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Startups da VENTIUR mobilizadas no apoio às vítimas da enchente

As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul no começo do mês têm provocado forte impacto na sociedade gaúcha. Além de vítimas fatais, a inundação deixou milhares de desabrigados. Em meio a tantas incertezas, soluções inovadoras estão levando conforto e esperança a essas pessoas. Plataformas para encaminhamento médico de desabrigados, localização de desaparecidos, identificação de pets, recolhimento de donativos, estão entre as principais ferramentas de apoio a quem mais necessita de auxílio neste momento. Algumas dessas iniciativas foram desenvolvidas por startups da VENTIUR Smart Capital. Uma delas é a Webmed, que oferece uma ferramenta de triagem e apoio ao diagnóstico e encaminhamento médico de desabrigados pelas enchentes aos serviços de saúde do estado. Por meio de um questionário online, os abrigados podem descrever seus sintomas clínicos e solicitar avaliação e encaminhamento para médicos de diversas especialidades, o que inclui dermatologistas, pediatras e psiquiatras. Segundo o CEO e fundador da Webmed, Luciano Lorenz, a tecnologia permite o atendimento e encaminhamento das demandas médicas dos afetados pelas enchentes acolhidos em abrigos, online ou presencial, tudo de maneira rápida e simples. Os abrigos receberam totens e cartazes com o QR Code do link para um formulário simples para inserção de dados do paciente, o que inclui nome e número do celular. Ao acessar o QR Code, a pessoa precisa preencher seus dados e responder ao questionário.  Esses dados serão encaminhados ao médico cadastrado mais próximo via mensagem de Whatsapp para que ele possa dar início ao atendimento do abrigado. Conforme Lorenz essas informações poderão dar subsídios para que o médico possa identificar as necessidades do paciente naquele momento. A WebMed também disponibiliza um aplicativo gratuito para que o médico possa realizar o acompanhamento dos pacientes das enchentes. Desabrigados podem acessar a plataforma pelo link – já os profissionais médicos devem clicar aqui. Até o momento mais de 500 pessoas já receberam atendimento via plataforma. Tecnologia a serviço de clínicas e hospitais Ainda no que se refere à área de cuidados médicos, a Audo Tecnologia e Saúde está oferecendo acesso gratuito ao seu sistema PACS (Picture Archiving and Comunication System) em nuvem para unidades de saúde gaúchas (públicas ou privadas) afetadas pela inundação. A solução PACS viabiliza a comunicação e o arquivamento de imagens, permitindo que os equipamentos de imagem médica, mesmo em áreas afetadas, permaneçam operacionais ao se conectar ao sistema Audo sem custos de armazenagem em nuvem.  Dessa maneira, apesar das adversidades ocasionados pela tragédia, os exames feitos em clínicas, hospitais e UPAs, podem ser processados, armazenados e encaminhados para laudo médico com eficiência e segurança. Isso garante que as decisões médicas sejam tomadas com base em informações confiáveis. Segundo Milena Rosado, CEO da Audo, o objetivo é assegurar que todas as unidades de saúde, independentemente de seu tamanho ou recursos, possam continuar a oferecer cuidados essenciais de diagnóstico por imagem.  “Em momentos de crise, cada pequena ação conta. Estamos comprometidos em garantir que as unidades de saúde tenham as ferramentas necessárias para continuar operando, mesmo nas condições mais desafiadoras”, observou a CEO. Para ativar este suporte emergencial, as instituições de saúde devem entrar em contato com a Audo pelo telefone: (85) 99128-6702 e e-mail: [email protected]. O time da startup está pronto para auxiliar na configuração rápida e orientação de como as equipes de saúde devem utilizar o sistema.  Centralização de donativos e de pedidos de ajuda Além de iniciativas relacionadas à saúde, outras soluções lideradas por startups da VENTIUR estão auxiliando em outras frentes de trabalho em resposta à tragédia. Este é o caso da Criativando Home Design, que desenvolveu a plataforma ConstroiRS. A iniciativa tem como objetivo auxiliar entidades na organização e gerenciamento de doações e de pessoas físicas a cadastrarem suas necessidades.  Segundo o CEO da Criativando, Jonatham Tebaldi, a plataforma permite o controle de estoque e a centralização de pedidos de ajuda, facilitando a gestão de recursos das entidades. Comentou que a solução conecta doadores a quem mais precisa, abrangendo alimentos, materiais de construção, medicamentos, roupas e demais itens prioritários. A solução também reúne informações sobre vagas em abrigos e organiza grupos de voluntários para tarefas como limpeza de casas e até a reconstrução das mesmas.  “A ConstroiRS é uma ferramenta vital para a resposta às emergências no sul do Brasil. A plataforma já está em operação e pronta para ajudar a transformar a maneira como as doações são gerenciadas e distribuídas. Em meio às recentes catástrofes no Rio Grande do Sul, a ConstroiRS se tornou uma ponte crucial entre aqueles que querem ajudar e aqueles que precisam de ajuda, garantindo que recursos e suporte cheguem de maneira eficiente.”, destacou Tebaldi. A ConstroiRS é destinada a entidades, grupos voluntários, defesa civil e associações. Para mais informações acesse o link. Outra solução bastante relevante é o AjudaChat. Criada pela startup GovTools em janeiro deste ano (justamente após uma enchente, porém de menores proporções na ciade de Gravataí/RS), a plataforma funciona por meio de um chatbot no Whatsapp que direciona todas as demandas para um painel administrativo. Esse mecanismo coloca os dados em um mapa de calor para que a gestão possa identificar os principais pontos afetados pelas inundações.  “Esses relatórios permitem que os agentes da Defesa Civil possam ter maior controle sobre as necessidades dos desabrigados”, observou o CEO da GovTools, William Marcos. A startup foi fundada por outro empreendedor que passou pela aceleração da  VENTIUR, Marlon Candido. Ele junto com outros dois sócios comandou a Suiteshare, startup acelerada adquirida pela VTEX – plataforma global de comércio digital, em maio de 2021. “Após o período mais crítico vivido nas últimas semanas, os desafios ainda serão enormes”, diz CEO da VENTIUR O CEO da VENTIUR, Sandro Cortezia, falou sobre os desafios que a tragédia climática impõe para o estado, e como as startups estão contribuindo para essa retomada. “O RS está passando por um dos momentos mais desafiadores de sua história. Após o período mais crítico das enchentes vivido nas últimas semanas, os desafios ainda serão enormes. Dentre eles, está o de reconstruir o Estado buscando uma situação

