Notícias e artigos
para você explorar
o universo das
startups

Blog
Como o ecossistema de inovação do RS vem se destacando?

Descubra como o Ecossistema de Inovação Gaúcho vem se destacando no país

Você está por dentro do ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul? Em 2022, o estado teve muito a comemorar: pelo segundo ano consecutivo, conquistou a primeira posição no ranking de inovação dos estados brasileiros, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Lançado em setembro, o relatório visa gerar diagnósticos e direcionamentos para a atuação de líderes públicos estaduais. Assim, o RS despontou na primeira posição com base em cinco indicadores: Investimentos Públicos em P&D, Patentes, Bolsa de Mestrado e Doutorado, Empreendimentos Inovadores e Pesquisa Científica. Com enorme potencial na inovação, o RS vem atraindo muitos olhares – sobretudo depois de sediar o importante evento South Summit. Assim, para que essa conquista não passe despercebida, reunimos informações importantes para trazer mais contexto sobre o atual ecossistema de inovação gaúcho. Um contexto do ecossistema de inovação do RS Todo grande ecossistema de startups no mundo possui um grande evento. Assim, o South Summit – um dos maiores eventos globais de inovação – chegou para ajudar a difundir a cultura do empreendedorismo no Rio Grande do Sul. Considerado até mesmo um programa de política pública para o estado, ele traz mais do que conhecimento, mas conexões. Na última edição, o evento oportunizou mais de 70 fundos de investimentos, fazendo do South Summit mais do que um ambiente de destino de empreendedores, mas uma bandeira que atrai olhares de investidores de todo o país. De acordo com o startupbase, ambiente da Abstartups que divulga conteúdos completos sobre startups e universo de inovação, atualmente o Rio Grande do Sul possui 1.146 startups – em diferentes estágios de maturidade. Conforme o relatório, isso significa um avanço de 73% em 2022 em relação ao ano anterior. Com uma fatia de 5,1% entre todas as startups brasileiras, o estado segue atrás apenas de São Paulo (22%) e Minas Gerais (6,57%). Isso consolida o RS como o terceiro maior ecossistema brasileiro, conforme informações do GZH. Como o RS se tornou o estado mais inovador do país? A visão que traz a inovação gaúcha é resultado do que chamamos de quádrupla hélice: a cooperação entre poder público, empresas, sociedade civil organizada e universidades. De acordo com o Secretário de Estado de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS, Alsones Balestrin, os frutos colhidos resultam dos intensos esforços colaborativos entre as instituições – sobretudo nos últimos quatro anos. Ainda segundo Balestrin, em entrevista concedida ao podcast Diálogo.RS, “as modernas sociedades exigem ambientes vibrantes de inovação”, onde exista uma aproximação forte entre governo, academia e empresas. Embora isso seja recente no Brasil, o estado do Rio Grande do Sul é um case de sucesso nessa seara. Uma das iniciativas do poder público gaúcho é o Inova RS, projeto que atua em oito regiões para fomentar a capacidade de articulação entre sociedade, academia e governo. Este último, por sua vez, atua na construção de uma mesa de governança em que todas as figuras agem a partir de uma visão conjunta e compartilhada em prol dos avanços pretendidos. Alsones Balestrin acredita que os ecossistemas de inovação permitem aos jovens do interior desenvolverem negócios e produtos mesmo habitando as pequenas cidades do estado – sem precisarem, dessa forma, migrar para as capitais. Nesse sentido, ele completa explicando que os empreendedores de hoje têm muito mais oportunidades do que se tinha há trinta ou quarenta anos atrás. Ecossistema de inovação do RS e um olhar para o futuro Ao ganhar relevância no setor público, a inovação vem colhendo ótimos resultados e as expectativas para o futuro são positivas. Aliás, recentemente ainda surgiu uma novidade: o avanço da Rede RS Startup, plataforma que visa aproximar instituições que têm papel relevante na criação, atração e desenvolvimento de startups. Na cerimônia de inauguração, houve a leitura do Manifesto Rede RS Startup. A declaração anunciou o objetivo de o RS se tornar líder nacional de destaque em inovação e startups em dez anos – mirando alto em se tornar uma Startup Nation. De acordo com Balestrin, nos últimos 18 meses, o estado investiu mais de R$ 112 milhões – o maior investimento histórico promovido ao ecossistema de empreendedorismo e inovação. Ele explica que os resultados devem começar a aparecer após os primeiros 24 meses, o que leva a crer que o próximo ciclo de quatro anos trará consideráveis resultados dos investimentos. Atualmente, o governo gaúcho coloca a inovação no centro do desenvolvimento, o que fortalece a estratégia de desenvolvimento econômico e social. Além disso, a vinda do South Summit nos próximos anos é uma segurança de que o assunto startups e inovação continuará na pauta, atraindo os melhores olhares para o estado. A VENTIUR se orgulha de fazer parte dessa revolução Criada há quase 10 anos em São Leopoldo/RS, a VENTIUR é uma das principais aceleradoras de startups do Brasil. Focada em startups multimercado e empreendedores diferenciados, já avaliamos mais de três mil startups dos quatro cantos do país. Recentemente, contamos com a parceria de empresas (em programas de Corporate Venture Capital) como a Panvel, +A Educação e o Sicredi, com o desafio de identificar, selecionar e impulsionar startups para ajudar essas empresas a ampliar seus serviços. Aliás, tais empresas mencionadas são ativas no ecossistema do Instituto Caldeira – um hub de inovação que inspira tendência e tecnologia e se destaca no cenário gaúcho. Ademais, a Ventiur possui parcerias com instituições como a Tecnosinos, Tecnopuc, Pradotech, Instituto Hélice, entre outras, para programas de aceleração e investimentos em startups.  Se você tem um negócio inovador e gostaria de impulsioná-lo, entre em contato com a VENTIUR para conhecer os nossos programas de aceleração e investimentos em startups. E se deseja conferir outros conteúdos, acompanhe a @ventiur nas redes sociais.

Leia Mais »
SEO para startups: Guia com 6 passos

SEO para Startups: Como funciona e por onde começar?

