transferência de conhecimento e workshops com exercícios práticos, onde devem ser trabalhados diversos temas, como liderança, marketing, vendas, direito, captação de recursos, dentre outros. Nessa fase a equipe da Yoursbank terá também o acompanhamento da aceleradora e de seus mentores, e também do gestor de aceleração. 

A VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil e está sediada no polo tecnológico da Unisinos, o Tecnosinos, em São Leopoldo/RS. Quem tiver interesse em obter mais informações sobre os programas de aceleração e investimento em startups da VENTIUR, pode entrar em contato pelo email queroinvestir@ventiur.net.

 

VENTIUR seleciona 20 AgTechs para o Warmup: Conheça as aprovadas!

A VENTIUR acaba de anunciar as 20 startups com soluções para o agronegócio aprovadas para a etapa de Warmup (seleção aprofundada de startups) do processo GoHard (Aceleração da VENTIUR), que envolve além de Investimento, mentorias, estruturação de processos, conexão com parceiros, clientes e outros investidores. 

O processo que teve início em 10 de Fevereiro está em sua terceira fase e segue até o Pitch Day que ocorrerá em 13 de Maio. Durante o processo de seleção inicial foram realizadas 87 avaliações de formulários e 46 entrevistas em vídeo chamadas com empreendedores de todo o Brasil. As 20 selecionadas foram escolhidas baseadas em vários critérios, dentre os quais relacionados na “Tese de Investimento” do Grupo de Investidores VENTIUR AgTech. A Tese e outras informações sobre o processo GoHard13 podem ser conferidas em https://ventiur.net/selecao/gohard13-agtech/ .

O primeiro encontro entre investidores e startups ocorre na segunda semana de abril e segue até a primeira semana de maio. Durante esse período os empreendedores realizarão uma série de atividades e se conectarão com os investidores parceiros. 

Para George Gallas, Head de Aceleração da VENTIUR, o Warmup é uma etapa fundamental do processo de avaliação e seleção de startups. Assim como está acontecendo em paralelo com o #GoHard12, o WarmupAgTech irá aproximar empreendedores e investidores para gerar novas oportunidades de negócios e investimentos.

“Tudo começa com a seleção de bons empreendedores, sem esta etapa bem feita, todo o trabalho de aceleração e gestão de portfólio vai por água abaixo” afirma Guilherme Kudiess, Head Agtech da VENTIUR Aceleradora, ao sinalizar a importância do processo de warmup.

Ernani Costa Neto, líder do Comitê de Investimento do Grupo VENTIUR AgTech, complementa: “A partir de uma análise criteriosa, buscamos as startups mais promissoras capazes de resolver os principais problemas do campo em grande escala, com potencial de transformar o futuro do agronegócio”.

A VENTIUR agradece a todos os parceiros que auxiliaram na divulgação do processo de seleção, em especial aos Sebraes Estaduais, Reginp, Hubs de Inovação no Agro, Universidades Parceiras, Investidores e Startups Aceleradas!

Abaixo segue a lista dos aprovados para o Warmup #GoHard13 

A3Pecuaria

Acerto Fácil

Agrare

Agross

BLUE Tecnologias

Creditares

Demetra Agroscience

Digital Farms

Farmin

FazendaCheia

FitoApp

Green Next

Insumo Fácil

Local Farmers

Mush

Osalim

OvinoPro

RedSoft

SIOSI

SOS AGRO

Equity crowdfunding: o que é e como participar do investimento coletivo

O equity crowdfunding surgiu como uma possibilidade de financiamento coletivo que prioriza o investimento de pequenas quantias de capital em empresas e projetos que estão em ascensão no mercado.  

Ele é caracterizado pelo investimento financeiro em troca de participação societária (equity) em uma empresa, principalmente startups.

Isso significa que ele possibilita — para o investidor — rendimentos futuros em empresas, startups ou projetos que contam com potenciais chances de crescimento. 

Mas por que ele pode  ser uma oportunidade tão vantajosa para os investidores? Neste artigo, você vai entender mais sobre o que é equity crowdfunding, como ele funciona na prática e como participar do investimento coletivo.