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Inovação e conexões em rede: como a aceleração da VENTIUR está contribuindo para a expansão da b2bhotel

“A aceleração da VENTIUR foi muito importante para nós. Pudemos entender o ecossistema de inovação e, principalmente, ter acesso a mercados específicos, e conexões em rede”. A afirmação é de Higino Mandaji, fundador e CEO da b2bhotel – startup acelerada pela VENTIUR Smart Capital em 2021. A empresa, que facilita o processo de contratação de mão de obra operacional para hotéis e restaurantes, está em fase de crescimento e planeja ampliar sua operação ainda este ano. Uma das iniciativas que retrata bem esse momento de expansão que a startup está passando é o evento que acontece em Porto Alegre (RS), em maio. A b2bhotel vai reunir no dia 02 daquele mês, no LabFecomércio, gestores e profissionais do setor, para juntos discutirem o papel da inovação no segmento. Inclusive o CEO da VENTIUR Smart Capital, Sandro Cortezia, é um dos palestrantes – a programação completa pode ser conferida aqui. Conforme Mandaji a b2bhotel opera por meio de uma plataforma para dispositivos móveis, realizando toda a gestão, controle e organização do processo de contratação de mão de obra extra e pontual para o segmento de hotelaria e alimentação. De maneira rápida e intuitiva, gestores de hotéis e restaurantes que necessitam de profissionais excedentes em períodos específicos, o que inclui garçons, auxiliares de cozinha e camareiras, podem resolver tudo pelo celular mesmo. Após o cadastramento, o gestor informa para qual período irá precisar de um prestador para determinado tipo de atividade. Em seguida, a plataforma busca o perfil desejado para desempenhar aquele tipo de tarefa. E em pouco tempo, a empresa recebe a agenda do profissional que poderá atender àquela demanda no período indicado. O CEO ressalta que o prestador tem a flexibilidade de escolher os horários, bem como realizar o controle online de sua agenda e dos pagamentos, além de ter acesso a treinamentos para sua qualificação profissional. “Durante nossa atuação, entendemos que era preciso capacitar a mão de obra e agregar outros serviços. Por isso, além de não cobrar nenhuma taxa do prestador, ainda proporcionamos a ele a qualificação necessária”, observou Mandaji. Mandaji comentou que com o mercado de turismo em processo de aquecimento novamente, o que inclui novas contratações efetivas, a b2bhotel passou a atuar também na facilitação do processo seletivo de novos colaboradores do setor. Esse processo inclui a definição do perfil da vaga e a escolha do candidato para determinados estabelecimentos. Explicou que a partir da necessidade do cliente, a plataforma, inicialmente, busca o candidato em sua base de dados, mas quando não encontra, divulga a vaga em seus canais de comunicação e também para sua rede de parceiros. História da b2bhotel começou em 2020 A empresa surgiu na cidade de Curitiba (PR) em janeiro de 2020. Na oportunidade, Mandaji, juntamente com a sócia, Cris Vicentini, utilizou sua experiência de mais de 25 anos no setor hoteleiro, para criar uma ferramenta voltada ao atendimento desse segmento. Para iniciarem a empresa eles observaram uma demanda desse mercado que é a contratação de mão de obra extra, que muitas vezes era um processo complexo, especialmente para as empresas. O CEO destacou que, em função da sazonalidade, os hotéis sempre precisam contratar trabalhadores autônomos, pois estes estabelecimentos possuem picos de ocupação em períodos diferentes, em especial nas regiões turísticas. Diante dessa necessidade a b2bhotel criou um fluxo de trabalho de mão de obra operacional, atendendo conforme as necessidades das empresas e disponibilidade dos trabalhadores.  No ano seguinte, a empresa foi acelerada pela VENTIUR Smart Capital. Além do aporte financeiro, durante o período de aceleração, a b2bhotel teve uma intensa agenda de atividades, o que inclui bootcamps e eventos de capacitação com foco no desenvolvimento dos empreendedores e de seu time. Mandaji lembrou também que durante a pandemia, muitas empresas do segmento de turismo tiveram que demitir seus funcionários, e a b2bhotel passou a atuar também no processo de realocação de trabalhadores do segmento. O turismo foi um dos setores mais afetados pelas medidas restritivas de circulação de pessoas e distanciamento social impostas pela pandemia. Milhares de empresas foram fechadas, deixando pelo menos 480 mil pessoas desempregadas em 2020. No entanto, com o término do confinamento, o setor se recuperou e, segundo estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o turismo brasileiro deverá encerrar o ano com a maior movimentação financeira desde 2012. E é justamente com foco na qualificação desse mercado que a b2bhotel está atuando. A intenção dos empreendedores é colocar o plano de expansão da empresa a rodar ainda este ano. “Estamos presentes em 150 estabelecimentos do setor de serviços, a maioria, hotéis, em 20 cidades brasileiras, mas queremos aumentar nossa participação também no Sudeste”, revelou Mandaji. E porque acreditamos na b2bhotel? “A b2bhotel tem um enorme potencial de crescimento, também considerando o movimento acelerado de eventos e ações presenciais”. A frase é da head de Aceleração e Portfólio da VENTIUR, Gabrielly Balsarin, que fala com entusiasmo dos resultados da startup. Ela lembrou que durante o processo de aceleração, a b2bhotel recebeu apoio para validar hipóteses, desenvolver as frentes de atendimento ao cliente, evoluir o produto e aumentar de tamanho sua equipe. Observou que esse trabalho permitiu ainda que os empreendedores pudessem se conectar com investidores da rede VENTIUR para formação de conselho e amadurecimento da governança da empresa. “Diversas conexões com o mercado foram realizadas, na frente de geração de negócios e mentorias para desafios pontuais, preparando para os próximos passos e para o crescimento da startup”, destacou a head de Aceleração e Portfólio. E em se tratando de expansão, ela ressaltou que a startup está ampliando sua área de atuação, chegando a outras cidades brasileiras.  Com relação à relevância do trabalho da startup para um setor que necessita de mão de obra qualificada, a head de aceleração e portfólio destacou que a b2bhotel impacta não só na conexão de profissionais, mas também na qualificação e formação. “A b2bhotel tem criado um ecossistema virtuoso para o setor, contribuindo para o atendimento qualificado dos hotéis e para o crescimento profissional dos prestadores de