As startups são empresas que, em busca de crescimento escalável, muitas vezes procuram formas de crescer com um orçamento limitado. Nesse sentido, entender o SEO para startups é essencial para obter crescimento orgânico e a alavancagem máxima do negócio. Para resumir, o SEO é um conjunto de estratégias que ajudam sua startup a se destacar nos resultados de pesquisa em buscadores como o Google. O mais incrível é que várias ações de SEO são gratuitas e colaboram muito com o crescimento no longo prazo. Neste conteúdo, você irá entender melhor sobre o SEO e conhecer as melhores práticas para startups. Mas, antes de mergulhar no assunto, é bom esclarecer uma dúvida que pode ter surgido. Será que eu devo investir em SEO na minha startup? Você deseja desenvolver a sua marca online? Deseja se destacar, de forma orgânica, aparecendo nos mais altos resultados de pesquisa? Decidimos reunir os 3 principais motivos por que você deveria investir em SEO e alavancar sua startup. 1. As pessoas pesquisam o que sua empresa faz Ainda que o seu produto seja nichado, ou seja, apresente um recorte específico do mercado, muitas pessoas podem pesquisá-lo por meio de termos diferentes. Por exemplo, imagine que sua startup B2B atue com CRM de vendas. Talvez algumas pesquisas não corresponderão exatamente a “CRM de vendas”, mas a termos como “sistemas de vendas” (por desconhecimento do conceito). No fim do dia, novos termos são novas oportunidades a serem exploradas, ajudando sua startup a atingir ainda mais potenciais clientes. 2. SEO é sobre conteúdo No marketing, uma frase bem difundida diz que “conteúdo é rei”. Dessa forma, sabendo que o seu site é o equivalente moderno à vitrine, o conteúdo é uma ferramenta promocional muito importante para o seu negócio. Além de ajudar você a criar confiança e se conectar com seu público-alvo, o conteúdo promove o seu negócio online e atua como combustível para outras técnicas de marketing. Enfim, ele permite que as pessoas conheçam sua marca. Um erro comum a respeito do conteúdo SEO é pensar nele como sendo feito para os mecanismos de pesquisa. Na verdade, a otimização do conteúdo deve priorizar sempre os leitores humanos – o aspecto mais importante da estratégia de SEO. 3. Mecanismos de pesquisa ditam as regras do jogo Por fim, outro motivo relevante do SEO para startups é a alta participação das pesquisas em buscadores no mercado atual. Aliás, ninguém pode negar que as pessoas estão cada vez mais buscando opiniões antes da decisão de compra. Um levantamento recente mostra que nove em cada dez brasileiros pesquisam no Google antes de comprar. E, especificamente no mercado B2B, os números também surpreendem: os compradores consomem em média de 3 a 7 conteúdos antes de falar com um vendedor, de acordo com a Demand Gen Report. As pesquisas nos mostram que os mecanismos de pesquisa já são um pilar muito forte na vida de compradores B2B e B2C. Isso quer dizer que não fazer SEO para startup significa perder um enorme potencial de mercado. Sem o SEO orgânico, os clientes em potencial têm mais dificuldade em encontrar a sua empresa – e você de encontrá-los. SEO para startups: Passo a passo para implementar uma estratégia de sucesso Os 6 passos a seguir vão te orientar na hora de implementar uma estratégia de SEO para startups, conduzindo seu time a bons resultados. Confra: 1. Defina seus objetivos O primeiro passo é definir um objetivo claro e adequado. SEO é um jogo de longo prazo, portanto, conhecer os objetivos e colocá-los na mesa é importante para economizar tempo, recursos e maximizar o ROI. De modo geral, seus objetivos precisam estar alinhados com as metas de marketing. Eles podem variar dependendo de inúmeros fatores, mas elencamos algumas metas comuns de SEO para startups que você pode considerar: Garanta que os objetivos estabelecidos sejam específicos e mensuráveis para que possam ser integrados nas próximas etapas. 2. Pesquisa de palavras-chave Um dos pontos mais importantes para se focar no SEO inicial é a pesquisa de palavras-chave. Com os objetivos definidos, é preciso reservar alguns dias para investigar as palavras-chave que você deseja classificar. Em seguida, por meio de otimizações simples no site, bons frutos poderão ser colhidos no futuro. Nunca despreze a pesquisa de palavras-chave no SEO para startups, pois é nesse momento que você conhece o que seus clientes-alvo estão buscando no Google. Para começar o trabalho, considere três itens importantes: 3. Planejamento de conteúdos Produtores de conteúdo veteranos sabem bem que, um tempo atrás, bastava inserir palavras-chave nos conteúdos e esperar a mágica acontecer. Hoje, com a incorporação de sistemas de IA ao algoritmo no Google, isso tudo acabou. Conteúdos SEO para startups devem considerar, acima de tudo, consistência – tanto em quantidade como em qualidade. E isso tudo sem desprezar a experiência do público, que precisa sentir que o conteúdo realmente está agregando valor. O marketing de conteúdo para startups é um assunto longo e nem um pouco simples. Porém, elencamos princípios importantes para você considerar: 4. Otimização de SEO técnico Ao trabalhar com SEO para sua startup, o SEO técnico tem dois objetivos: É importante ressaltar que o SEO técnico, assim como marketing de conteúdo, é um assunto bastante longo. Porém, nós listamos os pontos mais importantes: 5. Link Building Depois que a otimização interna no site da sua startup foi feita, é hora de pensar nas ações fora dele. Com o SEO externo para startups, você divulga seu conteúdo e faz com que as pessoas o endossem – como um voto de confiança. Por exemplo, quando um site faz um link direcionado para sua página, quer dizer que o conteúdo específico dessa página é confiável. Mas lembre-se que, para ser relevante, o backlink precisa vir de sites confiáveis e relevantes para o seu nicho. Aqui vão algumas dicas para a sua estratégia: 6. Avalie e re-otimize o conteúdo já existente Por último, o SEO para startups também inclui avaliar o progresso ao longo do período e seguir fazendo os ajustes necessários. Nunca