 

O que é equity crowdfunding

 

O equity crowdfunding funciona como um financiamento coletivo, possibilitando que startups e demais negócios consigam se desenvolver com o investimento de um grupo de pessoas, sem recorrer aos empréstimos tradicionais. Em troca da injeção de capital no negócio, os investidores recebem uma participação societária e têm a perspectiva de altos lucros no futuro do empreendimento, caso o negócio cresça e seja bem-sucedido. 

Por ser destinado a pessoas físicas como potenciais investidores, o equity crowdfunding é ideal para quem tem uma renda extra e deseja apostar em ideias, startups ou empresas que são novas e podem oferecer retorno financeiro com o seu desenvolvimento e maturidade em sua área de atuação. 

E para conquistar o direito de sociedade através da iniciativa, o investidor pode participar das rodadas com um investimento individual que varia de R$ 1 mil a R$ 10 mil por investidor, podendo chegar a valores maiores para investidores qualificados. 

A cada rodada, a startup recebe um aporte normalmente entre 200 mil e R$ 3 milhões.  

Este valor é utilizado no empreendimento para expandir a atuação do negócio, sua equipe, a capacitação dos colaboradores, a captação e manutenção de clientes e os gastos de uma startup ou projeto em desenvolvimento.   

O equity crowdfunding garante benefícios para além das empresas amparadas pelo investimento coletivo. A modalidade também oferece retornos vantajosos para a sociedade e a área de atuação onde a startup está inserida. 

Isso é possível pelo investimento em um negócio real, que gera empregos e desenvolve soluções para a sociedade.

 

Como funciona o equity crowdfunding na prática

Provavelmente você já tenha ouvido falar do crowdfunding. Na modalidade tradicional (muitas vezes batizada de vaquinhas) trata de um pré-financiamento de projetos que estão em fase de ideia ou início de desenvolvimento. 

No crowdfunding, você entrega uma quantia do seu dinheiro — geralmente pré-estabelecida — e recebe a oportunidade de garantir uma recompensa quando o projeto estiver finalizado. Aqui, podemos estar falando de:

  • Brindes e mimos pequenos, geralmente personalizados do projeto. 
  • CDs, filmes ou livros antecipados de um artista que fez crowdfunding para produzir sua arte. 
  • Ingressos para exposições, shows, peças de teatro ou musicais feitos com pré-financiamento. 
  • Prêmios ou sorteios de produtos em arrecadações no estilo crowdfunding. 

Muitas vezes, o crowdfunding tradicional pode ser utilizado como uma estratégia de pré-venda a fim de testar o interesse e demanda do produto antes de seu lançamento. 

Já o equity crowdfunding é visto como uma forma de investimento. Ele entrega muito mais do que uma experiência para o colaborador do negócio. Oferece participação e sociedade na empresa a partir do valor aplicado. 

Por ser uma aplicação séria, cujo objetivo é aumentar o patrimônio e rendimentos da pessoa física, o investimento é regulamentado por órgãos fiscalizadores. No caso brasileiro, pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). 

A partir da regulamentação, as plataformas autorizadas podem oferecer essa modalidade de investimento 100% online. O interessado consegue todas as informações da empresa, proposta comercial, oportunidades em sua área de atuação, projeções financeiras, documentos jurídicos e muito mais.   

O investimento por equity crowdfunding é feito em rodadas, através das plataformas autorizadas. A cada rodada, é estabelecido uma quantia limitada de aplicações disponíveis. 

Quando pelo menos ⅔ dos investimentos totais são confirmados pelos interessados, a rodada é viabilizada, finalizando a rodada quando as cotas atingem, no mínimo, 66%.  

Os valores são estabelecidos de acordo com a necessidade total de capital e recurso que cada startup necessita para o seu crescimento e implementação da sua próxima fase de desenvolvimento. Os retornos para os investidores podem ser exponenciais e dependem da sustentabilidade da startup no mercado.  