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Startup acelerada pela VENTIUR fornece soluções para impulsionar o varejo

Democratizar os serviços financeiros no varejo, gerando economia nas taxas dos cartões, inovação, mais vendas e simplicidade na gestão – esse é o objetivo da startup Payer, que está em processo de aceleração pela VENTIUR Smart Capital. A fintech, que atua há quatro anos no setor financeiro, desenvolveu um marketplace de serviços para varejistas, já soma milhares de clientes em diversas regiões do País, e está com planos de ampliar expressivamente sua operação este ano, como veremos neste texto. O CEO e fundador da fintech, Vinicius Bubadra, comentou que a Payer surgiu com o propósito de impulsionar o varejo (ainda neste artigo vamos falar mais da origem da startup). Isso porque os varejistas enfrentam muitas dificuldades no momento de gerenciar os aluguéis das máquinas e as taxas de cartões. Dessa maneira, a startup desenvolveu a chamada rota de menor custo, a qual tem como objetivo oferecer a melhor configuração de taxa dos cartões, reduzindo os custos para o varejista. Nesse contexto, a plataforma está baseada em três pilares: economia, crescimento e gestão. O primeiro (economia) se baseia na possibilidade real de oferecer ao varejista uma redução entre 20 a 30% nas taxas de operação das máquinas de cartão de crédito. Isso porque a solução permite que o varejista possa unificar as máquinas em uma única solução, permitindo que ela possa escolher as taxas mais acessíveis para sua empresa, e eliminar aluguéis de várias maquininhas que o lojista tem para aceitar outras bandeiras, cartões de benefícios e outros.  Já o segundo eixo tem como objetivo impulsionar o crescimento do cliente, acompanhando-o em toda a sua experiência de compra, tanto no ponto de venda físico, quanto no ambiente digital. Esse diferencial abrange o conceito omnichannel (multicanal). Além disso o varejista pode incrementar novos métodos de pagamento e serviços de conveniência ao seu negócio, contratando diretamente na “Loja Payer”, o marketplace que funciona como uma espécie de “prateleira de serviços”, dentre eles recarga para celular, PIX através de vários bancos, Link de Pagamento, por exemplo. Por sua vez, o gerenciamento consiste na soma dos outros fatores citados acima. Isso porque, de forma simples e intuitiva, ao final do dia o varejista que antes investia um tempo considerável para fazer a conciliação de várias maquininhas, agora consegue fechar o seu caixa com apenas um clique. “Trabalhamos com o conceito de novo varejo, leve, simples e contemporâneo, e que acompanha as mudanças da sociedade”, observou o CEO. Ele destacou também que a plataforma está em conformidade com a legislação estadual do RS, que obriga a emissão integrada do pagamento à nota fiscal por parte das empresas. Esta já é uma tendência em outros estados do Brasil. Desde 1º de janeiro de 2024 é obrigatório que a NFC-e seja emitida de forma automática e integrada aos meios de pagamento. Na prática os dois documentos – comprovante de pagamento e nota – devem ser gerados pelo mesmo equipamento. “Nossa plataforma está em conformidade com a legislação, pois já possui APIs integradas aos meios de pagamento”, ressaltou Bubadra.  E como surgiu a Payer? A Payer surgiu no começo de 2020, em Porto Alegre. Naquela ocasião, Vinicius Babudra e o sócio José Almeida (co-fundador e CTO), ambos oriundos do mercado financeiro, e com ampla experiência em meios de pagamento, resolveram criar uma solução de marketplace para serviços de varejo. “Percebemos que o varejista não estava conseguindo acompanhar o rápido crescimento dos meios de pagamento e serviços financeiros, e identificamos a oportunidade de criarmos um marketplace de serviços que conecta a indústria financeira e o varejo”, lembrou o CEO. Também em 2020 a Payer participou de um programa de aceleração do Tecnopuc e começou a trabalhar no desenvolvimento da solução. Ainda na pandemia, a startup conquistou seu primeiro investidor anjo, o qual aportou tecnologia e mão de obra no projeto. A solução começou a ser desenvolvida em 2020 e validado no ano seguinte. Já em 2023, o produto começou a escalar.  Ainda no ano passado, a empresa registrou um crescimento de 250%, e a expectativa é ultrapassar essa marca este ano. Para isso a fintech está planejando uma nova rodada de investimentos para os próximos meses. Desde sua criação, a startup já recebeu investimentos da VENTIUR na casa de R$ 1,5 milhão em duas rodadas de investimento (outubro de 2023 e follow-on em fevereiro deste ano).  Segundo o CEO, esses aportes financeiros estão sendo utilizados para a implementação de novas ações visando a expansão da Payer, principalmente em tecnologia, marketing e vendas. A Payer conta hoje com uma equipe de  20 pessoas e está sediada no Tecnopuc, em Porto Alegre (RS). A empresa possui clientes em diversas regiões do País, especialmente no sul. E então: quer conhecer mais sobre esta história inspiradora de empreendedorismo e inovação? Acesse aqui o site da Payer.  E porque nós (da VENTIUR) investimos na Payer? O sócio e COO da VENTIUR Smart Capital, Guilherme Kudiess, comentou que foram levados em consideração diversos aspectos para aportar recursos financeiros na Payer, o que inclui seu crescimento demonstrado e tração. “Já conhecíamos a startup e a trajetória de seus empreendedores no mercado de pagamentos no varejo. Isto, somado a um plano consistente de crescimento e que segue em linha com ao que já foi executado, nos dá segurança de que seria um bom investimento ”, lembrou o COO. Ele comentou que a startup participou do WarmUp da VENTIUR – etapa fundamental do processo de avaliação das startups pré-selecionadas, realizado entre os meses de fevereiro e abril do ano passado. Durante esse período o time da aceleradora pode conhecer detalhadamente as operações da Payer. “Analisamos o mercado e o produto, entendemos a equipe, e revisamos as projeções do negócio. E após essa análise deliberamos pelo investimento”, observou Kudiess. Nos meses seguintes foram feitos alguns ajustes contratuais, e em outubro feito o primeiro aporte – R$ 500 mil.  “Inicialmente investimos R$ 500 mil no negócio, mas vendo a execução e o rápido crescimento da empresa, com uma expectativa de avanço ao longo do prazo, fizemos um follow-on com nossos