Leia Mais »
Conheça a Angels Wallet e aprenda sobre Equity Crowdfunding

Conheça a Angels Wallet e aprenda sobre Equity Crowdfunding

O Equity Crowdfunding é um mecanismo de investimento usado para levantar capital financeiro para negócios em estágio inicial. Para o investidor, o modelo pode oferecer retornos lucrativos e a diversificação da carteira; para as startups, pode ser um canal eficaz de acesso ao capital – possibilitando desenvolver advogados e embaixadores da marca. Atenta a isso, a Ventiur lançou a Angels Wallet, sua nova plataforma de Equity Crowdfunding. Segundo dados da Comissão de Valores Imobiliários (CMV), depois de sua primeira regulamentação em 2017, o Equity Crowdfunding cresceu 1.366% em quatro anos – um aumento significativo de 702% na quantidade de investidores. Na medida em que cresce, o mercado de Equity Crowdfunding chama mais a atenção de empreendedores e investidores no mundo. No Brasil, a Resolução CMV 88 (2022) foi a responsável por atualizar e ampliar essa forma de investimentos – com isso, aumentando o volume de captações e a segurança desse mercado. Neste artigo, você vai conhecer a Angels Wallet, uma plataforma inédita de Equity Crowdfunding – iniciativa powered by Ventiur. Além disso, você também vai acompanhar como esse método de investimento funciona no Brasil e como seu mercado está se ampliando. Confira! O que é Equity Crowdfunding? Equity é um termo em inglês para “ação” e “ativo”, enquanto Crowdfunding vem da união de duas palavras: “crowd” (grupo de pessoas) e “funding” (financiamento). Assim, Equity Crowdfunding é um tipo de financiamento coletivo que permite que um grupo de pessoas se una para financiar e apoiar projetos específicos. Esses projetos são empreendimentos sólidos, que possuem alto potencial de retorno, oriundos de diferentes áreas. Assim, os financiamentos acontecem através de captações abertas realizadas por meio de plataformas autorizadas pela CMV – responsável por disciplinar o mercado de valores. Para resumir, o Equity Crowdfunding acontece mediante três importantes figuras: um empreendedor tem um projeto inovador e, para colocá-lo em prática, necessita de recursos. Do outro lado, um investidor busca boas oportunidades de investimento. Por fim, tem-se as plataformas, que operam como distribuidoras de valores mobiliários. Os riscos associados ao investimento têm a ver com o setor de atuação da empresa e com a capacidade dela de entregar os resultados. Em geral, como os projetos passam por uma seleção rigorosa – que inclui análise de mercado, tecnológica, financeira e contábil –, os riscos são bem reduzidos. Conheça a Angels Wallet, a iniciativa powered by VENTIUR na nova era dos investimentos Há quase dez anos no mercado compartilhando propósitos e resultados, a Ventiur nasceu para auxiliar empreendedores a transformarem seus sonhos em negócios de crescimento. Na busca por entregar ferramentas com impacto positivo no mercado, nasceu a Angels Wallet, nossa plataforma de Equity Crowdfunding. A Angels Wallet é mais do que uma plataforma. Ao captar em nosso sistema, a startup não recebe apenas recursos financeiros, mas é levada a um processo de aceleração, respirando todo o ecossistema Ventiur. Trata-se de uma community funding, que abraça a causa das iniciativas menores com potencial de sucesso. Benefícios para os investidores Benefícios para as startups Vale a pena saber mais sobre o funcionamento do Equity Crowdfunding. Confira! Como o Equity Crowdfunding funciona no Brasil? O Equity Crowdfunding foi regulamentado pela primeira vez no Brasil em 2017, por meio da Instrução CMV nº 588. Na época, somente cinco plataformas para esse tipo de investimento estavam ativas no mercado e, até 2017, as empresas de pequeno porte (faturamento de R$ 10 milhões) poderiam captar até R$ 5 milhões. Porém, uma das mudanças mais importantes na nova Instrução foi tornar esse limite de receita bruta anual de R$ 40 milhões e o aumento do limite de captação para R$ 15 milhões (Fonte). Com a abertura de novas janelas de liquidez, o número de empresas aptas ao Equity Crowdfunding aumentou – e o número de interessados, também. A seguir, vamos explorar mais sobre as regras do Equity Crowdfunding no Brasil, trazendo os três agentes envolvidos nesse modelo de investimento: 1. Plataforma de investimentos A plataforma eletrônica de investimentos participativos é uma pessoa jurídica constituída no Brasil e autorizada pela Comissão de Valores Imobiliários (CMV). Ela pode atuar com a distribuição de ofertas públicas de investimento de pequenas e médias empresas (PMEs) e é uma agente intermediária entre as partes. Na prática, as emissoras (empresas) oferecem oportunidades de investimentos através da plataforma, e os investidores – pessoas físicas ou jurídicas – podem acessá-las. O investidor define o valor do aporte e reserva o investimento, assinando o termo de ciência de risco e o termo de adesão ao contrato de investimento. Depois disso, ele recebe os dados de uma conta de pagamento para transferir o montante reservado. Somente depois da conclusão da oferta o montante é transferido para a conta da empresa emissora dos valores mobiliários. Se houver falha ou cancelamento da oferta, o valor é mantido na conta do investidor. Em geral, o propósito das plataformas agentes dessa modalidade é democratizar o acesso às oportunidades. Ao abrir as portas para um grupo maior de potenciais investidores, elas conseguem transformar qualquer pessoa em um investidor de impacto. 2. Sociedade Empresária No Equity Crowdfunding, a Sociedade Empresária é a parte que oferece as oportunidades de investimento – ou seja, são as emissoras: empreendedores e startups que desejam receber capital de investimento. Nós listamos os principais pré-requisitos para você, startup, conseguir buscar captação através do Angels Wallet: Com a recente desaceleração do investimento de capital de risco, as plataformas de Equity Crowdfunding – essa espécie de “vaquinha virtual” – vêm assumindo certo protagonismo, popularizando-se pelo país. Assim, para empreendedores e startups, essa ascensão é vista como uma saída inteligente para a arrecadação de recursos. 3. Investidor O investidor é a pessoa física ou jurídica que acessa a plataforma em busca de boas oportunidades para investir. Em geral, as plataformas definem valores mínimos que iniciam a partir de R$ 1.000,00, tornando esse tipo de investimento acessível a vários tipos de perfis de investidores. Aliás, o incremento da tecnologia nas plataformas é um dos responsáveis por essa evolução, que desencadeou um aumento de 702% no número de investidores.

Leia Mais »

Bioeconomia e Inovação marcam a primeira edição do Amazônia Summit, idealizado pelo programa Inova Amazônia