Para realizar um processo de equity crowdfunding, o investidor precisa ficar de olho em alguns pontos especiais nas plataformas autorizadas:

  • Conferir as informações sobre a empresa.
  • Observar os riscos e as projeções financeiras do projeto. 
  • O valor total que o empreendimento está captando e para onde eles destinarão o capital. 
  • A participação percentual que o empreendimento está oferecendo aos investidores. 
  • As condições dos contratos. 
  • O prazo de encerramento da oferta. 

Os passos acima evitam que o investidor seja ludibriado com oportunidades falsas ou que não sejam tão interessantes para o seu momento financeiro. 

 

Regulamentação da CVM para o equity crowdfunding

Já pensou como era o caminho de alguém que gostaria de investir em uma startup antes do surgimento das aceleradoras e das plataformas autorizadas? 

O interessado era responsável por pesquisar startups do seu interesse, estudar os produtos desenvolvidos, o mercado e as projeções financeiras. Ele também seria incumbido de participar de reuniões com a empresa e negociações com advogados para participar do processo de due diligence.

Por ser um trabalho exaustivo e repleto de contratempos durante o estabelecimento dos termos de investimento, apenas investidores profissionais se empolgavam com essa forma de aplicação. 

O equity crowdfunding vem para facilitar esse processo. 

Em poucas horas — às vezes, até minutos — uma pessoa pode investir em startups qualificadas, selecionadas de acordo com os seus objetivos. O investimento é feito de casa, pelo computador ou celular, ampliando o público que procura essa modalidade de investimento. 

Para que tudo ocorra conforme as regras, em 2017, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) estabeleceu as diretrizes para o equity crowdfunding na Instrução Normativa ICVM 588. 

Projetos, startups e empresas que desejam participar de campanhas de financiamento coletivo precisam estar de acordo com as instruções da CVM. Uma das principais regras é que apenas empreendimentos com faturamentos de até R$ 10 milhões são enquadrados no equity crowdfunding. 

Os investidores podem investir, anualmente, R$ 10 mil ou até 10% de sua renda bruta nessa modalidade, a não ser que se enquadrem como investidores qualificados.

Junto da parte de capital, são realizados detalhamentos minuciosos dos empreendimentos candidatos a fim de buscar garantias para os investidores.  

A regulamentação da CVM garante segurança e contrato firmado com detalhamento das condições para o investidor, garantindo a transparência do acordo. Recentemente a ICVM 588 foi alvo de consulta pública e em breve devem ser anunciadas novidades como a possibilidade da negociação secundária entre investidores das plataformas.

 

Equity crowdfunding no Brasil

A primeira plataforma de equity crowdfunding surgiu na Inglaterra, em 2009, mas só três anos depois que elas foram regulamentadas no país. 

No Brasil, o equity crowdfunding surgiu em 2014, com o desenvolvimento de sua primeira plataforma de investimento, mas ganhou força em 2017, quando foi aprovada a regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

Atualmente, o equity crowdfunding é visto como uma boa opção pelo retorno financeiro que pode garantir aos investidores. Segundo a Folha de São Paulo, isso é potencializado pela mínima histórica da taxa Selic, que está rendendo 2% ao ano. 

As plataformas que arrecadam aportes para as startups, mas que garantem benefícios para os investidores, são uma ótima contrapartida para os investimentos tradicionais que não rendem tanto quanto antes. 

Por isso, ainda de acordo com a reportagem da Folha, em 2019, o investimento médio em equity crowdfunding foi de R$ 8.786,26 por pessoa — um valor baixo comparado as rendas que uma startup pode garantir a longo prazo.  

 

Como investir em equity crowdfunding pela VENTIUR

A VENTIUR, como aceleradora de startups, conta com um portfólio de mais de 50 startups aceleradas, garantindo diversificação ao portfólio dos investidores. 

O investimento através da VENTIUR assegura uma redução do risco do investimento, com um processo de governança estruturado, controles administrativos e suporte jurídico nos contratos. Isso é representado pelos mais de 170 investidores que fazem parte da empresa. 

A VENTIUR é parceira de várias plataformas de equity crowdfunding e algumas startups do portfólio já captaram na modalidade, como é o caso da Easycrédito, Tra$hin, O Amor é Simples e Leigado. No momento, está aberta a captação da Criativando.