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Startup Growth: Pessoas, Operações por Gabriel Bechi G4 Educação.

Operações: Pessoas, Processos e Tecnologia para o Sucesso Empresarial As operações não são apenas um conjunto de tarefas; a sinergia entre pessoas, processos e tecnologia constitui a base essencial para qualquer empresa, startup ou negócio. Entretanto, sem o alinhamento eficaz desses fatores, o funcionamento do negócio compromete-se. Dessa maneira, a maturidade de uma empresa está intrinsecamente ligada a pessoas, processos e tecnologia. Perfil de Gabriel Bechi, Head de Operações no G4 Educação Gabriel Bechi, graduado em Administração pela FGV e McGill University, exerce a função de Head de Business Ops no G4 Educação. Com uma abordagem focada em processos, ele compartilha insights sobre como elevar a maturidade operacional, destacando a importância de não subestimar o crescimento gradual. Ademais, o G4 Educação, que iniciou com cinco pessoas em 2019, agora possui 400 colaboradores em 2023, demonstrando um crescimento notável ao longo do tempo. Analogia ao Futebol e o Papel Versátil das Operações As operações desempenham um papel crucial, semelhante ao de um volante em um time de futebol. Dessa forma, elas atuam de maneira versátil, colaborando em diversas áreas da empresa, impulsionando vendas, gerando leads e oferecendo suporte a finanças e recursos humanos. Em uma startup, as operações desempenham um papel central na construção organizada de projetos, abrangendo todas as áreas, desde financeiro até vendas, marketing e RH. Identificação e Remediação de Gargalos no Crescimento Para alcançar o crescimento desejado, é crucial que se compreenda e priorize os gargalos presentes.  Perguntas norteadoras, como “Está faltando braço?”, “Estamos focando excessivamente no curto prazo?” e “Como podemos aprimorar processos?”, direcionam, assim, a atenção para áreas críticas que exigem intervenção. Estruturando Processos para o Sucesso Sustentável Estabeleça ciclos curtos, crie MVPs (Produto Mínimo Viável) e mapeie processos alinhados com os objetivos da empresa. Defina metas, identifique atividades-chave, responsabilidades e métricas de acompanhamento. O processo é uma sequência estruturada e consistente que se repete, impulsionando, portanto, o crescimento organizado. Elimine, Combine, Resuma, Simplifique Utilize workshops para mapear processos, envolvendo todos os colaboradores. Realize reuniões detalhadas com os principais envolvidos e faça a documentação meticulosa dos processos. Essas ações são essenciais para garantir um crescimento alinhado à cultura da empresa, mesmo diante de mudanças no quadro de pessoal. Adote, assim, a abordagem de “começar simples” para entender e aprimorar constantemente o caminho do sucesso operacional.

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Startups finalistas, agentes do ecossistema de inovação e investidores do Grupo Biopark.

Grupo de Investidores Biopark investe R$ 700 mil em duas startups do Show Rural Coopavel

Nos dias 07 a 09 de fevereiro, no Show Rural Digital, aconteceu a Batalha de Startups organizada por VENTIUR e Grupo de Investidores Biopark, onde a startup Solusolo recebeu um investimento de R$ 400 mil. A Batalha contou com mais de 40 inscrições de startups de diversos segmentos, predominantemente do setor do agronegócio. Outros segmentos de startups inscritas foram de setores tais como de varejo, blockchain, educação, inteligência artificial e logística. Das startups inscritas, 14 foram selecionadas para a etapa classificatória, onde puderam apresentar seus negócios a uma banca que contava com investidores e outros líderes do ecossistema nacional de startups. Após a etapa classificatória, 4 startups foram escolhidas pelos investidores para se apresentarem novamente na etapa final da Batalha, onde concorreram a um cheque de investimento de R$200 mil a R$1 milhão. “A nossa ida ao Biopark mais o investimento, acelerará, ainda mais a nossa missão de levar ao produtor rural, mais produtividade e lucratividade sem agredir o meio ambiente”, afirma Diro Hokari, CEO da Solusolo. As 4 escolhidas seguiram para a final foram: Solusolo, EduBot, Ja Entendi Agro e Cyan Agroanalytics. Delas, a vencedora foi a Solusolo, que produz fertilizantes biológicos. A startup é de Varginha/MG e está em processo de mudança para o Biopark, onde instalará uma fábrica de seu produto. Além da Batalha, o Grupo de Investidores Biopark formalizou seu primeiro investimento, de R$300 mil na startup STAC, que possui soluções voltadas à avicultura, tem sua base em Foz do Iguaçu, e esteve no Show Rural Digital apresentando seus sensores e sistema. Após o evento realizado, o Grupo de Investidores do Biopark abre nova rodada de capital, o 2º Warmup do Biopark, de forma que startups de todo o Brasil poderão se inscrever. Warmup (“aquecimento”) é o processo de seleção da VENTIUR e tem com duração de 3 meses, onde as startups passam por diversas avaliações e poderão ser apresentadas aos investidores.  Para se inscrever gratuitamente no 2º Warmup do Biopark, basta entrar no link www.ventiur.net/biopark e submeter a inscrição. O Grupo de Investidores Biopark foi lançado na show rural em 2022, começou sua operação em maio do mesmo ano e dispõe de R$ 5 Milhões para investir em startups que tenham sinergia com a tese do grupo. Conta com diversos investidores da região oeste-paranaense, tanto empresas como a Fiasul, SSYS, Estrada Distribuidora de Combustíveis, Demetrco Sade advogados e mais 20 outros empresários da região além dos sócios da Prati Donaduzzi.Esses investidores  A AVENTIUR, em seus 10 anos no mercado, com mais de 400 investidores, já investiu R$ 30 milhões em mais de 80 startups, com 8 exits concluídos. Dentre eles estão a Devorando, vendida para o iFood em 2016, a Meerkat, vendida para a Acesso Digital em 2020, e a Suiteshare, vendida para a VTEX em 2021.