Com o objetivo de fomentar a bioeconomia e a inovação na Amazônia, o primeiro Amazônia Summit ocorrerá nos dias 03 e 04 de dezembro. O evento irá expor mais de 100 negócios que buscam mudar a matriz econômica e social da região, visando o lucro em harmonia e cuidado com a floresta. O Amazônia Summit, realização do Sebrae, em parceria com a Ventiur e demais aceleradoras integrantes do programa Inova Amazônia, será realizado no Hangar, em Belém do Pará. Os 100 negócios que irão expor no evento foram selecionados pelo programa Inova Amazônia, realizado pela primeira vez neste ano. A iniciativa surge em um contexto em que, apesar dos desafios, as regiões Norte e Nordeste começam a ganhar certo protagonismo com ecossistemas de inovação. O destaque é sobretudo da Amazônia, região com grandes possibilidades de mercado e interesses nessa seara. Aqui, você irá saber mais sobre a primeira edição do Amazônia Summit e conhecer mais detalhes sobre o evento. Porém, antes disso, vamos falar um pouco sobre o programa Inova Amazônia, iniciativa que fomenta o crescimento econômico com inovação aberta, aliado à conservação ambiental e que permitiu o Amazônia Summit. Acompanhe! Conheça o Inova Amazônia, programa que fortalece a bioeconomia na região O mercado da sustentabilidade pode gerar 380 milhões de empregos e U$ 12 trilhões de oportunidades econômicas até 2030, conforme previsões da Business Commission (BSDC). E, hoje, pautas como o consumo consciente e cuidados com a saúde e meio ambiente alimentam uma grande demanda por produtos e serviços sustentáveis, de acordo com o Sebrae. Nesse contexto, para impulsionar o mercado de bionegócios, o Sebrae criou o programa Inova Amazônia. Assim, estimulando o desenvolvimento de produtos e serviços sustentáveis por startups e microempresas, o programa pretende fomentar a geração de empregos e renda na região. A intenção do Sebrae é, através do aproveitamento de recursos renováveis com alto valor agregado, substituir processos com alto custo ambiental e baixo retorno. Então, sabendo que 20% dessa biodiversidade se encontra no Brasil – na Amazônia –, a entidade enxergou o terreno perfeito para estimular as soluções inovadoras. A Amazônia é um patrimônio com imenso potencial de geração de renda e ampliação de mercado nas mais diversas áreas. Assim, para posicionar o Brasil como um país fomentador de negócios sustentáveis e atrair novas ideias, a entidade mobiliza a participação de todos nesta chamada revolução sustentável. Desafios que se transformam em oportunidades Não é difícil concluir que o principal desafio da região amazônica está na distância dos mercados maiores. Sobre isso, Adailton Lima, um dos proprietários da healthtech paraense Medbolso, afirma que é preciso que os empreendedores busquem mercado fora, porque o volume de clientes locais não se sustenta. Aliás, esse principal desafio vai ao encontro do que afirma o gestor nacional do programa Inova Amazônia, Thyago Gatto: “Sempre que a gente quer mostrar inovação na Amazônia, a gente tem que pegar esses atores e empreendedores e levar para fora, para o centro sul do país para que eles consigam mostrar o que estão fazendo e consigam investidores e parcerias.” Por outro lado, em razão da mão de obra disponível em tecnologia, o empresário da Medbolso afirma que eles não enfrentam dificuldades para contratar colaboradores. Além disso, reconhece que a marca “Amazônia” é uma vantagem – desde que usada com propósito, conforme a matéria trazida pela Agência Sebrae de Notícias. Para driblar os desafios da inovação na Amazônia, Gatto continua dizendo que “o grande objetivo do Amazônia Summit é justamente promover o fluxo contrário, promover um grande evento anual na Amazônia que mostre tudo o que está sendo desenvolvido lá de inovação […], atraindo investidores, grandes empresas, pesquisadores de todo o Brasil e até de fora do país […]”. O Amazônia Summit reúne atores que influenciam o desenvolvimento da bioeconomia Além dos empreendedores expositores, a primeira edição da feira está focada em reunir as principais Instituições de Ciência e Tecnologia – ICT’s, HUB’s de inovação, investidores, grandes empresas e parceiros. Assim, ao reunir esses principais atores influentes, será criado um ambiente ideal para conexões e geração de negócios, por meio de rodadas de pitchs, books de empresas e outras atividades. Para Thyago Gatto – que, além de gestor nacional do Inova Amazônia, também é gestor do evento –, o Amazônia Summit é a celebração da primeira edição do Inova Amazônia. Segundo ele, “o evento é uma grande comemoração do encerramento do Inova Amazônia. Quase 900 negócios se inscreveram no programa, 400 passaram para a fase de pré-aceleração e 230 concluíram a fase de aceleração, e esse evento será justamente a celebração do sucesso da primeira edição do programa”. O Head de Comunidades e Ecossistemas de Inovação BR/Latam e UE da Ventiur, Júnior Rodrigues, comemora os resultados. “Para a Ventiur, ver o crescimento e desenvolvimento destes projetos do Inova Amazônia é uma satisfação. Acompanhamos eles desde a pré-aceleração e agora, nos últimos 6 meses, durante a aceleração.”. Ele continua, acrescentando sobre a contribuição da Ventiur: “Estar contribuindo na construção do primeiro Amazônia Summit, onde ocorrerá o Demoday e apresentação deles para investidores, é a certeza do grande potencial dos nossos biomas em gerar inovação e sustentabilidade, mantendo a floresta em pé”. Sobre o espaço do Amazônia Summit O espaço irá garantir um ambiente gerador de conhecimento, com conteúdos e palcos direcionados, explica Gatto. “Nós teremos também exposição de diversos conteúdos em várias temáticas, todas elas relacionadas ao desenvolvimento de negócios da bioeconomia, conteúdos sobre aspectos econômicos e financeiros na busca de recursos para o desenvolvimento dos negócios”. “Uma outra grande agenda será sobre os principais segmentos das startups desenvolvidas na Amazônia neste ano, uma análise das oportunidades e tendências do mercado nas áreas de alimentos e bebidas, higiene, perfumaria e cosméticos, de tecnologia da informação, de químicos e novos materiais, remédios e fitoterápicos, principais segmentos de negócios da bioeconomia desenvolvidos na Amazônia”, complementa o gestor do evento. O evento ainda contará com um espaço de integração com as comunidades de inovação. O intuito é promover  e agrupar as diversas comunidades de inovação que existem

Leia Mais »
Startup Elysios e investimento Sicredi através do CVC Comunitá

Elysios, startup gaúcha de agricultura inteligente, receberá R$ 1 milhão do CVC Sicredi

A primeira startup a receber investimento pelo programa Comunitá – iniciativa de Corporate Venture Capital nascida da parceria de instituições financeiras cooperativas do Sicredi e a Ventiur – será a agtech Elysios. A startup, que oferece soluções para agroindústrias, receberá R$ 1 milhão para impulsionar seu crescimento. O contrato será assinado no dia 23/11, às 11h, na sede da Sicredi Pioneira, em Nova Petrópolis (RS). Além do investimento, a Elysios receberá mentoria e acompanhamento estratégico e governança estruturada pela Ventiur. O recurso vem da parceria entre Ventiur, Sicredi Pioneira, Sicredi Serrana e Sicredi Caminho das Águas, através do CVC Comunitá, alavancando suas vendas e oferecendo soluções sob medida aos associados das cooperativas. Antes de falar mais sobre o investimento do CVC Sicredi que a Elysios irá receber e conhecer o programa Comunitá, convidamos você a saber mais sobre a startup! Conheça a Elysios, agtech que está digitalizando a agricultura A Elysios nasceu de uma necessidade sentida por cinco amigos: um do setor agronômico, outro da engenharia elétrica, dois do setor da computação e um do segmento financeiro. Eles enxergaram desafios no setor rural relacionados à falta de conectividade e falta de informação sobre ferramentas e, a partir disso, buscaram desenvolver soluções eficientes para o produtor rural. Hoje, a startup já atua em 17 estados, com mais de 3 mil usuários ativos e 100 mil hectares mapeados. A empresa utiliza Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) para possibilitar o aumento da rentabilidade e da produtividade do produtor, desafiando o modelo tradicional da agricultura no planeta. As soluções oferecidas pela Elysios se dão através da plataforma Demetra que, através do seu caderno de Campo Digital, torna possível o acompanhamento e registro de informações. Se algo sair do planejado, como um ataque às plantações por pragas ou adversidades climáticas, a equipe técnica é avisada remotamente e em tempo real. Veja as soluções: Leia também: VENTIUR Agtech a todo vapor! Como a Elysios planeja causar impacto na agricultura do futuro? O setor da agricultura já vive um novo momento, com máquinas agrícolas cada vez mais modernas, mais eficiência e produtividade. Trata-se da chamada agricultura 4.0, revolução que vem acelerando a adoção de novas tecnologias e o desenvolvimento de sistemas que apoiam a tomada de decisão inteligente. Ao encontro disso, a Elysios deseja tornar as novas tecnologias mais acessíveis ao produtor, mostrando as melhores práticas de cultivo e o que existe de melhor no mercado para esse fim. Com mais informação, a agtech acredita que o produtor poderá tomar melhores decisões e reduzir as chances de erros. ”A Elysios nasceu com o propósito de levar tecnologias acessíveis no uso e financeiramente para ajudar os agricultores do nosso país. A parceria com as cooperativas do Sicredi reforça nosso propósito e nos possibilita um excelente caminho para acelerarmos ainda mais nosso crescimento”, afirma Frederico Brito, diretor Financeiro, Administrativo e fundador da Elysios.   Com isso, além do aumento de produtividade, o impacto a ser criado se revela no objetivo de integrar o maior número de produtores nessa nova agricultura digital. Embora já esteja presente em 17 estados do país, a Elysios tem o objetivo de se expandir ainda mais e levar a sua solução para outras regiões. Além disso, depois de solidificar a marca, a empresa buscará ainda se internacionalizar, levando essa nova agricultura para outros países e diferentes cultivos. Elysios assina com o CVC Comunitá A agtech Elysios utiliza Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (AI), tecnologias que trazem inteligência às operações e aos processos, para possibilitar o aumento da rentabilidade do produtor. Assim, o aporte do Comunitá servirá para a empresa aprimorar seus produtos, impulsionar as estratégias comerciais e de marketing e expandir a sua atuação. “A Elysios foi selecionada em um universo de 96 startups analisadas. A empresa apresentou um modelo de negócio que faz muito sentido para as cooperativas do Sicredi e, principalmente, aos seus associados, levando mais tecnologia para o agronegócio, uma das bandeiras do Programa Comunitá”, explica o sócio e head de Corporate Venture Capital da Ventiur, Leonardo Mezzomo. A Ventiur mobiliza uma rede de conexões qualificada O CVC Comunitá, programa que nasceu em abril de 2022, durante o Gramado Summit, é uma mobilização de uma rede de conexões qualificada, formada por investidores e empreendedores através dos veículos de investimentos. A iniciativa visa identificar e acelerar startups que possam contribuir com o crescimento dos associados, das comunidades e das cooperativas do Sicredi. A parceria prevê que a Ventiur faça o planejamento e a estruturação do veículo de investimento, além de acelerar as startups. Já as cooperativas têm coparticipação nos aportes, definem as empresas selecionadas e entregam o smart-money – que acelera o crescimento e o impacto da startup. Porém, mais do que o aporte de recursos financeiros, o CVC Comunitá busca alavancar os negócios investidos pela conexão com sua rede de associados. Se a sua startup foca na resolução de problemas reais desse mercado e pode contribuir com as demandas das cooperativas, existem benefícios em inscrevê-la no programa: Para mais informações sobre o programa CVC Comunitá, você pode acessar esta página e tirar todas as suas dúvidas na seção “perguntas frequentes”. Ou, se preferir, também pode acionar a nossa equipe.