E aguardo, pois nos próximos meses compartilharemos novidades bem bacanas sobre o assunto. 

 

Quer saber mais sobre investimento em startups? Fale com a gente e fique atento aos nossos canais!

Fundraising : 22 erros e acertos ao buscar investimento

Se você ainda não empreendeu e está pensando nisso, saiba que você não vai sair em uma capa de revista, não vai ter sucesso, nem ganhar muito dinheiro. Se isto que acabou de ler te desmotivou, então você não serve para empreendedor mesmo e boa sorte na procura de um emprego. Já, se você leu e sentiu uma enorme vontade de me desmentir queimando em seu coração, então existe alguma chance de você se dar bem como empreendedor. Se você quer saber da dureza que é empreender, com cases reais e dicas preciosas, recomendo ler The Hard Thing About Hard Things do Ben Horowitz‎. 

 

Empreender não é nada fácil, primeiro você tem que convencer alguém de que sua ideia realmente tem sentido. Parabéns, você achou um sócio! Vocês investem seu dinheiro e muito tempo, aquela ideia começar a tomar forma. Pega uma grana emprestada de um tio, ou mesmo de mais um outro alguém que também acreditou na sua ideia. Muito trabalho e tempo e então você já começou a ter talvez os primeiros clientes, errou muitas vezes e está começando a acertar algumas vezes. Preciso de dinheiro para crescimento, o que fazer? 

 

Antes de começar

Saiba que 90% das startups falham e a maioria não é por falta de recurso, mas sim porque fazem algo que o mercado não precisa. E o seu produto? é algo necessário ou só uma conveniência? Se ficou na dúvida, vai consertar o modelo de negócio e depois volta pro texto. O segundo motivo então das startups falharem é a falta de dinheiro, seguido ainda por não ter o time certo, concorrência forte, custo elevado de operação, ou mesmo o produto/serviço ser ruim mesmo.

Essas 22 dicas são um compilado de alguns anos de experiência em Venture Capital e de situações, erros e acertos rotineiros no dia a dia de VCs. Os primeiros pontos destacados podem parecer óbvios, mas vão se aprofundando e demonstrando fatos que acontecem com muita frequência no processo de fundraising (captação de investimento) e podem ser cruciais para você, founder, faturar uma rodada seed ou pré-seed. 

 

#1 – Entenda quais tipos de investimento existem

Bootstrap, 3F’s (Love Capital), Investimento Anjo, Seed, Venture Capital, Equity Crowdfunding, Subvenção Econômica, Corporate Venture… Se pelo menos 20% dessas palavras você não sabe o que significa, segue aqui que vou te explicar

 

#2 – Entenda o Estágio do Seu Negócio

Seu entendimento sobre a maturidade da startup é algo essencial, e quando falo em maturidade não é o que está na cabeça do empreendedor e sim o que já é real, o que está rodando. Entendendo em qual degrau da escalada de investimento sua startup está, você será mais assertivo na abordagem do investidor certo para o momento de sua startup. 

 

#3 – Quanto $ você PRECISA

Não é quanto você quer, é necessário justificar muito bem como o valor que está captando será utilizado, se não fizer sentido na sua cabeça, na do investidor menos ainda, pois é o dinheiro dele que está em jogo. Geralmente startups early-stage tem como meta alcançar o break-even talvez pelo 8ª mês após ter captado o investimento e calculam o cash-burn com uma margem de pelo menos 30% porque com certeza o negócio não vai seguir a risca o planejamento. 

 

#4 – Apresentação

Tenha sempre seu elevator-pitch afiado, você nunca sabe quando aparecerá uma oportunidade. Prepare seu deck que não pode faltar (pé na porta, problema, solução, mercado, diferenciais, modelo de negócio e receita, estágio, equipe, números e métricas e por fim a proposta). Deck para enviar por email não é o mesmo para apresentação falada. O de envio, é necessário usar mais texto. O Pitch para apresentação falada, menos texto, informações complementares a fala e layout clean. Capriche no design que ganha pontos e treine a oratória. Sem encheção de linguiça, não passe de 20 slides, faça cada página ser significativa. Recomendo dar uma olhada nesse template de pitch deck.