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Investimentos alternativos: O que são, tipos e tendências

Investimentos alternativos: O que são, tipos e tendências

Um investimento alternativo é um ativo financeiro que não se enquadra nas categorias de investimentos convencionais. Os investimentos alternativos podem incluir private equity ou capital de risco, fundos de hedge, crowdfunding, obras de arte, commodities e contratos derivativos, por exemplo. Algumas das vantagens dessa modalidade de investimento é o acesso a oportunidades exclusivas, altamente lucrativas e com grande potencial de inovação. Por serem uma clase de investimentos não tradicionais, não é possível encontrar essa modalidade de investimento no banco ou corretora em que você opera. Deseja saber se os investimentos alternativos são para você? Acompanhe este conteúdo em que iremos abordar os principais tipos, diferenças dos investimentos tradicionais e as tendências em fundos alternativos! O que são investimentos alternativos? Antes de falar o que são, vale destacar o que investimentos alternativos não são. Investimentos alternativos não fazem parte de mercados tradicionais e, portanto, não se enquadram em categorias de ativos como renda fixa e instrumentos de liquidez. Desse modo, eles não são ações, título ou dinheiro e costumam ser ilíquidos, o que significa que não podem ser facilmente convertidos em dinheiro. Eles estão ligados a chamada “Economia Real”, como alternativas que impactam a sociedade com a geração de receita, fomento de mercados e criação de empregos, possibilitando ao investidor financiar ou se tornar sócio de iniciativas em setores como: Em suma, investimentos alternativos são uma opção interessante quando o assunto é gerar e acumular riqueza – com foco na aposentadoria, por exemplo. Eles permitem diversificar o portfólio, gerando altos retornos. 5 tipos de investimentos alternativos Os investimentos alternativos incluem 5 modelos não tradicionais, como: 1. Commodity As commodities talvez sejam o principal tipo de investimento alternativo. A maneira mais direta é investir em produtos de commodities físicas como, por exemplo, barras de ouro. No entanto, também existem outras possibilidades: 2. Setor imobiliário O setor imobilinário é uma outra forma de investir em classes de ativos não tradicionais. Assim como no caso das commodities, também é possível investir nesse setor de forma direta ou indireta: 3. Fundos de hedge Os fundos de hedge foram concebidos há algumas décadas com o objetivo de proteger investidores mais sofisticados das quedas do mercado. São veículos mais agressivos de investimento e menos acessíveis, sendo preciso que o investidor possua alguns milhões de dólares em ativos líquidos para acessar os fundos. 4. Fundos de private equity Os fundos de private equity são semelhantes aos fundos de hedge, porém, este investimento alternativo possui como alvo novas empresas com alto potencial de crescimento. Os dois tipos de fundos de private equity são: Leia também: Conheça o Corporate Venture Capital e o cenário dessa inovação estratégica. 5. Crowdfunding Por fim, o crowdfunding é considerado outra forma de investimento alternativo porque oferece uma maneira diferente de pessoas físicas e jurídicas financiar empresas e projetos através de uma plataforma autorizada. Essa forma de investimento permite que pequenos investidores contribuam com quantias relativamente pequenas para apoiar projetos que incluem: Diferenças entre investimentos tradicionais e alternativos Investimentos tradicionais Investimentos alternativos Investimentos alternativos e seu papel na economia Os investimentos alternativos, como o capital de risco, são usados para financiar negócios inovadores, fornecendo apoio para setores e empresas que teriam dificuldades de obtê-lo por meio das fontes tradicionais. Assim, essa categoria de investimentos é importante para alimentar a inovação da sociedade. Mas não é só isso. Outras importantes formas pelas quais os investimentos alternativos influenciam na economia inclui o desenvolvimento de novos mercados financeiros e o surgimento de novos produtos. Aos investidores, eles são uma alternativa para diversificar suas carteiras, minimizando o risco geral e alimentando o crescimento econômico. Principais tendências em fundos alternativos Com o desaceleramento do mercado em razão da alta dos juros e a ameaça de recessão econômica nos Estados Unidos, investidores tradicionais de startups vêm repensando seus negócios em busca de encontrar novos meios de se expor aos riscos. Com isso, aos poucos podemos testemunhar o crescimento de uma cultura de diversificação de investimentos no país, de modo que modalidades de investimento como o crowdfunding assumem protagonismo e quebram novas barreiras. Assim como as conhecidas “vaquinhas online”, o crowdfunding consiste em reunir um número de pessoas para um tipo de financiamento coletivo — neste caso, para financiar projetos e startups em busca de capital. Todo o processo é conduzido por meio de uma plataforma, responsável por intermediar as dinâmicas de contratos e transações. A Angels Wallet é uma iniciativa powered by VENTIUR, nascida na busca por entregar ferramentas com impacto positivo no mercado. Todos os projetos passam por uma seleção rigorosa, visando mitigar riscos, e nossa plataforma oferece análise de investimentos, mantendo investidores por dentro do desempenho das startups investidas. Conheça hoje!