Leia Mais »
Como funciona o processo de seleção para startups em aceleradoras?

Como funciona o Processo de Seleção para Startups e 5 dicas para o seu negócio se destacar

Startups passam por inúmeros desafios em todos os estágios desde sua concepção e, segundo estatísticas, 90% delas não conseguem sobreviver. Um dos motivos é a falta de recursos para que os resultados sejam impulsionados e, assim, participar de processos de seleção é fundamental para aumentar as chances do negócio ganhar tração. O processo de seleção para startups é realizado por aceleradoras, um modelo inovador  que surgiu para ajudar os empreendedores a desenvolverem e consolidarem suas empresas. Assim, para atingir alto potencial, elas auxiliam esses profissionais por meio de investimento, mentoria e capacitação. Existe uma barreira inicial chamada “breakeven point”, que se trata de uma métrica importante para entender quando uma empresa dará lucro. Nesse sentido, para quebrar essa barreira, ter acesso aos recursos necessários e empreender uma jornada de sucesso, pode ser fundamental  a busca do auxílio de uma aceleradora. Para entender como evitar a estagnação, eliminar gargalos e garantir o crescimento exponencial do seu negócio, leia este conteúdo sobre como funciona um processo de seleção para startups. Como funciona o processo de seleção para startups? Todo empreendedor tem o objetivo de avançar e tornar sua marca amplamente reconhecida, porém, um empecilho sofrido é a dificuldade na atração dos recursos. Por esse motivo, é importante conhecer modelos de processo de seleção para startups e saber como se destacar entre as empresas inscritas. As etapas do processo de seleção que trouxemos são as utilizadas no processo da VENTIUR. Em geral, consiste nos 5 passos que você vai acompanhar:: 1. Formulário online Para participar de um programa de aceleração, o primeiro passo é fazer a inscrição da startup através do formulário online. É nesta etapa que você fornece as informações sobre a empresa para que a aceleradora avalie se ela está apta para seguir os próximos passos. O formulário de inscrição da VENTIUR é denso e prioriza empreendedores que estão realmente engajados em receber apoio em seus negócios. Por isso, a VENTIUR – assim como as aceleradoras em geral – costumam trabalhar com um limite de startups que serão selecionadas para as próximas etapas. Leia também: Conheça o processo de aceleração da VENTIUR. 2. Entrevista remota com o time da aceleradora Se a startup foi chamada para a entrevista remota, significa que ela despertou a atenção da aceleradora e demonstrou uma ideia valiosa de inovação – além de certas habilidades de entrega do produto. Aquelas que não foram chamadas recebem um retorno com feedback. Na entrevista remota, a aceleradora vai buscar entender com mais clareza como funciona a startup, esclarecer dúvidas e conhecer as pessoas por trás do projeto. Aliás, o foco principal desta etapa é estabelecer esse contato pessoal com os empreendedores e equipe. A entrevista tem duração de cerca de 30-45 minutos e, após esta etapa do processo de seleção para startups, o número de empresas participantes tende a cair consideravelmente; 3. Warmup / Fast Track O Warmup é uma etapa do processo de seleção para startups que visa estabelecer uma conexão mais profunda entre os empreendedores e a aceleradora. A partir da proposta de desafios e dinâmicas com a equipe da aceleradora – bem como com os mentores e investidores –, é possível capacitar, avaliar e validar hipóteses. A fase dura de 30-45 dias, é considerada um momento de pré-aceleração e as startups com melhor desempenho são selecionadas para o Pitchday. Agora, vamos considerar as startups cujas hipóteses já foram validadas e seus processos definidos. Na VENTIUR, elas passam pelo Fast Track, que dura cerca de 15-20 dias, etapa alternativa que consiste em reuniões para conhecer o negócio em detalhes, determinando se a startup está apta para seguir avançando no processo. Obs.: Depois de passar pela entrevista, a VENTIUR fica responsável por avaliar e sinalizar ao empreendedor se ele irá seguir no Warmup ou Fast Track. 4. Pitchday O Pitchday é o evento em que o empreendedor deve encantar o grupo de investidores com o projeto e mostrar que está apto para receber o investimento. Durante a apresentação do pitch no processo de seleção para startups da VENTIUR, os investidores têm acesso a um relatório com as validações feitas no Warmup. A etapa do Pitchday é decisiva e pode ser um divisor de águas na história da startup que deseja ser acelerada. 5. Negociação e contrato A etapa de negociação consiste no fechamento dos termos da negociação, isto é, a alocação de investimento, ajuste de equity e termos finais. Já o contrato estabelece o estudo de Due Diligence e assinatura do Acordo de Investimento. Após este passo final do processo de seleção para startups – negociação e contrato –, a empresa está oficialmente apta a participar do processo de aceleração. Como se destacar no processo de seleção de uma aceleradora de startups? 5 dicas para ter sucesso Agora que você já conhece as 5 etapas comuns do processo de seleção para startups em aceleradoras, chegou a hora de saber como ter sucesso no processo. Diferentemente do que alguns empreendedores talvez possam imaginar, cada uma das etapas é extremamente relevante para demonstrar o valor do negócio. E tudo já começa no ato da inscrição! Veja: 1. Fazer uma inscrição que impressiona A inscrição serve para que a aceleradora entenda os empreendedores, a equipe e sua visão de negócio. O modelo de negócio em si não é o mais importante – ou pelo menos não por enquanto, porque a aceleradora poderá ajudar nesse ajuste posteriormente. Além de qualificação, a aceleradora busca equipes que tenham visão de futuro, conhecimento do mercado em que estão inseridas e, claro, poder de execução. As dicas a seguir vão te ajudar a fazer uma boa e impressionante inscrição: 2. Descrever o que a empresa faz Seja na inscrição ou no pitch, o empreendedor precisa ser capaz de dar uma boa visão sobre o produto da empresa. Para se destacar aqui, é preciso esquecer os diferenciais da startup um pouco e focar mais em como o produto funciona e fazer a aceleradora e investidores enxergarem essa execução prática com clareza. 3. Explicar os problemas que ela

Leia Mais »
Abertura do Rio Innovation Week 2022 - FOTO: Rafael Torres / M&E

Por que você deve vir para o Rio Innovation Week 2022, o maior evento de tecnologia da América Latina?