 

#5 – Quem aparece é visto

Parece óbvio, mas quem circula por eventos, participa de feiras, pitch days vai se tornando conhecido e reconhecido. Se você é especialista ou bate muito forte em algo específico, você começa a virar referência no tema, é lembrado por isso e vão vir bater na sua porta.

 

#6 – Envolvimento do investidor

Entenda se você quer um investidor que vai se envolver muito ou pouco no seu negócio.

Investidor High-touch é tático e estratégico, interfere no operacional, é mais uma cabeça pensante e remando para o mesmo lado dos founders; as vezes pode ser um pé no saco, por isso escolha bem. 

Investidor Low-touch são aqueles que liberam o capital e confiam que o empreendedor vai fazer seu trabalho, mas em contrapartida tem um contrato mais fechado com muitas penalidades se o empreendedor sair da linha.

 

#7 – Tese do investidor

Pesquise qual é o perfil de empresa que o investidor em questão tem apetite para investir.

Não faz sentido você perder o seu tempo, e pior, o tempo do investidor, se a tese de investimento dele não tiver fit com o seu negócio.

Exemplos de tese: Invisto em ScaleUps do varejo com modelo B2B.

Se você for uma startup early-stage ta fora, do agro tá fora, B2C tá fora. Então estude muito bem o investidor antes de chamá-lo para conversar.

 

#8 – Use números

Se tem uma coisa que Investidor gosta são números que façam sentido. Mostre o que você já alcançou; clientes, receita, cac, churn, taxa de conversão, NPS; meça tudo. Isso demonstra credibilidade e que você entende do seu negócio e monitora ele pois as decisões baseadas em dados são mais assertivas. Uma frase bem conhecida neste meio é “seu PPT é bonitinho, quero ver agora seu excel” João Kepler.

 

#9 – A Proposta 

NUNCA peça um range de valor de investimento. “Precisamos de 600 a 800 mil de investimento e estamos dispostos a negociar de 15 a 20% de equity” O investidor só vai ver 600 por 20%. E a credibilidade do empreendedor vai abaixo pois essa faixa mostra que ele não sabe o que quer. Tem que ser decidido! Não faz sentido pro investidor oferecer menos dinheiro, pois se o empreendedor justifica bem o valor que precisa captar, não vai fechar a conta. Então o campo que o investidor vai negociar é o equity.

 

#10 – Cuidado com o Captable

NÃO abra mão de uma grande fatia do seu captable para um investidor. Isso é extremamente prejudicial para a sociedade e para as próximas rodadas. Founder sempre precisa ser majoritário. Caso o investidor leve uma grande fatia do bolo, os founders se desmotivam porque estão trabalhando para os outros ganharem mais do que eles. 

#11 – Estude sobre Valuation

Bruxaria, misticismo…? Valuation não tem fórmula mágica, no final das contas é quanto você está disposto a ceder e quanto o investidor está disposto a pagar. Tente mensurar o valor do seu negócio. Para aprofundar no tema daria um livro, mas resumidamente: na valoração de seu negócio considere: Números (financeiro, métricas, pessoas engajadas, clientes…); Time da startup (background, know-how do mercado); O poder de execução do time e o quanto estão frente a outras pessoas que quiserem fazer a mesma coisa; Tamanho da oportunidade, diferenciais e parceiros estratégicos; Patentes, propriedade intelectual, o que já foi desenvolvido; Horas já investidas no negócio…

 

#12 – Sou F*da

Mostre que você é o melhor ou vai fazer melhor mesmo se outro alguém tiver a mesma ideia. Faça isso sem perder humildade pois a atenção de investidor não dura 5 minutos se o empreendedor demonstrar arrogância.

 

#13 – Prepare-se juridicamente

Botar a casa em ordem é fundamental, contrate um advogado que entenda de startup e de negociação de investimento. É necessário que ele revise o arranjo societário, rede contratual com clientes, fornecedores, funcionários, PJs. Quanto maior for a organização da empresa, mais credibilidade e confiança vai gerar ao investidor. 