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Inovação aberta: Conceito, tipos e exemplos

Inovação Aberta (Open Innovation): Conceito, tipos e exemplos

Inovação Aberta é um conceito que está cada vez mais presente no mundo dos negócios e da tecnologia. Essa estratégia de inovação se refere à colaboração entre empresas, universidades e indivíduos para criar, desenvolver e difundir produtos, processos e modelos de negócio. No Brasil, a Inovação Aberta tem ganhado cada vez mais espaço e importância nos últimos anos, sendo uma forma de impulsionar o crescimento econômico e competitividade das empresas. O ranking Top 100 Open Corps revela que houve um crescimento de 60% no número de parcerias de Open Innovation entre empresas e startups no país em 2022. Gostaria de saber como as empresas podem se beneficiar da Inovação Aberta? Está curioso para entender como colaboração e parcerias podem ajudar a impulsionar o crescimento econômico e a competitividade dos negócios? Então, confira este conteúdo! O que é Inovação Aberta? O conceito de Inovação Aberta (do inglês, “Open Innovation”) se refere à prática de empresas e organizações buscarem ideias e soluções de fontes externas e internas. Isso significa o compartilhamento de conhecimento e informações sobre um ou mais problemas e procurar, por meio de outras pessoas fora da empresa, soluções e sugestões. Na prática, a Inovação Aberta se diferencia da mentalidade da P&D empresarial tradicional ao abrir espaço para um grupo mais amplo de pessoas para participarem da solução de problemas e do desenvolvimento de serviços e produtos. Quais os tipos de Inovação Aberta? Existem vários métodos pelos quais uma empresa pode utilizar a Inovação Aberta, consistindo em três tipos: inbound, outbound e coupled. Inovação Aberta Inbound Este modelo de inovação se trata de uma abordagem através da qual empresas procuram, por meio de fontes externas, conhecimento para melhorar ou criar novos produtos. Isso envolve a captura de feedback de clientes e a colaboração entre parceiros de negócios e universidades. Como exemplo, podemos citar a multinacional norte-americana Walmart, que abre espaço para que clientes e funcionários sugiram ideias para melhorar a operação. Para isso, além de desenvolver programas de incentivo internos, ela também colabora com parceiros de negócios e universidades, que impulsionam novas ideias e perspectivas. Inovação Aberta Outbound A Inovação Aberta Outbound, por sua vez, é uma abordagem através da qual empresas procuram novas oportunidades de negócios por meio de parcerias externas. Isso inclui investir em startups ou até adquirir outras empresas. Em suma, trata-se de uma maneira eficaz de acessar novos conhecimentos e tecnologias, ampliando a capacidade de inovar. Um exemplo disso é a gigante das farmácias do Sul, o Grupo Panvel. Em 2022 ele anunciou o Panvel Ventures, fundo criado em colaboração com a aceleradora VENTIUR. O objetivo é buscar novas oportunidades e soluções nas áreas de saúde e bem-estar, visando ampliar sua base de conhecimento e habilidades – alinhados com o core business da companhia. Inovação Aberta Coupled Por fim, temos o modelo de Inovação Aberta Coupled, orientado pelos dois anteriores – ou seja,  táticas de inovação inbound e outbound. Trata-se de uma rede de parcerias e colaborações que visam ampliar a base de habilidades e conhecimento da empresa, muito útil para, além de diversificar a base de negócios, reduzir os riscos associados à inovação. Quais os benefícios da Open Innovation? A importância da cultura de Inovação Aberta na transformação digital A transformação digital tem sido uma tendência crescente nos últimos anos. Para os próximos, é esperado que a transformação digital continue tendo impacto significativo, incluindo inteligência artificial, automação de processos, melhoria da experiência do cliente e a criação de novos modelos de negócio. Implantar essa cultura nas companhias é importante para a transformação digital na medida em que permite que elas aproveitem ideias e recursos de funcionários, parceiros de negócio – e até mesmo concorrentes. Com isso, a construção de uma cultura de Inovação Aberta requer um compromisso contínuo entre os envolvidos e uma abordagem estratégica. Guiar as ações e decisões da empresa de modo eficaz só é possível por meio de uma cultura de inovação onde os valores, normas e comportamentos esperados dos colaboradores sejam definidos. Gostou deste artigo? Para conferir mais conteúdos como este, confira o blog da VENTIUR!

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Bioeconomia: conheça a chamada economia verde