O Rio Innovation Week 2022, maior evento de tecnologia da América Latina em sua 2ª edição, vai ocorrer do dia 8 a 11 de novembro. Sediado no Rio de Janeiro, o evento é uma grande ferramenta de desenvolvimento no setor de inovação, permitindo criar novas conexões que geram novos negócios, networking e aprendizados. O RIW é um evento voltado para players do varejo, inovação e empreendedorismo, que contam com um espaço para compartilhar conhecimentos, experiências e debater novas estratégias que impulsionam negócios, ideias e startups. Esta edição reunirá 800 palestrantes convidados, 2.000 startups e mais de 250 expositores. Além disso, no encontro vão ser realizados bootcamps, mentorias, workshops e muito networking – visando despertar e encorajar inovações e soluções para os setores. Bastante coisa, não? Caso não tenha se convencido da importância do evento, reunimos outras informações para contextualizar sobre a novíssima edição do RIW 2022 e ainda trouxemos boas vantagens por que você deveria participar. Acompanhe! O que é o Rio Innovation Week? O Rio Innovation Week é um hub de projetos que, neste ano, reunirá diversos eventos de variadas áreas da inovação e tecnologia durante quatro dias. Esse ambiente servirá para o desenvolvimento de inovações tecnológicas e para a troca de conhecimento para diversos setores, empreendedorismo e serviços. Fazer parte de um circuito que fomenta novas ideias e negócios é desejo das grandes cidades do mundo. Desse modo, os encontros mundiais que promovem as principais transformações tecnológicas e científicas, ao serem aplicados aos negócios e na vida das pessoas, são capazes de transformar o presente e o futuro. Com seus 50.000m² de evento, o objetivo do Rio Innovation Week é transformar o Brasil em referência em inovação e empreendedorismo tecnológico. Para isso, o ambiente oferece espaços de exposições, laboratórios, mentoria, bootcamps, robótica aplicada ao varejo, IoT, rodadas de negócios internacionais, entre outros. Programação do Rio Innovation Week 2022 A 2ª edição do Rio Innovation Week traz uma programação mais que especial para os amantes da inovação tecnológica e do empreendedorismo. Por isso, trouxemos alguns highlights do que nos espera nesses quatro dias. Agro Riw Tech A consultoria 360 Research & Reports tem a expectativa de que o mercado global de agricultura digital tenha um crescimento médio de 15,9% ao ano até 2026. Assim, considerando que o PIB agregado do agronegócio alcança participação de mais de 20% do PIB brasileiro, é útil debater sobre suas soluções tecnológicas. No Rio Innovation Week 2020, o espaço AgroRiw Tech se propõe a ser um ambiente interativo e inovador, com temáticas como drones, tratores autônomos, metaverso e blockchain. Além de um espaço exclusivo para experiências tecnológicas imersivas, renomados palestrantes do mundo do agronegócio estarão presentes: Palco Varejo O mercado de varejo no Brasil passa por transformações que vão dos modelos de negócios, atendimento ao cliente e processos organizacionais. Sobretudo depois da pandemia, em que o “consumo sem contato” era a principal opção dos clientes, o varejo precisou se reinventar para se manter competitivo. Nesse sentido, o RIW 2022 vai abrir um espaço para conectar os participantes com as principais soluções e tendências tecnológicas para o varejo. Além de mostrar que a transformação digital está ao alcance do nosso mercado, esse espaço visará simplificar a implementação de ferramentas para o desenvolvimento de empresas. O espaço vai abranger os setores de supermercados, farmácia, food service, padaria, hotelaria, entre outros. O Palco Varejo vai contar com sessões de palestras e tem o objetivo de fomentar negociações entre expositores, investidores e visitantes, com foco principal na transformação digital do setor varejista. Sebrae Like a Boss Desde 2012, o Sebrae atua apoiando iniciativas com o objetivo de desenvolver e fortalecer pequenos negócios inovadores. A iniciativa do Sebrae Like a Boss, em especial, é de capacitar empreendedores com negócios de base tecnológica early stage e potencializar conexões para fortalecer o ecossistema de inovação. Marcando presença no Rio Innovation Week 2022, o Sebrae Like a Boss vai contar com a presença de 300 startups apoiadas pelo projeto. Seu palco exclusivo tem foco nos empreendedores, micro e pequenos empresários e pretende levar experiências únicas e encantadoras para esse público. Sociedade 5.0 O período da pandemia trouxe grandes lições para a humanidade. Muitas das lições estão relacionadas com avanços tecnológicos e comportamentais que, antes do Covid-19, poderíamos pensar que levariam muitos anos para acontecer. Assim, a Sociedade 5.0 converge as inovações e possibilita maior qualidade de vida para a sociedade, com foco em cidades inteligentes, mobilidade, desenvolvimento humano e social e ações que vão de acordo com a responsabilidade ambiental. Grandes nomes foram convidados para conversar sobre este importante tema no Rio Innovation Week 2022: Bônus: outros nomes que vão marcar presença no evento O Rio Innovation Week 2022 ainda vai receber outras mentes brilhantes do setor de tecnologia e inovação, como Bruce Dickinson (vocalista do Iron Maiden), Spike Lee, (cineasta e roteirista), Steve Forbes (presidente e editor da Forbes), Camila Farani (empreendedora, investidora-anjo e embaixadora do RIW), entre muitos outros. Se você quiser conferir o line-up com a programação completíssima, acesse o site oficial do evento através deste link. Por que participar do Rio Innovation Week 2022? Empreendedores e pessoas que desenvolvem soluções inovadoras entendem cada vez mais a importância de frequentar eventos de tecnologia e inovação. Seja nas reuniões, nos workshops ou até mesmo nos bate-papos despretensiosos e informais, há sempre coisa nova para aprender. Fazer conexões Para crescer e expandir os horizontes, é preciso se conectar. Por isso, eventos como o Rio Innovation Week são espaços que acolhem empresas experientes e iniciantes para gerar novas oportunidades para elas. Hoje, tudo acontece de forma muito rápida e dinâmica, portanto, sem conexões, um negócio pode desaparecer. Ser percebido Eventos como o Rio Innovation Week são ambientes que dão uma visibilidade muito valiosa para quem deseja apresentar a sua ideia e gerar parcerias e clientes. Pensar fora da sua bolha Circuitos de eventos de inovação estabelecem novas formas de entender a tecnologia e o próprio negócio. Como são diversificados e envolvem a participação de pessoas de outras áreas, geram relacionamentos e