Se sua startup tiver no seu MEI, transformar para LTDA, se for uma LTDA o contrato mais indicado é Mútuo conversível e se SA o equivalente ao mútuo é debênture conversível. Peça sempre orientação do advogado para entender cada detalhe do contrato, pois um leve descuido pode comprometer o negócio lá na frente na hora da conversão ou devolução do mútuo.

 

#14 – Onde encontrar investidores

PF (Investidores Anjo) estão em Eventos, Webinars, Pitch Days; Alguns se reúnem em Associações (Anjos do Brasil, GV Angels…); Muitos se intitulam como investidor anjo ou investidor de startups no LinkedIn; É possível encontrar em Plataformas do Ecossistema de inovação (Comunidade StartSe, ABStartups, 100openstartups…); Mas o mais interessante é se conseguir encontrar em sua rede pessoal de relacionamento.

PJ (Fundos, Aceleradoras…); São mais fáceis de encontrar, a maioria tem site e você pode fazer uma simples busca no Google; Mas o melhor meio de atrair atenção desses investidores, sem dúvida é a Indicação de alguém qualificado da rede deles.

 

#15 – Como abordar 

Estude o investidor. Em redes sociais, veja os contatos em comum, tente entender os hábitos e temas de interesse, estude o perfil de investimentos, tese e startups investidas.

Encontre alguém que tem uma relação qualificada (não uma simples conexão em comum no linkedin) para vai fazer uma introdução sua, pra quebrar a barreira do “só mais um interessado no meu dinheiro”. Quando fizer o contato, melhor através de e-mail ou cold call, Linkedin ok, face ou insta definitivamente não. Não seja stalker. NÃO SEJA CHATO! E tente deixar algo que fale/mexa/instigue o investidor para ele vir atrás de você; 

 

#16 – Pipeline de Investidores

A maioria dos investidores não vão nem te responder, não pense que vai acertar de primeira. Você pode tratar o processo de fundraising semelhante a um processo comercial e funil de vendas. É interessante criar um pipeline da jornada dos investidores (evoluções, sinalizações, negociação…) para você ter o controle dos contatos feitos e não deixar esfriar possíveis interessados.

 

#17 – E se não tiver interessados?

Envie follow-up para investidores potenciais. Peça permissão para mandar um report Bi ou Trimestral para o investidor em questão com Highlights, Números Alcançados, Aprendizados, Próximos Passos. Um email sucinto com bullet points com menos de 30 linhas. Too long =  don’t read.

Se seu negócio tem fit com a tese desse investidor e você realmente acredita que ele faz total sentido para seu negócio e vice-versa, segue aquecendo o lead que, se você for realmente bom, com o tempo ele vem. 

 

#18 – NDA pra falar do negócio é pra empreendedor Juvenil

É exaustivo o número de empreendedores que vem com o papo “Eu tenho um grande negócio, mas só te conto se você assinar um termo de sigilo” BULLSHIT. Se você receber uma resposta, qualquer que seja, depois de ter largado essa frase, significa que o investidor que está prospectando é um cara muito bondoso. O que os investidores veem com essa atitude é: se o empreendedor não quer compartilhar sua ideia/negócio pois tem medo de alguém conseguir executar melhor ou mais rápido que ele, esse não é um empreendedor para investir. 

No caso de compartilhamento de informações sensíveis, como a base de dados de clientes, em reuniões de aprofundamento, aí sim faz sentido assinatura de um NDA.

 

 #19 – Investimento não é pra Cash-out

Venture Capital é para aporte na empresa. Em etapas mais iniciais da empresa todo dinheiro deve ser utilizado para o crescimento e não para comprar a participação de outro sócio, nem para pagamento de dívidas da sociedade. Investimentos para limpar o captable acontecem geralmente a partir de série B.