Bioeconomia: Conheça o potencial da chamada economia verde

Em um mundo ameaçado pelas mudanças climáticas, a busca por uma economia mais ecológica vem se tornando uma obrigação. Assim, a bioeconomia é uma forma de produção baseada no conhecimento e uso de recursos, processos e métodos biológicos, visando fornecer bens e serviços de forma sustentável. Sua base principal é aliar biodiversidade com tecnologia e, nesse sentido, o Brasil demonstra forte potencial de fomento às ações sustentáveis – sobretudo, na região amazônica, o grande berço da vida no planeta. Para saber mais sobre a bioeconomia e seu contexto no Brasil, benefícios e expectativas futuras, acompanhe este artigo imperdível. O que é a economia verde? A economia verde – ou bioeconomia – é uma forma de produção sustentável que está recebendo grande destaque nos últimos anos. Ela envolve a geração de renda e riqueza a partir dos recursos biológicos, por meio de tecnologia e inovação, com a sustentabilidade como base de todos os processos. Em suma, trata-se de um conjunto de atividades econômicas que utilizam recursos biológicos renováveis, como plantas, animais e micro-organismos, como matéria-prima para a produção de bens e serviços. Aliás, convém trazer a definição da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a respeito da bioeconomia: “A bioeconomia surge como resultado de uma revolução de inovações na área das ciências biológicas. Está relacionada à invenção, desenvolvimento e uso de produtos e processos biológicos nas áreas da biotecnologia industrial, da saúde humana e da produtividade agrícola e pecuária”. Nesse sentido, nota-se que ela atua em diferentes vertentes do mercado e se trata de uma atividade econômica que desenvolve produtos e processos biológicos em variados segmentos. Alguns outros exemplos são a Tecnologia da Informação (T.I.), robótica, nanotecnologia e biociências. Qual é o verdadeiro potencial da bioeconomia no Brasil? O Brasil hospeda uma enorme diversidade biológica. Isso nos traz a seguinte pergunta: como desenvolver processos de produção de inúmeros produtos com menos energia, menos perturbação ao meio ambiente e menos resíduos? Nas palavras do professor Carlos Nobre, grande especialista em mudanças climáticas e Amazônia, a natureza é uma economia circular, ou seja, nada se perde e tudo se transforma. Assim, o mundo da sustentabilidade aposta na economia circular – ou convergente – em que tudo pode ser reciclado. Aliás, muitos países já perceberam o potencial que existe de conhecimento na biologia e têm expectativas ousadas referentes à economia verde. No Brasil, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a bioeconomia já é uma realidade desde a década de 70. Porém, o século XXI intensificou a produção de novos conhecimentos científicos e tecnológicos  – que tendem a contribuir muito com a megabiodiversidade do país. Assim, conforme a Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), nos próximos 20 anos, a Biotecnologia deve somar em torno de R$53,5 bilhões anuais à economia. Isso poderia gerar cerca de 217 mil novos postos de trabalho no mesmo período. O impacto da bioeconomia na economia local e na criação de empregos A Amazônia é o grande celeiro da economia do futuro. Por esse motivo, o Brasil tem um grande potencial na criação de soluções sustentáveis – que surtem efeitos na economia e na geração de empregos. De acordo com a OCDE, a bioeconomia é responsável por movimentar 2 trilhões de Euros e gera cerca de 22 milhões de empregos no mercado mundial. Até 2030, a expectativa é de que ela responda por 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) dos seus países membros (Fonte). Assim, em se tratando de Brasil – considerando a grande biodiversidade disposta e as políticas públicas – espera-se que o percentual do PIB seja ainda mais significativo. A consequência disso será um aumento das ofertas de trabalho e geração de renda para a população. Um bom exemplo disso é o programa Inova Amazônia, criado em novembro de 2021. A partir do desenvolvimento de soluções inovadores e com potencial de crescimento, a iniciativa visa fomentar a geração de empregos e renda na região amazônica. Leia também: Bioeconomia E Inovação Marcam A Primeira Edição do Amazônia Summit. Alguns importantes benefícios da bioeconomia Entre os benefícios ofertados pela bioeconomia, incluem-se: Em conjunto com iniciativas, a VENTIUR vem apostando na bioeconomia Entre os biomas brasileiros, a Amazônia é uma região em que o mercado da sustentabilidade possui enorme potencial. Assim, entidades recentemente apostaram em algumas ações para estimular o desenvolvimento de produtos e serviços sustentáveis por startups e pequenos empreendimentos. O Inova Amazônia é uma iniciativa do Sebrae que visa fomentar ações para colocar o Brasil em boa posição no quesito “negócios sustentáveis”. Com o apoio da VENTIUR, o Inova Amazônia visa impulsionar a bioeconomia local da região amazônica, oferecendo incentivo e suporte a centenas de negócios inovadores. Confira: VENTIUR Lidera Processo De Aceleração De Startups Na Região Amazônica. Criada em 2013, a VENTIUR tem como propósito apoiar negócios inovadores, fortalecendo e desenvolvendo seus processos internos e estratégias. Se você possui um negócio inovador e acredita que chegou o momento de colocá-lo à prova, recebendo o melhor suporte de uma aceleradora, fale conosco!

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Retrospectiva Ventiur 2022

Retrospectiva VENTIUR 2022: Confira aqui tudo o que rolou!