Leia Mais »
Desafios de mulheres no ecossistema de startups

Os desafios e obstáculos das mulheres no ecossistema de startups, captação no Venture Capital e iniciativas de diversidade

Ser mulher significa lidar com os desafios impostos por uma rotina que vai dos cuidados pessoais até a família e carreira. Quando trazemos a pauta ao contexto das mulheres no ecossistema de startups, alguns números espantam: apesar de 46,2% das empresas tradicionais serem fundadas por mulheres, quando falamos em ecossistema de inovação, esse número cai para 4,7%, de acordo com o Distrito. Com o recente amadurecimento das startups brasileiras, houve um boom de investimento privado nessas empresas – o chamado Corporate Venture Capital. Porém, ainda conforme o relatório, os investimentos de risco destinados a negócios encabeçados por mulheres ainda representam apenas 7% do total. Acreditamos na importância de promover um ambiente mais inclusivo, em que empreendedoras, investidoras e líderes se sintam confortáveis em participar e levantar seus debates. Por isso, vamos discutir os principais obstáculos enfrentados pelo público feminino no ecossistema de startups e conhecer as iniciativas que podem beneficiá-las. Mulheres no ecossistema de startups e as principais barreiras enfrentadas Apesar do Brasil ter desenvolvido um ambiente de empreendedorismo nos últimos anos, esse ambiente ainda é pouco inclusivo com as mulheres. Para se ter uma ideia, o Female Founders Report 2021 divulgou que o número de empresas inovadoras com apenas fundadores homens é quase 20 vezes maior do que aquelas fundadas exclusivamente por mulheres. Para trazer uma reflexão sobre o assunto, elencamos importantes tópicos que podem explicar por que mulheres ainda são minoria no ecossistema de startups. Cultura A barreira de entrada de mulheres no ecossistema de startups – como em outros empreendimentos – é menor em razão da cultura. Como sabemos, a mulher ainda é enxergada como a pessoa responsável pelo cuidado com a casa e dos filhos, o que a impede, muitas vezes, de pensar fora da caixa e tirar uma ideia do papel. Formação Nem sempre uma mulher começa um empreendimento com segurança e conforto. Pelo contrário, muitas vezes o negócio se trata de uma saída para que ela consiga pagar as contas – o que se soma à falta de educação feminina sobre como empreender, se associar a outros profissionais e gerar escala através de investimentos. Ainda sobre a formação, podemos falar sobre a pouca participação feminina na tecnologia. O relatório Women in Tech 2022 se baseou em uma análise de 1 milhão de candidaturas, no período de 2015 até 2021, para entender sobre a participação das mulheres nos cargos da área de tecnologia. Com recorte na América Latina – região com 45% dos candidatos –, este estudo realizado pela BairesDev mostrou que, somente no Brasil, essa participação teve um aumento de 16% para 40% no mesmo período. Apesar disso, ainda fica claro que muito pode ser melhorado para que mulheres se engajem em negócios de base tecnológica e que tenham a inovação como centro. Desconfiança Já quando a mulher consegue se inserir no ecossistema de startups, uma das dores relatadas em discussões é a desconfiança. A desconfiança costuma vir por parte de investidores homens que, embora reconheçam a responsabilidade delas em relação às finanças, acredita que ainda são pouco destemidas para enfrentar certas dificuldades que se impõem. Apesar de dados mostrarem que empresas que possuem um quadro societário com participação feminina costumam ter resultados 25% melhores, o percentual de startups femininas que recebem investimentos é de apenas 2,2%. Como a participação feminina em startups evoluiu nos últimos 10 anos? As lideranças femininas geram impacto positivo no ecossistema de inovação – no quadro societário e na empregabilidade de outras mulheres. No entanto, ainda de acordo com o Female Founders Report 2021, o crescimento de startups fundadas e cofundadas por mulheres é lento e com pouca escala. No gráfico, entre os anos de 2014 a 2020, podemos observar que o crescimento foi mais considerável nas startups fundadas por homens e mulheres. Enquanto isso, o número de empresas fundadas exclusivamente por mulheres, entre 2015 a 2020, teve um aumento de apenas 0,8%. É um fato que o empreendedorismo das mulheres no ecossistema de startups ainda é recente, o que explica certas direções e tendências nos dados. Porém, os preconceitos arraigados têm sua parcela de responsabilidade nos resultados que trouxemos, que culminam em desfavorecimento a essas profissionais. Mulheres no ecossistema de startups e desafios na captação no Venture Capital O relatório da Distrito apresentou um dado muito interessante no que se refere aos VCs: 74% dos fundos são destinados aos negócios liderados exclusivamente por homens, enquanto apenas 3% são destinados aos negócios exclusivamente liderados por mulheres. Na pesquisa, 60% das mulheres relataram já ter sofrido algum tipo de assédio moral, sendo indagadas por questões referentes ao gênero ou à maternidade. As perguntas mais comuns se alinham à desconfiança que citamos lá atrás, colocando em cheque a capacidade da mulher de conduzir o negócio. Outro dado indicou que o primeiro contato com investidores e o pitch são as fases mais desafiadoras. A investigação mostrou que, em geral, os investidores dão preferência aos empreendedores em detrimento das empreendedoras. Diversidade na tecnologia pode ajudar a alavancar mulheres no ecossistema de startups O acesso às tecnologias tende a ser um grande motor da inclusão de mulheres no ecossistema de startups. Com sua visão de mundo diferente, elas podem beneficiar o mercado com mais criatividade e competência – apenas alguns dos vários ganhos que são possíveis. Para reduzir as disparidades, empreendedoras maiores já se engajaram em ajudar a criar mentes femininas protagonistas no mundo digital. Iniciativas como processos seletivos com cotas são alguns dos incentivos de inclusão adotados por elas. Porém, como sociedade, talvez precisamos pensar em outras iniciativas que antecedem a vida adulta. Uma possibilidade é instruir as meninas a se lançarem nos games e na lógica, de modo que entendam, desde cedo, que tecnologia também é para mulher. Além disso, é importante oferecê-las a visão do empreendedorismo, mostrando que elas também podem deixar sua veia criativa pulsar no desenvolvimento de soluções disruptivas, tornando mais intensa sua participação no ecossistema de startups. A VENTIUR promove a inclusão do público feminino nesta discussão Um tempo atrás, investidoras e mulheres no nosso time notaram

Leia Mais »
Mercado de healthtechs e investimentos no setor

Conheça as healthtechs, confira como estas startups estão revolucionando o setor da saúde e seu panorama de investimentos