 

#20 – Programe-se

Você precisará de tempo para peneirar e qualificar os melhores investidores. Comece a fazer contatos antes de precisar do investimento. Para captar uma rodada seed por exemplo, comece o relacionamento com possíveis investidores entre 6 a 12 meses antes de acabar o dinheiro. Se for uma Série A, de 12 a 18 meses; pois todo processo de aquecimento, negociação e due-diligence leva muito tempo. 

 

#21 – Não pareça um desesperado

Se você chegou até aqui, precisa de dinheiro agora e leu a dica anterior. F*deu. Mas calma. A pior coisa que você pode fazer é parecer um desesperado precisando dinheiro na frente de um investidor, se o cara for má fé ou se não for investidor muito experiente vai te espremer achando que está fazendo um bom negócio. Esses são os conhecidos “tubarões” que veem sua situação de vulnerabilidade e vem para estraçalhar. Mas como já dito anteriormente, investidor que quer 51% o teu negócio não sabe o que está fazendo.

 

#22 – É RUNWAY, NÃO RUNAWAY

RunAway é fugir e nenhum investidor quer empreendedor medroso. Runway significa pista de decolagem; é o tempo de cash-burn que a startup tem para decolar ou pelo menos atingir seu break-even. O que acontece quando o avião chega no final da pista e não decola? 💩

Se a startup estiver nos últimos meses de vida, investidor só coloca grana se vê uma oportunidade muito clara de crescimento. A maioria das vezes a resposta é “já elvis”.

Faço questão de reforçar a diferença dos termos pois 50% dos empreendedores falam errado. Quer outra? 

 

#22.2 – ESCALAR NÃO É ESCALONAR

Escalonar é estabelecer uma ordem de execução de tarefas e/ou processos. Escalar é crescer de forma a distanciar as curvas, seja das receitas versus despesas, ou de crescimento versus tempo, de preferência exponencialmente.

 

#23 – Crescer ou Morrer

Se você não está crescendo, você está morrendo. Se seu negócio está a tempos andando de lado, provavelmente não é de investimento que você precisa. Reveja sua proposta de valor e pense seriamente em pivotar. Investimento é principalmente para acelerar o crescimento, mas não se acelera o que está estático.

 

#24 – Investidor ñ= sócio

O investidor está ao seu lado para pensar contigo e ajudar no crescimento do negócio, mas se ele assinou um mútuo conversível ele está blindado ao risco. Tenha em mente que você sempre será quem mais se importa com seu negócio. Entenda que se o investidor tomar decisões pela sociedade e interferir na gestão ele será co-responsável por qualquer coisa que discorrer dos atos deles e assim perderá a proteção que o mútuo lhe confere. Investidor não é seu sócio (por enquanto).

 

#25 – Co-investimento

É super interessante avaliar a possibilidade de co-investimento. Trazendo mais pessoas para colaborar no negócio, incorre em mais smart-money e representa menor risco. Mas cuidado com conflitos de interesse e condições diferentes de negociação.

 

#26 – Pulando Rounds

Anjo, Seed, Serie A, B, C… pular etapas ou seguir o flow? Pular um round pode ajudar ou prejudicar? Bootstrapping por algum tempo pode ser muito bom. Quanto mais tempo a empresa consegue sobreviver sem diluição, melhor; pois o cap table se mantém limpo e facilita rounds mais robustos de investimento mais para frente. Mas analise o quanto esse salto (patamar de investimento) vai desacelerar o negócio, se não for bem calculado pode comprometer o negócio.

 

#27 – Afinal o que é mais importante?

No final o que o investidor busca são:

1º – Bons founders, resilientes, que conhecem o mercado, apaixonados pelo problema, dinâmicos, líderes, organizados, honestos, dispostos a escutar e com perfis complementares.

2º – Um problema real e relevante;

3º – Um mercado grande para navegar;

Esses pontos é o que todo investidor busca. 

Agora se você tem um MVP (Minimum Viable Product) ou um PMF (Product Market Fit) é que vai determinar o tamanho do cheque.

 

No começo eram 22, mas agora viraram 27. Pode ficar com o troco e faça bom uso!

 

Guilherme Kudiess

Diretor de Operações da VENTIUR Aceleradora