Apesar de 2022 ter sido um ano desafiador, a Ventiur tem muitas razões para comemorar. Neste ano, marcado por uma intensa movimentação no ecossistema brasileiro de startups, a atuação da Ventiur foi possível por meio do grande apoio de parceiros, mentores, empreendedores, especialistas de nossa rede e algumas iniciativas externas. Por isso, reunimos destaques para a retrospectiva VENTIUR 2022. Entre os movimentos mais notáveis estão a participação da Ventiur em diversos eventos relevantes, como o Gramado Summit, South Summit e Rio Innovation Week, e a nossa chegada em duas novas capitais brasileiras: Recife e Curitiba, respectivamente. Além disso, a Ventiur teve três startups que integram seu ecossistema reconhecidas pelo Ranking Top 100 Open Startups: Trashin, Pix Mídia e Pix Force. A 7ª edição premiou as startups que mais atuam com corporações no país. Para não deixar nenhum momento importante passar batido, reunimos uma linha do tempo com os principais destaques de 2022. Resumo dos destaques da Ventiur em 2022 Gramado Summit (6 a 8 de abril) A startup Pede Que Nutre foi o grande destaque do Gramado Summit. Vencedora da Batalha de Startups liderada pela Ventiur, a startup recebeu o aporte inicial de R$ 200 mil – além de receber o smart money para a alavancagem do negócio. Outro destaque do evento foi o lançamento do CVC Comunitá powered by Ventiur, junto ao Sicredi. A iniciativa é uma parceria com as cooperativas de Crédito Sicredi, um veículo de investimento que opera no modelo de Corporate Venture Capital. Bossa Summit (6 e 7 de Abril) O Bossa Summit foi um evento inédito que reuniu, em São Paulo, investidores anjos de todo o Brasil para se relacionar com empreendedores e startups. A Ventiur marcou presença, visando conhecer novos negócios e, assim, fomentar a conexão e capacitação do ecossistema de startups. South Summit (4 a 6 de maio) O South Summit, ocorrido em maio, movimentou a cidade de Porto Alegre. Nessa vitrine global, duas empresas se destacaram ao apresentar seus negócios: a Yours Bank, um banco digital para pais e filhos, e a Pix Force, que desenvolve soluções utilizando tecnologias de visão computacional, IA e machine learning. Chegada da Ventiur em Recife/PE (25 de maio) 2022 também foi ano de expandir os horizontes. A região Nordeste passou a receber as iniciativas de uma das maiores aceleradoras do país através de uma filial na capital pernambucana. Nessa nova fase, a Ventiur viabilizou um veículo de investimento dedicado à região, realizando aportes de aceleração de 200 mil a 1M. Aceleração social – HigiTech (maio) Um dos propósitos da Ventiur é impactar positivamente a sociedade. Com isso, a aceleradora resolveu colaborar com a HigiTech, startup que busca resolver a falta de acesso das comunidades a produtos básicos de higiene pessoal. A escolha da HigiTech se deu a partir da batalha de startups do Instituto Acendendo Mentes, no Gramado Summit 2022. A Ventiur havia se encantado pela iniciativa e, como a startup foi a mais votada do evento, consolidou-se uma colaboração que envolveu mentorias, aceleração, autoconhecimento e o pitch day (ocorrido apenas em 03/09). CVC +A Ventures, com o Grupo +A Educação (julho) A +A Ventures, Corporate Venture do +A Educação powered by Ventiur, foi um grande marco de 2022, fazendo parte da busca por soluções de Ensino Superior e lifelong learning. A iniciativa tem a finalidade de investir em startups que possam contribuir para o agregamento do melhor impacto possível aos clientes das soluções da companhia. Curso Investors Experience e “Empreender é coisa de mulher” (agosto) A 2ª edição do curso VENTIUR Investors Experience, preparado para desde o investidor iniciante até o mais experiente, se iniciou em 03/08 e se estendeu até o dia 31/08. A partir da experiência da Ventiur com novos investidores, o objetivo do projeto foi ajudá-los a potencializar seu método de análise e gestão de portfólio. Nesse meio tempo, em 11/08, também ocorreu o “Empreender é coisa de Mulher”, que contou com debates e convidadas especiais, movimentando o ecossistema de inovação com assuntos relevantes sobre o mercado. Chegada oficial em Curitiba/PR (agosto) A chegada da Ventiur em Curitiba também simboliza esse espírito de crescimento e expansão. Com o propósito de seguir agregando, investindo e gerando valor para as startups e empreendedores, a inauguração da sede aconteceu em 09/08. Nesse dia, falamos sobre o painel de comunidades, start da operação e perspectiva de investimentos. Seleção de 100 startups para o programa Startup NE Alagoas (setembro) Em setembro, a Ventiur selecionou 100 startups para o programa Startup Nordeste – Alagoas. A 2ª fase foi de muito conhecimento compartilhado, bootcamps e trocas entre os participantes. Ao final, os empreendedores estavam mais preparados, com foco em sua proposta de valor, entendimento da equipe e, também, clareza para escalar o negócio. CVC Insider no Instituto Caldeira (outubro) Observamos que o ecossistema de startups precisa ser educado sobre o CVC. Assim, nasceu o CVC Insider, evento ocorrido no Instituto Caldeira e idealizado para esclarecer dúvidas a respeito do Corporate Venture Capital. Além de responder às principais questões, também houve espaço para um bate-papo com a plateia. Corporate Venture Capital in Brazil, da APEX (outubro) O Corporate Venture in Brazil, projeto desenvolvido pela APEX, visa estimular investimentos de capital de risco corporativo no país. A 6ª edição do maior evento de Corporate Venture Capital da América Latina teve o objetivo de apresentar o ecossistema de inovação e investimentos brasileiros, contemplando casos de sucesso e melhores práticas de corporate venturing globais. Rio Innovation Week 2022 (novembro) 2022 foi marcante em diferentes momentos, mas uma das marcas mais importantes foi deixada pelo Rio Innovation Week 2022, ocorrido em novembro, no Rio de Janeiro. Maior evento de tecnologia da América Latina, o RIW reuniu 800 palestrantes, 2.000 startups e mais de 250 expositores e contou com a presença da Ventiur, disposta a se conectar, conhecer e promover negócios inovadores. Ranking top 100 Open Startups e Open Corps (novembro) Em novembro, o 100 Open Startups divulgou as empresas premiadas na 7ª edição do Ranking 100 Open Startups 2022. Entre as startups que

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Aclamadas pela comunidade científica, as Deep Techs estão sob o mesmo guarda-chuva de empresas criadas a partir de disrupções em áreas como biotecnologia, engenharia e arquitetura de dados, genética, matemática, ciência da computação, robótica, química, física e tecnologias mais sofisticadas e profundas. São startups que propõem inovações significativas para enfrentar grandes problemas que afetam o mundo.

 

Por mais que tentar chegar a uma definição possa parecer um exercício bastante ousado, quando falamos de uma área de tamanho conhecimento e aplicação, negócios que se enquadram dentro deste conceito, tratamos de soluções com alto valor agregado, que irão impactar positivamente não só um grupo determinado específico de pessoas, mas que podem mudar o mundo.

 

Para fomentar ainda mais o setor e auxiliar nesse crescimento, o Delta Capital abriu inscrições para selecionar Deep Techs. A chamada inicia dia 22/11 e vai até 10/12, não perca tempo e inscreva-se aqui!

 

 Em breve conheceremos as iniciativas selecionadas.