Tanto o mercado privado como o poder público estão cada vez mais de olho no empreendedorismo tech no setor da saúde. Sobretudo depois da crise pandêmica que surgiu em 2020, este setor se viu diante da necessidade de inovar e se reinventar. Assim, o aquecido mercado brasileiro – carente de certas soluções – recentemente ofereceu ainda mais espaço às healthtechs. As healthtechs (“saúde” + “tecnologia”) são empresas que contam com a tecnologia para desenvolver soluções inovadoras para o setor da saúde. Informações do Distrito dão conta que 60% das startups brasileiras foram fundadas de 2016 para cá, o que torna claro que o segmento de healthtechs ainda é recente no Brasil. O setor de saúde no Brasil tem um gasto anual maior que R$ 200 bilhões. Destes, cerca de 70% são consumidos pela saúde suplementar que atende cerca de 25% da população e 30% são destinados ao SUS que atende 75% da população. Esta disparidade faz do setor de saúde um dos mais promissores para inovações.  Ainda de acordo com o report, o volume de investimentos nesse mercado da saúde sofreu um “boom” em 2021, com US$ 552,6 milhões – mais de 4x seu período anterior, 2020. Convidamos você a continuar conosco para conhecer melhor sobre as healthtechs, suas soluções e principais tendências. Confira! O que é uma healthtech? A tecnologia está moldando todos os setores, independentemente do trabalho que os envolvem – e isso não poderia ser diferente no setor da saúde. O mercado de healthtech é um segmento que, a partir de soluções disruptivas, define tendências e promove mudanças tecnológicas nesse setor, muitas vezes até moldando o comportamento do consumidor. As healhtechs trazem novas  soluções em segmentos diversos como vacinas, medicamentos, procedimentos, acesso à saúde, bem-estar, gestão, entre outros. As healthtechs no enfrentamento da Covid-19 A incerteza e a necessidade de gerar novas respostas rápidas, provocadas pela pandemia, criou um ambiente favorável à adoção de tecnologia, abrindo um grande espaço para as healthtechs. Apesar da curva de amadurecimento das startups desse setor ser maior do que a dos demais, devido às dificuldades relacionadas à regulação, essa grande demanda por novas soluções no enfrentamento da pandemia impôs maior agilidade e impulsionou o segmento. Se formos considerar o período entre 2019 e 2022, o número de healthtechs cresceu quase 16% no Brasil, de acordo com o Medicina S/A. De fato, as empresas de tecnologia correram contra o tempo e contaram com o apoio do setor público, implementando tecnologias que melhoraram as rotinas de saúde, com mais praticidade e otimização dos atendimentos. Como as healthtechs estão revolucionando o mercado de saúde? As healthtechs vêm revolucionando o mercado de saúde de várias formas, com o único objetivo de fornecer uma alternativa mais fácil aos pacientes, hospitais e profissionais. Ao mesmo tempo, tecnologias como dispositivos que antecipam diagnósticos laboratoriais e simplificam a realização de testes, vêm contribuindo com mais agilidade na coleta, registro e monitoramento dos resultados e informações do paciente.  Além disso, alguns aplicativos garantem avaliação médica e psicológica, por meio da telemedicina.  Tudo isso, no fim do dia, se traduz em: redução dos gastos aumento na eficiência  prevenção de epidemias; redução de mortes; novos medicamentos; novos tratamentos; novos procedimentos. Cenário de investimentos em healthtechs no Brasil Conforme o Distrito Healthtech Report 2022, o interesse dos investidores em healthtechs explodiu com a pandemia, quase dobrando em 2020 em relação ao ano anterior. Já em 2021, o aumento foi 4x superior – seguindo positivo ritmo de crescimento. Embora esse aumento tenha se dado em razão da pandemia de Covid-19, em apenas seis meses deste ano, os investimentos atingiram quase os mesmos valores de todo o ano de 2020. As categorias de Gestão e PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente) e Acesso à Saúde foram as que mais receberam investimentos, considerando o ano de 2017 para cá – período em que houve saltos mais significativos. Se formos considerar todo o período de 2013 a 2022, temos quase R$ 1 bilhão investidos em healthtecs.  Principais tendências das healthtechs para os próximos anos Considerando as novas soluções, tecnologias e o crescimento exponencial do setor, trouxemos as principais tendências no segmento da saúde para os próximos anos. São inovações como serviços e procedimentos médicos que certamente impactarão a população. Confira! Digital Twin Realizar testes em saúde no ambiente real são caros e geram muitos riscos.  Nesse sentido, o termo Digital Twin (ou Gêmeo Digital, na tradução literal) remete a uma tecnologia capaz de, por meio de dados, criar representações virtuais dos nossos corpos. Com ajuda da Inteligência Artificial, essa solução permite realizar testes e análises no elemento virtual – sem precisar fazê-lo no “mundo real”, reduzindo custos e riscos de simulações. De acordo com a Gartner Inc., há uma previsão de que, até 2025, 25% das organizações de serviços de saúde incluirão iniciativas de Digital Twin em suas estratégias de transformação. Saúde Preventiva Hoje em dia, a saúde preventiva vem sendo cada vez mais incentivada pelos profissionais, bem como o acompanhamento regular dos pacientes. Para se ter uma ideia, no contexto norte-americano, do orçamento total para a saúde, cerca de apenas 5% deles é voltado à prevenção – enquanto os outros 95% são destinados aos tratamentos. Nesse sentido, as inovações das startups desafiam o status quo e prometem ser o futuro dos cuidados preventivos. No fim do dia, além de beneficiar a população geral, essas iniciativas promovem redução de custos governamentais e privados no setor da saúde. Telemedicina A pandemia impulsionou novas discussões a respeito de um marco regulatório para teleatendimentos na medicina. Dessa forma, a telemedicina com suas variantes promove os  pré-diagnósticos, telemonitoramentos, teleconsultas, entre outras possibilidades que antes não eram muito comuns e, hoje, emergem como uma forte tendência.  Fato é que, na pandemia, cerca de metade dos médicos adotou a telemedicina, conforme estudo divulgado pela Associação Médica Brasileira (ABM). Nesta nova fase “pós-pandêmica”, as normas e regulamentações continuam sendo pauta nessas discussões, visando promover novos avanços e qualidade aos pacientes. Femtechs As femtechs são startups que buscam promover novas tecnologias de saúde para o

Leia Mais »

Compartilhamos propósitos
e resultados

Ventiur
Importantes
Fale Conosco

Email: [email protected]
Av. Unisinos, 950 / Sala 101
Tecnosinos – Unitec I
São Leopoldo/RS

© Copyright Ventiur – 2021 | Todos os direitos reservados

Aclamadas pela comunidade científica, as Deep Techs estão sob o mesmo guarda-chuva de empresas criadas a partir de disrupções em áreas como biotecnologia, engenharia e arquitetura de dados, genética, matemática, ciência da computação, robótica, química, física e tecnologias mais sofisticadas e profundas. São startups que propõem inovações significativas para enfrentar grandes problemas que afetam o mundo.

 

Por mais que tentar chegar a uma definição possa parecer um exercício bastante ousado, quando falamos de uma área de tamanho conhecimento e aplicação, negócios que se enquadram dentro deste conceito, tratamos de soluções com alto valor agregado, que irão impactar positivamente não só um grupo determinado específico de pessoas, mas que podem mudar o mundo.

 

Para fomentar ainda mais o setor e auxiliar nesse crescimento, o Delta Capital abriu inscrições para selecionar Deep Techs. A chamada inicia dia 22/11 e vai até 10/12, não perca tempo e inscreva-se aqui!

 

 Em breve conheceremos as iniciativas selecionadas.